Petrobras aumenta exportações em 109,3% em julho
A Petrobras está tendo um desempenho extraordinário.
Em julho, graças ao aumento de produção, a estatal exportou 109,3% a
mais do que o mesmo período de 2013.
A receita de julho foi de US$1,934 bilhões.
A média de produção chegou a 2,49 milhões de barris por dia, acima da produção do mesmo período em 2013.
Apesar da alta a Vale ainda é a maior exportadora do Brasil no acumulado
do ano, com US$12,833 bilhões contra os US$7,945 bilhões da Petrobras.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O medo de Marina
O medo de Marina
Nesses últimos dias todos os empresários com quem falei demonstraram uma preocupação crescente com o fenômeno Marina.
Os números e as notícias confirmam o que eu percebi nestes dias: quase todos os empresários da mineração e do agronegócio, duas das principais fontes de divisas do Brasil, estão assustados com a possibilidade de mudança.
O interessante é que a maioria já não quer mais apoiar o governo do PT, que está sendo banido, pela sua incompetência.
O governo de Dilma está terminando tristemente.
Desgastado pela falta de crescimento econômico, números pífios, inflação em alta, pequena geração de empregos, bagunças nas ruas e pela corrupção em seus quadros o PT está favorecendo aos novos candidatos e suas promessas.
Não é para menos.
Na área mineral atravessamos, possivelmente, a pior fase desde que o DNPM foi criado em 1934. Nunca havíamos visto, em toda a história do Brasil Republicano, a pesquisa mineral desmoronar com o aval do próprio governo.
Realmente, essa não é a continuidade que os empresários brasileiros querem. Todos querem mudar, mas mudar para melhor.
É aí que o efeito Marina atemoriza a maioria.
Marina cresceu exponencialmente nas últimas pesquisas, tratorando Aécio e até a Dilma no segundo turno. De repente ela se tornou em um grande tsunami eleitoral que pode virar de cabeça para baixo o Brasil que conhecemos.
Marina significa mudanças, mas mudanças que podem não ser nada boas para a mineração e para o agronegócio.
Ela esbraveja no seu site que “mineração é o setor que mais mata, mutila e enlouquece os trabalhadores. Em uma das atividades mais insalubres e mal remuneradas”.
O que a mineração pode esperar de quem compartilha e propaga essas ideias?
São essas declarações radicais e pouco embasadas, aliadas ao seu histórico que leva a maioria dos empresários a acreditar que quase tudo aquilo que impacta o meio ambiente estará sendo colocado, pela Marina ou no gelo ou no sal.
Assim como no passado, quando ela foi Ministra do Meio Ambiente, projetos de mineração, agronegócio e de energia possivelmente não receberão as licenças ambientais necessárias à sua implantação caso ela seja eleita.
Quando descobrirmos que não é possível alimentar centenas de milhões de brasileiros com orgânicos e com a agricultura familiar será muito tarde.
Quem é do ramo sabe.
Os atrasos com as licenças ambientais, que penalizam todos os grandes projetos do país, quer seja um porto, uma hidroelétrica, uma grande plantação ou uma mina estão entre os maiores entraves ao desenvolvimento. Licenças ambientais que demoram a chegar custam muito à imagem do país além de tempo, dinheiro e empregos. Eles são considerados pelos investidores, como um dos pontos de menor atratividade no Brasil de hoje.
Imagine o que vai acontecer com o Brasil se isso piorar... ?
Esta é a grande dúvida que invade, hoje, o sono dos empresários brasileiros. Será que Marina traz, consigo o dia do juízo final da mineração e do agronegócio?
Será que o verdadeiro efeito Marina é o caos e um enorme retrocesso econômico?
Você pode estar discordando totalmente deste medo demonstrado por muitos empresários da mineração e do agronegócio, afinal tudo pode não passar de um medo irracional...
A pergunta que se faz é: vale a pena pagar para ver?
Nesses últimos dias todos os empresários com quem falei demonstraram uma preocupação crescente com o fenômeno Marina.
Os números e as notícias confirmam o que eu percebi nestes dias: quase todos os empresários da mineração e do agronegócio, duas das principais fontes de divisas do Brasil, estão assustados com a possibilidade de mudança.
O interessante é que a maioria já não quer mais apoiar o governo do PT, que está sendo banido, pela sua incompetência.
O governo de Dilma está terminando tristemente.
Desgastado pela falta de crescimento econômico, números pífios, inflação em alta, pequena geração de empregos, bagunças nas ruas e pela corrupção em seus quadros o PT está favorecendo aos novos candidatos e suas promessas.
Não é para menos.
Na área mineral atravessamos, possivelmente, a pior fase desde que o DNPM foi criado em 1934. Nunca havíamos visto, em toda a história do Brasil Republicano, a pesquisa mineral desmoronar com o aval do próprio governo.
Realmente, essa não é a continuidade que os empresários brasileiros querem. Todos querem mudar, mas mudar para melhor.
É aí que o efeito Marina atemoriza a maioria.
Marina cresceu exponencialmente nas últimas pesquisas, tratorando Aécio e até a Dilma no segundo turno. De repente ela se tornou em um grande tsunami eleitoral que pode virar de cabeça para baixo o Brasil que conhecemos.
Marina significa mudanças, mas mudanças que podem não ser nada boas para a mineração e para o agronegócio.
Ela esbraveja no seu site que “mineração é o setor que mais mata, mutila e enlouquece os trabalhadores. Em uma das atividades mais insalubres e mal remuneradas”.
O que a mineração pode esperar de quem compartilha e propaga essas ideias?
São essas declarações radicais e pouco embasadas, aliadas ao seu histórico que leva a maioria dos empresários a acreditar que quase tudo aquilo que impacta o meio ambiente estará sendo colocado, pela Marina ou no gelo ou no sal.
Assim como no passado, quando ela foi Ministra do Meio Ambiente, projetos de mineração, agronegócio e de energia possivelmente não receberão as licenças ambientais necessárias à sua implantação caso ela seja eleita.
Quando descobrirmos que não é possível alimentar centenas de milhões de brasileiros com orgânicos e com a agricultura familiar será muito tarde.
Quem é do ramo sabe.
Os atrasos com as licenças ambientais, que penalizam todos os grandes projetos do país, quer seja um porto, uma hidroelétrica, uma grande plantação ou uma mina estão entre os maiores entraves ao desenvolvimento. Licenças ambientais que demoram a chegar custam muito à imagem do país além de tempo, dinheiro e empregos. Eles são considerados pelos investidores, como um dos pontos de menor atratividade no Brasil de hoje.
Imagine o que vai acontecer com o Brasil se isso piorar... ?
Esta é a grande dúvida que invade, hoje, o sono dos empresários brasileiros. Será que Marina traz, consigo o dia do juízo final da mineração e do agronegócio?
Será que o verdadeiro efeito Marina é o caos e um enorme retrocesso econômico?
Você pode estar discordando totalmente deste medo demonstrado por muitos empresários da mineração e do agronegócio, afinal tudo pode não passar de um medo irracional...
A pergunta que se faz é: vale a pena pagar para ver?
Demanda por zinco aumenta: uma nova fase de pesquisa?
Demanda por zinco aumenta: uma nova fase de pesquisa?
Segundo a chinesa MMG dona da terceira maior mina de zinco do mundo o déficit de zinco global está aumentando mais rápido do que previsto. A principal causa deste déficit é a demanda chinesa alavancada pela indústria automobilística.
O maior consumo atual está no aço à prova de ferrugem, utilizado principalmente nos tetos de veículos. Este aço é revestido por uma fina camada de zinco.
O mercado global de zinco atingiu 234.000 toneladas no primeiro semestre de 2014 e o preço já subiu, em função da demanda, 14%, atingindo US$2.352/t.
Caso esta tendência se prolongue veremos um aquecimento da prospecção e pesquisa para zinco já que a maioria das grandes minas são antigas e estão a caminho da exaustão.
Segundo a chinesa MMG dona da terceira maior mina de zinco do mundo o déficit de zinco global está aumentando mais rápido do que previsto. A principal causa deste déficit é a demanda chinesa alavancada pela indústria automobilística.
O maior consumo atual está no aço à prova de ferrugem, utilizado principalmente nos tetos de veículos. Este aço é revestido por uma fina camada de zinco.
O mercado global de zinco atingiu 234.000 toneladas no primeiro semestre de 2014 e o preço já subiu, em função da demanda, 14%, atingindo US$2.352/t.
Caso esta tendência se prolongue veremos um aquecimento da prospecção e pesquisa para zinco já que a maioria das grandes minas são antigas e estão a caminho da exaustão.
Minério de ferro abaixo de US90/t, o pior preço em dois anos leva minas da China e até do Brasil a beira da falência
Minério de ferro abaixo de US90/t, o pior preço em dois anos leva minas da China e até do Brasil a beira da falência
O preço do minério de ferro 62% caiu para US$89,20 em meio a notícias de em pior desempenho da economia chinesa. A oferta está maior do que a procura e isso deprime os preços do minério de ferro.
Entenda que essa situação é artificialmente criada pelas três grandes produtoras a Vale, Rio Tinto e BHP Billiton que conseguem produzir a custos bem abaixo dos seus competidores. Para elas as quedas de lucratividade são ocasionais e um passaporte para o controle total.
É uma estratégia que visa quebrar e fechar um grande número de minas, menos competitivas, principalmente chinesas.
Com essa tática de terra arrasada estas três empresas pretendem controlar, com mão de ferro, o maior mercado da mineração mundial.
As quedas dos preços afetam as exportações de minério de ferro brasileiras, que tiveram a pior média de preços dos últimos quatro anos.
A média da tonelada brasileira exportada foi de US$66,4, neste último mês. Isto significa que nós também vendendo uma quantidade substancial de minério de ferro de baixa qualidade.
Tudo leva crer que aqui também minas serão fechadas, já que os produtores desse minério de baixo teor, eventualmente não mais conseguirão competir.
O preço do minério de ferro 62% caiu para US$89,20 em meio a notícias de em pior desempenho da economia chinesa. A oferta está maior do que a procura e isso deprime os preços do minério de ferro.
Entenda que essa situação é artificialmente criada pelas três grandes produtoras a Vale, Rio Tinto e BHP Billiton que conseguem produzir a custos bem abaixo dos seus competidores. Para elas as quedas de lucratividade são ocasionais e um passaporte para o controle total.
É uma estratégia que visa quebrar e fechar um grande número de minas, menos competitivas, principalmente chinesas.
Com essa tática de terra arrasada estas três empresas pretendem controlar, com mão de ferro, o maior mercado da mineração mundial.
As quedas dos preços afetam as exportações de minério de ferro brasileiras, que tiveram a pior média de preços dos últimos quatro anos.
A média da tonelada brasileira exportada foi de US$66,4, neste último mês. Isto significa que nós também vendendo uma quantidade substancial de minério de ferro de baixa qualidade.
Tudo leva crer que aqui também minas serão fechadas, já que os produtores desse minério de baixo teor, eventualmente não mais conseguirão competir.
sábado, 23 de agosto de 2014
Mistério na chapada
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