Todas essas moléculas se locomovem rapidamente, colidindo entre elas e com os elementos do solo. A quantidade de força que essas moléculas causam em determinada área é o que define a pressão do ar. No geral, quanto mais moléculas, maior a pressão.
As mudanças na pressão fazem com que o ar flua rapidamente das regiões com maior pressão para aquelas com pressão mais baixa. Essa diferença de pressão atmosférica de uma região para outra, conhecida como Força de Gradiente de Pressão, é a responsável por gerar os ventos que sentimos diariamente.
Contudo, esse tipo de vento é provocado pela mudança de menos de 1% da pressão atmosférica total. As ventanias de tempestades e tornados são formadas por diferenças muito maiores. Um tornado F4 registrado em 2003, perto de Manchester, na Dakota do Sul, foi provocado por uma queda de 10% da pressão atmosférica dentro do raio do tornado.
Fonte: Terra
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