segunda-feira, 19 de maio de 2014

Planetas a base de diamante podem sem mais comuns do que se pensava



Astrônomos de Yale descobriram que os planetas a base da carbono são bem mais comuns do que se imaginava.  Um novo método de avaliação dos exoplanetas, planetas localizados fora do nosso sistema solar, mostra que uma percentagem significativa desses planetas tem uma relação carbono-oxigênio maior do 0,65. Planetas com elevado teor de carbono terão grafita na superfície a diamante em profundidade. Assim que as pressões e a temperatura das camadas mais profundas atingirem o chamado campo de estabilidade do diamante a grafita será transformada em diamante. Consequentemente planetas grandes com elevado teor de carbono terão o seu núcleo a base de diamante. Aqui na Terra o campo de estabilidade do diamante é atingido no manto terrestre, em profundidades superiores aos 120km. É nessa região que os nossos diamantes foram formados. Eles são, posteriormente, transportados à superfície por rochas vulcânicas especiais, formadas em grande profundidade como os lamproitos e kimberlitos.

Até o momento os astrônomos confirmaram mais de 1.000 exoplanetas e existem outros 3.000 sendo determinados.

Em uma das últimas descobertas o astrônomo indiano Nikku Madhusudhan publica que o exoplaneta rochoso denominado 55 Cancri, tem duas vezes o tamanho da Terra e é coberto por diamante e grafita… 

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