Gemas do Brasil: Tudo sobre pedras preciosas, garimpo (ouro, diamante, esmeralda, opala), feiras e cursos de Gemologia online Hotmart. Aprenda a ganhar dinheiro com gemas no país mais rico do mundo.
Forças Armadas apreendem 8 mil toneladas de minerais na Amazônia
“Prosseguimos na missão”, celebrou Mourão ao apontar números de operação na Amazônia.
Publicado 22/09/2020 às 08h18
Imagem: Divulgação/Exército Brasileiro
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, celebrou, nesta segunda-feira (21), os “resultados expressivos” da operação “Verde Brasil 2”, que combate crimes ambientais na Amazônia Legal.
Em mensagens no Twitter, Mourão enfatizou que “mais de 8 mil toneladas em minerais” foram apreendidos pelas Forças Armadas até 18 de setembro de 2020.
O general citou como exemplo de minerais o ouro, o manganês e pedras preciosas.
O vice-presidente acrescentou que os militares embargaram 98.982 hectares e aplicaram 3.071 multas.
“Continuando na eficácia de resultados: apreensão de 29,5 m3 de madeira e + 33 mil ações desenvolvidas (inspeções, patrulhas navais e terrestres, vistorias e revistas)”, acrescentou Mourão.
A operação “Verde Brasil 2” é coordenada pela Vice-Presidência da República, em apoio aos órgãos de controle ambiental e de segurança pública.
A missão começou em 11 de maio com foco em ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais na Amazônia Legal.
Ainda participam da missão integrantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
Polícia Federal apreende mais de 30 pedras com aspecto de diamante em Rondônia
Pedras foram enviadas para a perícia. Homem que portava os minerais foi detido e levado para o presídio de Vilhena.
Por G1 RO
Pedras que aparentam ser diamantes foram apreendidas em Espigão do Oeste — Foto: PF/Divulgação
Mais de 30 pedras, que aparentam ser diamantes, foram apreendidas pela Polícia Federal (PF) Espigão do Oeste (RO). Um homem que assumiu estar de posse das pedras foi preso.
Segundo informações da PF, agentes estavam realizando patrulha quando perceberam seis homens em um bar no município. Ao ser abordado, o grupo apresentou nervosismo, e durante revista pessoal foram encontradas 32 pedras, com aspecto de diamante, no bolso de um deles.
O suspeito foi conduzido à delegacia da Polícia Federal e assumiu serem dele as pedras preciosas, mas não informou a origem delas.
As pedras foram apreendidas e encaminhadas para a perícia. O homem foi preso em flagrante e levado para a Casa de Detenção de Vilhena.
O HOMEM QUE ENCONTROU UM TESOURO NUMA CÔMODA COMPRADA POR UMA MIXARIA
A descoberta feita por Emil Knodell revelou diamantes, ouro, esmeraldas, objetos militares e itens relacionados a Guerra Civil Americana
WALLACY FERRARI PUBLICADO EM 20/09/2020
Fotografia com os tesouros encontrados na gaveta - Divulgação / Premier Estate Sales
Na manhã de 9 de maio de 2015, o diretor de marketing aposentado Emil Knodell decidiu ir a um compromisso que havia sido marcado próximo a sua cidade, Bellville, no Texas. O homem pegou o carro e percorreu, por aproximadamente uma hora, o percurso de 65 quilômetros que o levaria até Missouri City.
Entusiasta de relíquias e antiguidades, Emil descobriu que haveria uma venda de garagem na região, podendo repor móveis de casa ou fazer um bom negócio com uma revenda pelo bairro que morava. Entre brinquedos antigos, ferramentas e móveis velhos, havia vendedores da Premiere Estate Sales Network, responsáveis por ajudar com a locomoção dos objetos e auxiliar na precificação.
Em certo momento, o aposentado se deparou com uma cômoda, que tinha três gavetas, confeccionada em madeira e apresentando um mármore. O item já era individualmente bonito, mas estava no terceiro dia de exposição e não havia despertado o interesse de nenhum visitante — até a chegada de Knodell.
Avaliador examina tesouros encontrados no compartimento secreto / Crédito: Divulgação / Premier Estate Sales
A compra premiada
Catalogada por 100 dólares, a cômoda era descrita como um móvel parado há anos no depósito da residência. Feita em 1890, o aposentado decidiu apostar no item para compor um dos principais cômodos da casa, como relatou, em entrevista à ABC News: "Por ter um belo tampo de mármore, espero usá-lo em minha sala de jantar.
Ao deslocar o artefato junto a um dos vendedores — para repousar o móvel na caçamba da caminhonete — Knodell notou um estranho barulho partindo da base de madeira. Ele chacoalhou, intensificando o som de metal batendo. Ao colocar de volta ao chão, o homem solicitou o auxílio de ferramentas para deslocar a base do móvel.
Uma grande surpresa: dezenas de itens antigos, como anéis, diamantes, ouro e outros tipos de relíquias. “Obviamente estávamos muito intrigados com o que estava acontecendo com a cômoda. [...] Foi uma verdadeira adrenalina. Nós dois ficamos em choque por um segundo”, afirmou o aposentado sobre os itens encontrados.
Emil (à esq.) e um representante de vendas se reunem com a mesa / Crédito: Divulgação / Premier Estate Sales
Sorte grande
No fundo da terceira gaveta, havia uma abertura secreta contendo objetos da Guerra Civil Americana, etiquetas de identificação militar e pedras preciosas. Nem mesmo o proprietário da venda ou os contratados da empresa de precificação sabiam do compartimento — visto que transportaram o móvel para a garagem em um carrinho, de maneira que não fizesse o barulho dos metais.
Mesmo com a feliz descoberta, o marqueteiro aposentado compreendeu que não era válida a descoberta, mesmo estando no direito de levar o que estivesse dentro do móvel: "Comprei as gavetas da cômoda. Não comprei essas coisas. Se as mantivesse, nunca me sentiria bem a respeito. Haveria uma nuvem sobre tudo. É um sentimento mais do que qualquer outra coisa".
Assim que fez contato com a empresa da venda, ligou para o dono da residência e informou a descoberta para a devolução do material encontrado. O proprietário, identificado como Allen, manifestou apreço pela devolução e se impressionou com a existência do espaço: "Ele se lembra daquela cômoda em uma casa em Michigan quando era criança — na casa de seus avós".