segunda-feira, 30 de novembro de 2020

UM CÃO NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE...

    

   UM CÃO NÃO SE IMPORTA SE VOCÊ É RICO OU POBRE...
 

Turmalina Paraíba - U$ 125 milhões!

 

Turmalina Paraíba -  U$ 125 milhões!



Fonte da imagem: Reprodução/Oddee
Realmente o Brasil é uma terra de muitas preciosidades. A Etheral Carolina Divine também foi encontrada em nossas terras, classificada como uma turmalina Paraíba. As turmalinas Paraíba são nomeadas desse jeito por serem encontradas com maior facilidade nesse estado do Nordeste, apesar de serem extremamente raras. O principal diferencial dessa pedra é o tom de cor, levemente azulado, que não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.
Estima-se que um quilate (0,2 grama) da pedra custa em média U$ 30 mil e pode chegar a custar até U$ 100 mil, dependendo das características da gema. A maior dessas pedras já encontrada no mundo é a Ethereal Carolina Divine Paraíba. A pedra tem absurdos 191,87 quilates de puro azul, pertence filantropo canadense Vicente Boucher e foi avaliada em cerca de U$ 125 milhões!
Fonte: Portal do Geólogo

domingo, 29 de novembro de 2020

O metal mais caro do mundo já vale cinco vezes mais do que o ouro

 








O preço do ródio, um metal extremamente raro utilizado na indústria auto-motriz, aumentou 31% em 2020, atingindo um novo máximo desde 2008. 
Os números são avançados esta semana pela Bloomberg, que dá conta que este metal do grupo da platina custa já cinco vezes mais do que o ouro.
O preço do ródio, utilizado na construção de catalisadores de automóveis, aumentou 225% num só ano, tendo o seu preço se multiplicado por 12 nos últimos quatro. Este aumento continuado está relacionado com a procura do setor automóvel.
Na passada sexta-feira, o preço do ródio chegou aos 8.000 dólares por onça, segundo a empresa química Johnson Matthey, citados pela Bloomberg. Alguns especialistas não exulem que o metal possa atingir os 10.000 dólares, valore já registado em 2008.
“A maior causa para o aumento registado em janeiro [de 2019] foi a procura na Ásia, que estará também relacionada com os carros. As compras incentivaram mais compras e o efeito foi massivo no mercado não regulamentado, causando uma dinâmica de preços vista, provavelmente, apenas numa década”, explicou Andreas Daniel, corretor da refinaria Heraeus Holding, também citado pela agência.
Investir no ródio é mais difícil do que noutro metais preciosos, uma vez que este não é vendido em bolsa, observa a Russia Today. O mercado deste metal é limitando, sendo a maior parte dos negócios realizada entre fornecedores e indústrias.
O ródio é o metal mais caro do mundo, sendo também extremamente raro: uma tonelada da crosta terrestre contém apenas 0,001 gramas deste metal de transição, caracterizado pelo seu elevado ponto de fusão e excelentes propriedades anti-corrosivas.
As suas propriedades refletivas são utilizadas em artigos como espelhos, refletores e jóias. África do Sul, Rússia e Canadá são os maiores produtores mundiais de ródio.



Fonte: ZAP 

sábado, 28 de novembro de 2020

Nova área para explorar na Bahia

 

24/11/2020
ATLANTIC NICKEL

Nova área para explorar na Bahia

Empresa do grupo Appian Capital Brazil, a Atlantic Nickel descobriu nova área com potencial significativo de recursos para exploração de níquel sulfetado no mesmo cinturão geológico onde já funciona a Mina Santa Rita, no município de Itagibá (BA). "Essa descoberta confirma, ainda mais, a nossa confiança no potencial do negócio de gerar retornos sólidos aos investidores e se beneficiar do crescimento da demanda, que já atendemos a utilização essencial do níquel na produção de baterias para veículos elétricos", celebra Paulo Castellari, CEO da Appian Capital Brazil. 

A localidade do novo depósito de níquel sulfetado é chamada de Palestina e está localizada a apenas 26 km da unidade de processamento da Atlantic Nickel na Mina Santa Rita, que segue em plena operação há pouco mais de um ano, desenvolvendo a exploração, beneficiamento e comercialização do níquel sulfetado de alta qualidade. A produção da Mina Santa Rita já atingiu 57 mil toneladas em 2020 e é escoada pelo Porto de Ilhéus, em posição estratégica a 140 km da planta. 

Os resultados de sondagem que integram o Projeto Palestina mostram, aproximadamente, dez vezes mais conteúdo de ouro, platina e paládio do que é encontrado nos depósitos da Santa Rita, o que faz aumentar o valor de comercialização. O concentrado de níquel da Mina Santa Rita possui também em sua composição outros minerais, como cobre e cobalto. 

Uma equipe especializada fornece avaliação inicial detalhada sobre os recursos de sulfeto de níquel a céu aberto na área da Palestina. Com potencial de exploração subterrânea, os recursos podem servir como uma operação satélite de alimentação adicional à Mina Santa Rita, aumentando a capacidade produtiva da planta. A proximidade desta nova área com a infraestrutura em operação, somada à viabilidade de integração logística, apontam para o sucesso de projeções de expansão. "Seguimos avaliando o potencial da descoberta na Palestina para apoiar recursos a céu aberto. Também continuamos a avaliar nossas seis metas regionais no interior da Bahia: Santa Maria, Aiquara, Ponto Novo, Machadinho, Ibicuí e Ibitupa, incluindo sondagem em 2021", explica o CEO Paulo Castellari sobre as perspectivas de identificação de novas áreas com potencial de recursos a partir de projetos de prospecção controlados pela Atlantic Nickel.


Fonte: Brasil Mineral

Ibama destrói maquinas em garimpo de itaituba

 


Ibama destrói maquinas em garimpo de itaituba

Garimpeiro de Itaituba tem máquinas queimadas pelo IBAMA e prejuízo ultrapassa R$ 1 milhão(Foto:Divulgação Portal 24 horas news)
Uma ação de Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, em conjunto com Agentes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBIo, com suporte de policiais da Força Nacional, deixou um grande prejuízo milionário no garimpo Jamaxim, região garimpeira de Itaituba.
O garimpo, de propriedade de Manoel Lourimar, estava em funcionamento há 6 meses e contava com um total de 10 funcionários. A destruição de maquinários, equipamentos, além da apreensão de ouro e dinheiro pelos agentes, aconteceu na tarde desta última quarta-feira.
Ação aconteceu nesta quarta-feira e deixou prejuízo milionário.
Em conversa com uma testemunha, mulher de um dos trabalhadores do garimpo, a qual preferiu não se identificar, ela contou que os agentes chegaram no barraco por volta das 10h da manhã de quarta. Em seguida, conversaram com o proprietário do local, dando um prazo de 5 dias para que ele desocupasse a área e remanejasse todos os equipamentos de seu domínio, o qual concordou.
O proprietário e funcionários ficaram por cerca de duas horas sob guarda dos agentes, sendo impedidos de sair até a consumação da missão que levou os agentes até lá. “Eles chegaram no nosso barraco e ficamos cerca de duas horas perto deles. Praticamente ‘presos’, porque ninguém podia sair de perto deles”, contextualizou a testemunha em relato.
Além disso, a mulher conta ainda que após este período de duas horas, uma aeronave com mais agentes do IBAMA e ICMBIo, teria chegado ao garimpo. Passado aproximadamente duas horas, eles foram a pé, levados pelos agentes, até outro barracão distante há 1 Km.
“Eles levaram nós pra lá era por volta de meio dia. Ficamos lá até quatro da tarde. Quando chegamos no nosso barraco, já tava tudo destruído”, contou ela. Ou seja, mesmo acordado entre as partes para desocupação da área em até 5 dias, a ação dos agentes foi inevitável.
Prejuízo
Em conversa com Lourimar, dono do garimpo, ele contou que o prejuízo ultrapassa o montante de R$ 1 milhão. Foram queimadas duas PC’s, um quadriciclo e um motor. Além disso, outro motor foi destruído com a utilização de marretas.
Somado a isso, foram apreendidos cerca de 39 gramas de ouro de um garimpeiro que estava no local, dinheiro e rádio de comunicação.
Situação intrigante
Outro ponto bastante evidenciado e enfatizado pela testemunha que esteve in loco no dia da operação, foi em relação à destruição somente de maquinários, equipamentos e barraco do garimpo de Lourimar, e do outro barraco em que permaneceram por horas, não.
De acordo com o que ela relata, e isso também pode ser ratificado em vídeo gravado, todos os participantes da operação almoçaram no outro barracão, ficaram lá por algum tempo e depois foram embora normalmente. Isto é, não destruíram nada.
“No outro barraco eles nem tocaram, não queimaram nada, não fizeram nada. Tem até um vídeo deles até comendo lá. Eles deixaram o barraco intacto. Isso que a gente não entendeu, porque eles trabalhavam igual nós” finalizou a testemunha o seu relato sobre o episódio fatídico à eles.


Fonte:Plantão 24horas News