segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Granada não é o nome de uma pedra preciosa

Granada
Granada não é o nome de uma pedra preciosa, mas de um grupo delas. Geralmente aparecem na natureza na forma de belos cristais granulares (daí seu nome), nas cores vermelha, amarela, marrom, preta e, mais raramente, verde ou incolor.  São transparentes a semitransparentes.
As granadas mais comuns chamam-se almandina, piropo, spessartina, grossulária, uvarovita e andradita (esta assim chamada em homenagem a José Bonifácio de Andrade e Silva, que foi, além de estadista, importante mineralogista). Para uso como gema, as mais importantes são o piropo, almandina e o demantóide. Para outros fins, a mais importante é a almandina.
Quando não servem para uso em jóias, as granadas são empregadas como abrasivos ( em lixas, principalmente) e em relógios (como “rubis”).
Os principais produtores são a República Checa, África do Sul (piropo), Rússia, Austrália, Sri Lanka, Áustria, Hungria, Alemanha, Índia, Madagascar e EUA. No Brasil, ocorrem em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Paraíba, Ceará, Rondônia e Rio Grande do Norte.
A almandina e o piropo valem US$ 0,50 a US$ 35 por quilate para gemas de 0,5 a 30 quilates. A rodolita tem faixa de preço semelhante: US$ 0,50 a US$ 25.


 Foto Granada Bruta
Foto Granada Bruta

 Foto Granada Lapidada
Foto Granada Lapidada
Fonte: CPRM

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