sábado, 21 de junho de 2014

CIRCUITO DOS DIAMANTES

CIRCUITO DOS DIAMANTES



Caminho dos Escravos - Foto: acervo SETURIgreja do Serro - Foto: Prefeitura MunicipalCom a descoberta do primeiro diamante nas lavras de ouro no Arraial do Tijuco (atual Diamantina), em 1714, essa região cresceu significativamente, a ponto de ser considerada um Estado dentro de outro Estado. Tamanha riqueza gerou fabuloso patrimônio histórico-cultural. Hoje, o roteiro reúne belezas arquitetônicas, arte e passeios ecológicos. Tudo isso embalado ao som de clássicos barrocos, serestas e 'vesperatas'.
A magia da escrava Chica da Silva e a musicalidade de JK dotaram não só Diamantina, Patrimônio Mundial da Humanidade, como todo o Circuito de encantamento sem igual. A contemplação das obras do homem e da natureza leva ao equilíbrio.
Compõem este percurso os municípios de Couto de Magalhães de Minas, Datas, Diamantina, Felício dos Santos, Gouveia, Presidente Kubitschek, Santo Antônio do Itambé, São Gonçalo do Rio Preto, Senador Modestino Gonçalves e Serro.
DIAMANTINA
Lisboa está em festa, os sinos tocam, Te-Deums são celebrados, congratulações chegam dos vários reinos europeus, incluindo os cumprimentos do Santo Padre. Qual a razão para tanto júbilo? São  as pequenas pedras de carbono puro que foram encontradas na distante colônia. Diamantes! Extremamente valorizados na Europa, eram de suma importância para  aumentar a riqueza do Reinado de  D.João V. 
Vista parcial da Cidade - Foto: Haroldo CarneiroTendo como referência  o Pico do Itambé, diversas bandeiras cortam a região do Jequitinhonha em busca dos metais preciosos. Entre as serras de Santo Antônio e São Francisco havia um local  formado pelo pequeno afluente do Rio Grande, o  Vale do Tijuco, que revelou-se como um excelente local para mineração do ouro. O pequeno arraial  que acabou  surgindo, por volta de 1713, com a bandeira de Jerônimo Gouvêa, no local  conhecido como Burgalhau, não se diferenciava  das centenas de povoados que surgiram no início do século XVIII, na Capitania das Minas. A população se dedicava à mineração do ouro.
Os primeiros diamantes que transformariam radicalmente a vida do arraial somente foram encontrados no período de 1719 a 1722. Autoridades locais não  noticiaram de imediato a fabulosa descoberta  à Coroa Portuguesa. Quase 10 anos haviam se passado e, só após a insistência de alguns mineradores de participarem  os achados, é que o Governador D.Lourenço de Almeida fez o comunicado de que as preciosas pedrinhas tinham sido encontradas. Diamantes! 
Passadas as celebrações, a resposta  de Lisboa veio de imediato: a Coroa impôs as primeiras medidas de controle sobre a região dos diamantes, através de Regimento datado de 26 de junho de 1730, com a instituição da cobrança do quinto, o lançamento da capitação sobre cada escravo empregado na mineração diamantífera, a anulação das concessões de datas e a proibição  da exploração do ouro da região, precauções essas que visavam garantir o poder real sobre a nova riqueza. (Barroco 16). Esse era o começo de uma administração totalmente inédita  na colônia. Em 1734, foi criada a Intendência dos Diamantes que, com um regime próprio, altamente fiscalizador, rígido, arbitrário e r epressivo,  isolou  a área do restante da capitania.
Na década de 40 inicia-se o Sistema de Contratos que vigorou até 1771. Foi o período de maior produtividade do Distrito. Em 31 anos, os números oficiais atingem a soma de 1.666.569 quilates. Em 1771 o Marquês de Pombal  designa  para o distrito um novo tipo de administração: a Real Extração. O diamante, a partir de então, seria explorado pela própria  Coroa Portuguesa. Para isso, foi criada uma junta administrativa  com poderes absolutos  que tinha seus atos respaldados por  um  instrumento legal - o Livro da Capa Verde. Esse nome é devido ao regulamento ter sua encadernação em couro marroquino verde. O Livro era tão  abominado pela população Tijucana que, quando fundou a Real Extração, já no Segundo Império, o documento foi queimado em praça pública.
Passadiço - Foto: Prefeitura de DiamantinaEnquanto os arraiais da Capitania ganhavam título de Vila já na década de 10, do setecentos, o  Distrito Diamantino manteve-se como arraial só conseguindo o título de Vila em 1831, passando a chamar-se Diamantina. Nesse período, os intendentes já não eram tão poderosos e as lavras foram franqueadas. Mas, com a descoberta dos diamantes na África do Sul, em 1867, a decadência na mineração  foi inevitável.
A segunda metade do século XIX trouxe novos desafios e novos rumos para Diamantina. A agricultura se torna importante e o comércio, que já se mostrava desenvolvido no século XVIII devido ao isolamento do Arraial,  teve um expressivo crescimento comparado até mesmo ao do Rio de Janeiro. Diamantina passa a ser pólo comercial e centro de referência para todo o Jequitinhonha. Já havia, então, obtido o título de cidade em 1838.
Dessa trajetória, nasceu um extraordinário patrimônio cultural que, merecidamente, hoje é  Patrimônio Cultural da Humanidade. Autêntica e  excepcional,  tanto nos atrativos histórico-culturais e naturais, quanto pelo seu povo.

DIAMANTES BRASILEIROS

É muito provável que os exemplares descritos neste artigo, cuja existência tornou-se pública, constituam apenas uma parte dos espécimes de vulto que tenham, de fato, sido encontrados no século XX, pois, à medida que as condições de segurança e econômicas se deterioraram no país, cada vez menos se soube de eventuais descobertas de grandes diamantes.
Logo no início do século, em 1906, foi encontrado aquele que é considerado o terceiro maior diamante de qualidade gemológica já descoberto em nosso país, o denominado Goyás. Ao que consta, a gema pesava 600 quilates, foi lavrada no Rio Veríssimo, Município de Catalão, no estado homônimo, sendo sua história e paradeiro atual desconhecidos.
O maior diamante de qualidade gemológica encontrado no Brasil e, provavelmente, o oitavo maior jamais descoberto no mundo, é o denominado Presidente Vargas, que originalmente possuía 726,60 quilates e forma plana. Ele foi achado em 1938 no leito do Rio Santo Antônio do Bonito, região de Coromandel, no Triângulo Mineiro, e vendido no ano seguinte para o joalheiro novaiorquino Harry Winston, por US$600 mil. Esta pedra foi lapidada em 23 gemas, das quais 8 possuem corte esmeralda. A maior delas, pesando 48,26 quilates, foi mais tarde relapidada para 44,17 quilates e adotou o nome de Vargas, o mesmo da gema bruta.
1- Diamante Presidente Vargas

Além do Presidente Vargas, a região de Coromandel produziu, entre 1935 e 1965, mais oito diamantes com mais de 200 quilates, cada, e outros 16 com mais de 100 quilates. Ademais, o exemplar anônimo que ocupa a segunda posição no ranking brasileiro, com 602 quilates (1994), e os que detém da quarta à sexta posição, isto é, o Darcy Vargas, com 460 quilates (1939), o Presidente Dutra, com 407,68 quilates (1949) e o Coromandel IV, com 400,65 quilates (1940) foram todos encontrados nesta região.
Em 1986, um exemplar de alta qualidade com 164 quilates foi encontrado no município de Carmo do Paranaíba, no Triângulo Mineiro, e recebeu o nome de Princesa do Carmo. No ano seguinte, um pequeno diamante vermelho pesando 0,95 ct, proveniente de uma localidade brasileira não identificada, estabeleceu o atual recorde de mais valiosa substância mineral jamais alcançado, ao ser arrematado em um leilão pela quantia de US$880 mil, o que correspondeu ao astronômico valor unitário de US$926 mil por quilate. Esta pedra e outras duas de cores algo semelhantes foram adquiridas por um colecionador de Montana (EUA) de um lapidário brasileiro, em 1956.
Nos anos de 1989 e 1990, foram noticiados os achados de dois grandes diamantes de boa qualidade na região de Juína, Mato Grosso, sendo o primeiro, de 232 quilates, descoberto no ribeirão Mutum, e o segundo, de 213 quilates, encontrado no leito do rio Cinta Larga.
Outro diamante descoberto no Brasil, que recentemente adquiriu notoriedade, é o denominado Moussaieff Vermelho, um dos 4 únicos desta cor sem qualquer tom modificador, cuja existência é pública. Até 1997, ele possuía mais que o dobro do peso de qualquer outro diamante vermelho lapidado já graduado pelo Instituto Norte-Americano de Gemologia (GIA). A gema foi adquirida de um fazendeiro brasileiro nos anos 90 e possuía, originalmente, 13,90 ct. Em seu estado atual, possui 5,11 ct, mede 11.02 x 10,57 x 6,06 mm e foi lapidada em estilo brilhante modificado e forma triangular arredondada pela empresa William Goldberg Diamond Corp., de Nova York.
2- Diamante Moussaieff Vermelho

Presidente Vargas, o Maior Diamante Brasileiro

No dia 13 de agosto de 1938, o maior diamante brasileiro foi revelado ao mundo. Ele pesava 726,6 quilates e foi encontrado no rio Santo Antônio, em Coromandel, Minas Gerais. O diamante foi batizado de Presidente Vargas em homenagem ao então presidente da república Getúlio Dornelles Vargas. Por algum tempo, ele ocupou o posto de quarto maior diamante do mundo. Hoje, ele está em sétimo na lista dos maiores.

Diamante Presidente Vargas Bruto e a maior gema lapidada com 48,26 quilates
Dois garimpeiros, Joaquim Venâncio Tiago e Manuel Domingues, foram os sortudos que encontraram o enorme diamante. No entanto, a sorte não durou muito tempo. Eles venderam o diamante por US$56 mil para um corretor, que, logo em seguida, revendeu o Presidente Vargas por US$235 mil. Algum tempo depois, ele foi vendido para o banco Dutch Union Bank de Amsterdã.
Enquanto o diamante estava guardado nos cofres do Banco Holandês, o famoso lapidador Harry Winston – responsável pela clivagem do diamante Jonker – tomou conhecimento da existência do magnífico diamante brasileiro. Winston viajou para Amsterdã e comprou o diamante. O preço pago não veio a público, mas se sabe que Harry Winston adquiriu um seguro no valor de US$750 mil.
O diamante Presidente Vargas foi, então, clivado e lapidado. O diamante bruto deu origem a 29 diamantes menores. Entre eles, havia 16 com lapidação esmeralda, 1 com lapidação pear ou gota, 1 marquise e, entre as gemas menores, 10 trillions e 1 baguete.
Após a clivagem, a maior pedra, um diamante corte esmeralda de 48,26 quilates, é quem ficou com o nome Presidente Vargas.
As gemas trocaram de mãos com o passar dos anos. No entanto, nas últimas décadas, alguns pedaços reapareceram em leilões da Sotheby’s. Em abril de 1989, o Presidente Vargas IV, com 28,03 quilates foi vendido por US$781 mil e o Presidente Vargas VI, com 25,4 quilates, foi vendido por US396 mil em 1992.

Rumo aos US$80, minério começa a quebrar os pequenos

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Rumo aos US$80, minério começa a quebrar os pequenos

Começou o ajuste do mercado de minério de ferro em meio à superoferta da commodity.
A Cairn Hill, uma pequena mina no sul da Austrália, foi declarada insolvente e parou na quarta-feira.
A Cairn Hill — cuja produção anual de 1,7 milhão de toneladas é ínfima se comparada aos 300 milhões de toneladas da Vale — começou a produzir em dezembro de 2010, quando o minério chegou a negociar a 170 dólares por tonelada. Hoje, negocia a 90 dólares.
Ao contrário da Vale, a Cairn Hill é uma mineradora de alto custo. Com o preço médio praticado no ano passado, a australiana até que tinha uma margem de lucro saudável. Este ano, entrou no vermelho.
O jornal The Australian estima que, se o minério de ferro continuar no nível de 90 dólares por tonelada ao longo deste ano, os produtores da Austrália perderão quase 33 bilhões de dólares em receita. E os pequenos produtores, como a Cairn Hill, devem começar a quebrar em série.
Por causa de sua escala e custo baixo, empresas como Vale, Rio Tinto e BHP Billiton (as três maiores) conseguem resistir melhor à queda de preço, mas, se a queda perdurar, vai diminuir a capacidade destas empresas de pagar dividendos.
Para piorar as coisas, o Financial Times de hoje revela que o governo chinês ordenou aos bancos estatais que sejam mais seletivos ao conceder crédito aos negociantes de minério, em parte para controlar a inadimplência no setor. Muitos bancos já estão cortando a fiança desses clientes, que provavelmente terão que desovar seus estoques para pagar dividas. Ou seja, vão vender mais minério num mercado já deprimido.
O jornal cita uma analista em Hong Kong dizendo que a próxima parada na queda do minério será o preço de 80 dólares/tonelada.

O nióbio apresenta numerosas aplicações

Antes de iniciar este assunto, primeiramente vamos saber um pouco do significa e aplicações do do nióbio que iremos apresentar a seguir:


SIGNIFICADO: O nióbio é um elemento químico, de símbolo Nb, número atômico 41 (41 prótons e 41 elétrons) e massa atômica 92,9 u. É um elemento de transição pertencente ao grupo 5 ou VB da classificação periódica dos elementos. O nome deriva da deusa grega Níobe, filha de Dione e Tântalo — este último, por sua vez deu nome a outro elemento da família 5B, o tântalo . É usado principalmente em ligas de aço para a produção de tubos condutores de fluidos. Em condições normais, é sólido. Foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett.
O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio e ferronióbio, uma liga de nióbio e ferro. Existem apenas três minas de nióbio no mundo. Uma delas fica situada em Minas Gerais, no Brasil, sendo responsável por 95% da produção mundial de nióbio.


APLICAÇÕES: O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas, devido à resistência, são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.   
Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutrons termais.
Usado em soldas elétricas.
Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias e outros ornamentos.
Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizadas em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizadas no programa Gemini.
O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.
O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica (e quando puro) , tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores de tipo I, 9.3 K. Além disso, é um elemento presente em ligas de supercondutores que são do tipo II (como o vanádio e o tecnécio), significando que atinge a temperatura crítica a temperaturas bem mais altas que os supercondutores de tipo I.
O pentóxido de nióbio (Nb2O5) é conveniente para a obtenção de sensores de pH, cerâmicas eletrônicas, lentes óticas e em filtros especiais para receptores de TV, entre outros.
[FONTE: Wikipédia]


A GRANDE VERDADE:
Veja que o Brasil sendo hoje o maior detentor das jazidas de nióbio do mundo, com 95% de tudo o que existe deste precioso metal, podemos ser um país livre de pobreza, de analfabetismo, teríamos saúde e educação a níveis Suíça ou três vezes mais, e ainda outros benefícios incalculáveis para o Brasil em um futuro de longo prazo.
Não há nenhum interesse de nossos políticos, digo todos, em divulgar e trabalhar nesse sentido em relação ao nosso nióbio. Nossos governos estão sendo corruptos e coniventes com o trafico e contrabando do nosso precioso metal. Se existisse uma estatal do nióbio como existe a Petrobras, esta empresa seria equivalente a Petrobras ser uma gota d’água no oceano em comparação com uma empresa estatal do nióbio devido ao valor incalculável para os paises ricos de hoje, que que por sua vez, utilizam este metal em seus equipamentos de tecnologias espacial, computacional, militar e outros fins como tubulações de oleodutos para exploração de petróleo e derivados e etc.. 
Se todos os nossos políticos e governantes não fossem todos corruptos, o nióbio estaria no topo das negociações e seriamos o país mais rico do planeta por ser o único a possuir toda a jazida de nióbio do mundo.
Eles vivem iludindo o povo com falsas promessas e falsas oposições políticas aos governos de situação, enganando a população que ainda pensa que existe alguma representatividade em um congresso nacional que, juntamente com os governos de situação manipulam o Brasil conforme os interesses de mentalidades alienígenas de corporações internacionais, que por sua vez, dominam o mundo todo corrompendo a política e os meios de comunicações de nações fracas e medíocres como a nossa.