segunda-feira, 31 de maio de 2021

As pedras preciosas do Brasil: As turmalinas brasileiras

 

As pedras preciosas do Brasil: As turmalinas brasileiras


Verde, rosa ou azul? Dentre estas, qual a sua cor favorita? Pois saiba que no Brasil existe uma belíssima pedra preciosa que se apresenta em todas estas tonalidades e compõe de maneira vistosa refinadas joias. Ficou curioso para saber qual gema é esta? No post de hoje da série “As pedras preciosas do Brasil” você conhecerá as turmalinas brasileiras! Continue acompanhando e confira!

As características das turmalinas brasileiras

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As turmalinas brasileiras são um grupo de minerais que apresentam-se na natureza em uma grande pluralidade de cores, podendo chegar a cem tonalidades diferentes. Possuem um brilho vítreo, de transparentes a opacas. Em sua composição química estão presentes o manganês, o cromo, o cobalto, o níquel e o titânio.
Não há na natureza nenhuma outra gema que seja tão complexa quanto a turmalina. Assim como as granadas, elas fazem parte de um grupo de pedras preciosas com várias espécies. Em um mesmo cristal, pode-se facilmente encontrar duas ou mais cores, o que permite tamanha pluralidade. De todas as espécies conhecidas no mundo todo, as que têm maior destaque por seus diferenciais são as turmalinas paraíba, que possuem um tom de azul profundo.

A turmalina paraíba e seu mais belo azul

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Descoberta no Nordeste na década de 80, a turmalina paraíba logo chamou a atenção de todo o mundo por seu tom singular, chamado de azul neon. Esta bela e rara gema brasileira pode ser encontrada apenas em cinco minas espalhadas por todo o planeta, das quais três delas estão localizadas no Brasil. Por ser uma pedra preciosa quase extinta, esta turmalina é cobiçada no mundo todo, o que faz com que seus valores cheguem a até R$3 milhões.
Por mais que não ela não seja mais cara do que o já famoso diamante, a turmalina paraíba presente em uma joia confere elegância e exclusividade à peça e, consequentemente, a quem a usa. Colecionadores e demais apreciadores de pedras preciosas a tem basicamente como um objeto de arte, para ser apreciada e exposta em ocasiões muito especiais.

As turmalinas brasileiras e as datas comemorativas

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Quando um casal completa 16 anos de união, comemora-se as Bodas de Turmalina. A ocasião pode — e merece — ser simbolicamente representada por uma joia que contenha uma pedra preciosa que leva seu nome. Dentre as indicações, podemos citar a turmalina rosa, que representa a sinergia do coração por meio do amor incondicional.
Agora, se você deseja presentear um profissional que esteja iniciando sua carreira ou que já tenha certo prestígio, a turmalina verde simboliza os assistentes sociais e os nutricionistas; e a turmalina rosa os formados em ciências contábeis.
Mas independente da data comemorativa, brindar uma pessoa especial com uma joia que contenha uma turmalina é algo que, com certeza, ficará guardado na memória de quem presenteia e de quem é presenteado.

Fonte: CPRM

domingo, 30 de maio de 2021

Mina de Rubelita em MG

Na 'Suíça do Piauí', opala rende até R$ 60 mil no mês a garimpeiros

 

Na 'Suíça do Piauí', opala rende até R$ 60 mil no mês a garimpeiros

Mas, para encontrar pedra preciosa, é preciso sorte e dedicação.
Mineral é encontrado apenas em Pedro II e na Austrália.


Na pequena cidade de Pedro II, no norte do Piauí, a opala extra, pedra encontrada apenas nessa região e no interior da Austrália - que faz o mineral ser considerado precioso e chega a custar três vezes mais que o ouro - é o que move a economia local. Por ano, a cidade vende perto de 400 quilos de joias feitas com a pedra para os mercados interno e externo.
Processo de mineração da Mina do Boi Morto, em Pedro II, no Piauí. (Foto: Divulgação/Sebrae)Processo de mineração da Mina do Boi Morto, em Pedro II, no Piauí. (Foto: Marcelo Morais/Sebrae)
 
Tamanho é o valor do mineral que um garimpeiro chega a “achar” - com sorte e muita insistência - até R$ 60 mil em pedras em um mês. Normalmente, o ganho não atinge essa cifra com tanta frequência. No entanto, segundo José Cícero da Silva Oliveira, presidente da cooperativa dos garimpeiros de Pedro II, a atividade tem se desenvolvido, e o setor vem mantendo boas expectativas de crescimento - sustentável. Hoje, são explorados, legalmente, cerca de 700 hectares, o equivalente a 7 milhões de metros quadrados.
“A exploração não é mais desordenada. Todos os trabalhadores da cooperativa trabalham em áreas regulares, com licenciamento, com equipamento de segurança. Sempre recebemos a visita de fiscais de vários ministérios”, afirmou. No regime de cooperativa, 10% de tudo o que se ganha em vendas é dividido entre os 150 associados. “Mas se um encontra uma pedra maior, por exemplo, fica para ele. Se não fosse assim, não daria certo, né?”, ponderou.
Na chamada Suíça piauiense, devido às temperaturas mais amenas, que não castigam a cidade, diferente de muitos municípios do Nordeste, Pedro II tem cerca de 500 famílias, entre garimpeiros, lapidários, joalheiros e lojistas que vivem da opala, de acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Piauí. A população de Pedro II, segundo o Censo de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 37.500 pessoas.
Opala bruta (E) e anéis feitos com a pedra, em Pedro II. (Foto: Carlos Augusto Ferreira Lima/Sebrae)Opala bruta (esq.) e anéis feitos com a pedra, em Pedro II. (Foto: Carlos Augusto Ferreira Lima/Sebrae)
 

Pedro II tem se consolidado, nos últimos anos, como um polo de lapidação de joias. “Além da opala, também usamos pedras de outros estados do Sudeste, do Sul. Compramos essas pedras, lapidamos e fazemos as joias”, contou a presidente da Associação dos Joalheiros e Lapidários de Pedro II, Surlene Almeida. Esse tipo de atividade é desenvolvida há cerca de oito anos.

Em relação ao tempo em que as minas de opala são exploradas, a transformação das pedras em joias é recente, mas está evoluindo. Na cidade, já foi instalado um centro técnico de ensino de lapidação, design e joalheria, segundo Surlene. “É como se fosse um curso técnico mesmo, onde as pessoas se especializam nessa atividade.”

Apesar de o forte da economia de Pedro II ser a mineração, a cidade também vive da agricultura familiar. Durante o inverno, que tem períodos mais chuvosos, muitos garimpeiros migram para esse outro tipo de sustento.
A reserva de Opala Nobre em PedroII é considerada a maior do mundo, pois foi pouco explorada, enquanto na Austrália as minas já estão esgotadas. Por isso na cidade se vê tantos australianos.

OPALA NOBRE



Fonte: G1

DIAMANTE DE 442 QUILATES, AVALIADO EM MAIS DE 100 MILHÕES DE REAIS, É ENCONTRADO NA ÁFRICA

 

 


FABIO PREVIDELLI 

Imagem do diamante de 442 quilates que foi encontrado no Lesoto
Imagem do diamante de 442 quilates que foi encontrado no Lesoto - Divulgação/ Gem Diamonds

Um minerador na África encontrou um diamante de 442 quilates que pode valer até 18 milhões de dólares, cerca de 100 milhões de reais. Com o tamanho aproximado de uma bola de golfe, acredita-se que a enorme gema seja um dos maiores diamantes extraídos neste ano.

A descoberta foi anunciada pela mineradora Gem Diamonds, que encontrou a pedra preciosa em sua mina Letseng, no pequeno Lesoto. O chefe da empresa, Clifford Elphick, descreveu a pedra de 442 quilates como "um dos maiores diamantes do mundo a ser recuperado este ano".

“A recuperação deste notável diamante ... é mais uma confirmação do calibre da mina Letseng", disse ele. Essa é a maior gema encontrada pela companhia desde o chamado "Lesotho Legend" de 910 quilates, que foi vendido por 40 milhões de dólares, por volta de R$222 milhões, em 2018.

Agora, a pedra preciosa, será enviada para a Antuérpia, na Bélgica, onde deverá ser vendida no próximo mês. Edward Sterck, analista do banco de investimentos BMO Capital Markets, disse que a joia pode valer até 18 milhões de dólares.

Uma parte dos fundos gerados com a venda irá para um projeto da comunidade local, informou Gem Diamonds — a empresa é parceira do governo do Lesoto, país sem litoral, no sul da África, cercado pela África do Sul.



Fonte: UOL/AH

Diamante com 102 quilates vai a leilão. valor médio-30 Milhões de Dólares