Gazprom ameaça cessar fornecimento de gás à Ucrânia
A Gazprom, Estatal russa de gás ameaçou a Ucrânia de paralisar o envio
de gás caso não seja feito o pagamento de uma dívida de US$1,8 bilhão.
Trata-se de mais uma estratégia da Rússia para atingir o objetivo da
anexação da Crimeia.
Será que a Gazprom realmente tem interesse em fechar a torneira como ela fez em 2006 e 2009?
Muito provavelmente isso tudo não passa de um blefe, alavancado pelo
Governo Putin. A Gazprom, que já foi a terceira mais valiosa empresa do
mundo, tem o seu valor de mercado girando em torno de US$84 bilhões, 5
vezes menor do que em 2008. Se ela realmente fechar os registros de seus
gasodutos os prejuízos irão arrasar a empresa. A estatal de gás russa
produz 15% da produção mundial e controla 33% do gás da Europa. É essa a
sua principal ameaça no caso da Crimeia: o uso do gás como uma arma.
domingo, 9 de março de 2014
Índia, uma revolução energética promete substituir o carvão
Índia, uma revolução energética promete substituir o carvão
A produção de carvão indiano sempre foi um monopólio estatal e, talvez
por isso, o país enfrentou contínuos problemas de falta de eletricidade
obrigando as termoelétricas a importar carvão mais caro. No entanto, nos
últimos três anos, as coisas começam a mudar drasticamente na área da
energia.
A Índia instalou, neste pequeno intervalo de tempo, plantas a base de energia solar que geram 2,2 gigawatts de eletricidade, o suficiente para abastecer 20 milhões de famílias. A revolução não para por aí. Até 2017 serão instaladas mais 13 gigawatts o que deverá aposentar muitas plantas termoelétricas.
É uma tendência nova e revolucionária que chega no momento certo, quando o carvão indiano, aflorante e barato, começa a se exaurir forçando o país a aumentar as suas importações.
A Hindustan Power que havia investido em duas novas plantas termoelétricas para gerar em 2014 já reverte seus planos e pretende investir US$3 bilhões em energia solar que irá gerar 1 gigawatt em 2017.
Na Índia mais de 300 milhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica e 59% dos 234 gigawatts de eletricidade gerados no país vem da queima do carvão.
A Índia instalou, neste pequeno intervalo de tempo, plantas a base de energia solar que geram 2,2 gigawatts de eletricidade, o suficiente para abastecer 20 milhões de famílias. A revolução não para por aí. Até 2017 serão instaladas mais 13 gigawatts o que deverá aposentar muitas plantas termoelétricas.
É uma tendência nova e revolucionária que chega no momento certo, quando o carvão indiano, aflorante e barato, começa a se exaurir forçando o país a aumentar as suas importações.
A Hindustan Power que havia investido em duas novas plantas termoelétricas para gerar em 2014 já reverte seus planos e pretende investir US$3 bilhões em energia solar que irá gerar 1 gigawatt em 2017.
Na Índia mais de 300 milhões de pessoas não tem acesso à energia elétrica e 59% dos 234 gigawatts de eletricidade gerados no país vem da queima do carvão.
Fogo em mina de carvão: cidade australiana pode ser evacuada
Fogo em mina de carvão: cidade australiana pode ser evacuada
No início de fevereiro a mina de carvão tipo linhito de Hazelwood na Austrália entrou em ignição. O fogo se alastrou a partir das chamas de uma estrada próxima atingindo partes da mina que estavam abandonadas. A fumaça tóxica ameaça a população da pequena cidade de Morwell que começa a ser evacuada.
O fogo reabre o debate sobre a lavra do linhito, um carvão de baixo poder calorífico, mais barato, com apenas 25 a 35% de carbono, mas bem mais poluidor do que o carvão tipo antracito.
Apesar dessas considerações o Governo Australiano não pretende paralisar as minas de linhito, que estão recebendo novos investimentos e expansões.
No início de fevereiro a mina de carvão tipo linhito de Hazelwood na Austrália entrou em ignição. O fogo se alastrou a partir das chamas de uma estrada próxima atingindo partes da mina que estavam abandonadas. A fumaça tóxica ameaça a população da pequena cidade de Morwell que começa a ser evacuada.
O fogo reabre o debate sobre a lavra do linhito, um carvão de baixo poder calorífico, mais barato, com apenas 25 a 35% de carbono, mas bem mais poluidor do que o carvão tipo antracito.
Apesar dessas considerações o Governo Australiano não pretende paralisar as minas de linhito, que estão recebendo novos investimentos e expansões.
A NASA não acredita que seremos extintos por um impacto de meteorito nos próximos séculos
A NASA não acredita que seremos extintos por um impacto de meteorito nos próximos séculos
Em uma entrevista, feita hoje, com cientistas da NASA no Reddit, surgiram as seguintes informações que mostram o que a NASA conhece e acredita sobre o assunto:
-não existem meteoritos com mais de 1.500m de diâmetro (que podem varrer a raça humana da Terra) em rota de colisão prevista para os próximos séculos. Grandes impactos deste tipo só ocorrem a cada 100.000 a 300.000 anos...
-quem tem que se preocupar com meteoritos são, principalmente, os astronautas, pois é no espaço que as chances de um impacto com micrometeoritos é maior.
-os cientistas, como já falado no Portal do Geólogo, não acreditam que será viável a mineração de meteoros pois a composição deles se assemelha muito à da Terra.
Portanto meu caro (a) , fique tranquilo que, muito provavelmente, nessas gerações ainda não seremos pulverizados por um meteorito.
Falando nisso...temos um meteoro bastante grande passando por perto da Terra hoje. É o 2000 EE14 que tem mais de 1.100m de diâmetro, tamanho suficiente para uma catástrofe global. Mas, fique tranquilo pois a probabilidade de um impacto é próxima do zero, aliás ele já deve ter passado do ponto de colisão quando você ler essa notícia...Em abril outros 17 asteroides de centenas de metros até um máximo de 2.200m estarão passando perto da Terra. Todos com a probabilidade perto de zero de um impacto. Para saber mais visite neo.jpl.nasa.gov um site que mostra todos os principais asteroides conhecidos.
Em uma entrevista, feita hoje, com cientistas da NASA no Reddit, surgiram as seguintes informações que mostram o que a NASA conhece e acredita sobre o assunto:
-não existem meteoritos com mais de 1.500m de diâmetro (que podem varrer a raça humana da Terra) em rota de colisão prevista para os próximos séculos. Grandes impactos deste tipo só ocorrem a cada 100.000 a 300.000 anos...
-quem tem que se preocupar com meteoritos são, principalmente, os astronautas, pois é no espaço que as chances de um impacto com micrometeoritos é maior.
-os cientistas, como já falado no Portal do Geólogo, não acreditam que será viável a mineração de meteoros pois a composição deles se assemelha muito à da Terra.
Portanto meu caro (a) , fique tranquilo que, muito provavelmente, nessas gerações ainda não seremos pulverizados por um meteorito.
Falando nisso...temos um meteoro bastante grande passando por perto da Terra hoje. É o 2000 EE14 que tem mais de 1.100m de diâmetro, tamanho suficiente para uma catástrofe global. Mas, fique tranquilo pois a probabilidade de um impacto é próxima do zero, aliás ele já deve ter passado do ponto de colisão quando você ler essa notícia...Em abril outros 17 asteroides de centenas de metros até um máximo de 2.200m estarão passando perto da Terra. Todos com a probabilidade perto de zero de um impacto. Para saber mais visite neo.jpl.nasa.gov um site que mostra todos os principais asteroides conhecidos.
Cientistas criam material de carbono tão resistente quanto o diamante
Cientistas criam material de carbono tão resistente quanto o diamante
Descoberta pode abrir caminho para a fabricação de uma nova classe de materiais ultradensos e superresistentes
O novo material não possui unidades atômicas repetidas,
como as mostradas na imagem. Por causa disso, consegue suportar pressões
a partir de várias direções diferentes, uma vantagem sobre o diamante
(iStockphoto/ThinkStock)
Saiba mais
CARBONOO carbono é o quarto elemento mais abundante no universo. Ele assume vários formas, incluindo o grafite e o diamante.
ALÓTROPOSA alotropia é um fenômeno em que um mesmo elemento químico pode se transformar em várias substâncias - chamadas alótropos. Exemplos de alótropos de carbono são o grafite e o diamante. O oxigênio, por sua vez, tem alótropos na forma de ozônio e gás oxigênio.
O novo material foi capaz de suportar 1,3 milhão de vezes a pressão atmosférica normal. Nenhuma substância além do diamante consegue suportar níveis de pressão semelhantes.
A contrário do diamante e do grafite, a estrutura do novo alótropo não é cristalina: trata-se de um material amorfo, ou seja, que não é organizado em unidades repetidas de átomos de carbono. Mas isso pode ser uma vantagem, uma vez que a resistência de estruturas cristalinas, como o diamante, varia conforme o arranjo dos cristais e a direção em que a pressão é exercida.
"A descoberta abre possibilidade para a criação de bigornas muito duras para pesquisa de alta pressão e uma nova classe de materiais muito resistentes e ultradensos", disse Russell Hemley, diretor do laboratório onde o material foi criado.
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