sábado, 21 de junho de 2014

O JASPE"

O JASPE"

O jaspe é um dos muitos tipos de calcedônia, e dos mais empregados como pedra ornamental e como gema.
Ele pode ser encontrado, na natureza, com uma imensa variedade de cores, conforme as impurezas presentes (que chegam a constituir 20% da gema): a hematita, por exemplo, lhe dá cor vermelha; a argila dá cores branca, cinza e amarela; goethita dá cor marrom-escura. Raramente se vê jaspe com uma só cor.
Esse colorido variado, bem como as muitas maneiras como duas ou mais cores se combinam, dão origem a um grande número de denominações comerciais para essa gema.

Jaspe leopardo lapidado


Jaspe leopardo bruto


Jaspe zebra lapidado
(


Se as impurezas têm aspecto ramificado, formam o chamado jaspe florido. A combinação de marrom e bege em faixas descontínuas e de largura variável dá o jaspe zebra. Cores mais variadas, mas igualmente em faixas dão o jaspe fita.

Já o jaspe leopardo exibe diversas cores juntas, em áreas mais ou menos circulares, sem faixas. Variedades com áreas circulares mais definidas são o jaspe orbicular e o jaspe esferulítico.

Jaspe zebra bruto

abaixo: jaspes norte-americanos da Califórnia (jaspe orbicular), Oregon, Idaho e Utah. (Fonte: Gems and jewelry, de Joel Arem)


Um dos tipos mais bonitos é o jaspe egípcio, de cor marrom ou vermelha, às vezes com faixas irregularmente concêntricas, que ocorre na forma de seixos ou pequenos matacões ovóides, dispersos no deserto entre o Cairo (Egito) e o mar Vermelho.
Sendo um tipo de calcedônia, o jaspe é criptocristalino, opaco a levemente translúcido, com dureza 6,5 a 7,0.
Quando rico em ferro, ele pode ser tratado com cianeto de potássio, ficando semelhante ao lápis-lazúli. Imitações de jaspe são feitas com vidro e cerâmica. O jaspe de melhor qualidade está na Índia e na Venezuela. Outros produtores são EUA (jaspe orbicular), França, Alemanha, Rússia (listras vermelhas e verdes), Chipre, Egito, Itália, Brasil e África do Sul.


No Brasil, existe jaspe em Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. A variedade mais conhecida e apreciada é a vermelha, produzida no Brasil, África do Sul, Índia, Austrália e Madagascar. A África do Sul, Austrália e México produzem o jaspe-leopardo, comum no mercado brasileiro.
O jaspe-paisagem, também encontrado no nosso comércio, provém da África do Sul e EUA (Arizona).
A palavra jaspe vem do hebraico jasepe, pelo grego iaspis e lat. jaspe (pedra manchada).

A SAFIRA"

A SAFIRA"


Uma das gemas mais conhecidas e mais valiosas, a safira é conhecida e usada há séculos.
É ela que se vê, por exemplo, no anel dos cardeais da Igreja Católica. Como o rubi, ela é uma variedade do mineral coríndon; quando vermelho, o coríndon é chamado de rubi; nos demais casos, e especialmente quando azul, é chamado de safira. Desse modo, embora a safira mais valiosa seja a azul com tons violeta, essa não é sua única cor. Pode-se ter safira verde, rosa, alaranjada (chamada padparadscha, extremamente rara) dourada e até incolor (leucossafira). A safira cinza tem valor gemológico apenas se mostrar asterismo.
As rochas em que costuma ocorrer são mármores, basaltos ricos em alumínio, pegmatitos e lamprófiros.
A maior safira astérica já encontrada tinha nada menos de 12,6 kg no estado bruto e foi achada em 1966, em Mogok, Myanmar (antiga Birmânia). Outras safiras famosas são a Estrela Negra (233 g no estado bruto) e a Stuart.

Jóia com safiras azuis e diamantes


Rubi e safiras com asterismo
Esta última, bem como a St. Edward, pertencem ao tesouro da coroa inglesa. Das gemas lapidadas, a maior de todas é a Estrela da Índia (563 ct), que está no Museu Americano de História Natural de Nova Iorque. A Estrela da Ásia tem 330 ct e está também nos Estados Unidos, na Smithsonian Institution (Washington). É também famosa a safira Ruspoli, de 135,8 ct, que está em um museu de Paris. A Estrela da Meia-Noite é uma safira astérica negra de 116 ct.
A safira azul é passível de confusão com cordierita, berilo, tanzanita, espodumênio, cianita, topázio e outras gemas.
É produzida principalmente no Sri Lanka. Outros produtores importantes são Myanmar, Tailândia e Vietname (em basaltos do sul do país). Também é produzida no Turquestão, Índia, Quênia, Tanzânia, EUA e Austrália. As melhores safiras vêm da vila de Soomjam, na Caxemira (Índia), mas as jazidas estão praticamente esgotadas. Ótimas gemas vêm de Myanmar (Ratnapura) e as maiores, da Austrália (Queensland).
É rara no Brasil, existindo no Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Minas Gerais.
O maior centro de lapidação é a Índia.
Embora seja hoje uma gema valiosa, já houve época em que a safira era usada apenas em mecanismos de relógio (como rubi). Hoje, as safiras impróprias para uso em jóias são empregadas em esferográficas sofisticadas, instrumentos óticos e elétricos e em janelas de fornalhas de alta temperatura.
Por tratamento térmico, a safira pode ficar tanto mais clara quanto mais escura. A amarela fica incolor e a violeta fica rósea. Usam-se temperaturas entre 1.500 ºC e 1.800 ºC, em forno elétrico, em ambiente com oxigênio ou não, e o processo demora de duas horas a três dias. Safiras praticamente incolores do Sri Lanka podem ficar bem azuis. Expostas a radiações, as safiras incolores ou róseas ficam alaranjadas. A incolor ou amarelo-clara, sob ação dos raios X, fica amarela, semelhante a alguns topázios.
O nome dessa gema vem do grego sappheiros (azul), pelo latim saphirus.

Safira

ESMERALDA DE R$ 2 BILHÕES SAI DA BAHIA E VAI PARAR NA JUSTIÇA AMERICANA

ESMERALDA DE R$ 2 BILHÕES SAI DA BAHIA E VAI PARAR NA JUSTIÇA AMERICANA

O governo brasileiro entrou na história e quer a pedra de volta. Imediatamente.


Brincos de duzentos mil reais! Uma pulseira de cento e dez mil. Um anel de Setenta e seis mil. Colares dignos de uma princesa!
Essas maravilhas são as esmeraldas que a gente conhece. Mas... E se a esmeralda for assim? Em vez de polida e brilhante, uma pedra bruta, mas gigantesca? Pode valer quanto?
Essa aqui é brasileira. Talvez a maior de todos os tempos! Quase quatrocentos quilos. O preço pode chegar a um bilhão de dólares, dois bilhões de reais!
“Essa aí é uma peça de coleção.”, diz o geólogo Marcos Donadello Moreira.
A Esmeralda foi descoberta numa mina baiana, em 2001. E teria saído de lá por mixaria, vendida por r$ 45.000,00 ( quarenta e cinco mil reais )
Na tradição do comércio de pedras preciosas, de muitos intermediários e contratos só de boca, ela foi passando de mão em mão. Até ser, discretamente, despachada pra fora do Brasil.
“Essa pedra foi extraída do território brasileiro sem a devida autorização”, informou o diretor do departamento internacional da AGU, Boni de Moraes Soares.
Pelo menos cinco pessoas brigam no tribunal americano pela esmeralda Bahia, inclusive dois ex-amigos que hoje se odeiam por causa dessa disputa. Será que essa esmeralda, que não para na mão de ninguém, é uma pedra maldita?
A esmeralda gigante, conhecida por esmeralda Bahia, é o centro de uma história de negócios mal explicados, roubos, incêndios, mentiras e traição.
A esmeralda Bahia, que tanta disputa, tanta cobiça tá provocando nos Estados Unidos, foi descoberta numa região muito simples, na Serra da Carnaíba, na Bahia.
As esmeraldas começaram a ser exploradas nos anos 60. Não precisava nem cavar. Elas brotavam do chão! Não durou muito. Hoje, as minas descem até 300 metros! Tudo ainda bem primitivo. Pra falar lá embaixo, é pelo cano-fone!
Canga, ou ganga, é essa mistura de esmeralda com rocha. A esmeralda Bahia é uma canga
Mesmo depois que as pedras são vendidas, vão para a cidade grande, é como se elas levassem consigo os mistérios do garimpo. É o caso da saga da esmeralda Bahia, cheia de versões diferentes, depende de quem conta.
Nos Estados Unidos, quem está no jogo são dois novos personagens: os comerciantes Elson Ribeiro e Ruy Saraiva Filho, de São Paulo. E hoje a pedra se encontra em poder da Justiça  americana.
Ninguém conhece mais esse caso tão complicado das esmeraldas como  Scott e  Mark. Eles são detetives da polícia da região de Los Angeles. Os dois contam que se espantaram com a quantidade de supostos donos, e suas versões mirabolantes!
“Como tem tanta fraude nesse caso e tantas histórias sobre a esmeralda Bahia, nós resolvemos guardá-la e deixar um juiz decidir quem é o dono, disse o detetive Mark.
Tony  Thomaz, que se diz proprietário da esmeralda disse à Justiça dos Estados Unidos, que foi apresentado aos brasileiros por outro americano, Ken Conetto, do qual era muito amigo. Elson e Ruy dizem que nunca venderam a esmeralda. Mas, no depoimento, Tony declarou que, encantado pela pedra, pagou por ela 60 mil dólares. Em valores de hoje, cerca de 120 mil reais.
Mas será que a esmeralda valia só isso mesmo? Ou muito mais?
O geólogo Dimitri Paraskevopulos de São Paulo foi chamado para avaliar. E ele deu um laudo, liberado pela justiça de Los Angeles na internet. Ele atribui à pedra um valor altíssimo: 925 milhões de dólares, quase dois bilhões de reais.
O Geologo Dimitri, imigrante turco de origem grega, com 90 anos de idade, 40 de Brasil e muitas histórias, trabalha em um pequeno escritório no centro paulistano. Lembra que fez um primeiro laudo com valor mais baixo.
 “São peças que não podem ser comparadas, não existem tabelas para este tipo de peças, são únicas no mundo. Como muitas coisas raras, o preço é estabelecido entre o comprador e vendedor.”, disse o geólogo.
Tony Thomaz declarou que, depois de acertar a compra da esmeralda, voltou com Ken Conetto para os Estados Unidos. A pedra seria entregue depois. Só que ela nunca chegou. E o amigo disse, segundo Tony, que ela tinha sido roubada no trajeto.
É que a esmeralda tinha, sim, sido enviada pros EUA. Saiu de Campinas, como se fosse um pacote qualquer. Segundo informações obtidas pelo  comprovante  “O envio se deu sem o devido registro de exportação dessa pedra”, informou o do departamento internacional da AGU.
O governo brasileiro entrou na história e quer a pedra de volta. Imediatamente.
“A esmeralda Bahia é parte do patrimônio nacional. Assim que retornar, deve ser colocada à disposição para a realização de estudos científicos, a exposição em museus, em estabelecimentos de ensino para que a comunidade científica brasileira e estrangeira possa realizar os estudos que tenham interesse sobre essa pedra”, disse o diretor.
Foram os brasileiros Élson Ribeiro e Ruy Saraiva Filho que despacharam a pedra aos Estados Unidos. Eles estão sendo investigados.
A Justiça da Califórnia retoma o caso agora em outubro. E o julgamento já tem data: janeiro do ano que vem.
Num único ponto, todos os interessados na esmeralda Bahia parecem concordar. O destino dela não é virar uma dessas jóias fantásticas que enchem os olhos. E sim ser admirada como um todo, em sua forma natural.e segundo o Geólogo Dimitri Paraskevopulos:  a esmeralda não serve para nada.”Nada. É uma raridade. É uma raridade, não tem uma igual”.

Água-marinha na turmalina preta de Erongo, Namíbia

Água-marinha na turmalina preta de Erongo, Namíbia

A mina de Erongo, na Namíbia, é um pegmatito famoso pela produção de águas-marinhas, turmalinas pretas (schorl), fluoritas (verdes e roxas), quartzos enfumaçados e do raríssimo mineral jeremejevita.
Água-marinha na turmalina preta
Produção recente
No último show de Munich, vários comerciantes estavam oferecendo belas amostras de água-marinha incrustadas em grupos de cristais de schorl encontrados recentemente em Erongo; o lote deve ter sido bem grande pois hava muitas centenas de amostras à venda, muitas a preços surpreendentemente acessíveis, o que nos permitiu adquirir várias e colocá-las aqui à venda, no que consideramos seja uma boa oportunidade para os prezados clientes.
Água-marinha na turmalina preta
Os cristais de turmalina preta são finos e longos e estão agrupados ao longo dos eixos dos prismas, formando grupos que são mais finos na base e se alargam na direção da terminação, e sobre eles estão incrustados os cristais prismáticos, finos e longos, de água-marinha de cor azul clara, bom brilho e terminação plana (pinacóide basal).
Água-marinha na turmalina preta
Turmalinas pretas
Embora este pegmatito não produza quantidades expressivas de águas-marinhas com valor gemológico, os cristais são muito apreciados pelos colecionadores devido ao fato de estarem frequentemente incrustados em matriz de quartzo enfumaçado, de albita e de schorl. As turmalinas pretas muitas vezes exibem um extraordinário zoneamento interno de cores, que só pode ser observado quando os cristais são serrados em seções finíssimas, perpendiculares ao eixo do prisma, quando então podem ser observadas zonas internas, com contornos geométricos, de cores azuis, roxas, verdes, marrons, laranja e amarelas, e que vão variando em seções consecutivas cortadas a partir do mesmo cristal. Sim, as fotos abaixo são seções de turmalinas pretas!!
seção de turmalinas pretas
Seção de turmalina - Madagascar
Seções tranversais de turmalinas pretas
Jeremejevita
Finalmente, a jeremejevita é um flúor-borato de alumínio, hexagonal, que em Erongo ocorre sob a forma de belos cristais finos e longos (normalmente muito pequenos) de cor azul; para que se interessa por raridades temos também 3 amostras de jeremejevita (muito pequenas) para venda.
jeremejevita

OBSIDIANA” OU “VIDRO-DA-TERRA”

IDENTIFICAÇÕES ERRADAS DE MINERAIS E FRAUDES
PRIMEIRO CAPÍTULO – “OBSIDIANA” OU “VIDRO-DA-TERRA”
Infelizmente os mercados de minerais, de gemas e de cristais esotéricos têm sofrido com um grande número de erros de classificação ( intencionais ou não ), bem como fraudes de diversos tipos. Isso leva os compradores menos preparados ou desatentos a adquirir “gato por lebre”, bem como dificulta o trabalho dos comerciantes honestos que têm de competir com imitações de menor ou nenhum valor.
Daremos ênfase ao que ocorre no mercado de minerais para coleção e de cristais esotéricos, pois no caso das gemas existe uma estrutura bem montada de laboratórios gemológicos que vêm sistematicamente estudando e publicando informações sobre materiais sintéticos e processos de modificação de cor, o que não ocorre na mesma escala no caso dos minerais e dos cristais.
No primeiro número desta série abordaremos uma fraude bastante atual, que é tentar classificar VIDRO como “OBSIDIANA” ou “VIDRO-DA-TERRA”.
A obsidiana é um vidro natural, sem estrutura cristalina nem composição química constante, encontrado no interior de lava vulcânica. Ocorre em vários países do mundo, mas apenas onde houve vulcanismo relativamente recente ( o que não é o caso do Brasil, onde as mais recentes erupções vulcânicas ocorreram há cerca de 40 milhões de anos! ). As cores são sempre muito escuras ( marrom, marrom-esverdeada, marrom-avermelhada ou preta ), e o material é, com raras exceções, translúcido ou opaco.
Como se trata de material de baixo valor seu uso como material ornamental se restringe à produção de pedras roladas, ovos, esferas e esculturas ( com a exceção da “obsidiana arco-íris” ou “rainbow obsidian”, encontrada no México ). As variedades naturais mais conhecidas são as seguintes:
- OBSIDIANA “LÁGRIMA-DE-APACHE”

- ocorre no Arizona como nódulos semi-esféricos ou alongados, de cor marrom-escura, translúcidos ou quase transparentes, medindo até cerca de 5 cm, e encontradas em solos resultantes da decomposição recente de lavas vulcânicas claras denominadas “perlitas”.

- OBSIDIANA “LÁGRIMA-DE-APACHE” NA PERLITA

- OBSIDIANA “FLOCOS-DE-NEVE”

- é um material preto opaco com nódulos brancos com aparência de flocos de neve ( causados pelo início de formação do mineral “cristobalita” ), é encontrada no estado do Utah, USA.
- OBSIDIANA “DOURADA”

- ocorre no México, tem cor marrom-esverdeada muito escura, translúcida, e apresenta inclusões tubulares, ocas, que proporcionam reflexões internas da luz do tipo “olho-de-gato”; os índios aztecas e os toltecas a utilizavam intensivamente na confecção de esculturas, ferramentas e pontas de flecha.
- OBSIDIANA “MOGNO”

- ou obsidiana “mahogany”, tem cor preta, opaca, com manchas marrom-avermelhadas, ocorre no México bem como em vários estados norte-americanos ( Arizona, Califórnia, Novo México e Oregon ).
- OBSIDIANA “ARCO-ÍRIS”

- é a variedade mais valiosa, consiste de uma matriz negra, opaca, com zonas internas iridescentes, o que resulta, ao se lapidar o material em cabochão ou na forma de coração, em reflexões internas verdes/ roxas/ azuis/ vermelhas. A ocorrência mais importante se localiza no México
Por outro lado, os vidros, sintéticos, vendidos fraudulentamente como “obsidianas” ou “vidros-da-terra” são verdes ou azul-esverdeados, completamente transparentes, o que jamais foi visto em obsidianas naturais. Sua ocorrência natural é geologicamente impossível: o solo, onde essas “obsidianas” teriam sido encontradas ( é sempre a mesma história, um garimpeiro de “total confiabilidade”, “que não mente”, encontrou a peça escavando a terra, ou um fazendeiro também “totalmente confiável” coletou-a do mesmo modo ), provém sempre da decomposição de uma rocha, seja ela sedimentar, metamórfica ou ígnea; nos dois primeiros casos jamais poderá ser encontrada uma massa de vidro natural, e as rochas ígneas encontradas no Brasil não são do tipo lava vulcânica extrusiva, que poderia conter massas de obsidiana natural ( mas nunca grandes, transparentes e azuis ); as lavas vulcânicas que existiram no Brasil há mais de 40 milhões de anos já foram completamente erodidas.
Recebemos recentemente uma oferta de uma fantástica “obsidiana verde” de 53 kg. A pedra é a das fotos abaixo.