domingo, 6 de julho de 2014

Tapajós é a maior área de mineração do mundo- (OURO).

Tapajós é a maior área de mineração do mundo



A província mineral do Tapajós, com dimensões maiores que Portugal, é a maior área de mineração do mundo, com 100 mil quilômetros quadrados. Foi criada em 1958 e já chegou a ser explorada por cerca de 100 mil garimpeiros, no auge da produção. Localizada no sudoeste paraense, a 1,3 mil quilômetros de Belém, a área já contou com cerca de 500 pistas ativas de pouso para pequenos aviões, que transportavam ouro, víveres e garimpeiros.
A produção anual da região girava entorno de cinco toneladas, desde 1958, mas registrou recorde a 14 toneladas/ano, no final dos anos oitenta. A produção total do garimpo, até hoje, equivale a 736 toneladas de ouro ou 16 vezes a produção total do garimpo de Serra Pelada, no sudeste paraense. Ou seja, pela cotação atual do ouro, o Tapajós já rendeu, por essa estimativa, US$ 2 bilhões.
Porém, os dados oficiais são de que o garimpo produziu, até 2006, 194 toneladas de ouro. Com a exaustão das camadas de fácil acesso (lavra manual), conhecidas como ouro de aluvião (mais longe da fonte) e coluvião (mais perto da fonte), o garimpo entrou em decadência. Só empresas, com lavras mecanizadas, têm condições de explorar o ouro primário a partir de rochas muito duras.
Também as denúncias sobre a degradação ambiental, a contaminação do meio ambiente pelo uso descontrolado de mercúrio na separação do ouro das impurezas, ajudaram a construir uma imagem negativa da atividade garimpeira. Isso fez o governo estabelecer rígidas normas visando a preservação do meio ambiente pelos mineradores.
Tapajós é um desafio quando a tarefa é enumerar indicadores de sustentabilidade para a área. O próprio garimpo, em si, um capítulo à parte da atividade mineral brasileira, que hoje procura se inserir dentro dos conceitos de indústria ambientalmente e socialmente saudável.
Com a criação da Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós (AMOT), a interlocução das empresas com as autoridades públicas ficou mais fácil para a retomada das atividades, em bases sustentáveis. O garimpo tem uma regulação própria, baseada nas leis de mercado. Hoje, apenas a Serabi Mineração está produzindo ouro na região, explorando a mina do Palito, com 40 toneladas de ouro. Outras 10 empresas estão pesquisando e aguardando a definição das regras do jogo, pelo governo.
O geólogo e consultor ambiental independente, Alberto Rogério Benedito da Silva, explica o motivo do declínio de uma parceria que foi tão promissora por um tempo. "Entre 90 e 96, a onça do ouro estava cotada entre US$ 380 e US$ 400. Depois, o preço foi caindo até chegar a US$ 260. Só ultimamente, o ouro recuperou um pouco seu valor e está cotado a US$1.300, disse.
Mineral estratégico, o ouro é sempre cobiçado por exploradores aventureiros, por mais que seu preço oscile. Sua exploração está presente em 236 mil quilômetros quadrados da Amazônia, em pontos separados e longínquos, o que prova seu poder de capital. Transportado de avião, barco ou em precárias vias rodoviárias, como é o caso do ouro garimpado, o mineral sempre atrairá aqueles que pensam em fazer fortuna. Talvez por isso, o trabalho social e ambiental em áreas garimpeiras seja, ao mesmo tempo sacerdotal e necessário.
Com a descoberta de ouro no rio Tapajós, houve uma extraordinária transformação na região. Milhares de garimpeiros invadiram cidades como Itaituba e Santarém, ganharam os rios e floresta em busca do precioso metal. Estimativas conservadoras indicam que mais de 50 mil homens passaram a garimpar na região, sem, praticamente, nenhum controle por parte do Estado.
As conseqüência dessa atividade foram danosas, com graves. A partir dos anos oitenta, muito se falou sobre a contaminação ambiental pelo mercúrio. Chegou- se a prever a repetição, no Tapajós, do acidente de Minamata - uma baía no Japão, palco da maior catástrofe ambiental causada por mercúrio na história da humanidade.

Joia de R$ 825 mil será exposta hoje em área vip do Itaquerão

Joia de R$ 825 mil será exposta hoje em área vip do Itaquerão

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Colar água marinha - a joia custa R$ 825 mil (Foto: Divulgação)

O varejo de luxo, finalmente, entrou no clima da Copa. Temerosas com a repercussão do evento, as grifes adiaram o quanto puderam a exibição de peças verdes e amarelas, as vitrines decoradas e a divulgação de suas ações focadas no torneio. Nos corredores dos grandes centros comerciais de luxo de Rio, São Paulo e Brasília, apenas na última semana as vitrines adotaram o clima patriótico. Houve quem apostasse que junho seria um “mês perdido” para o varejo de luxo.

Nesta quinta-feira, data de abertura do torneio com o jogo do Brasil, o comércio percebeu que o excesso de cautela virou sinônimo de atraso. Na noite de ontem (11), o estilista Pedro Lourenço lançou sua camiseta em parceria com a Nike; nos corredores do exclusivíssimo shopping Cidade Jardim, em São Paulo, o tom patriótico chegou até as butiques estrangeiras, como a Louis Vuitton, que confeccionou o baú em que viajou a taça.

Mas há o time dos que não tinham dúvida de que #vaitercopa, caso da carioca Amsterdam Sauer, eleita pela Fifa a joalheria oficial da Copa do Mundo 2014. Decidida há um ano e meio, a parceria toma corpo nesta tarde com a exposição da coleção criada pela Amsterdam Sauer para o torneio.

As peças ficarão em três áreas do Itaquerão, todas vips. No Espaço Bossa Nova, um camarote comercializado pela empresa Match, onde se esperam 2 mil pessoas, um grande lounge abrigará dois totens com uma taça escultura de bronze banhada a ouro e esfera de calcita amarela inspirada na taça oficial. Sem contar o colar Brazuca, uma esfera vazada a ouro 18 quilates com uma pedra de lápis-lázuli.
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Colar Brazuca (Foto: Divulgação)
Do outro lado do estádio, no Espaço Vip, só para convidados, outro troféu e a bolinha também serão exibidos. Mas será na área batizada Very Vip que o grande tesouro será mostrado, os conjuntos de colares, anéis e brincos de águas-marinhas e diamantes, berilo com safiras, e citrino com diamantes champagne. O de água-marinha é a peça mais cara, R$ 825 mil. As peças serão expostas durante todos os jogos de São Paulo, do Rio e de Belo Horizonte.

A ação da Amsterdam Sauer junto à torcida abastada que desembarca no país para a Copa ainda tem uma versão em inglês de sua revista, produzida pela Editora Globo, que publica Época.

A coluna conversou com Daniel Sauer, presidente da Amsterdam Sauer, sobre a parceria com a Fifa:

Como se deu a escolha de vocês como joalheria oficial do evento?
Quando vieram ao Brasil um ano e meio atrás, os dirigentes da Fifa visitaram nossos ateliês, nossas lojas e nosso museu no Rio de Janeiro. Eles ficaram impressionados com a nossa expertise em gemas brasileiras. Surgiu uma ideia de nós fazermos uma coleção inspirada na Copa, só com pedras nossas, e de criar uma interpretação da taça. Mais tarde, tivemos a autorização da Adidas para fazer o colar da Brazuca.

Não teve receio de ligar a marca ao torneio?
Nenhum receio. É um torneio maravilhoso, acompanhado pelo mundo todo. A história da Amsterdam Sauer é de valorização ao que o país tem de melhor. Somos, há 70 anos, uma joalheria que lida por excelência com pedras brasileiras. Foi meu pai quem descobriu, há 50 anos, a primeira mina de esmeraldas no Brasil, na Bahia. Sempre vi esta Copa como uma oportunidade de mostrar ao mundo o que o Brasil tem de melhor.
Quanto espera de crescimento nas vendas?
Pelo menos 50%. Teremos muitas pessoas motivadas, alegres, de vários países do mundo, inclusive do Brasil, neste evento. Aliás, nós já estamos sentindo o efeito positivo; várias pessoas marcaram horários em nossas lojas para conhecer nossas peças. Essa parceria com a Fifa traz a oportunidade de ter acesso a clientes em potencial que talvez não viessem ao Brasil se não fosse a Copa. Só temos motivos para festejar.

Por que a escolha da água marinha como estrela do conjunto mais caro da coleção?
Eu acho que a água-marinha representa o ideal de mar, praia e alegria que os estrangeiros têm do Brasil. Além disso, para a nossa marca, é uma gema histórica. Logo no início da Amsterda Sauer, meu pai descobriu uma grande água-marinha brasileira e batizou de Martha Rocha, em homenagem à nossa eterna Miss, por causa dos olhos azuis dela. É uma pedra sensual como as brasileiras.
Até a taça está reproduzida em joia (Foto: Divulgação)

Rio Madeira, berço do ouro na bacia Amazônica.

Rio Madeira, berço do ouro na bacia Amazônica.




Imagem dispenda comentários:  Rio Madeira, cidade Porto Velho e mata Amazônica. 









Realizando a queima para tirar  o mercúrio e as as impurezas aparentes.


Na sua forma mais pura direto do fundo do Rio Madeira para o Mundo.



GARIMPEIROS INVADEM ÁREA DO GRUPO SADA EM CARBONITA-MG, ISSO É BRASIL!

GARIMPEIROS INVADEM ÁREA DO GRUPO SADA EM CARBONITA-MG, ISSO É BRASIL!

   Um grupo de cerca de 150 garimpeiros invadiram essa semana uma área de reserva ambiental da empresa SADA  em busca de um garimpo de CRISTAIS. O rico garimpo foi descoberto pela própria empresa, que quando foi criar uma cascalheira para retirar cascalho, acabou descobrindo as famosas pedras muito cobiçadas por garimpeiros da região, a cascalheira foi interditada imediatamente, mas a notícia se espalhou rapidamente pela região.
   A empresa reforçou a vigilância no local, com isso os garimpeiros começaram a trabalhar no local durante a noite, com isso a empresa chegou a contratar uma empresa de segurança de Montes Claros e fazer segurança armada no local 24 horas, mesmo assim não foi suficiente para segurar os garimpeiros, que invadiram o local essa semana com um grupo de 150 garimpeiros, número esse que vem crescendo a todo momento, hoje mais de duzentas pessoas se encontram trabalhando na area de preservação ambiental da empresa (SADA). Alguns garimpeiros ja chegara ma fazer no dia um montante de mais de R$100.000,00 ( Cem mil reais) com venda de pedras retiradas no local.
   O clima entre os garimpeiros é de tensão, pois temem uma represália por parte da empresa.Outra empresa que certamente está preocupada com tal situação é a Arcelor Mittal BioFlorestas, que faz divisa com a SADA na localidade, e a qualquer momento pode ter sua área de preservção invadida pelos garimpeiros, uma vez que ha boatos que o garimpo se estende até as suas áreas. Os garimpeiros disputam cada metro do local se espalhando aleatóriamente pela área.
   Dentro de uma semana o impacto pela procura dos cristais é surpreedente, cada centímetro da localidade é disputado entre eles, mas em meio a tanta gente, eles conseguem se organizar a tal ponto, de até o presente momento não ter constatado nenhuma evidência de conflito entre eles.










Top 10 pedras preciosas mais caras do mundo

Top 10 pedras preciosas mais caras do mundo



Algo que podemos verificar com bastante facilidade, é o fato de que há uma grande quantidade de pessoas que acabam por ter interesse em obter jóias, no entanto, acabam por não entender os seus valores que são bastante elevados, e é justamente por isto que iremos citar os valores e o nome das pedras preciosas mais caras do mundo para que assim você consiga entender os valores das jóias.
Grandes magnatas e sheiks pagam uma fortuna para ter pedras raras e, claro, ter a exclusividade de ter uma jóia com uma pedra de poucas quantidades descobertas no planeta. Os valores são inestimáveis para um mineral de proporções tão pequena. Confira:
10°

Jeremejevite

Jeremejevite pedra preciosa
A pedra preciosa que ficou em décimo lugar como a mais cara do mundo é a Jeremejevite sendo que a sua pronuncia correta seria Ye-Rem-ay-Ev ite e esta seria conhecida como uma pedra céu azul ou até mesmo incolor, sendo que possui uma alta qualidade e teria vindo da Namíbia. O seu preço médio é de 2000 dólares por quilate.

Opala Preto

opala preto
A nona pedra é a Opala Preto, sendo que esta teria vindo da Austrália, e é considero como o país clássico desta pedra, sendo o maior fornecedor, no entanto o seu preço médio é de aproximadamente U$ 2.355,00 dólares o quilate da pedra.

Esmeralda Beryl Red

Beryl Red Emerald
A oitava pedra mais cara do mundo seria a Esmeralda Beryl Red , sendo que se trata de um berilo vermelho, é encontrado principalmente na Faixa de Thomas nas montanhas de Utah, e o seu preço médio seria de aproximadamente U$10 mil por quilate. O valor é estimado por se tratar de uma pedra extraída de rochas vulcânicas sob baixa pressão e alta temperatura.

Musgravite

Pedra Musgravite
Já a sétima pedra seria a Musgravite, uma das pedras mais raras do mundo, pois se trata de um mineral de silicato sendo que a sua composição seria de berilo, magnésio e também alumínio, e o seu preço médio seria de aproximadamente 35 mil dólares por quilate.

Grandidierite

Pedra Grandidierite
A sexta pedra seria a Grandidierite, um mineral verde azulado que é encontrado principalmente em Madagascar, inicialmente seria confundida com um serendibite. A pedra possui um preço aproximado de U$50 mil por quilate da pedra.

Painite

Pedra Painite
A quinta pedra seria a Painite. Ela sempre foi considerada como o mineral mais raro da terra, mesmo com os avanços nas pesquisas de hoje, apenas três pequenos cristais foram encontrados até agora, porém, claro, sempre há a esperança de explorar e encontrar uma quantidade maior. A principal motivação é o preço médio é de aproximadamente U$50.000,00 a U$60.000,00 o quilate da pedra.

Garnet Azul

Garnet blue
O quarto lugar ficou reservado para a Garnet Azul, pedra valiosíssima que pode ser encontrada em diversas cores, no entanto, a mais rara de todas seria a azul, que foi descoberta em Madagascar, o seu preço médio de venda é de U$1.5 milhão o quilate. A pedra ficou conhecida após a venda de uma jóia de 4,2 quilates por U$6,8 milhões de dólares.

Serendibite

Pedra Serendibite
O terceiro lugar é da Serendibite, uma pedra na cor turquesa originaria do Sri Lanka, e a sua composição seria de cálcio, magnésio, alumínio, sílico e boro. Foram encontrados apenas 3 cortes da raridade até os dias atuais, e claro, o valor do quilate não poderia deixar de acompanhar a quase-exclusividade de se ter uma pedra preciosa dessa. O preço por quilate é de aproximadamente 1,8 milhões de dólares.

Red Diamonds

Red daimond diamante vermelho
O segundo lugar ficou reservado para o diamante vermelho ou Red Diamonds. Por se tratar de uma preciosidade de valor inestimável, já foi produto de roubo em diversos filmes de ficção na telinha. Poucas pessoas tiveram a oportunidade de apreciar a sua beleza, o seu brilho e a cor viva do vermelho arroxeado. É considerado como o diamante mais caro do mundo, e sua extração é de origem australiana. O seu preço médio é de 2,5 milhões de dólares por quilate.

Jadeite

pedra Jadeite
E para finalizar, a pedra mais cara do mundo é a Jadeite. O titulo é em razão do histórico leilão que a vendeu em um jóia de apenas 0,5 milímetros por 9.3 milhões de dólares em Hong Kong. Ela é considerada com uma pedra misteriosa, mistica por alguns, e sua origem seria da Guatemala, mas possui diversos exemplares que vieram da Califórnia, e a suas cores seriam branco ou então acinzentado. Sendo assim, podemos verificar que o quilate da pedra pode custar aproximadamente 3 milhões de dólares.