Junior companies: o que é isso?
Poucos sabem que as junior companies são empresas de pesquisa mineral que
mais acham jazidas minerais no mundo inteiro, adicionando trilhões de dólares à
economia dos países onde trabalham.
Essas empresas empregam e contratam a grande maioria dos profissionais
ligados à pesquisa mineral e subcontratam a maioria das empresas prestadoras de
serviços como sondagens e laboratórios de análises químicas. Foram as junior
companies que fizeram as descobertas minerais mais relevantes da década no
Brasil. Minas de ouro, ferro, cobre e outros metais e materiais que estarão
entrando em produção nos próximos anos.
E tudo com capital próprio sem ter que recorrer ao dinheiro dos
contribuintes.
Infelizmente o papel das junior companies é desconhecido por muitos e as
funestas consequências decorrentes dessa ignorância atinge, no Brasil, os mais
altos escalões do Governo.
Um exemplo assustador de que as Junior companies não tem a mínima importância
para muitos burocratas do alto escalão do Governo ocorreu há poucos dias em uma
reunião no Palácio do Planalto onde participavam a Ministra-Chefe da Casa Civil
Gleisi Hoffmann, o Secretário do MME, Carlos Nogueira e Roberto Ventura Santos,
entre outros. Em um dado momento alguém perguntou quanto as junior companies
gastam por ano em pesquisa mineral. A resposta foi: quinhentos milhões de
dólares por ano. Foi quando o Roberto Ventura, de bate-pronto responde
“dá esse dinheiro para a CPRM” e esquece as juniors.
Não foi um “zé-ninguém” que desprezou, com essa frase irresponsável, o trabalho
de milhares de profissionais que hoje tem o seu emprego ameaçado. Para podermos
entender a relevância desta frase, que pode condenar o setor de pesquisa mineral
do Brasil ao desaparecimento e aposentar centenas de empresas pequenas de
mineração e seus funcionários é importante dizer que o Sr. Roberto Ventura é
Diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, mestre em Geologia Econômica e
Prospecção e doutor em Geofísica.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Minério de ferro: quanto o Brasil perde ao exportar um produto sem valor agregado?
Minério de ferro: quanto o Brasil perde ao exportar um produto sem valor
agregado?
Seriedade e segurança, a fórmula para atrair bilhões de dólares dos investidores
Seriedade e segurança, a fórmula para atrair bilhões de dólares dos investidores
Todos sabem que sem um conjunto de fatores como seriedade, obediência às leis, segurança, estabilidade política, infraestrutura e logística nenhum país no mundo conseguirá atrair os grandes investidores da mineração.
São exatamente esses pontos, frequentemente esquecidos, pelos nossos políticos em altos cargos que estão afugentando muitos mineradores do Brasil.
O assunto foi endereçado, muito bem, por um dos maiores investidores do setor, Robert Friedland. O bilionário diz que a África do Sul é um dos melhores países do mundo para receber investimentos na área da mineração. Melhor que a Austrália e Canadá. Segundo Friedland desenvolver projetos na África do Sul é fácil, ao contrário de países como a Mongólia onde Friedland e a Rio Tinto estão praticamente perdendo as concessões de Oyu Tolgoi, um dos giga-depósitos de ouro e cobre ainda não desenvolvido.
Friedland nunca mencionou o Brasil e prefere investir no Congo...onde tem um depósito de alto teor de cobre chamado Kamoa.
Assim como Friedland a maioria dos grandes investidores procuram outras praias que não as nossas. Quando nós brasileiros conseguiremos reverter e apagar esse estigma de país pouco sério, que não respeita os direitos adquiridos e os contratos já existentes?
Temos que rever os nossos conceitos e, através do voto, nunca mais eleger esses políticos que tanto fazem contra o nosso país.
Todos sabem que sem um conjunto de fatores como seriedade, obediência às leis, segurança, estabilidade política, infraestrutura e logística nenhum país no mundo conseguirá atrair os grandes investidores da mineração.
São exatamente esses pontos, frequentemente esquecidos, pelos nossos políticos em altos cargos que estão afugentando muitos mineradores do Brasil.
O assunto foi endereçado, muito bem, por um dos maiores investidores do setor, Robert Friedland. O bilionário diz que a África do Sul é um dos melhores países do mundo para receber investimentos na área da mineração. Melhor que a Austrália e Canadá. Segundo Friedland desenvolver projetos na África do Sul é fácil, ao contrário de países como a Mongólia onde Friedland e a Rio Tinto estão praticamente perdendo as concessões de Oyu Tolgoi, um dos giga-depósitos de ouro e cobre ainda não desenvolvido.
Friedland nunca mencionou o Brasil e prefere investir no Congo...onde tem um depósito de alto teor de cobre chamado Kamoa.
Assim como Friedland a maioria dos grandes investidores procuram outras praias que não as nossas. Quando nós brasileiros conseguiremos reverter e apagar esse estigma de país pouco sério, que não respeita os direitos adquiridos e os contratos já existentes?
Temos que rever os nossos conceitos e, através do voto, nunca mais eleger esses políticos que tanto fazem contra o nosso país.
Oyu Tolgoi, uma nova estratégia
Oyu Tolgoi, uma nova estratégia
Após vários problemas entre a Rio Tinto e o Governo da Mongólia a Rio tenta uma nova rota para apaziguar os ânimos e colocar uma das maiores minas de cobre e ouro em produção máxima. A novidade se chama Craig Kinnell, o executivo que estará substituindo Cameron McRae como o CEO de Oyu Tolgoi. Kinnell terá um grande desafio de ajustar os vários pontos de atrito criados pelo seu antecessor com os representantes da Mongólia. No momento a Rio está colocando pressão na Mongólia ao congelar seus investimentos de 5 bilhões de dólares e ameaçando cortar 1.700 empregos. Caso isso venha ocorrer os prejuízos do pequeno país serão imensos.
Após vários problemas entre a Rio Tinto e o Governo da Mongólia a Rio tenta uma nova rota para apaziguar os ânimos e colocar uma das maiores minas de cobre e ouro em produção máxima. A novidade se chama Craig Kinnell, o executivo que estará substituindo Cameron McRae como o CEO de Oyu Tolgoi. Kinnell terá um grande desafio de ajustar os vários pontos de atrito criados pelo seu antecessor com os representantes da Mongólia. No momento a Rio está colocando pressão na Mongólia ao congelar seus investimentos de 5 bilhões de dólares e ameaçando cortar 1.700 empregos. Caso isso venha ocorrer os prejuízos do pequeno país serão imensos.
Uraninite
Uraninite
| Uraninite | |
|---|---|
Pitchblende from Niederschlema-Alberoda deposit, Germany
|
|
| General | |
| Category | Oxide minerals |
| Formula (repeating unit) |
Uranium dioxide or uranium(IV) oxide (UO2) |
| Strunz classification | 04.DL.05 |
| Crystal symmetry | Isometric, hexoctahedral H-M symbol: (4/m32/m) Space group: F m3m |
| Unit cell | a = 5.4682 Å; Z = 4 |
| Identification | |
| Color | Steel-black to velvet-black, brownish black, pale gray to pale green; in transmitted light, pale green, pale yellow to deep brown |
| Crystal habit | Massive, botryoidal, granular. Octahedral crystals uncommon. |
| Crystal system | Isometric |
| Cleavage | Indistinct |
| Fracture | Conchoidal to uneven |
| Mohs scale hardness | 5–6 |
| Luster | Submetallic, greasy, dull |
| Streak | Brownish black, gray, olive-green |
| Diaphaneity | Opaque; transparent in thin fragments |
| Specific gravity | 10.63–10.95; decreases on oxidation |
| Optical properties | Isotropic |
| Other characteristics | Radioactive: greater than 70 Bq/g |
| References | [1][2][3][4] |
| Major varieties | |
| Pitchblende | Massive |
All uraninite minerals contain a small amount of radium as a radioactive decay product of uranium. Uraninite also always contains small amounts of the lead isotopes 206Pb and 207Pb, the end products of the decay series of the uranium isotopes 238U and 235U respectively. Small amounts of helium are also present in uraninite as a result of alpha decay. Helium was first found on Earth in uraninite after having been discovered spectroscopically in the Sun's atmosphere. The extremely rare element technetium can be found in uraninite in very small quantities (about 0.2 ng/kg), produced by the spontaneous fission of uranium-238.
Occurrence
Uraninite crystals from Topsham, Maine (size: 2.7×2.4×1.4 cm)
Uranium ore is generally processed close to the mine into yellowcake, which is an intermediate step in the processing of uranium.
See also
References
- ^ Klein, Cornelis and Cornelius S. Hurlbut, Jr., Manual of Mineralogy, Wiley, 1985, 20th ed. pp. 307–308 ISBN 0-471-80580-7
- ^ Anthony, John W.; Bideaux, Richard A.; Bladh, Kenneth W. and Nichols, Monte C. (ed.). "Uraninite" (PDF). Handbook of Mineralogy. III (Halides, Hydroxides, Oxides). Chantilly, VA, US: Mineralogical Society of America. ISBN 0-9622097-2-4. Retrieved December 5, 2011.
- ^ Uraninite. Mindat.org
- ^ Uraninite. Webmineral.com
- ^ Veselovsky, F., Ondrus, P., Gabsová, A., Hlousek, J., Vlasimsky, P., Chernyshew, I.V. (2003). "Who was who in Jáchymov mineralogy II". Journal of the Czech Geological Society (3–4 ed.) 48: 93–205.
- ^ Schüttmann, W. (1998). "Das Erzgebirge und sein Uran". RADIZ-Information 16: 13–34.
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