Em 09 de outubro de 2003, por meio da Lei nº 10.743, o Brasil aderiu ao Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (SCPK), que é um mecanismo internacional cujo objetivo é evitar que diamantes ilegais possam financiar conflitos armados e desacreditar o mercado legítimo de diamantes brutos.
terça-feira, 26 de setembro de 2017
DIAMANTES DE BRAÚNA- BAHIA
O Brasil, cuja produção tradicionalmente derivou de fontes secundárias, iniciou, em 2016, a produção de diamantes a partir de rocha primária no projeto Braúna, da Lipari Mineração, em Nordestina, na Bahia. Espera-se que esse empreendimento seja um marco para impulsionar novas descobertas e novos projetos no país, com um cenário de crescimento da produção de diamantes se tornando realista.
Em 09 de outubro de 2003, por meio da Lei nº 10.743, o Brasil aderiu ao Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (SCPK), que é um mecanismo internacional cujo objetivo é evitar que diamantes ilegais possam financiar conflitos armados e desacreditar o mercado legítimo de diamantes brutos.
Em 09 de outubro de 2003, por meio da Lei nº 10.743, o Brasil aderiu ao Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (SCPK), que é um mecanismo internacional cujo objetivo é evitar que diamantes ilegais possam financiar conflitos armados e desacreditar o mercado legítimo de diamantes brutos.
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