quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Mulher encontra diamante de 4,38 quilates em parque nos EUA

 

Não está claro quanto vale o diamante encontrado no local, e o parque disse que não faz avaliações

Diamante foi encontrado em parque estadual americano
Diamante foi encontrado em parque estadual americanoArkansas State Parks/Divulgação

Theresa Waldropda CNN

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Noreen Wredberg e seu marido, Michael, não esperavam encontrar nada no Parque Estadual da Cratera de Diamantes em Arkansas, nos Estados Unidos, e não tinham certeza do que haviam encontrado quando pegaram uma pedra.

Acontece que o objeto desconhecido era um diamante amarelo pesando 4,38 quilates.

“Eu não sabia que era um diamante na época, mas era limpo e brilhante, então peguei”, disse Wredberg, de acordo com um comunicado à imprensa do parque.

O diamante é “mais ou menos do tamanho de uma jujuba, com formato de pera e cor de limonada”, disse o superintendente do parque, Caleb Howell.

“Quando vi pela primeira vez este diamante no microscópio, pensei: ‘uau, que forma e cor lindas'”, disse Howell no comunicado.

Parque repleto de diamantes

O parque permite que os visitantes guardem o que encontrarem, e mais de 75 mil diamantes foram descobertos lá desde 1906, de acordo com o parque.

Este ano, 258 diamantes foram registrados no parque, cerca de um ou dois por dia, pesando ao todo mais de 46 quilates.

No Dia do Trabalho nos Estados Unidos de 2020, um homem do Arkansas encontrou um diamante de 9,07 quilates. Foi o segundo maior já encontrado no parque.

O diamante de Wredberg é o maior encontrado desde então, disse o parque.




Fonte: CNN




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Binance vai lançar fan token da F1 que pode subir mais de 3.000% e clientes podem comprar antes da listagem oficial

 


Binance vai lançar fan token da Alpine, equipe de Fórmula 1, e especialistas apontam que todos os últimos lançamentos da exchange no modelo, o League of Kingdoms (LOKA);  Voxies (VOXEL) e o FC Porto Fan Token (PORTO) subiram mais de 2.000% no dia da listagem

Binance vai lançar fan token da F1 que pode subir mais de 3.000% e clientes podem comprar antes da listagem oficial

Binance, uma das principais exchanges de criptomoedas do mercado, anunciou uma parceria com a equipe de Fórmula 1, Alpine (antiga Renault/Benetton) para o lançamento do primeiro fan token da escuderia o  Alpine F1® Team Fan Token (ALPINE).

O token será emitido como um criptoativo BEP-20 e permitirá que os fãs da Alpine participem de enquetes de votação, comprem colecionáveis ​​digitais, NFTs e aproveitem recursos de gamificação vinculados a estratégias de engajamento da equipe.

O lançamento do token irá ocorrer na Binance Launchpad, plataforma de lançamento de tokens da exchange e que permite aos clientes da empresa comprar os tokens antes da listagem e do lançamento oficial da criptomoeda.

Segundo especialistas consultados pelo Cointelegraph a expectativa é que o token, que será negociado inicialmente ao valor de US$ 1 por token, apresente uma alta de até 3.000%, caso o token tenha a mesma adoção dos 3 últimos projetos lançados pela Binance no Launchpad.

Os especialistas apontam que todos os últimos lançamentos da exchange no modelo, o League of Kingdoms (LOKA);  Voxies (VOXEL) e o FC Porto Fan Token (PORTO) subiram mais de 2.000% no dia da listagem.

No entanto, para ter acesso a compra antecipada (antes da listagem oficial) os usuários da Binance precisam cumprir um roteiro de tarefas que envolve a média de BNBs do usuário na exchange, além do bloqueio das moedas por um certo período de tempo.

Alpine

Sobre a parceria, Laurent Rossi, CEO da Alpine, destacou que a equipe não foge de desafios e que a parceria abre as portas para um envolvimento mais inovador dos fãs. Rossi aponta ainda que após o lançamento do fan token haverá a comercialização de NFTs da equipe na plataforma da Binance.

"Esta jornada começa com o lançamento do token ALPINE e a revelação de uma coleção especial de NFTs. Esses próximos NFTs de edição limitada destacam o compromisso da Alpine em buscar elegância, engenhosidade e audácia. Nosso objetivo é ser precursores neste novo espaço digital e acreditamos que a Binance é o parceiro certo para nos levar até a bandeira quadriculada.”, disse o CEO.

O token será o  27º projeto a ser lançado no Binance Launchpad.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Analista da Bloomberg: Bitcoin perdeu para a Shiba Inu e quem comprou US$ 1 mil em SHIB tem hoje mais de US$ 740 milhões

 


A memecoin Shiba Inu (SHIB) foi a criptomoeda que mais valorizou e US$ 1 mil investidos há um ano atualmente seriam equivalentes a US$ 740,259,740

Analista da Bloomberg: Bitcoin perdeu para a Shiba Inu e quem comprou US$ 1 mil em SHIB tem hoje mais de US$ 740 milhões

O potencial e a valorização no mercado de criptomoedas tem atraído muitos investidores em busca de novas oportunidades de rentabilidade. Além disso, a constante adoção do Bitcoin (BTC) entre investidores institucionais e governos vem atuando como grande catalisador para os criptoativos.

Contudo um recente levamentamento feito pelo analista da BloombergJon Erlichman revelou que o BTC não foi, nem de longe, a criptomoeda que trouxe a maior valorização nos últimos 12 meses. 

Portanto, estabelecendo novos recordes em seu valor, conquistando ETFs no concorrido mercado de investimento americano e até mesmo tornando-se moeda oficial em uma nação, o Bitcoin não foi o criptoativo que mais valorizou no período.

Erlichman montou uma lista com 13 criptomoedas e sua valorização em 12 meses. No entanto, ao invés de usar porcentagem o analista usou uma compra hipotética de US$ 1 mil e comparou quanto este investimento estaria valendo atualmente.

Nesta comparação a memecoin Shiba Inu (SHIB) foi a criptomoeda que mais valorizou e os US$ 1 mil investidos atualmente seriam equivalentes a US$ 740,259,740.

Já quem investiu seu dinheiro no token de governança da sensação dos jogos play to earn, o AXS do Axie Infinitty, tem mais de US$ 1 milhão doze meses depois.

No caso da Dogecoin (DOGE) os US$ 1 mil se tornaram US$ 95 mil e, quem comprou BNB, a criptomoeda da Binance, com US$ 1 mil tem hoje mais de US$ 21 mil.

Criptomoedas superam o Bitcoin

Porém não é só na valorização que o Bitcoin vem sendo superado pelas altcoins. Uma nova pesquisa compartilhada com o Cointelegraph revelou qual a criptomoeda que os investidores de cada estado dos EUA preferem para investir e os resultados revelam que ao invés do Bitcoin os americanos querem comprar Dogecoin.

A pesquisa conduzida pelo consultor financeiro The Advisor Coach analisou os dados do Google Trends para estabelecer a criptomoeda que cada estado deseja investir com base nas pesquisas.

A análise revelou que Dogecoin teve o maior número de estados que desejam investir na criptomoeda com um total de vinte e três estados, incluindo Illinois, Flórida, Havaí e Nova Jersey. O Bitcoin foi o segundo mais popular entre dez estados, incluindo Connecticut, Alaska, Mississippi e New Hampshire.

Ao todo, oito estados querem investir ao máximo na Ethereum, o terceiro maior número da pesquisa. Os estados que mais desejam investir em Ethereum incluem Geórgia, Louisiana, Virgínia e Ohio.

O Shiba Inu estreou há quinze meses e cresceu astronomicamente, crescendo mais de 14.000.000%. Isso o leva a ser os sete estados dos EUA mais pesquisados ​​quanto a criptomoedas para investir, com estados incluindo Califórnia, Nova York, Texas e Nevada.

“Este estudo oferece uma visão incrível de de onde vêm esses investimentos nos Estados Unidos, com o Dogecoin ultrapassando o Bitcoin como a criptomoeda mais popular da Internet. Com mais de 6.500 criptomoedas disponíveis globalmente, é fascinante ver que moedas que podem não ser as mais valiosas ainda são as mais procuradas", disse um porta-voz do The Advisor Coach.

 


Agora vai: PlanB faz nova previsão sobre chegada do Bitcoin a US$ 100.000 com base no modelo 'stock-to-flow'

 

Em uma postagem no Twitter nesta segunda-feira, o analista pseudônimo criador do modelo "stock-to-flow" cravou uma nova data para o BTC atingir a marca histórica de US$ 100.000, mas ainda não será este ano.

Agora vai: PlanB faz nova previsão sobre chegada do Bitcoin a US$ 100.000 com base no modelo 'stock-to-flow'

Tudo se encaminhava para que o Bitcoin (BTC) chegasse a US$ 100.000 coroando o ano mais insano e selvagem de crescimento do mercado de criptmoedas. Um dos mais populares modelos de previsão de preço havia inclusive determinado a data em que a marca histórica seria alcançada. 

Depois que o analista pseudônimo PlanB acertara com precisão o preço do Bitcoin nos fechamentos de agosto, setembro e outubro do ano passado, baseado no modelo stock-to-flow, a comunidade cripto dava por certo que em algum momento de dezembro o Bitcoin teria atingido a marca histórica de US$ 100.000.

No entanto, a correção que se seguiu à renovação da máxima histórica de US$ 69.000 em 10 de novembro jogou o Bitcoin muito abaixo dos US$ 98.000 previstos para o final daquele mês. Quando o fim do ano chegou, a maior criptomoeda do mercado estava muito distante dos US$ 135.000 projetados por PlanB para dezembro.

Para ser mais preciso, a cotação de US$ 46.217 no fechamento de 31 de dezembro colocava o BTC mais de US$ 88.000 abaixo do alvo do S2F, colocando em dúvida a eficácia do modelo de previsão de preços do Bitcoin criado por PlanB.

Nova previsão

Após rever seus conceitos e tentar entender o que deu errado, PlanB voltou ao Twitter com uma nova previsão de data para a chegada do Bitcoin aos US$ 100.000 nesta segunda-feira.

Se a boa notícia é que eventualmente a marca será alcançada, a má é que isto não deve acontecer tão cedo. Traders e investidores terão que esperar um ano, no mínimo. O alvo agora é algum momento ainda impreciso durante o ano de 2023.

Tanto o S2F quanto a regressão logarítmica apontam para US$ 100K em 2023.

— PlanB (@100trillionUSD)

As reaçõs dos seguidores do analista se dividiram entre a ironia, o questionamento e a preocupação.

Imediatamente após a postagem, um usuário identificado como Finding Value expressou dúvidas acerca do fato de o preço do BTC estar se mantendo constantemente abaixo dos alvos estipulados pelo modelo S2F. Em seguida, pedia que PlanB explicasse a razão de tal tendência.

PlanB respondeu que isso não diz respeito a ele - por enquanto - e se esquivou de uma justificativa definitiva deixando outro questionamento no ar:

"Precisamos reajustar o modelo para esses novos preços mais baixos, ou temos que ser pacientes e terminar este ciclo primeiro, pois os preços podem estar mais altos na 2ª metade do ciclo atual (trazendo a média de volta para US$ 100 mil)?

Em seguida, o usuário identificado como Crypto Bond comenta ironicamente: "Achei que o alvo de US$ 100 mil do S2F estava previsto para 2021", e acrescenta uma indagação: "modelo atualizado ou o que aconteceu"?

A resposta assemelha-se a anterior, mas acrescenta uma reflexão adicional: o problema estaria no preço atual do Bitcoin - e não no modelo S2F.

Correto, o alvo do S2F para 2021 era US$ 100 mil e para 2022 também é US$ 100 mil, isso nunca mudou. No entanto, os dados de preços do BTC estão abaixo da linha do modelo. Então a questão é, precisamos reajustar o modelo para estes preços mais baixos, ou temos que esperar até que esse ciclo seja concluído (pois os preços podem estar maiores no 2º semestre)?

— Plano B (@100trilhõesUSD)

A participação de PlanB na discussão parou por aí. Um pouco adiante, o usuário identificado como Bitcoin Podcaster, anfitrião do Bitcoin Pods, aponta uma das principais falhas do modelo remetendo a uma observação de Preston Pysh em um dos episódios do programa a qual outros críticos já fizeram referiencia anteriormente:

“O modelo S2F do @100trillionUSD é apenas oferta sem demanda”

“Ele é preciso, mas se não houver demanda, não importa o quão escasso seja [o Bitcoin]” 

Outros críticos afirmaram que, com os constantes reajustes e a flexibilidade do modelo, eventualmente ele irá se provar correto, pois o Bitcoin estaria destinado a alcançar os US$ 100.000 em algum momento no futuro próximo.

A nova suposição de PlanB, sem maiores explicações ou mesmo uma previsão de data mais exata de quando os US$ 100.000 vão acontecer, não contribuem para a retomada da credibilidade do modelo.

Ainda assim, sua nova previsão encontrou respaldo em uma projeção do popular analista Benjamin Cowen. Além de concordar que a marca só deverá ser alcançada no ano que vem, Cowen arriscou-se a apontar o verão de 2023 no hemisfério norte como a data mais provável para que o BTC alcance os almejados US$ 100.000. No entanto, ponderou que a projeção carrega um grau "siginificativo de incerteza".

Um gráfico de Arhennius de tempo inverso para cada pico principal mostra o verão de 2023 como o momento mais provável. Apenas 3 pontos de dados = incerteza significativa, no entanto

Conforme noticiou o Cointelegraph Brasil recentemente, no momento a incerteza sobre os rumos do preço do Bitcoin permanece. Um analista acaba de apontar três indicadores que sugerem que o BTC deve retestar a faixa entre US$ 24.000 e US$ 27.000 neste ano, afastando-o ainda mais da realização da profecia dos US$ 100.000.




MAIOR DIAMANTE ROXO-ROSA DA HISTÓRIA É VENDIDO NA SUÍÇA

 

A pedra preciosa conta com incríveis 14,8 quilates e foi vendida por mais de 140 milhões de reais


O diamante O Espírito da Rosa
O diamante O Espírito da Rosa - Divulgação/ Youtube

Em um leilão na Suíça, uma peça certamente se destacava entre as demais, era um diamante russo, chamado popularmente de O Espírito da Rosa. A pedra preciosa foi vendida pelo preço de 26,6 milhões de dólares (em torno dos 143 milhões de reais), e o seu valor fez jus ao seu tamanho.

Pesando impressionantes 14,8 quilates — aproximadamente 3 gramas — , o Espírito da Rosa é o maior diamante de sua cor a ser leiloado, e fazia parte de uma das três pedras vendidas de uma coleção russa. 

Pink Star Diamond, maior de seu tipo na história / Crédito: Divulgação/ Youtube

 

O diamante bruto do qual a peça foi lapidada foi descoberto em 2017, e foi chamado de Nijinsky, nome de um famoso bailarino russo; O Espírito da Rosa também faz referência ao mundo da dança, sendo este o nome de um balé. O vencedor do leilão e novo proprietário da impressionante pedra não foi identificado publicamente.

O diamante mais caro de todos os tempos também possui a cor rosa, mas com 59 quilates e foi vendida em leilão por 71 milhões de dólares (384 milhões de reais) no ano de 2017.

Diferentemente do Espírito que foi extraído da Rússia, esse diamante foi retirado da África do Sul, e é conhecido como Pink Star Diamond. Vendido em Hong Kong, o Pink Star demorou dois meses para ser lapidado.



Fonte: AH/UOL