quarta-feira, 22 de setembro de 2021

TURMALINA PARAÍBA EXTRA COM 86 QUILATES

Natal está chegando e vendas de diamantes azuis crescem

 



Os preços dos diamantes tipo fancy (coloridos) se mantiveram estáveis nos primeiros meses de 2020. No entanto, com a chegada do Natal alguns diamantes começaram a ser mais procurados. É o caso dos azuis de mais de 1,5 quilates cujos preços já estão em alta, graças à demanda.

Os azuis com 5 quilates tiveram a maior alta atingindo 11%.

Acredita-se que o mercado está, também, reagindo ao leilão da Sotheby´s denominado Blue Moon onde serão negociados alguns dos diamantes azuis mais extraordinários do mundo.

O leilão ocorrerá em novembro em Genebra e, entre outros, a Sotheby´s estará leiloando o diamante Blue Moon de 12,3 quilates caracterizado por uma intensa coloração azul vívida.

A informação é da Fancy Color Research Foundation.





Fonte: O Portal do Geólogo

GRAFITE

 

Grafite ou grafita é um mineral, um dos alótropos do carbono. Ao contrário do diamante, a grafite é um condutor elétrico. Por isso possui aplicações em eletrônica, como em eletrodos e baterias. Devido ao seu alto ponto de fusão também possui aplicações como material refratário, como em cadinhos de fundição de aço. O grafite pode ser dissolvido em ácido clorossulfúrico

Também chamada chumbo negro ou plumbagina, a grafite tem múltiplas e importantes aplicações industriais, embora seja mais conhecida popularmente por sua utilização como mina do lápis.

A grafite corresponde a uma das quatro formas alotrópicas do carbono. As outras são o diamante, o fulereno e o grafeno.

Cristaliza-se no sistema hexagonal regular com simetria rômbica. Em geral, seus cristais são tubulares, de contorno hexagonal e plano basal bem desenvolvido. A grafita apresenta-se, habitualmente, sob a forma de massas laminadas ou escamosas, radiadas ou granulosas.



Fonte: CPRM


Como Garimpar Ouro

  


Você pode garimpar o seu próprio ouro. Seguindo as recomendações de veteranos e com a disposição para passar uma tarde na beira de um riacho, as chances de encontrar algo são boas. Pronto para ver um pouco desse minério cintilante?

Parte1
Lavando rochas maiores e musgo

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    Encha a bateia com cascalho até um pouco mais da metade. Mantenha a bateia debaixo da água.
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    Chacoalhe a bateia várias vezes. Chacoalhe para a frente e para trás, e depois de um lado para o outro. Cuidado para não chacoalhar forte demais a ponto dos materiais acabarem saindo da bateia.
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    Pare de chacoalhar a bateia e comece a fazer um movimento circular suave. O cascalho vai começar a rodar dentro da bateia. Assim a maior parte da sujeira e da argila vão sair ou se dissolver. Aproveite as raízes e musgos para enrolá-los em volta da bateia com os dedos. Isso fará com que qualquer resíduo que contenha ouro acabe dentro da sua bateia.
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    Pegue as pedras maiores. Repita os passos acima até que todas as pedras maiores tenham saído, e as substâncias mais pesadas (como ouro e areia) acabem se depositando no fundo da bateia.
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Parte2
Lavando a areia mais leve e o cascalho

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    Segure a bateia embaixo da água, deixando-a completamente submersa. Incline-a levemente na direção oposta à sua, como se você estivesse tentando pegar a correnteza.
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    Gire a bateia de um lado para o outro. Mexa levemente para a frente, como se estivesse virando uma panqueca na frigideira (mas com a bateia, não chegue a virar o conteúdo dela). O objetivo é mexer o conteúdo da superfície da bateia, levando o cascalho mais leve para a borda.
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    Deixe a bateia plana. Deixe-a na posição inicial ainda debaixo da água. Ao nivelar e chacoalhar a bateia, o ouro que houver vai decantar, enquanto o material mais leve virá à tona.
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    Repita esse processo várias vezes. No final desse processo de garimpo, deve sobrar mais ou menos duas xícaras de materiais mais pesados na bateia. Não deve haver mais pedrinhas ou pedregulhos. O material que fica no fundo é o mais pesado, e costuma consistir em areia negra ou material concentrado, ou seja, se você tiver sorte, um pouco de ouro.
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Parte3
Lavando a areia negra

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    Levante a bateia para fora da água. Deixe mais ou menos 2 cm de água sobrando nela. A água é necessária, pois será preciso continuar peneirando e separando a areia do ouro ao retirar a bateia da correnteza.
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    Incline levemente a bateia na sua direção. Mexa a água e os materiais devagar para que se movam em círculos. Isso irá permitir que você veja se há pepitas maiores que podem ser coletadas com a mão.
    • Se você tiver a sorte de encontrar pepitas, coloque-as em um recipiente separado. Pode ser até mesmo frascos vazios de remédios.
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    Deixe a bateia debaixo da água novamente. Repita os passos da terceira parte (chacoalhando para frente e para trás, além de girá-la, nivelá-la e balançá-la). Todo cuidado é pouco nesse passo. Se mexer a bateia com muita força, você pode acabar perdendo parte do ouro.
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    Use um ímã caso sua bateia seja de plástico. Tire a bateia da correnteza, deixando o mínimo de água possível dentro. Coloque um ímã no fundo da bateia, do lado de fora, e mova o mesmo devagar ao redor dela. A areia negra é magnética e será atraída pelo ímã. Esse processo irá ajudar a separar o ouro da areia rapidamente.
    • Se você for usar o ímã, pode-se tirar a areia negra da bateia ou usar um frasco de plástico. Sabe aqueles frascos usados para colocar ketchup e mostarda? Ao apertá-lo e soltá-lo, ele deve sugar o que estiver à frente (no caso, água e ouro). É uma boa sugestão para recolher o ouro e guardá-lo até você terminar o garimpo.
  5. Imagem intitulada Pan for Gold Step 19
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    Coloque o resto da areia negra e do ouro em uma garrafa. Depois de ter separado o máximo possível de areia do ouro, guarde o restante em uma garrafa. Para evitar perdas, use um funil na boca do pote. Coloque o conteúdo da bateia na garrafa.
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    Sinta-se à vontade para gritar ‘Eureca!’ depois de terminar de separar todo o ouro.
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  1. Imagem intitulada Pan for Gold Step 1
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    O melhor é ir a um riacho com fama de já ter dado ouro antes. Mesmo que haja apenas lendas que correm dentro da família sobre um certo riacho ou lugar, vale a pena tentar. Geralmente, há um pouco de verdade por trás de cada história passada de geração em geração. Você pode até achar que um riacho que já foi explorado no passado não tem mais nada a oferecer. Mas o fato é que riachos e rios carregam pequenos flocos e pepitas de minérios vindos de depósitos da nascente do rio. As tempestades podem trazer quantidades pequenas de ouro à superfície, e esse tesouro pode ser seu.
  2. Imagem intitulada Pan for Gold Step 2
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    Escolha o ponto certo do rio ou riacho. Ele deve ser a onde a água tem pelo menos 15 cm de profundidade. Se a água for mais rasa do que isso, ela pode ter lama ou detritos (folhas, por exemplo) demais, o que pode atrapalhar na hora de examinar a sua bateia embaixo da água.

Fonte: Wiki How

terça-feira, 21 de setembro de 2021

A maior esmeralda do mundo tem 57.500 quilates e é brasileira

 





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A joia é tão especial que ganhou um nome próprio: Teodora!
Ela foi encontrada no Brasil e lapidada na Índia antes de ser vendida ao negociante de gemas preciosas Reagan Reaney.
Vários gemólogos tinham dúvida sobre a veracidade da pedra: “Tenho certeza que ela contém esmeralda, mas não tenho certeza se tudo o que existe na pedra é esmeralda”, declarou Jeff Nechka, gemólogo que fez uma análise e deu uma entrevista ao JCK Magazine.
Parece que ela foi tingida, mas é impossível dizer a intensidade da cor anterior. É impossível saber o quanto ela tem de esmeralda”, concluiu.
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Nós provavelmente não a chamaríamos de esmeralda. Ela parece não ter indicação de coloração verde natural, e isso faz com que não a chamemos de esmeralda”, disse o diretor do Gemological Institute of America, Shane McClure.
Aos especialistas, o grau da cor de uma esmeralda é, de longe, a sua consideração mais importante e significativa, bem como sua clareza.
Os especialistas dizem que, se toda a pedra fosse 100% esmeralda, o valor original poderia ultrapassar em mais de 20 vezes.
Regan Reaney, proprietário da pedra, disse que qualquer pessoa que deseja comprá-la pode examiná-la sem nenhum problema: “Sabemos que existem esmeralda em todas as partes da pedra, mas não o quanto. Sabemos que não é um berilo branco, mas alguma porção de berilo branco contém. Não é exatamente a qualidade da gema, mas seu tamanho que a torna tão especial”, disse.
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Se a pedra não conseguir comprador, será enviada para o Instituto de Gemologia da América, para ficar em exposição.
Todas as análises são necessárias porque existem formas de criar, em laboratório, esmeraldas sintéticas, usando berilo incolor. Elas podem ser encontradas em minas em diversas partes do mundo como Colômbia, Afeganistão, Zimbábue, Brasil e Canadá.





Fonte: BBC