VAI INVESTIR EM MINERAÇÃO DE ESMERALDA!!!
O
Garimpo de Esmeralda de Campos Verdes encontra-se no local denominado
“Fazenda São João” no Município de Campos Verdes, Estado de Goiás. A
cidade situa-se entre as coordenadas geográficas de 14º 15’ 28” sul, 49º
39’ 28” oeste, área: 441.702 km2, com uma população de 6.562
habitantes. O acesso principal ao Garimpo partindo de Goiânia, se dá
através da Rodovia Estadual GO. 080, passando por Neropólis, Petrolina,
Jesupolis, até se encontrar com a rodovia Federal Br. 153, passando por
Jaraguá, Rianápolis, Ceres, Rialma, Jardim Paulista e chegando no Trevo
de Itapaci, pegar a GO 154, em direção a Itapaci, Pilar de Goiás, Santa
Terezinha até a chegada a Campos Verdes (mineração de esmeraldas).

Breve Histórico:
A
ocorrência mineral deu-se por volta de 1980, na Fazenda “São João”,
Distrito Sede do Município de Santa Teresinha de Goiás, quando o
tratorista da Prefeitura Diolindo, ao patrolar uma estrada vicinal, viu
aflorar um monte de pedras verdes no meio das raízes dos matos. Ao
constatar que eram esmeraldas, milhares de garimpeiros, majoritariamente
baianos, migraram para o local.

No
período de 1981 a 1984, a população flutuante era de aproximadamente
35.000 pessoas, entre mantedores de serviços (patrocinadores de unidades
produtivas), garimpeiros propriamente ditos, comerciantes de pedra e
exploradores indiretos desse tipo de atividades.

Em
1987, após um plebiscito, o Garimpo se emancipou, passando a se chamar
“Campos Verdes”, tendo ficado conhecido como a “Capital Mundial das
Esmeraldas”. A primeira eleição para prefeito ocorreu em 1988, e o
primeiro prefeito, Dr: Virmontes foi empossado em 1989.
Com o
decorrer dos anos, a extração das esmeraldas foi ficando cada vez mais
difícil; para ter uma idéia aclarada, existe mineradoras hoje, com shaft
de até 450 metros de profundidade, tornado impossível à exploração por
garimpeiros.
Uma nova era surgia no garimpo. As mineradoras começaram
a se instalar e, diante do quadro institucional vigente, os
trabalhadores locais procuraram se associar sob a forma preconizada,
priorizando o sistema cooperativista, com o objetivo de facilitar o
controle por parte dos órgãos oficiais sobre esse tipo de atividade.

Tipo de atividade
A
atividade garimpeira é centenária no Brasil, e dela vem se ocupando uma
fatia significativa da população nacional; aliás, com o agravamento da
crise econômica do país, cada vez mais pessoas têm se ocupado dessa
atividade.
A lavra garimpeira conduzida sob forma de cooperativismo é
uma atividade recente no país. Está surgindo em conseqüência da
legislação, e não espontaneamente, mesmo porque não existe uma cultura a
esse respeito em nosso meio. Por conseguinte, esperam-se dificuldades
na efetiva implantação do sistema do garimpo.
Mineração
Seleção de Áreas prioritárias para exploração de esmeraldas
Trabalhamos
com objetivo de identificar Áreas com grande possibilidade de
existência de mineralizações de esmeraldas, com reduzido risco, buscando
uma parceria com os atuais proprietários, com aquisição de parte da
mina através de investimento em operações de pesquisa de lavra.
1ª fase – OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES.
O
trabalho teve início com a obtenção dos mapas atualizados das
propriedades e de informações gerais sobre os respectivos proprietários.
No
entanto, verificou-se que a coordenadas geográficas do mapa geológico
da CPRM não estão na posição correta, devido ao fato de o mapa ter sido
feito em 1984, sem auxílio do GPS, o que dificultou muito a localização
exata das propriedades em planta.
Com os garimpeiros locais foram
obtidos apenas mapas precários. Contudo, contamos com a colaboração do
topógrafo Sr. Afonso e do agrimensor Agnel, que conhecem muito bem as
propriedades.
2ª fase – ESTUDO REGIONAL:
Foi realizado um
levantamento de campo para controle do GPS nas cinco faixas
mineralizadas (“trechos”) com o objetivo de definir as posições dos
corpos de xisto com esmeraldas e identificar as respectivas propriedades
a)
trecho Velho: onde estão localizadas as duas maiores minas da região
(Itaobi e Veraobi). Fica na ponta norte do trecho velho e corta a parte
leste da faixa mineralizada.
b) trecho novo: Passa a parte leste do
valetão (local de antigo afloramento de esmeralda), intensamente
garimpado, E segue em direção a mineração PENERY, do grupo EMSA. O lado
oeste situa-se à cabeceira do valetão, adjacente ao famoso garimpo do
afloramento, e o lado leste é adjacente ao garimpo do “Nego Velho”
(famoso pela imensa produção).
c) trecho do Netinho: Situa-se do lado
leste do garimpo, existe grande possibilidade de concentração de
esmeraldas. A última dela foi à mina São Geraldo, que produziu
intensamente durante quase 4 anos e ainda continua produzindo.
d)
trecho do Délio Braz: Trecho de mineralização paralelo aos outros
trechos como: (Velho, Novo e do Netinho), situado a Oeste, estando a uma
profundidade de 450 metros. A descoberta desse trecho abre perspectiva
para o Sul de mineralização mais rasa e para o Norte rumo ao trecho do
Kley. No entanto, é uma Área que exige grandes investimentos em sondagem
e apresenta alto risco, por se tratar de uma região pouco conhecida.
E)
Trecho do Kley: Foi descoberto em 2006, encontrando-se nesse trecho
mineralizações nos níveis 48, 52, 128 metros de profundidade,
constatando-se na sondagem, também, um outro corpo a 340 metros, ainda
não alcançado. Supõe-se que esse nível é seqüência da Itaobi e Veraobi
rumo Sul/Norte e paralelo a Mineração Peneri do grupo EMSA. O xisto
(rocha matriz da esmeralda) é de excelente qualidade, conhecido como
“pedra da louça”.
3ª fase-SELEÇÃO DE ÁREAS
Temos selecionado
os locais de maior interesse buscando os proprietários que podem aceitar
um acordo nas condições desejadas. Existem muitas ofertas de Áreas
situadas fora do alinhamento das mineralizações, onde o risco do
insucesso é grande. Também existem boas Áreas de pessoas desonestas e
perigosas que não aceitam a forma de parceria proposta
BENEFICIAMENTO
Os
xistos retirados das minas são trazidos ao solo através de “boroca de
borracha” (tipo caldeirão com alça), contendo em média dois carrinhos de
obra iguais aos dos pedreiros, pesando 80 kg. cada. Esse material vai
direto para um lavador do tipo betoneira para tirar o excesso de terra;
depois, vai para os catadores (as), que separam o material estéreo do
mineralizado; em seguida vai para os classificadores, separando as
esmeraldas de 1ª, de 2ª, boas, ruins e pretas.
LAPIDAÇÃO
O
lapidário tem que ser um excelente profissional, pois um corte errado
pode acabar com a pedra. O comprador estrangeiro é exigente, a mesa da
pedra tem que ser baixa, com o fundo triangular e o rondizio sem
lapidar. Tornando-a mais resistente para facilitar a cravação nas jóias.

COMERCIALIZAÇÃO
As
particularidades do comércio de esmeraldas só puderam ser conhecidas
através da prática, pois as pesquisas prévias de mercado não revelam a
realidade. O investimento na compra de pedras e a ação afetiva de venda
de nossos lotes mostram os seguintes parâmetros deste comércio:
(a) Pedras de1ª lapidadas: para joalheiros e traders;
(b) Pedras de 1ª brutas: trades;
(c) Pedras boas de 2ª brutas: para trades e indiano;
(d) Pedras ruim de 2ª brutas: para o mercado indiano;
(e) Pedras pretas de 2ª brutas: para o mercado indiano;
Este esquema, definido através de nosso levantamento, resume as linhas de ação para uma melhor comercialização de pedras.
GARIMPE E PAGUE
Ao
chegar a Campos Verdes, poderão comprar um carrinho de xisto, lava-lo
na própria mina e tentar a sorte. Tem carrinho de 10, 20, 50 e daí por
diante,vai depender do que a mina estiver produzindo e do seu preço de
venda. Antes de vir, ligue para a cooperativa e certifique-se de que
eles estão disponíveis.
TURISMO NAS MINAS DE ESMERALDAS
Vindo a
Campos Verdes vocês poderão conhecer, no subsolo das minas, o tão
famoso berço das esmeraldas. É permitido, inclusive, tirar fotos! E,
para quem gosta de esporte, rapel e escalada no nosso subsolo são bons
programas!


ARTESANATO
A
Coop-Camp touxe do Rio de Janeiro, da Bahia e do Rio Grande do Sul
excelentes profissionais com o objetivo de profissionalizar a mão de
obra ociosa de Campos Verdes, transformando o rejeito das esmeraldas em
verdadeiras obras de arte.
VIDA UTIL DO GARIMPO
É quase
impossível prever a duração (a vida útil) do garimpo, pois esse tipo de
atividade depende muito dos resultados obtidos. Geralmente, quando há
noticia do encontro das gemas em maior quantidade, acontece um súbito
aumento de serviços, com a reativação de várias frentes de trabalho.
Existem também aqueles persistentes, que raramente paralisam seus
serviços, mesmo diante de prolongados insucessos. A vida útil do
empreendimento dependerá dos resultados obtidos nas pesquisas, para
terem uma idéia aclarada, existem minas que já exploram esmeraldas a
mais de 14 anos.