domingo, 9 de março de 2014

Americana encontra diamante de três quilates em parque estadual no Arkansas

Americana encontra diamante de três quilates em parque estadual no Arkansas

Pedra amarela foi encontra em área de parque onde visitantes podem procurar diamantes.

Autoridades do estado americano do Arkansas informaram que uma mulher de Pittsburgh, Pensilvânia, encontrou um diamante de mais de três quilates durante uma visita a um parque estadual.

De acordo com informações do Departamento de Parques e Turismo do Arkansas, Patti Kubli achou a pedra preciosa durante uma visita ao Parque Estadual Crater of Diamonds (Cratera de Diamantes, em tradução livre), na semana passada.


Foto: Departamento de Parques e Turismo do Arkansas
O diamante achado no Parque Estadual Crater of Diamonds. (Foto: Departamento de Parques e Turismo do Arkansas )


ubli disse às autoridades que, depois de chegar ao parque junto com sua irmã, as duas começaram a procurar pedras em uma área destinada aos visitantes que queiram tentar encontrar diamantes no parque. Depois de cerca de meia hora, Kubli viu a pedra de 3,17 quilates, um diamante amarelo.

"Estava faiscando. Eu vi (a pedra) brilhando em cima da terra", disse. Kubli batizou a pedra de Diamante Dorie, em homenagem à sua mãe.

A ideia da visita foi do irmão de Kubli, que estudou geologia e descobriu a respeito do parque do Arkansas em uma pesquisa pela internet. Ele, no entanto, não viajou junto com as irmãs.

"Nossa, ele vai ficar mal", disse Kubli, de acordo com a página do Departamento de Parques e Turismo do Arkansas.

De acordo com Margi Jenks, que trabalha no parque estadual, o diamante encontrado por Kubli é de um "amarelo canário intenso, extremamente brilhante", do tamanho de um confeito, "sua forma lembra vagamente uma pêra".

"É um dos diamantes mais belos que já vi. Você pode enxergá-lo de longe. Fiquei muito impressionada", disse.

Descobertas diárias
Segundo Jenks são encontrados, em média, dois diamantes por dia no parque estadual. A pedra encontrada por Kubli foi a 108ª achada no parque apenas em 2010.

Este último diamante é o maior encontrado no parque desde a descoberta de uma pedra de 3,02 quilates em novembro de 2009. Em abril de 2009, um outro diamante, de 5,75 quilates e batizado de Cavaleiro Árabe, foi encontrado no parque.

O Parque Estadual Crater of Diamonds é o único parque do mundo com uma mina de diamantes aberta ao público e os funcionários reviram a terra periodicamente para trazer os diamantes e outras pedras preciosas para a superfície.

Os diamantes mais comuns encontrados no local são os brancos, marrons e amarelos. Além de diamantes, já foram encontradas ametistas, ágatas e cristais de quartzo no local.

Os visitantes podem ficar com as pedras que encontrem na área do parque, que tem mais de 150 mil metros quadrados.

O parque fornece identificação e certificados grátis para as pedras encontradas pelos visitantes.

Mais de 75 mil diamantes foram encontrados no parque do Estado do Arkansas desde a primeira descoberta, registrada em 1906.

Diamantes: Catoca quer estar entre as três maiores do mundo

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A Sociedade Mineira de Catoca de Angola tem planos grandiosos para 2020. Catoca quer estar entre as três maiores produtoras de diamantes do mundo. Este será um feito nada fácil, já que a sua principal mina, no kimberlito Catoca está reduzindo a produção por iniciar a lavra subterrânea. Com a operação subterrânea aumentam os custos e diminue a produção, uma receita que não vai ajudar a Catoca a crescer. Para conseguir este crescimento Catoca terá que multiplicar o seu valor de mercado por 4. Será isso possível?
Ganga Junior o Diretor Geral da Catoca acha que sim. Ele acredita que novas minas serão desenvolvidas nos vários prospectos controladas pela mineradora, com destaque para o Projeto Luaxe onde existem três kimberlitos diamantíferos, de grande potencial, sendo estudados. Outro projeto que deverá entrar em produção, ainda em 2016, é o do kimberlito Tchiuzo o que aumenta as esperanças de uma Catoca bem maior.

Gazprom ameaça cessar fornecimento de gás à Ucrânia

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A Gazprom, Estatal russa de gás ameaçou a Ucrânia de paralisar o envio de gás caso não seja feito o pagamento de uma dívida de US$1,8 bilhão. Trata-se de mais uma estratégia da Rússia para atingir o objetivo da anexação da Crimeia.
Será que a Gazprom realmente tem interesse em fechar a torneira como ela fez em 2006 e 2009?
Muito provavelmente isso tudo não passa de um blefe, alavancado pelo Governo Putin. A Gazprom, que já foi a terceira mais valiosa empresa do mundo, tem o seu valor de mercado girando em torno de US$84 bilhões, 5 vezes menor do que em 2008. Se ela realmente fechar os registros de seus gasodutos os prejuízos irão arrasar a empresa. A estatal de gás russa produz 15% da produção mundial e controla 33% do gás da Europa. É essa a sua principal ameaça no caso da Crimeia: o uso do gás como uma arma.

Índia, uma revolução energética promete substituir o carvão

Índia, uma revolução energética promete substituir o carvão A produção de carvão indiano sempre foi um monopólio estatal e, talvez por isso, o país enfrentou contínuos problemas de falta de eletricidade obrigando as termoelétricas a importar carvão mais caro. No entanto, nos últimos três anos, as coisas começam a mudar drasticamente na área da energia.
A Índia instalou, neste pequeno intervalo de tempo, plantas a base de energia solar que geram 2,2 gigawatts de eletricidade, o suficiente para abastecer 20 milhões de famílias. A revolução não para por aí. Até 2017 serão instaladas mais 13 gigawatts o que deverá aposentar muitas plantas termoelétricas.
É uma tendência nova e revolucionária que chega no momento certo, quando o carvão indiano, aflorante e barato, começa a se exaurir forçando o país a aumentar as suas importações.
A Hindustan Power que havia investido em duas novas plantas termoelétricas para gerar em 2014 já reverte seus planos e pretende investir US$3 bilhões em energia solar que irá gerar 1 gigawatt em 2017.
Na Índia mais de 300 milhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica e 59% dos 234 gigawatts de eletricidade gerados no país vem da queima do carvão.


Fogo em mina de carvão: cidade australiana pode ser evacuada

Fogo em mina de carvão: cidade australiana pode ser evacuada
No início de fevereiro a mina de carvão tipo linhito de Hazelwood na Austrália entrou em ignição. O fogo se alastrou a partir das chamas de uma estrada próxima atingindo partes da mina que estavam abandonadas. A fumaça tóxica ameaça a população da pequena cidade de Morwell que começa a ser evacuada.
O fogo reabre o debate sobre a lavra do linhito, um carvão de baixo poder calorífico, mais barato, com apenas 25 a 35% de carbono, mas bem mais poluidor do que o carvão tipo antracito.
Apesar dessas considerações o Governo Australiano não pretende paralisar as minas de linhito, que estão recebendo novos investimentos e expansões.