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MOEDAS RARAS DE NAUFRÁGIO ESPANHOL SÃO ENCONTRADAS EM PRAIA DOS ESTADOS UNIDOS
Os artefatos de 300 anos, achados por caçadores de tesouros, podem valer até 20 mil reais
Moeda espanhola ao lado de uma moeda americana - Divulgação
Três homens encontraram em uma praia na Flórida, Estados Unidos, moedas raras de um naufrágio espanhol. A descoberta havia sido feita em fevereiro, mas apenas agora a confirmação foi divulgada. Os tesouros pertenciam a uma embarcação que afundou em uma viagem de Cuba para a Espanha, em 1715.
Os amigos Jonah Martinez, Cole Smith e Jeremy Prouty localizaram as 22 moedas enquanto andavam com um detector de metal na costa americana — prática comum do trio, que se consideram caçadores de tesouros.
De acordo com a lei estadual, os sortudos poderão permanecer com as moedas. Isso porque os artefatos foram achados na areia da praia, se estivessem no mar, por exemplo, seriam propriedade do governo americano
Moedas raras encontradas em praia dos Estados Unidos / Crédito: Divulgação
Jonah Martinez explicou que não irá vender os objetos. “Não estamos tentando lucrar. Estamos apenas coletando pedaços de história”. Apesar da decisão, os tesouros já foram avaliados como valendo entre 5 a 6 mil dólares, pouco mais de 20 mil reais.
Arqueólogos marinhos, como Kip Wagner, expressou seu descontentamento com artefatos históricos sendo encontrados por cidadãos comuns, ou até mesmo aproveitadores, que vendm relíquias que, para ele, não possuem valor.
No entanto, esse não será um problema dessa vez, já que Martinez afirmou que ele e seus amigos pretendem doar os itens para algum museu.
Em Porto Velho/RO, PRF identifica ouro transportado ilegalmente
Produto mineral, obtido no distrito de Abunã, foi avaliado em aproximadamente R$ 5.206,05
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Porto Velho/RO, durante fiscalização na BR 364, constatou crime de usurpação de bem ou matéria prima da União, em transporte de ouro, realizado de maneira irregular. A ocorrência foi registrada nesta segunda-feira (24).
No total, 15 gramas de ouro, encontrados com o passageiro de um táxi, foram identificados e encaminhados à Polícia Federal.
Necton indica cinco novas ações para apostar na semana
Por Vitória Fernandes
14/09/2020
No acumulado do ano, o portfólio obteve rentabilidade de 58,05% (Imagem; Reuters/Paulo Whitaker)
A Necton trocou toda a sua carteira recomendada para a semana, de acordo com o documento enviado ao mercado.
A corretora retirou as ações da Gerdau (GGBR4), Banco do Brasil (BBAS3), Schulz (SHUL4), Mitre (MTRE3) e Movida (MOVI3) para dar espaço aos papéis da JHSF (JHSF3), Iochpe-Maxion (MYPK3), Natura (NTCO3), Bradespar (BRAP4) e BrasilAgro (AGRO3).
No acumulado do ano, o portfólio obteve rentabilidade de 58,05%, vencendo fortemente o desempenho do Ibovespa no período, de -14,06%.
Veja, a seguir, as ações recomendadas para esta semana:
A gigantesca reserva de diamantes escondida sob nossos pés
Direito de imagemGETTYImage captionCientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) usaram ondas sonoras para calcular que, embaixo da Terra, há mil vezes mais a quantidade de diamantes na Terra do que se imaginava
Atualmente, diamantes são símbolo de riqueza e elegância, mas no futuro podem ser simplesmente uma pedra comum que qualquer um pode ter.
Esse não é um cenário totalmente impossível, se considerarmos um recente estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A pesquisa diz que a 160 km debaixo da superfície da Terra se acumulam 10 quatrilhões de toneladas de diamantes - ou seja, uma unidade seguida de 16 zeros (10.000.000.000.000.000).
"Isso nos mostra que os diamantes talvez não sejam um mineral exótico. Numa escala geológica, ele é relativamente comum", disse Ulrich Faul, um dos autores do estudo, num comunicado do MIT.
Onde estão?
Segundo os investigadores, esse tesouro subterrâneo está disperso entre formações rochosas gigantes chamadas de "cratão".
Esses cratões são uma espécie de montanha invertida no interior da maioria das placas tectônicas continentais. Eles podem se estender por mais de 300 km.
"Em cada cratão, estima-se que haja 1 quatrilhão de toneladas de diamantes", disse Ulrich Faul à BBC News Mundo, o serviço espanhol da BBC News.
"Na Terra, há 10 áreas geológicas reconhecidas como cratões, portanto, a quantidade total de diamantes acumulados nos cratões da Terra é de 10 quatrilhões."
Direito de imagemMITImage captionOs diamantes estão em formações rochosas no interior da Terra
'Escutando' os diamantes
Os cientistas, na verdade, não viram os diamantes: eles ouviram.
As ondas sonoras produzidas durante um abalo sísmico ou a erupção de um vulcão viajam em velocidades diferentes, conforme a forma e temperatura das rochas que atravessam.
Ao escutar e medir a velocidade dessas ondas sonoras, os geólogos conseguem deduzir que tipo de material elas atravessaram. Utilizando esse método, os pesquisadores se deram conta de que, quando as ondas sonoras atravessavam os cratões, viajavam muito mais rapidamente que o esperado.
Direito de imagemGETTYImage captionOs pesquisadores usaram ondas sonoras para calcular a quantidade de diamante no interior da Terra
Com essa informação, criaram várias rochas em laboratório, formadas pela combinação de minerais diferentes, e observaram em qual delas a velocidade da onda sonora coincidia com as que eles detectaram na natureza.
O resultado: apenas uma rocha que continha entre 1% e 2% de diamantes produzia a mesma velocidade da onda registrada em abalos sísmicos.
Considerando o tamanho dos cratões, os cientistas calcularam que, se cada um possuir de 1% a 2% de diamantes, isso representaria a presença de "pelo menos mil vezes mais diamantes do que se imaginava".
É possível extraí-los?
Atualmente, é considerado impossível escavar esses diamantes, porque os cratões estão a, pelo menos, 160 km de profundidade.
Para se ter uma ideia do que isso significa, a mina mais profunda do mundo, a Mponeng, no sul da África, tem "apenas" 4 km de profundidade.
"Não podemos alcançá-los, mas ainda assim há muito mais diamantes na Terra do que se imaginava", diz Faul.
Direito de imagemGETTYImage captionA mina mais profunda do mundo tem 4 km de profundidade. Os diamantes descobertos pelos geólogos estão a 160km abaixo da Terra