terça-feira, 20 de maio de 2014

Minerador indiano se gaba em vídeo e pode perder bilhões

 
O empresário Anil Agarwal, dono da gigante Vedanta, disse em vídeo, de uma forma ofensiva, que a sua mina de cobre Konkola foi comprada por trocados, apenas 25 milhões de dólares do Governo da Zâmbia.
O valor é simplesmente baixíssimo considerando que a mina faz um lucro anual de mais de quinhentos milhões de dólares.
Como não podia ser diferente o vídeo foi postado na internet e ultrajou milhares de pessoas na Zâmbia que, agora, querem que o governo casse a concessão de Konkola.

O movimento cresce e a mina, que emprega 20.000 pessoas, e é a maior mina de cobre da África poderá ter a sua venda revogada.

A prepotência de Agarwal parece ter um preço: e o preço pode ser de vários bilhões de dólares.

Caso ele perca a mina a sua fortuna, avaliada pela Forbes em US$6,4 bilhões poderá simplesmente desaparecer.

As ações da Vedanta fecharam, hoje, em Londres com uma alta de 3,78%.

Preparem-se para a abertura de amanhã, pois vem aí chumbo grosso.

AngloGold faz o dever de casa e o lucro aparece

AngloGold faz o dever de casa e o lucro aparece
Nada melhor do que ser competente.

A AngloGold Ashanti deu um show de eficiência neste trimestre e conseguiu baixar os seus all-in sustaining costs em 22% para US$993/onça produzida. Mesmo com uma produção 14% menor os lucros passaram de $45 milhões em dezembro para $119 milhões neste trimestre.

Uma boa parte desta excelente performance vem da mina Kibali situada na República Democrática do Congo que é operada pela RandGold...
Kibali produziu ouro ao menor custo operacional dentro do conglomerado da AngloGold.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vale cai com preço menor do ferro...

Vale e mais 12 ações prometem roubar a cena na abertura da bolsa - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3354404/vale-mais-acoes-prometem-roubar-cena-abertura-bolsa

Planetas a base de diamante podem sem mais comuns do que se pensava



Astrônomos de Yale descobriram que os planetas a base da carbono são bem mais comuns do que se imaginava.  Um novo método de avaliação dos exoplanetas, planetas localizados fora do nosso sistema solar, mostra que uma percentagem significativa desses planetas tem uma relação carbono-oxigênio maior do 0,65. Planetas com elevado teor de carbono terão grafita na superfície a diamante em profundidade. Assim que as pressões e a temperatura das camadas mais profundas atingirem o chamado campo de estabilidade do diamante a grafita será transformada em diamante. Consequentemente planetas grandes com elevado teor de carbono terão o seu núcleo a base de diamante. Aqui na Terra o campo de estabilidade do diamante é atingido no manto terrestre, em profundidades superiores aos 120km. É nessa região que os nossos diamantes foram formados. Eles são, posteriormente, transportados à superfície por rochas vulcânicas especiais, formadas em grande profundidade como os lamproitos e kimberlitos.

Até o momento os astrônomos confirmaram mais de 1.000 exoplanetas e existem outros 3.000 sendo determinados.

Em uma das últimas descobertas o astrônomo indiano Nikku Madhusudhan publica que o exoplaneta rochoso denominado 55 Cancri, tem duas vezes o tamanho da Terra e é coberto por diamante e grafita… 

domingo, 18 de maio de 2014

Mundo deverá ver uma escassez do níquel: preços podem subir acima de US$44.000/t



Quando a Indonésia proibiu a venda de níquel laterítico o mercado sentiu e os preços começaram uma inexorável subida. A Indonésia é uma das grandes produtoras sendo responsável por 25% de todo o níquel produzido no mundo.
Portanto, não poderia ser diferente. Somente em 2014 os preços subiram de US$13.000/t para US$21.000/t.
Esta escassez deverá existir até que novas plantas metalúrgicas sejam instaladas na Indonésia o que deve demorar mais dois anos.
Enquanto isso várias empresas aproveitam o momento para conquistar o mercado e se estabelecer, como o caso da canadense Royal Nickel. A empresa é dona da jazida de Dumont que contém uma reserva gigantesca de níquel sulfetado, no Abitibi, estimada em 3 milhões de toneladas de níquel contido. Essa é a terceira maior jazida e a mina será a quinta maior do mundo. A mina deverá entrar em produção em 2016.