quinta-feira, 3 de junho de 2021

Como saber se um diamante é verdadeiro?

 


Como saber se um diamante é verdadeiro?
Depois de anos namorando a mesma pessoa, imagine reunir coragem e dinheiro suficiente para entrar em uma joalheria e gastar milhares de reais em um anel de noivado de diamante. Essa poderia ser uma das decisões mais importantes (e caras) da sua vida, portanto seria importante ter a certeza de que você estaria adquirindo um diamante genuíno, forjado ao longo de milhões de anos abaixo da superfície da Terra.
No entanto, a grande questão é que, sabendo que existem vários diamantes falsos em circulação, como você pode ter certeza de que o diamante que está comprando é real? Como você pode saber com segurança se um diamante é falso?
Bem, a verdade é que, para a nossa sorte, existem várias maneiras de verificar a autenticidade de um diamante, desde ferramentas profissionais a testes simples feitos em casa que podem revelar rapidamente se uma pedra supostamente preciosa é falsa, sintética ou artificial.

Como se formam os diamantes?

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Entre 1 e 3 bilhões de anos atrás, cerca de 160 quilômetros abaixo da superfície da Terra, a maioria de todos os diamantes naturais que vemos em nosso planeta foi formada. Os diamantes são feitos de carbono puro e se formam sob extrema pressão e calor por um longo período de tempo. Para isso, os átomos de carbono são comprimidos até começarem a formar uma estrutura de treliça de cristal, graças a temperaturas de aproximadamente 400 graus Celsius e mais de 430.000 libras de pressão por polegada quadrada.
Com o passar do tempo, esses diamantes profundamente arraigados foram movidos para a superfície, através de erupções vulcânicas ou da mudança de zonas de subducção, que podem conduzir partes do manto superior para a superfície, onde os diamantes podem ser escavados. Os primeiros diamantes foram descobertos há cerca de 2.500 anos atrás na Índia e, desde então, encantam pessoas de todo o mundo. Nos dias de hoje, as maiores concentrações de diamantes naturais são encontradas na Rússia, Botsuana, Angola, Canadá e África do Sul.
Devido à incrível demanda por essas pedras preciosas e seu preço significativo, foram desenvolvidas várias formas sintéticas feitas de carbono (em laboratório) ou criadas a partir de outros materiais para imitar de forma muito convincente a aparência e as qualidades dos diamantes. De fato, a habilidade com que esses diamantes artificiais são feitos é tão incrível que pode tornar muito difícil a tarefa de distinguir uma pedra autêntica de uma que foi feita em laboratório.
Desde 1954, a produção de diamantes sintéticos comercialmente viáveis tem aumentado, imitando a pressão e a temperatura do manto terrestre em laboratórios. Embora tentativas anteriores datem do final do século 19, Tracy Hall foi o primeiro pesquisador a dissolver carbono e depois estimular sua conversão em diamante com eficácia. Esses diamantes cultivados em laboratório têm as mesmas propriedades físicas que os diamantes naturais, mas são muito mais jovens.
Além disso, diamantes sintéticos também podem ser obtidos através de um processo de deposição chamado “deposição de vapor químico”, ou simplesmente CVD, no qual os substratos de silício podem formar diamantes que parecem tão reais que apenas máquinas altamente avançadas podem detectar a diferença entre esse tipo e um verdadeiro.

Quais são as melhores técnicas para saber se um diamante é verdadeiro?

diamante
Com tantos diamantes artificiais no mercado, o desafio de encontrar e comprar um diamante autêntico pode parecer assustador. Felizmente, existem vários testes, incluindo experimentos simples e medidas mais profissionais que ajudam determinar se o um diamante é real.
A maneira mais confiável de determinar a autenticidade de um diamante é levá-lo a um joalheiro, que pode usar um testador de diamantes, uma das ferramentas mais confiáveis para avaliar sua qualidade. Basicamente, um diamante autêntico conduz o calor de maneira diferente de outras pedras preciosas ou imitações sintéticas. Portanto, um testador de diamantes mede a rapidez com que o calor se move pela pedra e determina rapidamente se ele é verdadeiro ou não.



Além disso, ao usar uma lente de aumento projetada especificamente para pedras preciosas, um joalheiro pode detectar inclusões na pedra. As inclusões são pequenas imperfeições que ocorrem em diamantes naturais, mas que nunca estão presentes em diamantes artificiais.
Ainda assim, se você não deseja gastar seu tempo ou dinheiro com um joalheiro, existem várias maneiras divertidas de testar a autenticidade de seus diamantes em casa, incluindo os testes de “água” e “fogo”. No caso do primeiro, um diamante real sempre afundará rapidamente em um copo com água, devido à sua densidade. Embora alguns diamantes sintéticos muito bem elaborados também possam afundar, eles farão isso de uma forma muito mais lenta que um diamante autêntico.
No entanto, o teste do fogo é o mais interessante. Se você aquecer um diamante verdadeiro por 20 a 30 segundos no fogo e depois jogá-lo em um copo com água, ele ficará completamente intacto. Por outro lado, se você fizer o mesmo com um diamante falso, o calor aumentará a energia interna da pedra preciosa, então jogá-la na água causará rachaduras e turvação interna, tornando muito óbvio que ele não é autêntico.

Outros testes

Além dos testes apresentados, existem outros que, embora não sejam tão populares, podem indicar se um diamante é verdadeiro ou falso. Por exemplo, o ato de esfregar um diamante verdadeiro sobre uma lixa não vai deixar marcas em sua superfície, pois um diamante autêntico é incrivelmente durável, sendo o mineral mais duro que já descobrimos. Um diamante falso, no entanto, será facilmente arranhado por uma lixa de espessura grossa.
Além disso, se você tem uma lâmpada de luz negra em mãos, fica ainda mais fácil identificar um diamante falso. Isso porque cerca de 30% dos diamantes brilham em tons de azul sob uma luz negra, embora gemas da mais alta qualidade não tenham fluorescência UV. Um diamante falso, por outro lado, pode brilhar em outras cores ou até mesmo não apresentar reatividade alguma.
Embora esse não seja um teste 100% preciso, é um experimento simples que pode ser levado em consideração antes das opções mais intensivas explicadas anteriormente.


Fonte: Tricurioso

quarta-feira, 2 de junho de 2021

JESUS CRISTO- BIOGRAFIA


                             JESUS CRISTO



Jesus (em hebraico: ישוע/ יֵשׁוּעַ; romaniz.: Yeshua; em grego: ησοῦς; romaniz.: Iesous), também chamado Jesus de Nazaré (n. 7–2 a.C. – m. 30–33 d.C. foi um pregador e líder religioso judeu do primeiro século. Ele é a figura central do cristianismo e aquele que os ensinamentos de maior parte das denominações cristãs, além dos judeus messiânicos, consideram ser o Filho de Deus. O cristianismo e o judaísmo messiânico consideram Jesus como o Messias aguardado no Antigo Testamento e referem-se a ele como Jesus Cristo, um nome também usado fora do contexto cristão.

Praticamente todos os académicos contemporâneos concordam que Jesus existiu realmente,embora não haja consenso sobre a confiabilidade histórica dos evangelhos e de quão perto o Jesus bíblico está do Jesus histórico. A maior parte dos académicos concorda que Jesus foi um pregador judeu da Galileia, foi batizado por João Batista e crucificado por ordem do governador romano Pôncio Pilatos. Os académicos construíram vários perfis do Jesus histórico, que geralmente o retratam em um ou mais dos seguintes papéis: o líder de um movimento apocalíptico, o Messias, um curandeiro carismático, um sábio e filósofo, ou um reformista igualitário. A investigação tem vindo a comparar os testemunhos do Novo Testamento com os registos históricos fora do contexto cristão de modo a determinar a cronologia da vida de Jesus.

Quase todas as linhas cristãs acreditam que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu de uma virgem, praticou milagres, fundou a Igreja, morreu crucificado como forma de expiação, ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu, do qual regressará. A grande maioria dos cristãos adoram Jesus como a encarnação de Deus, o Filho, a segunda das três pessoas na Santíssima Trindade. Alguns grupos cristãos rejeitam a Trindade, no todo ou em parte.



Fonte: WIKI

Uma mulher, traz a beleza e a luz nos dias mais difíceis...


                                          Uma mulher, traz a beleza e a luz nos dias mais difíceis...

As pessoas boas quando você as faz sofrer, não gritam.

            

                        As pessoas boas quando você as faz sofrer, não gritam. 


 

Como Garimpar Ouro

 


Você pode garimpar o seu próprio ouro. Seguindo as recomendações de veteranos e com a disposição para passar uma tarde na beira de um riacho, as chances de encontrar algo são boas. Pronto para ver um pouco desse minério cintilante?

Parte1
Lavando rochas maiores e musgo

  1. 1
    Encha a bateia com cascalho até um pouco mais da metade. Mantenha a bateia debaixo da água.
  2. 2
    Chacoalhe a bateia várias vezes. Chacoalhe para a frente e para trás, e depois de um lado para o outro. Cuidado para não chacoalhar forte demais a ponto dos materiais acabarem saindo da bateia.
  3. 3
    Pare de chacoalhar a bateia e comece a fazer um movimento circular suave. O cascalho vai começar a rodar dentro da bateia. Assim a maior parte da sujeira e da argila vão sair ou se dissolver. Aproveite as raízes e musgos para enrolá-los em volta da bateia com os dedos. Isso fará com que qualquer resíduo que contenha ouro acabe dentro da sua bateia.
  4. 4
    Pegue as pedras maiores. Repita os passos acima até que todas as pedras maiores tenham saído, e as substâncias mais pesadas (como ouro e areia) acabem se depositando no fundo da bateia.
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Parte2
Lavando a areia mais leve e o cascalho

  1. 1
    Segure a bateia embaixo da água, deixando-a completamente submersa. Incline-a levemente na direção oposta à sua, como se você estivesse tentando pegar a correnteza.
  2. 2
    Gire a bateia de um lado para o outro. Mexa levemente para a frente, como se estivesse virando uma panqueca na frigideira (mas com a bateia, não chegue a virar o conteúdo dela). O objetivo é mexer o conteúdo da superfície da bateia, levando o cascalho mais leve para a borda.
  3. 3
    Deixe a bateia plana. Deixe-a na posição inicial ainda debaixo da água. Ao nivelar e chacoalhar a bateia, o ouro que houver vai decantar, enquanto o material mais leve virá à tona.
  4. 4
    Repita esse processo várias vezes. No final desse processo de garimpo, deve sobrar mais ou menos duas xícaras de materiais mais pesados na bateia. Não deve haver mais pedrinhas ou pedregulhos. O material que fica no fundo é o mais pesado, e costuma consistir em areia negra ou material concentrado, ou seja, se você tiver sorte, um pouco de ouro.
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Parte3
Lavando a areia negra

  1. 1
    Levante a bateia para fora da água. Deixe mais ou menos 2 cm de água sobrando nela. A água é necessária, pois será preciso continuar peneirando e separando a areia do ouro ao retirar a bateia da correnteza.
  2. 2
    Incline levemente a bateia na sua direção. Mexa a água e os materiais devagar para que se movam em círculos. Isso irá permitir que você veja se há pepitas maiores que podem ser coletadas com a mão.
    • Se você tiver a sorte de encontrar pepitas, coloque-as em um recipiente separado. Pode ser até mesmo frascos vazios de remédios.
  3. 3
    Deixe a bateia debaixo da água novamente. Repita os passos da terceira parte (chacoalhando para frente e para trás, além de girá-la, nivelá-la e balançá-la). Todo cuidado é pouco nesse passo. Se mexer a bateia com muita força, você pode acabar perdendo parte do ouro.
  4. 4
    Use um ímã caso sua bateia seja de plástico. Tire a bateia da correnteza, deixando o mínimo de água possível dentro. Coloque um ímã no fundo da bateia, do lado de fora, e mova o mesmo devagar ao redor dela. A areia negra é magnética e será atraída pelo ímã. Esse processo irá ajudar a separar o ouro da areia rapidamente.
    • Se você for usar o ímã, pode-se tirar a areia negra da bateia ou usar um frasco de plástico. Sabe aqueles frascos usados para colocar ketchup e mostarda? Ao apertá-lo e soltá-lo, ele deve sugar o que estiver à frente (no caso, água e ouro). É uma boa sugestão para recolher o ouro e guardá-lo até você terminar o garimpo.
  5. Imagem intitulada Pan for Gold Step 19
    5
    Coloque o resto da areia negra e do ouro em uma garrafa. Depois de ter separado o máximo possível de areia do ouro, guarde o restante em uma garrafa. Para evitar perdas, use um funil na boca do pote. Coloque o conteúdo da bateia na garrafa.
  6. Imagem intitulada Pan for Gold Step 20
    6
    Sinta-se à vontade para gritar ‘Eureca!’ depois de terminar de separar todo o ouro.
    Advertisemen
  1. Imagem intitulada Pan for Gold Step 1
    1
    O melhor é ir a um riacho com fama de já ter dado ouro antes. Mesmo que haja apenas lendas que correm dentro da família sobre um certo riacho ou lugar, vale a pena tentar. Geralmente, há um pouco de verdade por trás de cada história passada de geração em geração. Você pode até achar que um riacho que já foi explorado no passado não tem mais nada a oferecer. Mas o fato é que riachos e rios carregam pequenos flocos e pepitas de minérios vindos de depósitos da nascente do rio. As tempestades podem trazer quantidades pequenas de ouro à superfície, e esse tesouro pode ser seu.
  2. Imagem intitulada Pan for Gold Step 2
    2
    Escolha o ponto certo do rio ou riacho. Ele deve ser a onde a água tem pelo menos 15 cm de profundidade. Se a água for mais rasa do que isso, ela pode ter lama ou detritos (folhas, por exemplo) demais, o que pode atrapalhar na hora de examinar a sua bateia embaixo da água.

Fonte: Wiki How