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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Recuperação da economia americana pode ser boa notícia para as junior companies

Recuperação da economia americana pode ser boa notícia para as junior companies

Quando uma economia de US$16,99 trilhões volta a crescer mais de 5% ao ano os efeitos desse crescimento serão sentidos no mundo inteiro.

É o caso dos Estados Unidos que vem se recuperando da crise de 2008 com uma força avassaladora. Somente em janeiro de 2015 foram criados 257.000 novos empregos nos Estados Unidos. Um número bem maior do que o esperado.

A matemática americana é maiúscula e o país segue criando mais de 200.000 empregos por mês nos últimos 11 meses, o maior ritmo de crescimento desde 1997.

O despertar do gigante americano faz o dólar subir a níveis estratosféricos, o que torna o investimento das empresas americanas fora do país mais fácil e barato.

Até onde o crescimento americano é bom para as junior companies da mineração? 




O melhor termômetro ainda é a TSX a Bolsa de Toronto. É lá que milhares de empresas junior da mineração buscam financiamentos para continuar investindo na pesquisa e desenvolvimento mineral no mundo.

Veja a seguir os reflexos do crescimento dos investimentos na mineração... 

 Recuperação da economia americana pode ser boa notícia para as junior companies. Continuação...

O ano de 2014 foi um ano duro para as juniors da mineração. Mas foi um ano melhor do que 2013.

As dificuldades para levantar financiamentos continuaram durante os anos de 2013-14 e as 100 maiores junior companies haviam levantado apenas $685 milhões, através de negócios e financiamentos com suas ações, entre junho de 2013 a junho de 2014.

Mas, como dito anteriormente, o crescimento extraordinário da economia americana vai afetar, direta ou indiretamente, o mercado das juniors da mineração.

Afinal o dinheiro nunca fica parado e o mercado das juniors está deprimido, mas atraente. É um mundo cheio de grandes oportunidades para aqueles investidores de visão, que colocam as suas peças no tabuleiro bem antes do jogo começar.

Nos últimos meses novos deals e novas fusões e aquisições estão se fazendo sentir mostrando que as coisas começam a mudar.

O ouro ainda é o metal com a maior atratividade entre as juniors.

É o caso da GoldCorp comprando a Probe Mines, Centerra em JV com a Premier Gold Mines, a compra da Rio Alto pela Tahoe, o levantamento de US$300 milhões para o Projeto Haile Gold ou o levantamento de $200 milhões da Osisko.

Já o minério de ferro, que antes movimentava a maioria dos investimentos, caiu no limbo e deverá ficar em plano inferior por muito tempo. É o fim dos sonhos de muitas mineradoras que investiram nesta commodity.

Novas e antigas empresas se voltam para os minerais do momento como o diamante, estanho, zinco, cobre, ouro, prata, níquel, urânio e terras raras.

Aos poucos as empresas de serviços começam a sentir as vibrações de um possível renascimento das junior companies, com algumas sondas sendo contratadas e novos lotes de amostras analisados: é através do número de sondas em funcionamento e da oferta de emprego que saberemos se a pesquisa mineral vai ou não decolar.

Países andinos como o Peru, já se preparam com otimismo para a nova onda que está se formando. Os peruanos acreditam que os financiamentos das junior canadenses tem, muitas vezes, a sua origem nos Estados Unidos onde se localizam os maiores fundos de investimentos.

No Peru existem mais de 400 projetos de exploração mineral controlados por junior companies.

Já aqui no Brasil um possível aumento nos investimentos das junior companies é tão esperado como água no Cantareira.

O Governo e o Ministério de Minas e Energia conseguiram afugentar os investidores adiando indefinidamente a aprovação do “novo” Marco Regulatório da Mineração.

Esta falta de sensibilidade e descaso com a mineração já dura quase cinco anos e simplesmente arrasou com a pesquisa mineral do País.

Os números são trágicos.

E o que se vê é terra arrasada, desemprego, quebradeiras, e o encolhimento catastrófico da pesquisa mineral, a principal geradora de riquezas da mineração em qualquer país do mundo.

Se o mercado voltar e o novo Ministro de Minas e Energia tiver a sensibilidade que faltou ao anterior talvez possamos começar, finalmente, a recuperar os prejuízos colhidos ao longo de meia década de abandono.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Mirabela ressurge das cinzas

Mirabela ressurge das cinzas



A australiana Mirabela Nickel voltou a produzir concentrados de níquel.

No último trimestre de 2014 ela produziu 41,3% a mais do que em 2013: 3.714 toneladas.

Junto com a boa notícia veio também um plano de otimização e redução de custos para 2015. Já em janeiro a mineradora reduziu o seu pessoal em 10%.

As ações da mineradora voltaram a ser negociadas e o mercado reagiu positivamente.

As ações quase dobraram em um dia, fechando em 89%.

Este fenômeno não é incomum na história recente da mineradora que vem aos trancos e barrancos desde 4 de julho de 2014 quando a ação atingiu $0.4. Hoje, apesar de uma subida extraordinária a ação fechou em $0.06...

Uma boa notícia: Vale deverá exportar mais minério de ferro para a China



Uma boa notícia: Vale deverá exportar mais minério de ferro para a China



A boa notícia veio com a decisão do Ministério do Transporte da China que autorizou a entrada dos meganavios de 400.000 toneladas tipo Valemax.

Os Valemax estiveram proibidos de aportar na China desde a sua construção em 2011.

Qualquer porto que possa receber um Valemax com segurança estará automaticamente autorizado.

A Vale, que tem o minério de ferro com qualidade sem igual, irá se beneficiar imensamente com a decisão.

Desta forma a mineradora poderá reduzir, ainda mais os seus custos de frete e abocanhar uma parte substancial do volume de 1 bilhão de toneladas que a China irá importar em 2015.

O ano começa bem para a mineradora brasileira.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Região colombiana vive 'febre das esmeraldas'

Região colombiana vive 'febre das esmeraldas'



Esmeralda (Foto Parent Gery - Wikicommons)
Colômbia é uma das maiores produtoras de esmeralda
A pequena cidade de Pauna, na Colômbia, está vivendo uma verdadeira "febre das esmeraldas" desde sexta-feira, quando operários que trabalhavam na construção de uma estrada descobriram pedras preciosas nas suas proximidades.
As esmeraldas foram achadas por três trabalhadores na região conhecida como Nariz do Diabo.
De acordo com o prefeito de Pauna, Omar Casallas, citado pelo jornal colombiano El Tiempo, os três estavam cavando o solo para construir a fundação de um muro inclinado que protegeria a estrada quando fizeram a descoberta.
"Um deles estava perfurando a rocha com um martelo hidráulico e viu uma pedra verde brilhante", escreveu o jornal.
A notícia se espalhou não só por Pauna, mas também pelos povoados vizinhos de Maripí, Quípama e Muzo.
Logo, centenas de pessoas correram para as imediações do Nariz do Diabo com o objetivo de procurar mais esmeraldas.
Para evitar caos, a polícia teve de bloquear a estrada e a encosta íngreme perto da qual as pedras foram encontradas.
Segundo Casallas, uma das esmeraldas foi adquirida por 4 milhões de pesos colombianos (cerca de R$ 4,4 mil) e seria enviada aos EUA.
Outra, um pouco menor, seria usada para pagar estudos que identificarão a pureza das pedras da região.

Mercado

A Colômbia é um dos maiores produtores de esmeralda do mundo, juntamente com países como a Zâmbia e o Brasil. E Boyacá é uma das principais regiões produtoras do país.
Em pelo menos duas ocasiões, uma nos anos 60 e outra nos anos 80, disputas entre famílias e grupos produtores por minas e territórios ricos em esmeralda desataram conflitos que deixaram centenas de mortos no país - as chamadas "guerras verdes".
A Colômbia exporta hoje US$ 64 milhões (R$ 129 milhões) em esmeraldas, segundo a Fedesmeraldas, que representa produtores do setor. A associação diz, porém, que ainda há margem para aumentar a produção se mais investimentos forem feitos.

Esmeraldas colombianas: o encanto verde

Esmeraldas colombianas: o encanto verde

Haga click sobre la imagen para ampliarla Museo de la Esmeralda en Bogotá Museo de la Esmeralda en Bogotá
Uma cor que identifica a Colômbia tanto quanto as três cores de sua bandeira, é o verde: o das extensas planícies, montanhas e reservas naturais; o verde que colore muitas de suas férteis paisagens e que rodeia seus rios, quebradas e cascatas; o verde da Amazônia e da espessa selva presente nas costas sobre o oceano Pacífico.
A Colômbia também se identifica com um verde brilhante que não se nota a simples vista e que está engolido pelas montanhas da Cordilheira Leste entre os estados de Boyacá e Cundinamarca. É o verde de suas esmeraldas, as mais famosas do mundo.
As esmeraldas colombianas são as mais famosas do mundo.
Há muitos motivos pelos quais a Colômbia tem prestígio internacional. Ser o primeiro produtor mundial de esmeraldas é um deles, já que na produção total de esmeraldas, o país contribui com 55%, contra 15% de países como o Brasil e a Zâmbia que o seguem na lista. E não é questão só de quantidade, mas também de qualidade, pois graças a suas características esta pedra preciosa colombiana é uma das mais cobiçadas.

Lenda das esmeraldas

A Colômbia produz 55 por cento do total das esmeraldas no planeta. Em seguida estão o Brasil e a Zâmbia.
Como muitas das tradições colombianas, a história da esmeralda se atribuiu a uma série de contos que disputa veracidade com as causas geológicas da pedra preciosa na Colômbia. Existe uma lenda que conta a existência de dois seres nativos: Fura e Tena, mulher e homem criados pelo deus Ares com o objetivo de que, sem infidelidades, povoassem a terra em troca de sua eterna juventude. Fura, a mulher, falhou à promessa, causando seu acelerado envelhecimento e a morte de Tena.
Ares com pena dos infelizes os converteu em duas formações rochosas protegidas por tempestades e serpentes e em cujas entranhas as lágrimas de Fura se tornaram esmeraldas. Hoje, as serras de Fura e Tena, com uma altura de 840 e 500 metros sobre o vale do rio Mineiro, protegem a zona de esmeraldas da Colômbia. Localizam-se a 30 km ao norte das minas de Muzo, entre as de maior produção da Colômbia.

Boyacá e Cundinamarca, as zonas de esmeraldas da Colômbia

E assim em Muzo, na zona nordeste do estado de Boyacá, é onde se concentram as maiores jazidas desta pedra preciosa. Além de Muzo, destacam-se as minas de Borbur, Coscuez, Chivor, Peñas Blancas, La Pita e Quípama (esta última caracterizada pelo predomínio da mineração informal, os chamados guaqueros). Gachetá e Gachalá, dois municípios do nordeste de Cundinamarca, completam a zona mais importante de exploração de esmeraldas do país.
Na mina Las Cruces, da população de Gachalá (Cundinamarca), extraiu-se La Emilia, a maior pedra de esmeralda já encontrada até agora com um peso de 6.900 quilates.

O trabalho na escuridão

Mas o brilho e a beleza espetacular da esmeralda colombiana são qualidades antecedidas pelo difícil trabalho dos mineiros. É uma árdua tarefa que, segundo se afirma, tem uma história anterior à existência de Jesus Cristo, quando os antepassados penetravam as montanhas para oferecer o que encontravam a seus deuses.
Milhares de homens têm o rosto marcado pela escuridão resultante das suas longas jornadas dentro das minas em busca desse encanto verde que em sua composição química é uma pedra de berilo que deve sua cor ao conteúdo de cromo e vanádio, dois elementos químicos muito escassos na superfície terrestre e uma das razões que influi no valor da esmeralda, sendo a única pedra cristalina de cor verde.

Características das esmeraldas

O valor da esmeralda se determina segundo a cor, o tamanho, a pureza e o brilho.
O trabalho do mineiro é o passo inicial e o mais complicado no processo da esmeralda, cujo valor se determina segundo a cor, o tamanho, a pureza e o brilho. Avaliadas estas características, o preço de uma pedra pode estar entre dez e quatro milhões de dólares, ainda que não seja muito frequente encontrar uma gema de tão considerável valor.
Ainda que verde seja a cor genérica da esmeralda, nem todas as pedras conservam tal pureza em sua tonalidade, característica que os experientes identificam plenamente à hora de estabelecer o valor. Nesta ordem de idéias, há cinco classes distintas de esmeraldas:
  • verde azulado,
  • verde ligeiramente azulado,
  • verde muito ligeiramente azulado,
  • verde ligeiramente amarelo
  • e verde profundo
A cor verde profundo é a mais formosa, a mais escassa, a mais valiosa, mas também a mais exclusiva, a que só se encontram nas entranhas da Colômbia.

Corporação Museu da Esmeralda Colombiana (MEC) em Cartagena

Durante muitos anos na Colômbia não existiu um espaço onde se lapidassem peças exóticas das esmeraldas mais famosas do mundo, com suas formas e variedades. É por isso que há mais de 30 anos um grupo de pessoas interessadas em resgatar o verdadeiro valor histórico, cultural e natural da esmeralda, se reuniu para pôr à disposição dos turistas a Corporação Museu da Esmeralda Colombiana (MEC) em Cartagena.
Na Colômbia se encontram diferentes cristalizações da esmeralda, pouco conhecidas no mundo por sua escassez, cuja importância geológica é de uma importância incomparável no patrimônio cultural.
Hoje em dia, na Corporação Museu da Esmeralda Colombiana se dá a conhecer a evolução do mineral, desde que se forma na natureza até seu comprador final e oferece uma exibição dos exemplares mais interessantes e as maiores esmeraldas com a mais ampla gama de cores (verde arroz, verde azul, verde amarelo e algumas com o característico fogo interior).
Este interessante museu constitui ao mesmo tempo um espaço pedagógico de análise, investigação científica e certificação de autenticidade das esmeraldas colombianas. Para ampliar a informação sobre as esmeraldas, MEC abre também suas portas às exposições da pintura, a escultura, a joalheria, o artesanato, a fotografia e a literatura, disciplinas que reconstruíram em grande parte a história da esmeralda e que enriquecem a sua mostra.
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Dados do Museu da Esmeralda em Cartagena

Localizção:
Centro histórico, calle D. Sancho N° 36-75, Cartagena de Indias
Telefone:
+ 57 (5) 664 4075

Joias de Época

Porque usamos joias? Historiadores, antropólogos e etnólogos concordam que os adornos corporais surgiram da necessidade latente ao ser humano de sobressair-se, individualizar-se numa busca estética para mostrar feitos e posses, crenças e amores, perpetuar uma lembrança, marcar uma época da vida, ou, algumas vezes, pelo suposto poder da energia das pedras.
Com o passar do tempo, muitas descobertas e técnicas foram sendo incorporadas aos costumes e a joalheria tornou-se um verdadeiro testemunho das culturas e da própria história da humanidade.
Na Idade Média, por exemplo, católicos europeus usavam relíquias junto ao corpo, que eram vistas como proteção contra o demônio e uma extensão do poder divino. Fios de cabelo, ossos de santos e mártires, pedaços de suas roupas ou outros itens por eles tocados ou usados se tornavam objetos de devoção guardados em relicários ricamente trabalhados.
No Brasil, os índios nativos foram relatados pelos exploradores como um povo que usava muitos adornos, a maioria feita de conchas, pedras, penas e sementes coletadas na natureza. Foi após a colonização que recebemos as influências da ourivesaria europeia.
Acompanhe-nos aqui numa viagem pelo tempo através da joalheria, seguindo a evolução das técnicas, dos costumes e da cultura joalheira pelo mundo. Através do conhecimento da história, poderemos obter elementos que nos levem a identificar-nos com determinada época ou região, expressando-nos, a partir daí, com autoconhecimento e personalidade.

Outras Gemas

Outras Gemas

"Opala”
A palavra opala deriva do termo em latim opalus, mas a origem desta palavra é ainda uma questão de debate. No entanto, as referências mais recentes sugerem que tem origem na palavra em sânscrito Upala. O termo aparece pela primeira vez em referências Romanas cerca de 250 a.C., numa época em que a opala era valorizada acima de todas as outras pedras preciosas.
A opala de qualidade Gema denomina-se opala CT. Gemologicamente distinguem-se as seguintes variedades: opala negra; opala branca; opala de fogo; opala de água; opala matrix.
É a gema mais apreciada dentro do grupo do sílice (Si O2); é composta de 2% a 20% de água e 2 minerais de cor branca ou leitosa turva, conhecidos pelo nome de Cristobalita e Tridimita, que sob a forma de sucessivas capas de lepisferas provocam o efeito iridescente tão apreciado e também conhecido por jogo de cores.
Embora a opala seja considerada por muitos um sílice amorfo, podemos no entanto defini-la como semi-cristalina, visto os minerais que a compõem cristalizarem em maclas ou pequenos cristais tabulares (ambos óxidos de sílicio). Existem algumas variedades deste material, sendo as mais importantes, e por ordem decrescente, a opala nobre, a opala comum e a menos conhecida, uma variedade de cor verde bastante similar em aspecto à Crisóprasa e que deve a sua cor ao níquel. Na variedade nobre destacaremos a opala negra, a opala branca, a de água, a opala de fogo, etc.
A estrutura interna de opala faz com que difracta a luz; dependendo das condições em que se formou pode assumir variadas cores. A opala varia de transparente a branco, cinza, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, magenta, rosa, castanho e preto. Dessas matizes, o conjugação de vermelho e negro é a mais rara, enquanto que brancos e verdes são as mais comuns. Ela varia de densidade óptica de opaco para semi-transparente. Para o uso como pedras preciosas em ourivesaria, a sua cor natural é muitas vezes reforçada pela colocação de camadas finas de opala sobre uma pedra de tom mais escuro, como basalto.
A Austrália produz cerca de 97% das opalas existentes do mundo. A opala banca constitui até 60% da totalidade das opalas, mas não pode ser encontrada em todos as minas exploradas.
A maior e mais valiosa opala do mundo é conhecida como "Olympic Australis", tendo sido encontrada em Agosto de 1956 perto da localidade australiana de Coober Pedy. Com um peso de 17 mil quilates (3.450 gramas), possui 280 mm de comprimento, com uma altura de 120 mm e uma largura de 110 mm.
As principais jazidas encontram-se na Austrália e no México (As opalas negras encontra-se unicamente na Austrália, na região Lightning Ridge; As melhores opalas de fogo encontram-se no México).


"Ametista”
A ametista é uma gema fanerocristalina que cristaliza no sistema trigonal. Outrora muito utilizado pelos antigos egípcios na Antiguidade, este quartzo apresenta uma cor violeta ou púrpura de óxido de silício (SiO2).
Até ao século XVIII foi a principal pedra preciosa (chegando a ser considerada a Rainha das Pedras Preciosas). A origem da palavra provém do grego a, "não" e methuskein, "intoxicar", relacionada com a antiga crença de que a pedra protegia o seu dono da embriaguez.
A sua cor, de um roxo/lilás intenso, deve-se a centros de cor produzidos por Fe2+ ou Fe3+- (Ferro Ferroso ou Ferro Férrico). Esta cor, podendo variar de intensidade e tornando-se mais valiosa quanto mais escura for, é passível de ser alterada ou eliminada por aquecimento e radiações ultravioletas e o seu brilho vítreo passa a iluminar um tom amarelado ou mesmo incolor.
Tendo uma dureza de 7, segundo a Escala de Mohs, e um peso pouco elevado de 2,65 gr, a gema é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito que assumem pequenas formas triangulares.
Apesar de a ametista ser amplamente conhecida, apenas alguns locais abrigam esta pedra preciosa. Tais cristas ocorrem em cavidades alongadas em rochas de granito e em revestimentos de ágata. Há pedras lindíssimas provenientes da Rússia, Uruguai, Índia e Sri Lanka, sendo que o principal produtor é o Brasil.
Por vezes, o corindon comum roxo ou a safira, de qualidade gema, em tons de ametista são designados ametista oriental, expressão utilizada por joalheiros para pedaços de quartzo ametista comum, mesmo não sendo proveniente de fontes orientais.
Considerada a pedra do nascimento, a ametista é o símbolo do entendimento celeste, do pensamento pioneiro e da acção na filosofia e religião. Outrora, fora utilizada pelos soldados nos cabos das espadas como amuleto contra a morte nas batalhas.



"Alexandrite”
A alexandrite é uma das três variedades distintas do crisoberilo. É um óxido duplo de alumínio e berilo (BeAl2O4). A união da sua rede cristalina é iónica. Cristaliza no sistema rômbico e raramente em cristais isolados.
A característica mais sensacional desta gema consiste na sua surpreendente capacidade de mudar de cor. Verde ou verde-azulado à luz do dia, a Alexandrite adquire um tom suave de vermelho ou púrpura sob uma luz incandescente. Esta propriedade óptica produz-se porque absorve radiações amarelas e azuis, deixando passar as vermelhas e verdes. Esta característica óptica única faz com que seja uma das gemas mais interessantes.
A alexandrite é muito escassa, algo que está directamente relacionado com a sua composição química. É basicamente um crisoberilo, um mineral incolor ou amarelo transparente. Este difere de outros crisoberilos na medida em que não só contém ferro e titânio, mas também crómio como uma impureza principal. E é este elemento que explica a sua mudança de cor espectacular.
Ao contrário de outras gemas, a alexandrite necessita de condições geológicas muito específicas para a sua formação. O elemento berílio (um dos principais constituintes do crisoberilo) e crómio (o corante numa alexandrite) têm características químicas contrastantes e geralmente não ocorrem em conjunto, sendo encontrados em tipos de rocha distintos. Este cenário geológico ocorre raramente na Natureza, motivo pelo qual as alexandrites são escassas.
A Rússia manteve-se como a principal fonte de alexandrites a partir do momento em que gemas extraídas de minas nos Urais se tornaram disponíveis no mercado. É deste país que a gema recebe o seu nome, em homenagem ao czar Alexandre II. Esta situação modificou-se em 1987, quando alexandrites foram descobertas na região de Minas Gerais, no Brasil. A cor das pedras brasileiras é reconhecidamente um verde não tão forte como o da alexandrite russa, mas a mudança de cor é claramente perceptível. A alexandrite é também obtida de fontes no Sri Lanka, na região de Tunduru no sul da Tanzânia – que tem vindo a produzir alguns exemplares em circulação desde meados da década de 1990, na Índia, na Birmânia, em Madagáscar e no Zimbabwe.
É uma gema bastante rara que alcança valores muito elevados. Como nota, as Alexandrites dos Montes Urais (Rússia) estrão completamente esgotadas, na actualidade.

Pedro II As opalas

Pedro II


As opalas



A cidade de Pedro II possui uma característica que pouca gente conhece: abriga uma das únicas regiões de garimpo de opala da América Latina, e no mundo só existem na Guatemala, México, Austrália, Estados Unidos e Japão. As pedras de Pedro II são muito mais resistentes, apresentando-se melhor do que as de seus concorrentes.
A opala é uma pedra abundante no município. Existem basicamente três tipos: a opala negra, de cor preta; a opala de fogo, de cor vermelha; e a opala nobre, considerada extra, com sete cores. A opala é a “pedra da lua”, por apresentar a cor do satélite terrestre. Existem em Pedro II aproximadamente dez garimpos, cada um com suas características próprias, que variam de acordo com a qualidade das pedras. De todas essas minas, a mais importante é a do Boi Morto, a 6 km do centro, hoje praticamente desativada, a não ser pelos poucos garimpeiros que ainda arriscam encontrar cascalho em uma montoeira. As pedras do Mina do Boi Morto são as mais valiosas por apresentarem boa qualidade e bom tamanho.


Ao chegar ao consumidor final, a opala passa por um trabalhoso processo, que envolve desde as escavações até a delicada forma de lapidação. Conheça agora como esse processo funciona:
1) Com exceção da Mina do Boi Morto, que se localiza numa furna, todas as demais são trabalhadas a céu aberto.]
2) Os equipamentos mais usados são: pá, picareta, peneira, enxadeco e bomba de irrigação, que tanto pode ser usada no desbaste, pela pressão da água, como na lavagem do cascalho na peneira.
3) Do garimpo, o material bruto colhido segue para os centros de lapidação, onde se inicia um processo que envolve: serragem do cascalho, através de serra diamantada; formatação da opala, usando rebolo de esmeril carburundo (granulação própria para pedra) ou diamantada; colagem, feita com laquê para colar a pedra na madeira; lixamento, usando-se lixa manual com granulação de 180 a 220; alisamento, feito com feltro usando grão de esmeril, de granulação 320; polimento, usando feltro com pó de Trípoli e óxido de cromo.
5) Na comercialização, a pedra é vendida por quilate e o preço pode chegar a US$ 70.00 na sua qualidade extra, geralmente pedras acima de 10 quilates. O maior centro de compra é São Paulo, com representação já instalada em Pedro II.
Versões
Existem muitas versões para a descoberta da opala em Pedro II. Uma delas conta que tudo aconteceu a partir dos botões da camisa de um antigo morador da cidade. Ao encontrar o mineral, o cidadão resolveu cortá-lo em forma de botão e usá-lo na camisa, chamando a atenção das pessoas. Outra versão conta que o processo de polimento se iniciou com a observação do conteúdo do papo de uma galinha, que ao ciscar no cascalho engolia as opalas, e a sua natureza avícola se encarregava de polir as pedras, encontradas já reluzentes em seu papo.

Mineração de opala pode gerar R$ 50 milhões

Mineração de opala pode gerar R$ 50 milhões

A mineração da pedra preciosa opala, que varia entre R$ 20 e R$ 300 o grama bruto, ainda pode ser mais bem explorada no Brasil. A afirmação, feita por especialistas no setor, indica que com um investimento de R$ 100 milhões nas minas do Piauí o rendimento da pedra, que hoje soma R$ 4,8 milhões no ano, poderia crescer 10 vezes, atingindo R$ 50 milhões em cinco anos.
“O mundo possui uma grande carência da gema que poderia ser suprida pelas minas brasileiras”, afirmou Marcelo Morais, especialista na questão da opala pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) estima que um terço do volume de produção de gemas – com exceção do rubi, do diamante e da safira – vem do Brasil.
De acordo com o especialista, a única mina no mundo que possui a extração da pedra está na Austrália, onde já há um desgaste bem maior do que o encontrado nas minas brasileiras. “O movimento na Austrália, por ser muito mais antigo, já está em fase de finalização. Números indicam que mais de 80% da mina deles foi explorada; já a nossa exploração é recente”, afirmou Morais.
Aproveitando esta possível lacuna dentro do setor, o professor de Arqueologia da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Carlos Antônio Monteiro argumenta que seria necessário um investimento na casa de R$ 100 milhões para que a pedra no Brasil fosse usada com mais qualidade. “Esse investimento, que seria em equipamentos, aumento de mão de obra, profissionalização e estudos profundos, traria um retorno de até dez vezes em cinco anos para as minas piauienses.”
Segundo números do Sebrae, o Piauí possui 30 minas descobertas que possuem opala. Todas ficam localizadas na cidade de Pedro II, a 222 quilômetros da capital, Teresina, e somam 700 hectares de terreno, o que representa sete milhões de metros “Trata-se de um espaço de potencial elevadíssimo, com condições de trabalho e mão de obra disponível”, afirmou Monteiro.
Para o geólogo do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) David Fonseca falta delimitação do minério na área, algo que deveria ser feito por mapeamento geológico para que o total da reserva seja calculado. “Gemas se localizam em bolsões nas rochas, portanto, precisam de estudo específico”. Fonseca explica que a geologia de Pedro II é errática, ou seja, de difícil localização e que as minas são exploradas de maneira muito rústica, o que acarreta em desperdício.
Existem três tipos de opala no Brasil. A opala-de-fogo, que é encontrada no Piauí, Rio Grande do Sul e em outros estados. A opala comum, presente em vários estados, e a nobre, que há somente no Piauí e é considerada a variedade mais preciosa e procurada.
Exportação
Quando o assunto é exportação, tanto Morais quanto Monteiro concordam: o Brasil possui um potencial extremamente amplo para o fornecimento da pedra no mundo. De acordo com números da Associação Gemológica da Austrália, o país da Oceania é responsável por 90% do abastecimento mundial, número que deverá ser alterado, caso o Brasil melhore sua produção. Em 2010, o total de exportações brasileiras do setor de gemas e metais preciosos atingiu R$ 2.269 bilhões, segundo dados do IBGM.
Atualmente, a cidade produz cerca de 500 quilos de joias por ano, de acordo com a Associação dos Joalheiros e Lapidários de Pedro II (Ajolp). Deste número, apenas 6% são exportados. “Nossos principais mercados estão na Europa. Com destaque para Alemanha, Bélgica e França”, afirmou Antônio Mário de Oliveira Lima, presidente da maior fabricante de joias da região, o Ateliê de Prata.
Para a presidente da Ajolp, Surlene Almeida, a exportação tem crescido, acompanhando o crescimento da região. “Prevemos um aumento na casa de 20% este ano, no sentido de alta nas exportações. Isso porque a Opala está caindo cada vez mais no gosto dos estrangeiros, e os modelos brasileiros também agradam”, afirmou.
Conforme avalia a diretora executiva da feira Bijoias, Vera Masi, a riqueza das opalas do Piauí é inestimável, pois possuem um grau de dureza ideal para a lapidação. “Um quilate bruto do produto chega a custar U$ 100, enquanto 100 kg de ametista custam U$ 10 mil”, afirmou a diretora, que atende lojistas há 25 anos.
Associação
Para organizar os ganhos com Opala na cidade, a cooperativa dos garimpeiros de Pedro II, presidida por José Cícero da Silva Oliveira, vem trabalhando para crescer de forma sustentável. “Hoje, somos 150 trabalhadores e podemos arrecadar por mês até R$ 60 mil, no máximo”, afirmou.
Depois da organização da cooperativa, Oliveira afirma que já houve na região um processo de formalização que antes não acontecia. “A exploração não é mais desordenada. Todos os trabalhadores da cooperativa trabalham em áreas regulares, com licenciamento, com equipamento de segurança. Sempre recebemos a visita de fiscais de vários ministérios”, afirmou. No regime de cooperativa, 10% de tudo o que se ganha em vendas é dividido entre os 150 associados.
Os números do Sebrae apontam ainda que na chamada Suíça piauiense, devido às temperaturas mais amenas tem cerca de 500 famílias, entre garimpeiros, lapidários, joalheiros e lojistas que vivem da opala.
A população que reside em Pedro II, segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 37.500 pessoas.
“O município recebeu autorização legal para extração da pedra em 2005, antes disso, era tudo feito de forma muito crua” afirmou Monteiro.
O presidente da cooperativa explica também que em função desse mau uso da mina nos últimos 30 anos muita pedra foi jogada fora.
“Sem estrutura, os mineradores descartavam partes das rochas pois não achavam importantes os pequenos pedaços da pedra. Hoje, trabalhamos com toda a parte descartada, que chamamos de rejeito.”

Opalas

Opalas

Com as suas diversas variedades, as opalas têm maravilhado os Homens desde a Antiguidade. Esta pedra, com exemplares de uma beleza ímpar, é tida como a gema nacional da Austrália.
A opala ocorre em diversas variedades, entre as quais distingue-se a opala nobre, a opala comum, a opala de fogo e a opala de madeira. Todas são usadas em joalharia.
Tal como o quartzo, a opala é uma substância composta por sílica (SiO2) e também por água (até 10%). É uma substância amorfa, não possui uma estrutura cristalina e deste modo não pode ser denominada de mineral, no sentido estrito do termo, mas sim de mineralóide. Apresenta-se em veios, glóbulos e em crostas de várias cores. Tem uma dureza ligiramente inferior à do quartzo.

As opalas são muitas vezes impregnadas com óleo para disfarçar a presença de microfracturas que se desenvolvem espontaneamente, muito provavelmente devido à perda de moléculas de água quando expostas ao ar. Também se usam resinas e silicone. Estes tratamentos não são permanentes.
A opala comum quando surge com cores bonitas é, geralmente, talhada em cabochão(1) para fazer parte de aneis e colares. As cores passam pelo verde, amarelo, rosa, vermelho e azul.
A variedade mais importante é a que exibe um “jogo de cores”: a dita OPALA NOBRE. Pode ser descrita como preta ou branca consoante a sua cor: a preta inclui o cinzento, o azul escuro e o verde; a branca inclui os tons claros. A variedade mais valiosa é a opala nobre “preta” devido ao facto de ser a que mostra da melhor maneira (com mais contraste), a multiplicidade de cores. Algumas variedades brancas e porosas são tratadas de modo a torná-las “negras”. Para isso são imersas em soluções saturadas de açucar e posteriormente tratadas com ácido sulfúrico concentrado para retirar a água. O efeito traduz-se na retenção dos átomos de carbono do açúcar nos interstícios da pedra.
O “JOGO DE CORES” ou iridescência(2) é causado pela difracção da luz incidente que é devida ao tipo de estrutura que as opalas apresentam.
Até 1964 esta estrutura não era conhecida e consequentemente a síntese de opalas não era possível. Foi graças ao micoscópio electrónico, que se descobriu que os apreciados efeitos ópticos eram produzidos pelo arranjo tri-dimensional de esférulas de sílica de igual tamanho (ultramicroscópicas) espaçadas regularmente, que funcionam como uma rede de difracção.

A difracção da luz provoca a sua decomposição em cores do espectro de luz visível. São essas cores que se podem observar quando a pedra é olhada de diversos ângulos e que a tornam tão desejada.
O tamanho das esférulas de sílica varia consoante os diversos tipos de opala. Desta forma, consoante o maior ou menor tamanho das esférulas de sílica também o “jogo de cores” produzido tem mais ou menos cores: as opalas constituídas por esférulas maiores permitem a passagem, através dos espaços entre elas, de todos os componentes da luz branca; as opalas constituídas por esférulas menores bloqueiam os comprimentos de onda maiores (responsáveis pelos vermelhos e laranjas). Assim as primeiras produzem uma irisação com muitas cores (do vermelho ao violeta do espectro de luz visível) e as segundas produzem uma irisação com menos cores.

Depois de conhecida a estrutura das opalas, foi possível iniciar experiências para a sua síntese. Em 1974, as primeiras opalas sintéticas foram comercializadas por Pierre Gilson.
A opala é depositada em cavidades e fissuras nas rochas, a partir da precipitação química de águas ricas em silício ou pode ter origem na acumulação de restos de esqueletos de organismos marinhos animais (radiolários e espículas de certas esponjas) e vegetais (diatomáceas). Também ocorre em fósseis substituíndo as estruturas originais (opala de madeira).
A opala de madeira, xilopala ou xilóide, forma-se quando no processo de fossilização há a substituição da celulose, principal constituinte da madeira, por opala. Na floresta Petrificada de Holbrook, no Arizona, EUA, encontram-se magníficos troncos de araucária petrificados com 65m de comprimento e 3m de largura. Este local é actualmente um Parque Nacional.
A opala de fogo, também muito apreciada, apresenta-se transparente com uma bonita cor castanho-mel avermelhado. Por vezes esta variedade exibe também iridescência, tornando-se mais valiosa. Esta variedade provém essencialmente do México.

A melhor maneira da opala exibir o efeito do “jogo de cores” é quando é talhada em cabochão. As opalas de fogo são muitas vezes facetadas e no caso de poderem exibir alguma iridescência são frequente talhadas com a “mesa” (a faceta maior da coroa), ligeiramente curva.
Opalescência é um termo que se refere ao efeito translúcido e leitoso que algumas opalas apresentam; no entanto este termo é, muitas vezes, erradamente utilizado para definir o efeito óptico da multiplicidade de cores observadas nas variedades de opala nobre.
O nome opala deriva de upala, que em sânscrito significa pedra ou pedra preciosa. Esta pedra é conhecida e apreciada desde a Antiguidade. Os Romanos consideravam-na a gema mais bela depois da Esmeralda. Contava-se que “(…) no sec. I a.c., o senador Nonnio preferiu partir para o exílio a ter de ceder uma opala preciosa a Marco António.” In colecção Minerais e Pedras Preciosas, 1993.
Foi associada ao poder e a várias capacidades medicinais, mas mais tarde adquiriu fama de trazer azar. Esta fama perdurou durante muito tempo e só nos finais do sec. XIX, com a descoberta das enormes jazidas na Austrália, é que começou outra vez a ser procurada como pedra de adorno. A rainha Victória, que gostava muito desta gema, contribuiu muito para a sua divulgação.
As jazidas mais antigas localizam-se na ex-Checoslováquia. Actualmente cerca de 96% da produção de opalas nobre provem da Austrália. Há também jazidas no México, no Brasil, nos EUA (Oregon, Nevada e Idaho) e na Ucrânia.

As bonitas opalas australianas foram descobertas em 1869 em Listowel Downs (em Western Queensland), mas é só em 1889 que a indústria das opalas se estabelece, quando Tullie Wollaston as comercializa com sucesso. Ocorrem numa vasta região denominada de “cintura de opala de Queensland”, com 800 Km, entre New South Wales e a fronteira Queensland / Kynuna; são zonas muito áridas aonde as condições de vida são difíceis.
Actualmente os exemplares de opala nobre preta provêm de Lightning Ridge, New South Wales, mas no passado entre as décadas de 30 e 60 magníficas opalas pretas provinham da mina Mighty Hayricks.
Situada entre Adelaide e Darwin, Cober Pedy é a mina de opala mais larga do mundo e foi descoberta em 1915 por um rapaz de 14 anos de idade durante uma expedição à procura de água. Cober Pedy é responsável por cerca de 80% da produção australiana.
(1) Cabochão é um estilo de talhe: a pedra apresenta um topo côncavo de forma, geralmente, arredondada e uma base mais ou menos plana.
(2) Iridescência – reflecção das cores do arco-íris.

Um terço da indústria do xisto americano pode ser paralisada se o barril do petróleo cair abaixo de US$40

Um terço da indústria do xisto americano pode ser paralisada se o barril do petróleo cair abaixo de US$40 




Segundo o bilionário texano Ross Perot Jr a indústria do xisto, que é a maior produtora de gás natural e de óleo dos Estados Unidos, pode sofrer se o barril de petróleo cair abaixo de US$40.

Ele acredita que entre 20 a 30% dos projetos sejam fechados a estes preços.

Somente o óleo produzido nos folhelhos (xistos) americanos, que é de 4 milhões de barris ao dia, pode abastecer o Brasil, com sobra. A produção do xisto é maior do que a produção do Iraque.

É esse petróleo que está ameaçando os tradicionais produtores árabes que, em contrapartida, estão fazendo o preço do barril cair, em uma queda de braço com os americanos.

Esta madrugada o Presidente Barack Obama falou especificamente sobre o óleo e gás do xisto, dizendo que é uma conquista americana que o governo dos Estados Unidos irá proteger.

Talvez os americanos tenham uma carta na manga para proteger os produtores locais...

Uma péssima escolha!

Uma péssima escolha!



A falta de visão do Governo Dilma em escolher os seus representantes e expoentes é simplesmente notória.

Pelo menos metade dos eleitores do Brasil sonham com nomes representativos, fortes, que possam representar o país e o partido que bem (ou mal) gerencia a Nação.

A outra metade já não espera mais nada...

Mas a nossa Presidenta continua, sistematicamente, demonstrando uma total falta de sintonia com os anseios do povo, com os seus eleitores e com o mercado.

Foi com essa abissal falta de sensibilidade que ela aprovou para o Banco do Brasil um nome popular entre as páginas de escândalos, Anthony Garotinho, que obviamente derrubou as ações do BB assim que a sua nomeação foi publicada. A Presidenta, obviamente nada aprendeu e indicou um total desconhecido para o Ministério da Pesca. Desta vez foi o despreparado Helder Barbalho, um jovem político cujo maior patrimônio é o nome Barbalho, mas que, apesar da pouca idade, carrega no currículo muitas ações penais e a prefeitura da importante Ananindeua (você conhece?).

A lista de nomes inócuos, de políticos meia-bocas parece não ter fim.

Chega a ser ridículo como podem ser listados tantos “valores” elevados na menos 1...

Quem sabe isso não seja uma das poucas “virtudes” do PT da era Dilma.

Bons tempos em que víamos nomes realmente representativos que, no mínimo, despertavam o respeito do povo e do mercado. Podíamos até sonhar com uma administração digna...

Parece que a Presidenta se esmera em encontrar políticos despreparados para gerenciar pastas e empresas importantes.

O caso do Ministério de Minas e Energia é gritante. Veja a seguir e clique em continuar...

Bendine

Bendine



Continuação de Bendine, uma péssima escolha! ...

O caso do Ministério de Minas e Energia é gritante.

Ela foi buscar uma figura que sabe muito da venda de carros, mas pouco ou nada sabe de mineração ou de energia, para liderar um dos mais importantes Ministérios: o ex-governador do Amazonas Eduardo Braga. Braga foi lançado aos lobos em um cenário de apagão e crise hídrica sem precedentes, substituindo um dos piores Ministros de Minas e Energia da história do Brasil (já foi tarde), cujos “feitos” ainda estão para ser desvendados pela Operação Lava a Jato e outras investigações policiais.

Pobre Ministro Braga. Está mais perdido que cego em tiroteio...

E, agora para completar, a cereja do bolo de Dilma: Bendine.

Bendine ou Aldemir Bendine é um diligente e bem sucedido engenheiro, ex-presidente do Banco do Brasil que carrega no seu currículo uma gestão considerada por muitos como excelente.

Ele também tem algumas histórias como o empréstimo à Val Marchiori de R$2,7 milhões, bastante controvertido, que quase o implodiu no BB.

Como outros expoentes do PT, Bendine também carrega uma dose de cinza no seu CV. Ele não conseguiu comprovar a procedência de fundos e teve que pagar uma multa substancial à Receita Federal.

Mas esse não é o ponto, afinal somos todos humanos...

O problema é que Bendine é cria de um banco. Ele só conhece uma petroleira através dos muitos empréstimos concedidos pelo BB à Petrobras, mas o conhecimento para por aí.

O dia em que ele tiver que decidir sobre o futuro do petróleo brasileiro e for confrontado com termos como traps, reservatórios, anomalias geofísicas, domos de sal, diapirismo, capex, fracking, probabilistic analisys, surgência, anomalia gravimétrica, sísmica, falhas lístricas, rocha fonte, migrações etc...ele, com certeza, vai engasgar. Afinal, Bendine não é da área...

Não será culpa dele, mas sim da total falta de sensibilidade de um governo que acredita na mais absoluta inverdade: que qualquer um pode gerenciar a maior empresa de petróleo da América do Sul.

Uma falácia que está nos custando centenas de bilhões de dólares e que está longe de ser estancada.

Para Bendine, o ficam os nossos conselhos:

1-Busca a assessoria dos melhores funcionários de carreira que ainda estejam disponíveis.

2-Traga um assessor do BB que você confie plenamente para ser o teu auditor chefe e plenipotenciário.

3-Feche os ouvidos (isso vai ser difícil) para o Planalto.

4-Pense no Brasil antes de decidir qualquer coisa...

Sucesso!

China: mais de um terço das minas de minério de ferro foram paralisadas

China: mais de um terço das minas de minério de ferro foram paralisadas em 2014



A guerra do minério de ferro deixou profundas marcas na mineração chinesa. Mais de 30% dos mineradores tiveram que paralisar os seus empreendimentos cujos custos eram superiores aos preços do minério de ferro.

O resultado é traduzido em dezenas de milhões de toneladas que foram deixadas de produzir em 2014.

Para 2015 a situação não é melhor. Espera-se que o país deixe de produzir em torno de 100 milhões de toneladas.


Chile reduz exportações de cobre em 2014

Chile reduz exportações de cobre em 2014



Segundo o Banco Central do Chile as exportações de cobre atingiram em 2014, US$38,7 bilhões, uma queda de 3,5% sobre o ano de 2013.

O Chile talvez tenha um desempenho pior em 2015. Os preços estão instáveis e as novas leis da água obrigarão as mineradoras a fazer grandes investimentos que poderão inviabilizar várias operações.

O aumento da produção não foi comum a todas as mineradoras. A gigantesca mina de Escondida, por exemplo, teve uma queda de produção de 2,4%.

A economia do Chile, que depende do cobre para crescer, consequentemente teve um desempenho modesto em 2014, crescendo 1,8%.

Menor número de sondas nos Estados Unidos faz petróleo subir

Menor número de sondas nos Estados Unidos faz petróleo subir




A queda dos preços do petróleo para níveis ao redor dos US$50 por barril está fazendo as empresas concentrarem em áreas com custos operacionais mais baixos.

Era o que os árabes planejaram, que os Estados Unidos desacelerassem a produção do óleo mais caro que estava sendo extraído, aos milhões de barris por dia, do xisto americano.

Parece que a estratégia da OPEP está dando certo.

O número de sondas em atividade nos Estados Unidos está sendo reduzido drasticamente. Desde o início do ano 342 sondas foram paralisadas nos projetos de extração americanos. Somente na última semana o número foi reduzido em 83, conforme informa a Baker Hughes Inc.

Esta forte redução na sondagem implica em uma consequente desaceleração na produção de petróleo americana: exatamente o que os árabes queriam.

A primeira consequência é o aumento do preço do barril de petróleo.

Já faz alguns dias que o barril voltou a subir, atingindo hoje US$52,87, após uma alta de 2,3%.

Até onde o preço continuará a subir?

Esta é a parte da história onde todos se dividem.

Possivelmente os preços deverão se manter nos níveis atuais, caso contrário os poços americanos voltarão a produzir e tudo voltará como anteriormente.


Desvalorização do Real faz mineradoras ter excelente dia na bolsa

Desvalorização do Real faz mineradoras ter excelente dia na bolsa



Ruim para alguns, bom para outros...

O Real está em queda livre e atinge o seu menor valor em 10 anos em frente ao dólar. Uma notícia desastrosa como essa é encarada pela mineradora Vale como uma excelente notícia, já que ela opera em dólar que está cada vez mais valorizado.

O mercado está acelerado pelo exercício das opções e a Bolsa sobe tracionada pela Vale 4%, Petrobras 1,87% e pelas ações das siderúrgicas CSN, Gerdau e Usiminas.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Pastor chinês encontra pepita de ouro de 7,85 quilos no solo

Pastor chinês encontra pepita de ouro de 7,85 quilos no solo

Valor da pepita pode alcançar US$ 255,3 mil (R$ 707 mil).
Pedra valiosa foi achada por Berek Sawut na semana passada.

DA Agência Efe
Um pastor da região autônoma noroeste chinesa de Xinjiang encontrou uma pepita de ouro de 7,85 quilos que "estava praticamente repousando sobre o solo".
Pastor chinês encontrou pepita de ouro de 7,85 quilos (Foto: Reprodução/Weibo)Pastor chinês encontrou pepita de ouro de 7,85 quilos (Foto: Reprodução/Weibo)
Segundo a agência oficial "Xinhua", o homem, de etnia cazaque e original do condado de Qinghe (norte de Xinjiang), Berek Sawut, fez o extraordinário achado na sexta-feira passada, sem saber ainda que o valor da pepita poderia alcançar os US$ 255,3 mil.
A pedra tem uma estranha forma de 23cm de comprimento, 18cm de largura e 8cm de grossura, e é muito incomum encontrá-la em plena superfície, já que normalmente ela é achada em zonas profundas nas minas.
Xinjiang, um vasto território que ocupa cerca de uma sexta parte da China, é uma região com abundantes recursos naturais, sendo os mais importantes o ouro, o carvão, o petróleo, o gás natural e as energias eólica e solar.

Fazendeiro tropeça e encontra pepita de ouro gigante avaliada em quase R$ 700 mil

Fazendeiro tropeça e encontra pepita de ouro gigante avaliada em quase R$ 700 mil em sua propriedade

  Um fazendeiro sortudo encontrou uma pepita de ouro gigante em sua fazenda. O metal é avaliado em R$ 688 mil.
Morador de uma região remota na China, o homem encontrou o nódulo de 17 quilos ao tropeçar na pedra que estava encravada no chão.
O item mede cerca de 23 centímetros de comprimento e 18 centímetros de largura.
A descoberta foi feita na região do extremo oeste de Xinjiang, Berek Sawut. O homem alegou que achou a pepita “praticamente deitado no chão”.
A China é o maior produtor mundial de ouro.
Fazendeiro tropeça e encontra pepita de ouro gigante em sua propriedade
Um fazendeiro sortudo encontrou uma pepita de ouro gigante em sua fazenda. O metal é avaliado em R$ 688 mil.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Aquecimento ou resfriamento? Afinal o que está ocorrendo com a nossa Terra?

Aquecimento ou resfriamento? Afinal o que está ocorrendo com a nossa Terra?

As histórias que invadiram a mídia mundial sobre o aquecimento global se tornaram dogmas de fé e são repetidas incontáveis vezes por pessoas que pouco ou nenhum conhecimento tem sobre o assunto.
O aquecimento global virou fashion e um assunto discutido em bares e salas de aula. Muito dinheiro foi gerado e distribuído, um prêmio Oscar foi dado para um desconhecido vice-presidente, que alavancou o assunto ao máximo.
Foi semeado o ódio às indústrias e ao desenvolvimento. Hollywood lucrou como nunca.
Falar que o Homem não é o principal agente ou que a sua contribuição para o aquecimento global é pequena é considerado um pecado mortal.
Poucos têm coragem para expor as suas idéias com medo do patrulhamento e das perseguições.
Somente em 2010 um grupo de 18 cientistas brasileiros encabeçados pelo Geólogo Kenitiro Suguiu enviou uma carta aberta à Presidenta Dilma onde explicam que a influência do Homem no processo de aquecimento global é, na realidade" um desserviço à ciência". Na carta é focada, com propriedade, a evolução do clima nas últimas dezenas de milhares de anos.
Como geólogos sabemos o clima vem mudando, ciclicamente, alternando períodos de aquecimento global com períodos de resfriamento global.
Em todos esses ciclos não houve nenhuma influência humana.
Afinal, a 100.000 anos atrás estávamos longe da revolução industrial que causa as emissões de gases. No gráfico abaixo fica evidente que a Terra vem passando por ciclos de aquecimento e resfriamento por pelo menos, 500.000 anos, conforme estudos feitos por cientistas em amostras de gelo da Antártida.
Esses ciclos são causados por macro variações na órbita terrestre e chamados de Ciclos de Milankovitch, o cientista Yugoslavo que os definiu.
aquecimento e resfriamento
Ciclos de aquecimento e resfriamento se repetem por, pelo menos, há 500.000 anos
 
O clima e a Geologia
Os estudos geológicos mostra que essas variações de temperatura em grande escala são inegáveis e continuam existindo ainda hoje, independente da influência do ser humano.
Estudos mais recentes sobre as mudanças de temperatura mostram que a Terra está esfriando desde 1997. Alguns cientistas acreditam que podemos estar entrando em um período de resfriamento global e que talvez estejamos no início de mais uma era do gelo.
Observa-se que entre 1940 e 1977 houve um decréscimo na temperatura que voltou a subir até 1996.
Até as medidas recentes feitas pela NASA mostram que a estratosfera já começou a esfriar desde 1985, o que bate com a hipótese de estarmos em um período de resfriamento ou de arrefecimento.
T estratosfera
O gráfico acima mostra que desde 1984 a temperatura da estratosfera caiu 0,6 graus C abaixo da média histórica
Recentemente o Meteorological Office Inglês lançou um documento dizendo, em todas as letras, que o aquecimento global havia parado em 1997.
O que os Inglêses afirmam é, hoje, seguido por um grande número de cientistas. Muitos já haviam observado que o aquecimento havia parado nos últimos 30 anos o que bate de frente com aqueles que querem culpar o Homem e suas emissões de gases como o grande culpado, afinal, queimamos muito mais combustíveis fósseis exatamente nestas décadas que o aquecimento parou.
No gráfico abaixo, feito pelo Meteorological Office e compilado por mais de 3.000 estações, observa-se que desde 1997 a temperatura da Terra não está aumentando.
T
Gráfico mostrando as variações de temperatura coletadas por mais de 3000 sensores expalhados no globo por 15 anos. A temperatura global está estável.
Como explicar esse decréscimo na temperatura se esses últimos anos foi o período que a humanidade lançou mais gases e CO2 na atmosfera?
 
Afinal somos, mesmo, os responsáveis pelo Aquecimento Global?
Como explicar esse fenômeno se nesses anos foi o período que a humanidade lançou mais gases e CO2 na atmosfera?
Tudo leva a crer que os arautos do fim do mundo estão supervalorizando a influência do homem no clima.
Por mais antagônicos que possamos ser e por mais que condenemos a poluição indubitavel causada pelo Homem temos que estudar o assunto com isenção.
A explicação mais provável é a que relaciona um período de baixa atividade solar com o nosso clima. Existe uma excelente correlação entre os eventos solares e o clima e isso não pode ser desconsiderado.
Em maio de 2012 houve a International Climate Change Conference onde foi tratado o assunto do "aquecimento global. Lá foi feita a conferência Are Forecasts of a 20-Year Cooling Trend Credible? .
O autor, Don Easterbrook, mostra que as previsões feitas em 2000 sobre o clima de 2010 estavam erradas por mais de 1 grau e que o erro estava aumentando. Ou seja Easterbrook provou que as previsãoe para 100 anos ou mais feitas em 2000 estavam absolutamente erradas e que, ao contrário do que se espera, vai haver um período de resfriamento global que pode se extender por mais de 30 anos.
Os seus estudos, dos últimos 500 anos, mostram que existem ciclos menores onde se alternam períodos de aquecimento, e de resfriamento. Tudo sem relação nenhuma com as atividades do Homem é óbvio.
Um destes períodos ocorreu recentemente na Idade Média e foi chamado de "pequena idade do gelo"  que ocorreu na idade média e muito pouco se sabe sobre as suas causas...(veja abaixo).
Os trabalhos e pesquisas recentes mudaram o campo de batalha onde se digladiam os que acreditam que o Homem tem grande responsabilidade no aquecimento global e o grupo, que não para de crescer, que acredita que o resfriamento global pode estar acabando e que a influência humana não é determinante nem para aumentar ou reduzir a temperatura global.
E você? No que acredita?
Estamos realmente aquecendo o planeta de forma irremediável com as nossas emissões de gases de efeito estufa?
Acredito que o foco esteja um pouco errado. Não adianta bater no aquecimento global pois esse vai ocorrer com ou sem a nossa presença.
No entanto temos que culpar e punir as empresas, as pessoas, entidades, países e principalmente os políticos que permitem que o ser humano polua o planeta, aos poucos transformando a Terra em uma lixeira.
A poluição do ar, das águas e da terra é um crime contra a humanidade e como tal deve ser tratado.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Jóias de norte verdadeiro: Descobrindo a fonte do mundo próxima Ruby


Jóias de norte verdadeiro: Descobrindo a fonte do mundo próxima Ruby

Focado em seu projeto de Fiskenaesset rubi na costa sudoeste da Gronelândia, True North Gems (TSX.V: TGX) está encontrando algumas das jóias mais preciosas do mundo. Norte verdadeiro é que a única capital aberto empresa na América do Norte e um dos somente um punhado do mundo de negociação de gemas de cor. Se há poucas empresas rubi do mundo, é em grande parte porque existem poucos rubis. Rubis são disse a ser 300 vezes mais raros do que diamantes.

Mais do que apenas raridade, norte verdadeiro beneficia vários pontos fortes exclusivos para o comércio de rubi. Ele é fonte de rubis poderia ser comprovadamente originado longe do pântano político que é a Birmânia. Ele usa métodos inovadores de exploração e extração. E o norte verdadeiro vê potenciais altas margens de lucro decorrentes de baixos custos de capital e um alto quilate por tonelada de rendimento.

Vindo da Groenlândia, na Dinamarca, um país com um registro excelente direitos humanos, norte verdadeiro acredita que pode garantir um fornecimento previsível e uma fonte ética de rubis. Este fornecimento previsível, seguro e livre da fonte de conflito têm o potencial de ter um grande impacto sobre o comércio internacional de rubi.

O comércio de diamantes, o processo de Kimberly é um acordo mundial que atesta a origem de diamantes brutos e reduziu drasticamente o comércio de diamantes de conflito ou de 'sangue'. Comércio está agora concentrado em torno de diamantes certificados. Diamondexchange.ca define os diamantes de sangue como "diamantes em bruto utilizado por movimentos rebeldes ou seus aliados para financiar o conflito armado que visam minar governos legítimos." Até então, de acordo com Greg Fekete, presidente de gemas de norte verdadeiro, existem poucos se qualquer confiança, rubis de origem comprovadamente disponível em qualquer lugar.

Fekete, explica, "agora no comércio global de rubi a maioria das transações é feita por intermediários que compram de contrabandistas ou diretamente de mãe pequena e pop mineira que virar o material para compradores e atacadistas que, em seguida, lançá-lo aos varejistas." Com tantas partes envolvidas na cadeia de abastecimento, torna-se quase impossível provar se um rubi é um conflito gratuito.

Norte verdadeiro pode fornecer uma segura certificação da origem de seus rubis, porque é o produtor, diz Fekete. "Dessa forma, nós pode certificar onde chegou de. Nós pode certificar sem conflitos rubis."

Outro benefício para o norte verdadeiro é que ele espera produzir rubis mais barato. A título de comparação, quando em produção, margens de lucro das gemas norte verdadeiro poderia ser maiores do que de empresas mais canadenses do diamante por duas razões. Em primeiro lugar, à data, rendimento médio do Norte verdadeiro em seu projeto ruby é superior a 2000 quilates/tonelada.

"Os caras do diamante estão tentando obter algo parecido com 1-1,5 quilates/tonelada, "diz Fekete. "Então, eles têm que classificar um heck de muito mais rock do que podemos fazer para sair o seu produto. Custa muito dinheiro para mover a rocha e a esmagá-la e limpá-lo. Não temos que ter o mesmo volume, e consequentemente temos uma extração dramaticamente mais baixa custa, levando a maior lucro por tonelada."

Outra vantagem para o norte verdadeiro é que ele não terá que construir estradas de gelo ou usar apoio aéreo extensivo para o transporte de equipamentos, como garimpeiros de diamante canadense. Norte verdadeiro podemos enviar equipamento de barco de sua propriedade na costa sudoeste da Gronelândia, que é livre de gelo durante praticamente todo o ano.

Como qualquer pioneiro, o norte verdadeiro é pela necessidade um inovador. Porque mineração de rubis na Groenlândia é uma empresa relativamente nova e requer uma abordagem diferente do que o Sudeste Asiático, ou outras localidades de pedras preciosas coloridas, norte verdadeiro teve de enfrentar desafios com criatividade. A empresa emprestou várias técnicas de extração de exploração de diamantes, hard rock e mineração aluvial e está usando a classificação óptica para processamento - uma tecnologia nova para gemas coloridas e diamantes iguais.

Fekete diz, "Não cria dores de cabeça, apenas problemas que precisam ser resolvidos." A necessidade de resolver problemas, que o norte verdadeiro tem realizado, até agora, é compensada pelas vantagens estratégicas significativas de ter um produto que praticamente ninguém mais tem.

Do lado financeiro, norte verdadeiro vai oferecer um produto único e sem precedentes. A singularidade torna valioso; a aresta de corte raças invenção. Para criar um contexto para avaliar o valor de seu projeto de rubi da Groenlândia, o norte verdadeiro encomendou um estudo do mercado rubi MVI, Marketing Ltd. O estudo mostrou que o mercado grossista de rubi é avaliado em aproximadamente US $2,1 bilhões.

Também da nota, produção de rubi é estável ou em declínio ligeiro e rubi demanda está se expandindo devido à crescente demanda de jóias crescente das economias na Ásia Central e Europa Oriental. De todo o mercado, incluindo rubis, safiras e esmeraldas, Fekete diz, "o comércio de pedras preciosas coloridas todo é provavelmente mais US$ 5 bilhões."

Tendo criado um contexto para investidores e financiadores entender o valor de seu projeto, norte verdadeiro vai ser queima de comunicados de imprensa sobre o seu progresso neste inverno como ele processa amostras em massa e núcleos de broca de sua época de exploração do verão. Simultaneamente vai cortar e valorizar suas jóias e comunicar os resultados aos investidores.

Verdadeiras jóias do Norte está agora pronta para passar para a produção de seu projeto de Fiskenaesset. Os planos incluem a completar o estudo de pré-viabilidade pelo próximo inverno. Se tudo correr bem, um estudo de viabilidade seguirá no Verão de 2009, será arquivado com as autoridades reguladoras e verdadeiro norte abrirá uma mina logo em 2011.

Este artigo destina-se apenas para fins informativos e não é uma recomendação de comprar ou vender as ações de qualquer empresa mencionado aqui. É baseado em fontes consideradas confiáveis, mas nenhuma garantia quanto à precisão é expressa ou implícita. As opiniões expressadas no artigo são do autor exceto onde declarações são atribuídas a indivíduos que não o autor, caso em que as opiniões são aqueles do indivíduo a quem são atribuídos.

Focado em seu projeto de Fiskenaesset rubi na costa sudoeste da Gronelândia, True North Gems (TSX.V: TGX) está encontrando algumas das jóias mais preciosas do mundo. Norte verdadeiro é que a única capital aberto empresa na América do Norte e um dos somente um punhado do mundo de negociação de gemas de cor. Se há poucas empresas rubi do mundo, é em grande parte porque existem poucos rubis. Rubis são disse a ser 300 vezes mais raros do que diamantes.

Mais do que apenas raridade, norte verdadeiro beneficia vários pontos fortes exclusivos para o comércio de rubi. Ele é fonte de rubis poderia ser comprovadamente originado longe do pântano político que é a Birmânia. Ele usa métodos inovadores de exploração e extração. E o norte verdadeiro vê potenciais altas margens de lucro decorrentes de baixos custos de capital e um alto quilate por tonelada de rendimento.

Vindo da Groenlândia, na Dinamarca, um país com um registro excelente direitos humanos, norte verdadeiro acredita que pode garantir um fornecimento previsível e uma fonte ética de rubis. Este fornecimento previsível, seguro e livre da fonte de conflito têm o potencial de ter um grande impacto sobre o comércio internacional de rubi.

O comércio de diamantes, o processo de Kimberly é um acordo mundial que atesta a origem de diamantes brutos e reduziu drasticamente o comércio de diamantes de conflito ou de 'sangue'. Comércio está agora concentrado em torno de diamantes certificados. Diamondexchange.ca define os diamantes de sangue como "diamantes em bruto utilizado por movimentos rebeldes ou seus aliados para financiar o conflito armado que visam minar governos legítimos." Até então, de acordo com Greg Fekete, presidente de gemas de norte verdadeiro, existem poucos se qualquer confiança, rubis de origem comprovadamente disponível em qualquer lugar.

Fekete, explica, "agora no comércio global de rubi a maioria das transações é feita por intermediários que compram de contrabandistas ou diretamente de mãe pequena e pop mineira que virar o material para compradores e atacadistas que, em seguida, lançá-lo aos varejistas." Com tantas partes envolvidas na cadeia de abastecimento, torna-se quase impossível provar se um rubi é um conflito gratuito.

Norte verdadeiro pode fornecer uma segura certificação da origem de seus rubis, porque é o produtor, diz Fekete. "Dessa forma, nós pode certificar onde chegou de. Nós pode certificar sem conflitos rubis."

Outro benefício para o norte verdadeiro é que ele espera produzir rubis mais barato. A título de comparação, quando em produção, margens de lucro das gemas norte verdadeiro poderia ser maiores do que de empresas mais canadenses do diamante por duas razões. Em primeiro lugar, à data, rendimento médio do Norte verdadeiro em seu projeto ruby é superior a 2000 quilates/tonelada.

"Os caras do diamante estão tentando obter algo parecido com 1-1,5 quilates/tonelada, "diz Fekete. "Então, eles têm que classificar um heck de muito mais rock do que podemos fazer para sair o seu produto. Custa muito dinheiro para mover a rocha e a esmagá-la e limpá-lo. Não temos que ter o mesmo volume, e consequentemente temos uma extração dramaticamente mais baixa custa, levando a maior lucro por tonelada."

Outra vantagem para o norte verdadeiro é que ele não terá que construir estradas de gelo ou usar apoio aéreo extensivo para o transporte de equipamentos, como garimpeiros de diamante canadense. Norte verdadeiro podemos enviar equipamento de barco de sua propriedade na costa sudoeste da Gronelândia, que é livre de gelo durante praticamente todo o ano.

Como qualquer pioneiro, o norte verdadeiro é pela necessidade um inovador. Porque mineração de rubis na Groenlândia é uma empresa relativamente nova e requer uma abordagem diferente do que o Sudeste Asiático, ou outras localidades de pedras preciosas coloridas, norte verdadeiro teve de enfrentar desafios com criatividade. A empresa emprestou várias técnicas de extração de exploração de diamantes, hard rock e mineração aluvial e está usando a classificação óptica para processamento - uma tecnologia nova para gemas coloridas e diamantes iguais.

Fekete diz, "Não cria dores de cabeça, apenas problemas que precisam ser resolvidos." A necessidade de resolver problemas, que o norte verdadeiro tem realizado, até agora, é compensada pelas vantagens estratégicas significativas de ter um produto que praticamente ninguém mais tem.

Do lado financeiro, norte verdadeiro vai oferecer um produto único e sem precedentes. A singularidade torna valioso; a aresta de corte raças invenção. Para criar um contexto para avaliar o valor de seu projeto de rubi da Groenlândia, o norte verdadeiro encomendou um estudo do mercado rubi MVI, Marketing Ltd. O estudo mostrou que o mercado grossista de rubi é avaliado em aproximadamente US $2,1 bilhões.

Também da nota, produção de rubi é estável ou em declínio ligeiro e rubi demanda está se expandindo devido à crescente demanda de jóias crescente das economias na Ásia Central e Europa Oriental. De todo o mercado, incluindo rubis, safiras e esmeraldas, Fekete diz, "o comércio de pedras preciosas coloridas todo é provavelmente mais US$ 5 bilhões."

Tendo criado um contexto para investidores e financiadores entender o valor de seu projeto, norte verdadeiro vai ser queima de comunicados de imprensa sobre o seu progresso neste inverno como ele processa amostras em massa e núcleos de broca de sua época de exploração do verão. Simultaneamente vai cortar e valorizar suas jóias e comunicar os resultados aos investidores.

Verdadeiras jóias do Norte está agora pronta para passar para a produção de seu projeto de Fiskenaesset. Os planos incluem a completar o estudo de pré-viabilidade pelo próximo inverno. Se tudo correr bem, um estudo de viabilidade seguirá no Verão de 2009, será arquivado com as autoridades reguladoras e verdadeiro norte abrirá uma mina logo em 2011.

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