domingo, 13 de julho de 2014

Esmeraldas

3 tipos de qualidade de esmeraldas verdes diferentes são separadas da Mica preta em um processo contínuo. Separação manual substituída e usina de processamento aperfeiçoada.
Desde 2007, a máquina de separação óptica da TOMRA Sorting Solutions | Mining é usada para separar Esmeraldas de alta qualidade (Be3 Al2 Si6 O18) com vários tons de verde de Mica preta, substituindo a separação manual em Malysheva, na região de Yekaterinburg, Rússia.
O minério bruto (Run of mine) é alimentado dos recursos subterrâneos junto com o rejeito. Após ser britado, peneirado e lavado o minério é levado ao separador em tamanhos de -25/+5 mm. Ao substituir o processo de separação manual, a produtividade da usina de processamento melhorou significativamente.

A instalação do sistema de separação com base em sensores da TOMRA Sorting Solutions | Mining leva a uma estabilização da qualidade da produção bem como a um aumento significativo no rendimento, além de garantir à empresa operante um processo eficiente e altamente lucrativo com um tempo de paradas para manutenção mínimo.

VAI INVESTIR EM MINERAÇÃO DE ESMERALDA!!!

VAI INVESTIR EM MINERAÇÃO DE ESMERALDA!!!


O Garimpo de Esmeralda de Campos Verdes encontra-se no local denominado “Fazenda São João” no Município de Campos Verdes, Estado de Goiás. A cidade situa-se entre as coordenadas geográficas de 14º 15’ 28” sul, 49º 39’ 28” oeste, área: 441.702 km2, com uma população de 6.562 habitantes. O acesso principal ao Garimpo partindo de Goiânia, se dá através da Rodovia Estadual GO. 080, passando por Neropólis, Petrolina, Jesupolis, até se encontrar com a rodovia Federal Br. 153, passando por Jaraguá, Rianápolis, Ceres, Rialma, Jardim Paulista e chegando no Trevo de Itapaci, pegar a GO 154, em direção a Itapaci, Pilar de Goiás, Santa Terezinha até a chegada a Campos Verdes (mineração de esmeraldas).



Breve Histórico:

A ocorrência mineral deu-se por volta de 1980, na Fazenda “São João”, Distrito Sede do Município de Santa Teresinha de Goiás, quando o tratorista da Prefeitura Diolindo, ao patrolar uma estrada vicinal, viu aflorar um monte de pedras verdes no meio das raízes dos matos. Ao constatar que eram esmeraldas, milhares de garimpeiros, majoritariamente baianos, migraram para o local.



No período de 1981 a 1984, a população flutuante era de aproximadamente 35.000 pessoas, entre mantedores de serviços (patrocinadores de unidades produtivas), garimpeiros propriamente ditos, comerciantes de pedra e exploradores indiretos desse tipo de atividades.

Em 1987, após um plebiscito, o Garimpo se emancipou, passando a se chamar “Campos Verdes”, tendo ficado conhecido como a “Capital Mundial das Esmeraldas”. A primeira eleição para prefeito ocorreu em 1988, e o primeiro prefeito, Dr: Virmontes foi empossado em 1989.


Com o decorrer dos anos, a extração das esmeraldas foi ficando cada vez mais difícil; para ter uma idéia aclarada, existe mineradoras hoje, com shaft de até 450 metros de profundidade, tornado impossível à exploração por garimpeiros.
Uma nova era surgia no garimpo. As mineradoras começaram a se instalar e, diante do quadro institucional vigente, os trabalhadores locais procuraram se associar sob a forma preconizada, priorizando o sistema cooperativista, com o objetivo de facilitar o controle por parte dos órgãos oficiais sobre esse tipo de atividade.

Tipo de atividade

A atividade garimpeira é centenária no Brasil, e dela vem se ocupando uma fatia significativa da população nacional; aliás, com o agravamento da crise econômica do país, cada vez mais pessoas têm se ocupado dessa atividade.
A lavra garimpeira conduzida sob forma de cooperativismo é uma atividade recente no país. Está surgindo em conseqüência da legislação, e não espontaneamente, mesmo porque não existe uma cultura a esse respeito em nosso meio. Por conseguinte, esperam-se dificuldades na efetiva implantação do sistema do garimpo.

Mineração

Seleção de Áreas prioritárias para exploração de esmeraldas

Trabalhamos com objetivo de identificar Áreas com grande possibilidade de existência de mineralizações de esmeraldas, com reduzido risco, buscando uma parceria com os atuais proprietários, com aquisição de parte da mina através de investimento em operações de pesquisa de lavra.


1ª fase – OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES.
O trabalho teve início com a obtenção dos mapas atualizados das propriedades e de informações gerais sobre os respectivos proprietários.
No entanto, verificou-se que a coordenadas geográficas do mapa geológico da CPRM não estão na posição correta, devido ao fato de o mapa ter sido feito em 1984, sem auxílio do GPS, o que dificultou muito a localização exata das propriedades em planta.
Com os garimpeiros locais foram obtidos apenas mapas precários. Contudo, contamos com a colaboração do topógrafo Sr. Afonso e do agrimensor Agnel, que conhecem muito bem as propriedades.

2ª fase – ESTUDO REGIONAL:
Foi realizado um levantamento de campo para controle do GPS nas cinco faixas mineralizadas (“trechos”) com o objetivo de definir as posições dos corpos de xisto com esmeraldas e identificar as respectivas propriedades
a) trecho Velho: onde estão localizadas as duas maiores minas da região (Itaobi e Veraobi). Fica na ponta norte do trecho velho e corta a parte leste da faixa mineralizada.
b) trecho novo: Passa a parte leste do valetão (local de antigo afloramento de esmeralda), intensamente garimpado, E segue em direção a mineração PENERY, do grupo EMSA. O lado oeste situa-se à cabeceira do valetão, adjacente ao famoso garimpo do afloramento, e o lado leste é adjacente ao garimpo do “Nego Velho” (famoso pela imensa produção).
c) trecho do Netinho: Situa-se do lado leste do garimpo, existe grande possibilidade de concentração de esmeraldas. A última dela foi à mina São Geraldo, que produziu intensamente durante quase 4 anos e ainda continua produzindo.
d) trecho do Délio Braz: Trecho de mineralização paralelo aos outros trechos como: (Velho, Novo e do Netinho), situado a Oeste, estando a uma profundidade de 450 metros. A descoberta desse trecho abre perspectiva para o Sul de mineralização mais rasa e para o Norte rumo ao trecho do Kley. No entanto, é uma Área que exige grandes investimentos em sondagem e apresenta alto risco, por se tratar de uma região pouco conhecida.
E) Trecho do Kley: Foi descoberto em 2006, encontrando-se nesse trecho mineralizações nos níveis 48, 52, 128 metros de profundidade, constatando-se na sondagem, também, um outro corpo a 340 metros, ainda não alcançado. Supõe-se que esse nível é seqüência da Itaobi e Veraobi rumo Sul/Norte e paralelo a Mineração Peneri do grupo EMSA. O xisto (rocha matriz da esmeralda) é de excelente qualidade, conhecido como “pedra da louça”.

3ª fase-SELEÇÃO DE ÁREAS
Temos selecionado os locais de maior interesse buscando os proprietários que podem aceitar um acordo nas condições desejadas. Existem muitas ofertas de Áreas situadas fora do alinhamento das mineralizações, onde o risco do insucesso é grande. Também existem boas Áreas de pessoas desonestas e perigosas que não aceitam a forma de parceria proposta


BENEFICIAMENTO
Os xistos retirados das minas são trazidos ao solo através de “boroca de borracha” (tipo caldeirão com alça), contendo em média dois carrinhos de obra iguais aos dos pedreiros, pesando 80 kg. cada. Esse material vai direto para um lavador do tipo betoneira para tirar o excesso de terra; depois, vai para os catadores (as), que separam o material estéreo do mineralizado; em seguida vai para os classificadores, separando as esmeraldas de 1ª, de 2ª, boas, ruins e pretas.

LAPIDAÇÃO
O lapidário tem que ser um excelente profissional, pois um corte errado pode acabar com a pedra. O comprador estrangeiro é exigente, a mesa da pedra tem que ser baixa, com o fundo triangular e o rondizio sem lapidar. Tornando-a mais resistente para facilitar a cravação nas jóias.

COMERCIALIZAÇÃO
As particularidades do comércio de esmeraldas só puderam ser conhecidas através da prática, pois as pesquisas prévias de mercado não revelam a realidade. O investimento na compra de pedras e a ação afetiva de venda de nossos lotes mostram os seguintes parâmetros deste comércio:

(a) Pedras de1ª lapidadas: para joalheiros e traders;
(b) Pedras de 1ª brutas: trades;
(c) Pedras boas de 2ª brutas: para trades e indiano;
(d) Pedras ruim de 2ª brutas: para o mercado indiano;
(e) Pedras pretas de 2ª brutas: para o mercado indiano;
Este esquema, definido através de nosso levantamento, resume as linhas de ação para uma melhor comercialização de pedras.

GARIMPE E PAGUE
Ao chegar a Campos Verdes, poderão comprar um carrinho de xisto, lava-lo na própria mina e tentar a sorte. Tem carrinho de 10, 20, 50 e daí por diante,vai depender do que a mina estiver produzindo e do seu preço de venda. Antes de vir, ligue para a cooperativa e certifique-se de que eles estão disponíveis.

TURISMO NAS MINAS DE ESMERALDAS
Vindo a Campos Verdes vocês poderão conhecer, no subsolo das minas, o tão famoso berço das esmeraldas. É permitido, inclusive, tirar fotos! E, para quem gosta de esporte, rapel e escalada no nosso subsolo são bons programas!






ARTESANATO
A Coop-Camp touxe do Rio de Janeiro, da Bahia e do Rio Grande do Sul excelentes profissionais com o objetivo de profissionalizar a mão de obra ociosa de Campos Verdes, transformando o rejeito das esmeraldas em verdadeiras obras de arte.


VIDA UTIL DO GARIMPO
É quase impossível prever a duração (a vida útil) do garimpo, pois esse tipo de atividade depende muito dos resultados obtidos. Geralmente, quando há noticia do encontro das gemas em maior quantidade, acontece um súbito aumento de serviços, com a reativação de várias frentes de trabalho. Existem também aqueles persistentes, que raramente paralisam seus serviços, mesmo diante de prolongados insucessos. A vida útil do empreendimento dependerá dos resultados obtidos nas pesquisas, para terem uma idéia aclarada, existem minas que já exploram esmeraldas a mais de 14 anos.

Turmalina Paraíba é a mais cara do mundo

Turmalina Paraíba é a mais cara do mundo


Um grama da turmalina paraíba pode ultrapassar 100 mil dólares. Mais rara e mais cara do que a maioria dos diamantes, a pedra está entre as dez gemas mais caras do mundo. Cada quilate chega a valer US$ 50mil.
“Mas, afinal, o que significa a palavra paraíba?”, pergunta o Financial Times. Uma reportagem do diário financeiro britânico revela que o azul da turmalina retirada da mina da Batalha, no interior da Paraíba, virou moda na Europa. A coloração incandescente e única deve-se a uma combinação de traços de cobre e manganês dentro da pedra. Assim, paraíba tornou-se denominação de um tipo de azul, único no mineral encontrado por aqui.
A turmalina paraíba é utilizada pela grifes brasileiras Amsterdan Sauer e H. Stern, além das internacionais Dior e Tiffany & Co UK.

Anel da Amsterdam Sauer: 15,25 quilates em turmalina Paraíba e 2,59 quilates em diamantes. Montado em platina custa R$ 1,170 milhão.

MINA DE DIAMANTE DE CATOCA- ANGOLA

MINA DE DIAMANTE DE CATOCA- ANGOLA

MISSÃO, VISÃO E VALORESSurgida da iniciativa do governo angolano de desenvolver o primeiro kimberlito nacional, Catoca tem como: Missão:• Recuperar de forma sustentável reservas diamantíferas, assegurando que os nossos produtos se distingam internacionalmente pelo seu valor e elevada qualidade, promovendo o desenvolvimento, a responsabilidade socioambiental e um clima organizacional positivo, assente em práticas seguras, valores e princípios éticos.Visão:• Estar entre as 3 maiores Empresas diamantíferas do Mundo em facturação• Aprofundar a cadeia de valor e diversificar a actividade (subproduto)• Inovar as tecnologias e técnicas produtivas, de forma a aumentar a produção e produtividade• Expandir a área de actuação para além do território angolano Valores:• Crença• Ética• Respeito• Confiança• Segurança• Disciplina• Solidariedade• Comprometimento• Excelência• Inovação• Competitividade
Uma Complexa EstruturaA estrutura geológica da mina de Catoca é complexa e o corpo mineralizado subdivide-se em três partes bem diferentes. A parte central, até os 200m de profundidade, é composta por rochas vulcanogêneo-sedimentares (kimberlito tufístico). A parte que circunda as paredes da chaminé tem forma de anel e é composta por kimberlitos e rochas derivadas dos mesmos – representa o principal minério industrial (kimberlito porfírico). A parte central do corpo mineralizado, abaixo de 260m, é composta por brechas kimberlíticas autolíticas. Até uma profundidade de 100m, o teor médio dos diamantes (soma de kimberlitos porfírico e tufístico) está distribuído desigualmente. Sendo a parte ocidental mais rica que a oriental. As propriedades físicas das rochas encaixantes são constituídas por gneisses – friáveis na parte superior. Já na profundidade de 65 a 75m, estas rochas são representadas por várias espécies de material monolítico sólido. As propriedades físicas e mecânicas dos kimberlitos nos níveis superiores revelam sua baixa resistência, fácil trituração e elevada autodesintegração.
As reservas estão resumidas abaixo:

Os dados geológicos e a capacidade de produção e tratamento mostram uma capacidade de exploração da mina de mais de 40 anos.

Endereço:
HISTORIAL DA MINA DE CATOCAA exploração do kimberlito de Catoca teve inicio aos 11 de Fevereiro de 1997 com um tempo de vida inicialmente previsto para 40 anos até a profundidade de 400 m. A Chaminé Kimberlítica ocupa uma área de 64 hectares (990x915m). , devendo a Mina atingir no seu limite final um diâmetro aproximado de 1650x1650 m. Em 2011 foi elaborado novo projecto para optimização das condições técnicas-económicas de aproveitamento do jazigo, tendo como resultado os seguintes principais parâmetros: ESTRUTURA ORGÂNICA DO DEMO Departamento de Exploração Mineira agrega 6 sectores, nomeadamente: Trabalhos Preparatórios, Explosivos,Toografia e Geodesia, Planeamento Mineiro, Terraplanagem e Operações Mineiras que agrega quatro (4) Equipas que laboram em turnos rotativos. O Chefe de Departamento é coadjuvado por dois adjuntos, sendo um para as Operações Mineiras e outro para o Planeamento Mineiro.OBJECTIVOS DO DEPARTAMENTO DE MINERAÇÃO “DMIN”O DMIN é a estrutura na empresa focada no desenvolvimento das actividades de mineração, com base em regras e princípios específicos, para garantir remoção do estéril e a extracção racional e optimizada do minério da chaminé kimberlítica e seu respectivo fornecimento as Centrais de Tratamento. SISTEMA DE MINERAÇÃOA chaminé kimberlitica de Catoca é explorada a Céu Aberto, utilizando o sistema de mineração com escavação por avanço e transporte rodoviário. O “Flowsheet” tecnológico inclui o desmonte directo do maciço de estéril, com a particularidade das rochas duras serem submetidas ao desmonte com explosivos e posterior carregamento com escavadeiras para as pilhas de estéril. A extracção do minério é feito com recurso a escavação directa precedida de escarificação com tratores de esteiras. PLANEAMENTO E OPERAÇÕESO design e o planeamento da sequência das operações mineiras, a monotorização em tempo real, assim como o estudo e análise dos principais indicadores da Mina é assegurado pelo Sector de Planeamento Mineiro, que mantém uma forte interação com os demais Sectores do DMIN.O disign e o planeamento é feito com recurso ao software Datamine e o monitoramento das operações pelo software SmartMine “Sistema que permite uma gestão integral e em tempo real dos activos na Mina”, bem como o processamento automático da produção.Até 2012 foram removidos 97,2 milhões de m3 de estéril e extraídos 48,1 milhões de m3 de minério, totalizando 145,3 milhões de m3 de massa mineira.EQUIPAMENTOS UTILIZADOS - Camiões rigidos de 100 toneladas de capacidade, 29 unidades;- Escavadeiras de 4,5 - 5 m3 de capacidade, 6 unidades;- Escavadeiras de 7 – 18 m3 de capacidade, 19 unidades;- Pás-Carregadeiras de 4 a 7 m3 de capacidade, 9 unidades;- Equipamentos Auxiliares, 20 unidades.- Mais de 5 km de correia transportadora e 1 sistema de formação de escombreira de última geração.COMPLEXIDADESA existência de rochas de grande dureza, bem como de águas subterrâneas e pluviais em vários pontos da Mina, constituem entre outras, as grandes complexidades para o processamento normal das operações. O desmonte com explosivos em detrimentro do arranque mecânico (com escavadeira) e métodos combinados de drenagem e bombeamento das águas, são aplicados para mitigar o problema no geral e preservar a estabilidade dos taludes, cuja complexidade aumenta com o aumento da profundidade da Mina, e que, constitue o grande desafio para os técnicos do Departamento de Mineração.DESAFIOS DO DMIN• Melhorar a eficiência operacional da Mina em todos os níveis; • Diagnosticar os principais factores com impacto na produção e produtividade, implementar medidas correctivas e acções tendentes a melhorar a eficiência operacional;• Mapear os principais indicadores técnico-económicos da Mina, com enfoque na estrutura de custos;• Promover acções tendentes a elevar o desenvolvimento humano no Departamento;

A exploração do Kimberlito da Sociedade Mineira de Catoca é feita a céu aberto utilizando o sistema de mineração com escavação por avanços e transporte rodoviário. A "flowsheet" tecnológica prevê o desmonte directo do maciço do estéril e a extração do minério usando escavadeiras e camiões basculantes. O minério, então, é levado à Central de Tratamento e ao depósito de minério. E o maciço do estéril é levado para as escombreiras externas.Já a recuperação de diamantes é feita com tecnologia russa. O minério bruto é transportado por camiões até a rampa da Central de Tratamento e descarregados em três tremonhas - munidas de grelhas estacionárias com orifícios quadrados por dentro. O minério é britado nas grelhas pelo carregador até passar pelas aberturas. Os alimentadores de placa, situados debaixo das tremonhas, carregam regularmente o minério extraído nos moinhos de autodesintegração húmida. O produto dessa operação entra nos classificadores espirais que fazem a classificação hidráulica conforme a granulometria. Dos classificadores, o minério é canalizado por escoamento livre para os crivos e as lamas de granulometria inferiores à prevista vão para a bacia de rejeitados.

Diamantes da Brazil Minerals são avaliados em US$ 5,4 mil por quilate

Diamantes da Brazil Minerals são avaliados em US$ 5,4 mil por quilate


A Brazil Minerals divulgou, hoje, a avaliação do primeiro lote de diamantes lapidados e polidos que produziu em Duas Barras, Estado de Minas Gerais. Os diamantes da empresa foram avaliados em US$ 5,4 mil por quilate, seguindo a Rapaport Diamond Price List, lista de preços que serve como fonte primária para o mercado de diamante.

“Estamos lapidando e polindo os diamantes em um centro de alta habilidade no Brasil e os exportando para os Estados Unidos, onde eles têm seu teor avaliado e são certificados pelo Gemological Institute of America [GIA; em português, instituto gemológico da América”, disse Marc Fogassa, presidente do conselho e CEO da Brazil Minerals.
Os diamantes da mineradora foram 100% aceitos pelo GIA em relação à classificação do teor e à certificação. Na escala decolorless, utilizada para ordenar os diamantes por cor, as pedras preciosas da Brazil Minerals ganharam “F”, um dos maiores teores da escala. No que diz respeito à clareza e limpidez, os diamantes da mineradora foram avaliados com “VVS1”, uma das melhores classificações para clareza.
Até o momento, as receitas da mineradora vieram da produção de ouro e de diamantes brutos de Duas Barras. A Brazil Minerals negociou seus diamantes brutos a um preço médio de US$ 140 por quilate. Agora, a empresa pretende vender parte de sua produção de diamantes polidos.

A mina Duas Barras tem capacidade de processamento de 80 toneladas por hora de cascalho, para extração de diamante e ouro. O custo de construção da planta foi de aproximadamente US$ 2,5 milhões.
A Brazil Minerals é uma produtora de diamante e ouro, que desenvolve projetos de vanádio, titânio e ferro pelo Brasil. Além da mina Duas Barras, a empresa é proprietária de direitos fundiários em Borba, área com potencial de ouro no Amazonas. No Brasil, a mineradora tem como subsidiária a Mineração Duas Barras, que fica em Minas Gerais.
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