terça-feira, 28 de julho de 2020

BTG Pactual retira B3, Localiza e Vale da carteira semanal

BTG Pactual retira B3, Localiza e Vale da carteira semanal





Por Vitória Fernandes

B3 B3SA3 Ibovespa Mercados
Na semana, o portfólio obteve rentabilidade de -1,35% ante os -0,49% do Ibovespa (REUTERS/Rahel Patrasso)
BTG Pactual realizou três trocas em sua carteira recomendada semanal, de acordo com o documento enviado ao mercado.
O banco retirou as ações da B3 (B3SA3), Localiza (RENT3) e Vale (VALE3) para dar espaço a B2W (BTOW3), Hapvida (HAPV3) e Sul América (SULA11).
Na semana, o portfólio obteve rentabilidade de -1,35% ante os -0,49% do Ibovespa.
Análises
B2W: “Com pressão compradora ao longo do mês, B2W ensaia mais uma arrancada com objetivo nos R$ 133. O volume continua apoiando o movimento de alta e o fechamento de sexta-feira, recuperando os 120 reais mostra que os compradores voltaram”, analisou o BTG.
Hapvida: “Após recuperar o patamar pré-covid, ainda vemos espaço para que continue subindo. Em todos os períodos com as médias cruzadas para cima, não dá sinais de reversão de movimento. Outro ponto importante foi o fechamento de sexta que indica o fim da correção de curtíssimo prazo e sinaliza para novas altas”, informou o banco.
Sul América: “Segue trabalhando dentro de um canal de alta no médio e longo prazo. No curto prazo formou um pivô de alta quando conseguiu firmar acima de R$ 40,00 e trabalha acima da média de 200 períodos favorecendo novas altas. Acreditamos na continuação de altas com o próximo alvo na faixa dos R$53,00 e depois próximo a R$56,80”, completaram os analistas.
Veja a nova composição:
EmpresaTicker
B2WBTOW3
EquatorialEQTL3
HapvidaHAPV3
PetrorioPRIO3
SulAmericaSULA11

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Ouro bate recorde e se aproxima de US$ 2.000

Ouro bate recorde e se aproxima de US$ 2.000



Commodities2 horas atrás (27.07.2020 16:14)

© Reuters.  © Reuters.
Por Barani Krishnan
- Os touros do ouro atingiram o recorde que desejavam após uma espera de nove anos, mas analistas dizem que o grande marco de US$ 2.000 por onça ainda está por vir, e parece mais certo do que nunca.
Os futuros de ouro na Comex de Nova York subiam US$ 31,85, ou 1,7%, a US$ 1.929,35 por onça. O pico de sessão de US$ 1.941,65 superou o recorde da Comex de setembro de 2011, de US$ 1.911,60.
ouro spot, um indicador em tempo real das operações em barras de ouro, subia US$ 32,96, ou 1,7%, para US$ 1.934,11 às 15h57 (horário de Brasília). O pico da sessão de US$ 1.945,69 também redefiniu a máxima histórica de US$ 1.920,85 para o ouro à vista de setembro de 2011.
"Para o ouro, US$ 2.000,00 por onça é o próximo objetivo, e eu não ficaria surpreso em vê-lo ser alcançado com relativa rapidez", concordou Jeffrey Halley, analista de mercado sênior em Sydney da OANDA, sediada em Nova York.
Sunil Kumar Dixit, analista independente de metais preciosos, disse que o ouro pode subir acima do marco psicológico de US$ 2.000, o que só pode acontecer depois que o nível de US$ 1.955 for alcançado de forma decisiva.
"Uma cobertura curta feroz ainda está para ser testemunhada", escreveu Dixit.
“Se a reserva de lucros causar uma reversão de preço diária e semanal com o respectivo fechamento abaixo de US$ 1.900 e US$ 1.880, procure um suporte horizontal da zona de menor valor de US$ 1.818 ou US$ 1.790, que é a média móvel exponencial de 50 dias, e US$ 1.740, a média móvel simples de 100 dias.”
No lado positivo, ele disse que um movimento sustentado pode estabelecer recordes de US$ 1.955 ou mais, que os touros levarão ao novo marco estratégico de US$ 2.000.
Mas Dixit acrescenta que, se o ouro permanecer inalterado no caminho, "os cálculos matemáticos sugerem US$ 2.127 como destino para o próximo rali".
Embora a meta de US$ 2.000 pareça mais alcançável a cada dia para qualquer um desses contratos, alguns analistas alertam que o ouro parece muito sobrecomprado. No entanto, na mesma frase, muitos dizem que poderia ir ainda mais alto.
“Os mercados com sobrecompra podem ser coisas complicadas: embora o cenário seja menos seguro para a continuação, geralmente há uma razão pela qual o mercado ficou sobrecomprado em primeiro lugar. E esses motivos certamente podem continuar... e continuar e continuar, como vimos em ouro", disse James Stanley, um estrategista de ouro que escreve no Daily FX.
O rali do ouro é resultado de baixas taxas de juros e trilhões de dólares do estímulo pela Covid-19 passados ​​por governos e bancos centrais globais que degradaram o dólar e outras moedas convencionais e aumentaram os temores da inflação - uma situação que os investidores normalmente protegem ao comprar ouro.
Os republicanos liderados pelo presidente Donald Trump finalizaram a quarta lei de alívio de coronavírus, no valor de cerca de US$ 1 trilhão, que fornecerá extensão temporária e reduzida dos benefícios de desemprego, outra rodada de verificações de estímulo, proteção de responsabilidade para empresas e financiamento para ajudar as escolas a recomeçar. Também incluirá US$ 16 bilhões em novos fundos para testes e incentivos fiscais para incentivar as empresas a recontratar funcionários.
A força do ouro também foi sustentada por uma queda no dólar este ano. O Índice Dólar, que mede o desempenho do dólar norte-americano em relação às seis principais moedas, caiu das máximas de 17 anos de 103,96 em março para abaixo de 94 agora, a mínima em quase dois anos.
O ouro não foi o único metal precioso a se beneficiar do dólar fraco e do estímulo pela Covid-19.
A prata, o segundo metal precioso mais negociado na Comex, atingiu o maior nível em sete anos, subindo 35% no ano, contra o ouro, que ganhou apenas 26%.
prata na Comex ganhava US$ 1,513, ou 6,6%, a US$ 24,363 por onça, depois de atingir US$ 24,797. Essa foi a máxima para qualquer contrato de referência de prata da Comex desde a máxima de US$ 24,510 em agosto de 2013. 


Fonte: Investing.com 

ESTELIONATO USANDO GEMAS

ESTELIONATO USANDO GEMAS








Nos últimos anos, tornou-se comum no Brasil um golpe em que estelionatários oferecem um lote de esmeraldas brutas.  Eles apresentam as esmeraldas acompanhadas de um laudo de avaliação em papel  timbrado, com assinatura, carimbo, etc., dando a aparência de um documento muito confiável.  Além disso, as pedras estão em uma embalagem que permite ver o conteúdo, mas que está fechada lacradas, o que aumenta a impressão de ser um negócio sério.


        Essas pedras são de fato esmeraldas e costumam ser oferecidas para venda, pagamento de dívida ou garantia de empréstimo.


        Se elas são realmente esmeraldas e têm um laudo de avaliação, qual é o problema?  O problema é que a avaliação é irreal, muito acima do verdadeiro valor da mercadoria. Atraída por isso, a pessoa que recebe a oferta fica muito tentada a aceitá-la. Talvez nem saiba o que fará com as esmeraldas, mas acredita poder vendê-las por valor bem abaixo do que consta no documento de avaliação e ainda assim ter um bom lucro. Ou aceita a oferta porque a proposta é um meio de receber o pagamento de uma dívida antiga da qual não vê perspectiva de quitação.


        Feita a transação, o comprador das gemas procura vendê-las e aí descobre que elas valem muito menos do que lhe fizeram crer.  Pior: o laudo de avaliação informa que se o lacre da embalagem for rompido, a avaliação ficará sem efeito e nisso o estelionatário está certo.  Quem viola o lacre pode introduzir na embalagem qualquer coisa de valor inferior e o avaliador não pode ser responsabilizado pelo que acontecer dali em diante com a mercadoria que avaliou. Se a pessoa que comprou as esmeraldas desejar, mesmo assim, nova avaliação, vai ter que pagar por ela  e ficará sabendo que as esmeraldas realmente valem muito menos do que ele pagou.


        Esse golpe, como eu disse, vem acontecendo há vários anos e já fui procurado por muitas pessoas que desejavam vender esmeraldas assim adquiridas.  Nos últimos meses, porém, os estelionatários mudaram seu modo de agir.  O golpe das esmeraldas já devia estar muito conhecido e passaram então a oferecer quartzo incolor (cristal de rocha), um mineral extremamente comum, como se fosse diamante.  Não vi ainda nenhum laudo com essa falsa identificação, mas já fui procurado por umas dez pessoas pedindo que confirmasse se as pedras que têm são realmente diamantes. Para complicar as coisas, existem na internet vários testes que se afirma serem capazes de identificar o diamante. São testes principalmente de resistência ao fogo, que não funcionam.


        Além de ter alguma semelhança com o diamante, o quartzo incolor recebe, no mercado internacional, muitas denominações comerciais ou populares em que aparece a palavra diamante. No meu Dicionário de Mineralogia e Gemologia, registro quase trinta desses nomes. Ex.: diamante Arkansas, diamante Baffa, diamante de Herkimer, diamante Quebec, etc.  Isso só contribui para facilitar as fraudes.


        Umas das pessoas que me procuraram foi um homem acompanhado da esposa, ambos aparentando muita preocupação e ansiedade. As pedras que tinham já haviam sido examinadas por outra pessoa, que disse não serem diamantes, e tinham realmente a aparência de quartzo. Eles queriam nova identificação e que ela fosse feita na hora, na frente deles. Entendi sua preocupação e concordei. Quando lhes mostrei que não eram diamantes, a mulher olhou para o marido sem dizer nada, mas deixando claro que já esperava por aquele resultado.  Eles agradeceram, o homem disse que estava sem dinheiro e sem cheques, mas que me pagaria depois.  E nunca mais voltou.


Não sei que negócio ele havia feito, mas um colega meu recebeu para identificação dez cristais de quartzo que seu cliente havia recebido como se fossem diamantes, em pagamento de um caminhão...

      Vender cristal de rocha como se fosse diamante custa menos, é um golpe mais simples, mas exige muito mais poder de convencimento.


Quem receber uma proposta como essas, deve lembrar que:


1. O Código Civil (art. 313) estabelece que “o credor não é obrigado a receber prestação diversa da que lhe é devida, ainda que mais valiosa". Portanto, não está obrigado a receber pedras preciosas como pagamento de divida em dinheiro, ainda que sejam de valor muito maior.

2. Nenhum mineral risca um diamante, a não ser outro diamante, mas é muito fácil quebrar essa pedra com um martelo.  
 


3. Se o suposto diamante for riscado por topázio, rubi ou safira, certamente não é diamante.


4. Lembrar também que o maior diamante encontrado até hoje (há mais de cem anos) pesava apenas 621 gramas. Os diamantes brutos pesam, em sua grande maioria, menos de 1,5 quilate (300 miligramas)  e a grande maioria dos diamantes lapidados  pesa menos de um quilate, ou seja, 200 miligramas. (Circula na internet uma fake news informando que foi apreendido um diamante de 2,5 toneladas!)  O tamanho da(s) pedra(s), portanto, é uma boa característica a levar em conta para saber se pode ser ou não um diamante.  


5. Na dúvida, deve-se procurar um gemólogo ou empresa que disponha de um laboratório gemológico. Isso, é claro, antes de fechar o negócio.

Fonte: Percio M. Branco 

Oi avança com oferta do BTG Pactual por fatia de 51% na área de fibra óptica

Oi avança com oferta do BTG Pactual por fatia de 51% na área de fibra óptica




Ações3 horas atrás (27.07.2020 11:10)

© Reuters.  © Reuters.
Por Gabriel Codas
Investing.com - Nos primeiros negócios da sessão desta segunda-feira, as ações da Oi (SA:OIBR3) operam com valorização com notícias sobre ofertas para a rede móvel e para uma fatia de 51% na operação de fibra óptica. Assim, por volta das 10h35, os papéis ordinários, com maior volume de negociação, somavam 4,85% a R$ 1,73 e os preferenciais 5,62% a R$ 1,88.

Fibra

Na sexta-feira, o site do jornal Valor informou que a tele recebeu oferta do BTG Pactual (SA:BPAC11) por 25% do capital total e 51% do capital votante de sua rede de fibra óptica, segundo fontes ouvidas pelo Valor, sem revelar valores. Segundo o veículo, há cerca de dez proponentes para a compra de rede de fibra ótica da Oi, que entregaram suas propostas na semana passada. A proposta do BTG seria representante de um dos fundos de private equity sob sua gestão.
Batizada de InfraCo, a infraestrutura contém 400 mil quilometros de rede e vale R$ 25,5 bilhões, de acordo com a Oi. É um negócio rentável, com Ebtida em R$ 1,5 bilhão, mas que precisa de R$ 12 bilhões em quatro anos para expandir a rede onde a Oi não está presente. Após a venda do negócios, a tele pretende se manter como cliente da nova companhia.
De acordo com a Oi, o potencial comprador da parcela da InfraCo à venda deverá desembolsar, no mínimo, R$ 6,5 bilhões mais R$ 2,4 bilhões referentes à dívida da unidade, além de se comprometer a investir R$ 5 bilhões - no total, o negócio deve gerar R$ 13,9 bilhões no mínimo.
A oferta segue a expectativa do presidente da companhia, Rodrigo Abreu, de vender ainda este ano uma fatia da divisão de fibra óptica da Oi, conforme entrevista à Coluna Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo, em 24 de junho. Além disso, o executivo revelou naquela oportunidade que as negociações já aconteciam há alguns meses antes e que esperava uma oferta vinculante no segundo semestre. A procura, segundo ele, é alta. Ele também destacou que existe um apetite pelos ativos de infraestrutura e telecomunicações por parte de investidores globais. Sem citar nomes, ele incluiu fundos soberanos, de pensão e private equity.
Segundo informações do jornal O Globo de 22 de abril, a Oi tinha 1 milhão de clientes para internet fixa via fibra óptica, contra 200 mil em julho de 2019, resultado de intensificação de investimentos na área ano passado para ampliar a base de clientes e alcance. Uma das estratégias dos investimentos é permitir o reuso de rede, facilitando a empresa de fazer uma ágil expansão dos serviços pelo Brasil afora, tanto na oferta de conexões de ultra velocidade, assim como na oferta de soluções corporativas.
Mas há um risco relevante no negócio, segundo o Valor. A rede faz parte dos bens reversíveis da Oi por ser usada na telefonia fixa e banda larga, e não há definição de regras pela Anatel para o fim das concessões de telefonia fixa em 2025. De acordo com o jornal, o BTG avaliou que vale a pena correr o risco, e colocaria Amos Genish, sócio do banco e responsável pelo BTG Digital, como presidente do conselho de administração e executivo da InfraCo para implantar modelo semelhante ao que fez na GVT.

Oi Móvel

O jornalista Lauro Jardim, do O Globo, informou mais cedo que o fundo Digital Colony, que ganhou exclusividade ne negociação dos ativos, teria perdido um dos seus trunfos na estratégia de compra de ativos.
A ideia do fundo era a compra da a infraestrutura para alugar para operadoras de telefonia celular. No entanto, a Claro não deve ser uma cliente em potencial.
De acordo com o colunista, a empresa mexicana chegou a conversar com a Highline no passado, mas optaram pelo consórcio com TIM (SA:TIMP3) e Telefonica (MC:TEF) Brasil (SA:VIVT4), informando a Digital Colony que não tem interesse num contrato de aluguel da base de ativos.
Já a Vivo e TIM foram sondadas para comprarem a base de clientes, mas não deram andamento às conversas.

Recomendação JP Morgan

O banco de investimento elevou a recomendação das ações da tele para "neutro", considerando apenas as ofertas de venda da rede móvel. O JPMorgan fixou o preço-alvo em R$ 1,70.
O cenário-base contempla a venda da rede móvel por R$ 17 bilhões, diminuindo para R$ 15,5 bilhões no cenário pessimista e aumentando para R$ 20 bilhões no otimista. Na rede de fibra óptica, o banco estima que o negócio saia por R$ 22 bilhões em seu cenário-base.

Desempenho das ações em 2020

A notícia de vendas de ativos está impulsionando as ações da Oi na B3. Os papéis ordinários fecharam a sessão desta sexta-feira com alta de 3,13% a R$ 1,65, com máxima em R$ 1,77, enquanto os preferenciais avançaram 5,95% a R$ 1,78, com pico em R$ 1,80. Durante a semana passada, acumularam ganhos respectivos de 36,36% e 21,09%. 
No ano, os papéis da Oi já chegaram ao fundo do poço devido à crise do coronavírus, com os papéis ordinários tocando a mínima de R$ 0,43 em 2020 e os preferenciais a R$ 0,73. No acumulado do ano, as ações estão no terreno positivo, com ganhos respectivos de  91,86% e 43,55% até a sessão de sexta-feira.

Fonte: Investing.com 

MINERADOR DA TANZÂNIA FICA RICO APÓS DESCOBRIR 2 TANZANITAS