terça-feira, 15 de setembro de 2020
Diamante de 102 quilates está prestes a se juntar às joias mais caras do mundo
Diamante de 102 quilates está prestes a se juntar às joias mais caras do mundo
A peça será leiloada em Hong Kong, em outubro
- REDAÇÃO GQ

Diamante de 102 quilates (Foto: divulgação)
Um diamante de 102 quilates está prestes a entrar para a lista das joias mais valiosas do mundo. A peça está entre as mais puras, transparentes e simétricas e será leiloada em outubro, em Hong Kong, pela Sotheby's. A casa de leilões não quis fazer uma projeção de qual o valor da peça, mas estima-se que deva atingir entre US$ 12 milhões e US$ 30 milhões, aproximadamente R$ 64 e R$ 160 milhões.
Em um comunicado oficial, o presidente da Sotheby's, Gary Schuler, disse que as pessoas compreendem cada vez mais o valor de um diamante. "Cada vez mais pessoas entendem que algo com bilhões de anos e do tamanho de um pirulito pode ter tanto valor quanto um autorretrato de Rembrandt ou um Basquiat". A nova peça será leiloada sem reservas, ou seja, será vendida independentemente do tamanho da oferta mais alta. A licitação acontecerá online e estará aberta a partir de 15 setembro. Entretanto, a venda será concluída em um leilão ao vivo.

Diamante de 102 quilates (Foto: divulgação)
Até hoje, foram listadas sete pedras equivalentes ao novo diamante encontrado. O preço recorde é de um modelo retangular, com 163,41 quilates, que foi vendido pela Christie's por R$ 180 milhões. Além disso, em 2013, outro modelo de diamante oval foi arrematado por R$ 164 milhões, com 118,23 quilates.
Fonte: GQ
segunda-feira, 14 de setembro de 2020
Pedras + preciosas e raras
Pedras + preciosas e raras
Diamantes, esmeraldas e rubis, certamente, são pedras famosas por sua beleza e raridade, mas existem outras gemas igualmente belas e raras, menos conhecidas, encontradas ao redor do mundo.
Com cores e formas variadas, as cinco pedras que veremos a seguir rivalizam em beleza com os maiores diamantes do mundo.
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Demantoid Garnet (Granada Demantóide)
Os demantóides geralmente são pequenos e, depois de lapidados, dificilmente atingem mais de um quilate (200mg).As granadas são pedras conhecidas desde a antigüidade mas essa variedade permaneceu desconhecida até 1853 quando foi descoberta nas águas geladas do rio Bobrovka, nos monte Urais, Rússia.De um verde vivo e incomum, a pedra brilhava como diamante e logo ganhou fama e seus preços dispararam.
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Paraiba Tourmaline (Turmalina da Paraíba) As turmalinas são encontradas em praticamente todas as cores do arco-íris mas essa tonalidade de azul era desconhecida até a descoberta dessa variedade da Paraíba. Normalmente, o que dá origem a coloração das turmalinas são os elementos ferro, manganês, cromo e vanádio.Mas, a gema paraibana, deve a sua cor magnífca a um elemento nunca encontrado antes numa turmalina, o cobre.Mais tarde descobriu-se que ela também contém manganês.
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Alexandrite (Alexandrita) Uma característica que torna esta pedra especial é que, devido a sua composição química , ela muda de cor dependendo da iluminação. Ela varia de verde ou verde azulado à luz do dia a vermelho ou púrpura avermelhado sob iluminação incandescente.
A alexandrita é um crisoberilo que, além de titânio e ferro, contém também cromo como sua maior impureza, e é ele o responsável pela “mágica” das cores.
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Padparadscha Sapphire (Safira Padparadscha)
Da mesma família das safiras e dos rubis, a Padparadscha é uma variedade de corundum de coloração única, laranja rosada, romanticamente descrita como uma mistura da cor da flor-de-lótus e o por-do-sol.Estas belas gemas estão entre as mais caras do mundo, com preços similares aos dos melhores rubis e esmeraldas. Os preços variam bastante, de acordo com o tamanho e a qualidade, com as melhores pedras alcançando até 30.000 dólares por quilate.
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Benitoite (Benitoíte)
A benitoíte é uma pedra rara composta por titânio e bário e fluorescente na presença de luz ultra-violeta. Apreciada por colecionadores, seu grau de dureza torna-a adequada para o uso em jóias, mas isso raramente acontece por falta de material.Ela é muito valorizada por colecionadores que dizem que as melhores pedras tem o azul profundo das melhores safiras e o brilho dos diamantes de alta qualidade.
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Com cores e formas variadas, as cinco pedras que veremos a seguir rivalizam em beleza com os maiores diamantes do mundo.
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Demantoid Garnet (Granada Demantóide)
Os demantóides geralmente são pequenos e, depois de lapidados, dificilmente atingem mais de um quilate (200mg).As granadas são pedras conhecidas desde a antigüidade mas essa variedade permaneceu desconhecida até 1853 quando foi descoberta nas águas geladas do rio Bobrovka, nos monte Urais, Rússia.De um verde vivo e incomum, a pedra brilhava como diamante e logo ganhou fama e seus preços dispararam.
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Paraiba Tourmaline (Turmalina da Paraíba) As turmalinas são encontradas em praticamente todas as cores do arco-íris mas essa tonalidade de azul era desconhecida até a descoberta dessa variedade da Paraíba. Normalmente, o que dá origem a coloração das turmalinas são os elementos ferro, manganês, cromo e vanádio.Mas, a gema paraibana, deve a sua cor magnífca a um elemento nunca encontrado antes numa turmalina, o cobre.Mais tarde descobriu-se que ela também contém manganês.
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Alexandrite (Alexandrita) Uma característica que torna esta pedra especial é que, devido a sua composição química , ela muda de cor dependendo da iluminação. Ela varia de verde ou verde azulado à luz do dia a vermelho ou púrpura avermelhado sob iluminação incandescente.
A alexandrita é um crisoberilo que, além de titânio e ferro, contém também cromo como sua maior impureza, e é ele o responsável pela “mágica” das cores.
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Padparadscha Sapphire (Safira Padparadscha)
Da mesma família das safiras e dos rubis, a Padparadscha é uma variedade de corundum de coloração única, laranja rosada, romanticamente descrita como uma mistura da cor da flor-de-lótus e o por-do-sol.Estas belas gemas estão entre as mais caras do mundo, com preços similares aos dos melhores rubis e esmeraldas. Os preços variam bastante, de acordo com o tamanho e a qualidade, com as melhores pedras alcançando até 30.000 dólares por quilate.
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Benitoite (Benitoíte)
A benitoíte é uma pedra rara composta por titânio e bário e fluorescente na presença de luz ultra-violeta. Apreciada por colecionadores, seu grau de dureza torna-a adequada para o uso em jóias, mas isso raramente acontece por falta de material.Ela é muito valorizada por colecionadores que dizem que as melhores pedras tem o azul profundo das melhores safiras e o brilho dos diamantes de alta qualidade.
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Fonte: Brasil Mineral
JOVEM ENCONTRA 425 MOEDAS DE OURO DO SÉCULO 9 EM ISRAEL
jOVEM ENCONTRA 425 MOEDAS DE OURO DO SÉCULO 9 EM ISRAEL
Datado do califado abássida, o tesouro descoberto durante escavações voluntárias tem cerca de 1,1 mil anos

Enquanto realizava trabalho voluntário antes do serviço militar obrigatório, o adolescente Oz Cohen fez uma descoberta significativa. No centro de Israel, ele identificou 425 moedas de ouro do califado abássida, datadas de 1,1 mil anos atrás.
“Quando cavei o solo, vi o que pareciam ser folhas muito finas. Mas quando olhei de novo, vi que eram moedas de ouro”, contou o jovem. O raro achado foi, então, anunciado pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA).
Para proteger a impressionante descoberta, o IAA não identificou o local das escavações. De acordo com os diretores das expedições, Liat Nadav-Ziv e o Dr. Elie Haddad, contudo, este é um achado bastante singular.

“Quase nunca encontramos ouro em escavações arqueológicas, pois ele sempre foi extremamente valioso, derretido e reutilizado de geração em geração”, explicam os arqueólogos. Em nota, eles ainda afirmaram que, com pouco mais de 800 gramas, as moedas encontradas seriam de uma quantia significativa no final do século 9.
Segundo Dr. Robert Kool, um especialista em moedas da IAA, o tesouro é composto por dinares de ouro inteiros e por “cerca de 270 pequenos fragmentos de ouro, pedaços de dinares cortados para servir como troco”.

Nesse sentido, um dos cortes menores, cunhado em Constantinopla, é especialmente raro e nunca foi encontrado nada parecido em escavações em Israel. Para os especialistas, ficou óbvio que as moedas tinham um importante papel comercial.
“Esta descoberta pode indicar que houve comércio internacional entre os residentes da área e áreas remotas”, explicam os diretores, ainda em nota. Agora, os especialistas esperam descobrir um pouco mais sobre uma época tão distante e misteriosa.
Fonte: AH
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