segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Kimberlitos e aluviões em Minas Gerais

Kimberlitos e aluviões em Minas Gerais

Gestão do projeto de investigação de kimberlitos e aluviões com contribuição kimberlítica em Minas Gerais

Minas Gerais tem sido historicamente o maior produtor de diamantes do País, mesmo quando o Brasil era o maior produtor mundial, ao final do século XVIII , posição esta que manteve apenas até o final do século XIX, quando o diamante da África do Sul entrou no cenário mundial.Todas aquelas gemas coletadas no Brazil naquela época, assim como todas as atuais, são encontradas sempre em depósitos secundários, sendo retiradas de aluviões. Não ocorreu, até a presente data em nosso País, nenhuma mina onde o diamante é explotado diretamente de sua rocha-fonte, como ocorre na África do Sul, Rússia, Canadá etc, apesar de prospecções recentes terem identificado centenas de kimberlitos no País. Diamantes e seus minerais indicadores, quando presentes em depósitos aluvionares – como ocorre no Brasil –, representam os produtos altamente resistentes ao intemperismo originários de kimberlitos, sendo os remanescentes da destruição intempérica dos corpos ígneos que encerravam originalmente os diamantes. No regime fluvial, o diamante é hidraulicamente incompatível com os materiais mais leves transportados como. quartzo, micas, sendo segregados, associando-se a cascalhos. 

OBJETIVOS Esse projeto resulta da da evolução dos conhecimentos adquiridos dos projetos CRA210/04FAPEMIG (“Prospecção de Kimberlitos no oeste e parte central de Minas Gerais”) e do CRA51/02FAPEMIG denominado “Critérios de Campo para o Reconhecimento de Condutos Vulcânicos Cretáceos no Oeste Mineiro”). Possui a mesma coordenação e equipe anteriores, sendo agora muito mais específico e aprofundado, incluindo a investigação de aluviões e mantendo a formação de recursos humanos.

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