quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Grafite o mineral do futuro

Grafite o mineral do futuro






A grafita, uma forma de carbono, é um mineral em alta. Os novos usos da grafita nas baterias de lítio, em celulares e computadores estão acelerando a busca dos jazimentos do mineral. O que se procura é qualidade, um concentrado de grafita com flocos de granulometria grosseira e alta pureza, que possa suprir uma indústria com faturamento de mais de 13 bilhões de dólares.
O grande produtor de grafita a China, fechou várias minas e teve a sua produção reduzida em 20% para 700 mil de toneladas em 2017. O motivo das paralisações foi a contaminação ambiental feita pelos produtores chineses de Pindgu . O mesmo ocorreu na Mongólia em 2017. Os preços do mineral caíram nos últimos anos, mas são ainda atraentes em torno de US$1.300/t o que torna jazimentos de grafita de qualidade em excelentes alvos para mineradores.
Mais de 200 empresas de mineração estão engajadas na prospecção de grafita no mundo e o resultado desse esforço já começa a aparecer. Em Moçambique a australiana Triton Minerals descobriu um depósito que pode ser o quarto maior do mundo, de 5,7 milhões de toneladas de grafita contida: o Cobra Plains. A região de Balama tem vários prospectos de grafita sendo pesquisados.
No Brasil a produção de grafita já é a segunda do mundo atrás, apenas, da China, atingindo 96.000t em 2017. Essa grafita é derivada das minas de 3 produtores principais. O consumo brasileiro foi de 32,5 mil toneladas em 2018.



Fonte: Portal do Geologo

Compre Suzano e Klabin, apesar da pressão da China sobre as ações, diz XP

Compre Suzano e Klabin, apesar da pressão da China sobre as ações, diz XP



Por Diana Cheng

Klabin KLBN11 papel celulose madeira
A recomendação de compra para a Suzano e a Klabin foi reiterada, com preços-alvos de, respectivamente, R$ 65 e R$ 32 (Imagem: LinkedIn/ Klabin)
Olhando para o longo prazo, os níveis atuais dos preços da celulose de fibra curta não são sustentáveis, afirmou a XP Investimentos.
Os preços na China recuaram US$ 1,60 a tonelada na semana, chegando a US$ 443,36/t, e seguem abaixo do custo marginal de US$ 500/t, de acordo com a corretora.
Mesmo assim, a recomendação de compra para a Suzano (SUZB3) e a Klabin (KLBN11) foi reiterada, com preços-alvos de, respectivamente, R$ 65 e R$ 32.
“Esperamos que uma recuperação da demanda na China seja gatilho para um movimento de recomposição de estoques”, avaliou a XP.
Por volta das 11h56 desta terça-feira (25), os papéis da Suzano apresentavam leve queda de 0,52% a R$ 51,88, enquanto as units da Klabin subiam 0,56% a R$ 26,73.

Fonte: MONEY  TIMES

AMETISTA LAPIDADA DE 50 QUILATES