sábado, 31 de julho de 2021

OPALA NEGRA EXTRA COM 16 QUILATES

Virgin Rainbow: conheça uma das opalas mais valiosas do mundo


a virgin rainbow (Foto: reprodução)

A Virgin Rainbow, uma das opalas mais valiosas do mundo (avaliada em US$ 1 milhão), será exposta no South Australian Museum - é a primeira vez que ela será mostrada para o público. Mas o que a torna tão valiosa? 

Basicamente é a maneira com que ela foi formada - a opala não é tecnicamente um mineral, mas sim o que os cientistas chamam de mineraloides. Isso significa que eles não formam uma estrutura cristalina uniforme. Elas são formadas de uma mistura de água e sílica. Essa mistura forma um gel que, eventualmente, endurece e forma as pedras que conhecemos. 

Como esse gel acaba vazando para espaços abertos na rocha, ele também pode envolver material biológico ou a rocha pode se formar em espaços abertos neste mesmo material. Assim que ocorre a decomposição, fica para trás a rocha - com formas extremamente orgânicas. Esse fenômeno é relativamente comum na Austrália - é de lá que vêm 90% das opalas do mundo. 

A Virgin Rainbow foi descoberta em 2003, próxima da cidade de Coober Pedy - que é considerada a capital mundial das opalas. Como você pode ver pela foto, ela é famosa por brilhar com inúmeras cores dependendo do ângulo de incidência da luz. Acredita-se que ela tenha sido formada na carcaça de um cefalópode que viveu durante o período Mesozóico.

A opala mais valiosa do mundo, atualmente, é a Olympic Australis (batizada porque os jogos olímpicos estavam acontecendo na Austrália, onde ela foi encontrada, no mesmo período da descoberta, em 1956). A joia tem 11 polegadas de comprimento e 4 polegadas de largura - seu valor estimado é de US$250 milhões.


Fonte: GALILEU


sexta-feira, 30 de julho de 2021

Garimpeiros invadem a Praia do Leblon em busca de ouro e moedas

 A Praia do Leblon já acordou hoje, bem cedinho, cheia de garimpeiros. São pessoas atrás de coisas, como ouro ou qualquer coisa de valor, que o mar agitado traz para a espuma. Eles continuam lá até agora. Boa sorte!


     

    Fonte: O GLOBO

Usiminas retoma análise de nova linha de galvanização, mantém dividendo em 25%

 

Ações38 minutos atrás (30.07.2021 14:21)
Usiminas retoma análise de nova linha de galvanização, mantém dividendo em 25%© Reuters. Funcionário em usina siderúrgica da Usiminas em Ipatinga (MG). 17/4/2018. REUTERS/Alexandre Mota

SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas (SA:USIM5) voltou a avaliar a instalação de uma nova linha de galvanização em sua usina siderúrgica em Ipatinga (MG) diante da forte demanda local e sua confortável situação de caixa, afirmou nesta sexta-feira o vice-presidente financeiro da companhia, Alberto Ono.

"As três linhas que temos estão à plena capacidade...Por isso, é algo natural a se considerar, mas ainda não temos definição", disse Ono, em teleconferência com analistas após a empresa divulgar resultado trimestral recorde.

"Voltamos a estudar isso com mais intensidade", afirmou o executivo sem detalhar. Em geral, uma nova linha de galvanização tem capacidade para 400 mil a 500 mil toneladas por ano.

Ono afirmou que o foco da Usiminas atualmente está em financiar investimentos contratados com caixa próprio e por isso não avalia por ora mudar sua política de dividendos, atualmente no mínimo obrigatório de 25% do lucro. A posição é semelhante à divulgada mais cedo nesta semana pela rival CSN (SA:CSNA3).

A empresa tem pela frente a reforma do alto forno 3 de Ipatinga, o maior da usina, que deve exigir 2,1 bilhões de reais e cuja parada para trabalhos está prevista para 2023.

E apesar de o volume de vendas de aço no segundo trimestre ter sido o maior desde 2014, cerca de 1,3 milhão de toneladas, a Usiminas ainda acha prematuro um retorno da produção de aço bruto de sua usina em Cubatão (SP), paralisada cinco anos atrás por falta de demanda que justificasse os custos da operação.

Na avaliação de Ono, todo o crescimento de vendas e preços de aço no mercado interno desde o terceiro trimestre de 2020 ocorreu em sua maioria em função de movimento de recomposição de estoques dos consumidores de aço, o que foi concluído em grande parte no mês passado.

"Para termos um pouco mais de convicção sobre a sustentabilidade da demanda, precisamos olhar um pouco mais se a recuperação do mercado doméstico permanece ou não", disse o executivo da Usiminas, sem precisar quando isso pode ocorrer.

Sobre o mercado interno no curto prazo, a avaliação da companhia é que a situação de demanda e oferta, incluindo de material importado, sinaliza estabilidade de preços, disse o vice-presidente comercial da Usiminas, Miguel Camejo.

Apesar disso, os reajustes já anunciados pela empresa ainda devem ter impacto nos próximos meses ao elevarem os preços médios do segundo para o terceiro trimestre. Sem ar detalhes, ele afirmou que a diferença de preços entre o aço produzido no país e o importado, conhecida como prêmio, é hoje de 10% e 15%.

Já sobre a área de produção de minério de ferro, o presidente da Mineração Usiminas (Musa), Carlos Héctor Rezzonico, afirmou que a empresa ganhou mais prazo para decidir sobre investimentos bilionários para ampliar sua capacidade, o chamado "Projeto Compactos", há anos na pauta do grupo.

Segundo ele, após ter comprado áreas que permitiram a exploração de zonas que antes não podiam ser aproveitadas, a Musa tem um horizonte de extração de minério de pelo menos oito anos sem o Projeto Compactos. "Isso gera uma tranquilidade para o investimento no Compactos", afirmou. "Continuamos avançando com os estudos de investimentos, mas a aprovação final deste projeto não precisa se dar antes de 2023."

 

(Por Alberto Alerigi Jr., edição de Aluísio Alves)



Fonte: Reuters

Cautela externa, China e temor com inflação local impedem recuperação do Ibovespa


Ações2 horas atrás (30.07.2021 12:17)
Cautela externa, China e temor com inflação local impedem recuperação do IbovespaCautela externa, China e temor com inflação local impedem recuperação do Ibovespa

Tom cauteloso no exterior no último pregão de julho impede recuperação do Ibovespa. Na quinta-feira, 29, ao contrário de Nova York, o índice à vista da B3 (SA:B3SA3) fechou em queda de 0,48%, aos 125.675,33 pontos. Nesta sexta-feira, 30, a aversão ao risco externa a preocupações internas com o fiscal e com a inflação jogam o Ibovespa para o negativo. Às 11h19, cedia 1,21%, aos 124.160,28 pontos, na mínima intradia.

Dúvidas sobre as novas regulações de Pequim ao setor privado do país e da decisão do gigante asiático de reduzir a produção de aço ficam no radar nesta sexta-feira. Neste ambiente, o Ibovespa dificilmente deixará de encerrar o mês em queda, após quatro altas mensais seguidas. No horário acima, a perda acumulada em julho é de 1,79%. Nem mesmo tende a terminar a semana com valorização, depois de ceder na anterior. Até agora, a perda semana é de 0,41%.

Por ser o último dia da semana e do mês, o grande ponto, observa Thomas Giuberti, sócio da Golden Investimentos, é que poucos investidores tenderão ao risco. "Ninguém vai tomar risco. Semana que vem temos Copom, entra agosto e Brasília estará de volta termina recesso parlamentar", cita.

A aversão a risco acomete os mercados, a despeito de alguns balanços fortes e melhores do que o esperado nos EUA. A exceção foi ontem, com a Amazon (NASDAQ:AMZN) (SA:AMZO34), cujo resultado veio aquém das expectativas. Por lá, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) teve alta de 0,1% em junho, ante previsão de queda de 0,2%. A medida de inflação mais usada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) não surpreendeu, avalia o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

"Veio alinhado com o PIB de ontem, abaixo do esperado, mostrando que a inflação e o crescimento dos EUA não estão tão fortes, tão acelerados. Reforça que Jerome Powell (presidente do Fed) está correto em suas análises e no tom mais 'dovish' com a economia americana", afirma Laatus. Neste sentido, explica, a tendência é de continuidade de estímulos nos EUA.

As bolsas europeias caem mesmo após dados de atividade melhores na zona do euro, na esteira de preocupações com as medidas restritivas da China a empresas. O minério de ferro fechou com forte queda de 7,39%, no porto chinês de Qingdao, a US$ 181,57 a tonelada, o que pode impedir recuperação das ações do setor. Vale (SA:VALE3) cedia 3,52%.

De acordo com Naio Ino, Responsável pela mesa de trading de equities da Western Asset (NYSE:WMC), a semana teve muita notícia que incomodou o mercado, como as vindas da China, o que sempre acaba gerando preocupação, mas pode ser algo pontual. "Aqui, obviamente tem sempre os ruídos políticos e os mercados ainda dando mais atenção a resultados. Os investidores continuarão de olho no desempenho das empresas e mais ainda nas perspectivas para os próximos trimestres", afirma.

Nem mesmo os números da Usiminas (SA:USIM5) amenizam a queda das ações e do Ibovespa. O lucro líquido da siderúrgica veio 50,68% acima da média das estimativas consolidadas pelo Projeções Broadcast. O lucro entre abril e junho de 2021 foi de R$ 4,543 bilhões, enquanto a média das projeções era de R$ 3,015 bilhões. As vendas de aço da Usiminas somaram 1,32 milhão de toneladas, o maior volume desde o terceiro trimestre de 2014.

Além da cautela externa, o Ibovespa continua se ajustando também às perspectivas de um Copom mais agressivo na próxima semana. De 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 44 (86%) preveem aumento juro em um ponto porcentual, de 4,25% para 5,25%.

O déficit de R$ 65,508 bilhões em junho do setor público consolidado ficou mais forte do que a mediana negativa de R$ 64,2 bilhões das projeções (-R$ 75,3 bilhões a -R$ 29,756 bilhões), o que pode incomodar também, em meio a ameaças ao teto de gastos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou ontem que o programa para impulsionar a geração de empregos ente jovens, chamado de BIP, será bancado por meio de crédito extraordinário, que fica fora do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação.

Além disso, hoje o presidente Jair Bolsonaro afirmou que se a pandemia de covid-19 continuar, pretende manter o pagamento do auxílio emergencial a pessoas que necessitam de ajuda financeira.



Fonte: ESTADÃO