sábado, 22 de agosto de 2015

Empresa australiana investirá R$ 30 milhões na produção de ouro em Goiás

Empresa australiana investirá R$ 30 milhões na produção de ouro em Goiás


A empresa australiana Orinoco Gold oficializou hoje um investimento de R$ 30 milhões com a construção de uma indústria na cidade de Faina, Região Noroeste do Estado, que pretende produzir 20 mil onças (640 quilos) de ouro por ano. Diretores do grupo assinaram um protocolo de intenções, com o governo de Goiás, representado pelo governador Marconi Perillo, que prevê a geração de 140 empregos diretos e indiretos e entrada em operação planta já em dezembro deste ano. A solenidade foi na sala de reunião do 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira.
Este é o primeiro investimento da empresa fora da Austrália. Desde 2012, as jazidas de Faina estão em análise pela Orinoco. Nestes últimos três anos, durante a pesquisa e preparação de lavra, foram investidos R$ 20 milhões. O diretor técnico do grupo, Klaus Petersen, disse que estes estudos detectaram a existência de novos alvos de minério na região. “Estão em pesquisa novos depósitos de ouro, cobre e prata, a cerca de 1,5 quilômetro de distância da mina. Podemos anunciar novos investimentos em breve”, afirmou.
O governador Marconi Perillo destacou a importância da realização de novas prospecções de minérios para a economia do Estado. “Com certeza este será um projeto sustentável e duradouro. O mais importante é que além da possibilidade de termos uma mina com boa prospecção, também existem outros projetos a serem examinados. Isso me deixou animado. Como o minério é finito, se temos outras alternativas e outros exames sendo feitos, significa que temos algumas décadas de minérios para serem produzidos e empregos para serem gerados”, afirmou.
Marconi ainda frisou a importância da empresa investir no desenvolvimento social, para amenizar os impactos urbanos do início do processamento do minério. “Um investimento como este atrairá muita gente para a cidade de Faina. As prefeituras estão cada vez mais pobres e os Estados, com menos recursos. Faço esse apelo, aqui, que a empresa desenvolva projetos na área social, para colaborar com a prefeitura. Temos problemas na área de saúde, habitação, infraestrutura, na área urbana”, pontuou.
Ele analisou ainda a importância do projeto para o cenário econômico do País e disse que o Estado está pronto para apoiar a empresa em novos investimentos. “Da parte do governo do Estado, estamos aqui para garantir o apoio que vocês precisam para investir mais, mesmo sabendo das limitações de crédito e dificuldades que passam o Brasil e o mundo. Este projeto não vai ser importante apenas para Faina e para a Região da Rodovia do Boi, mas para o Estado e o Brasil”, analisou.
Capacidade
A capacidade de extração da jazida será de 40 mil toneladas de minérios por ano, para serem processados pela nova indústria. A jazida, localizada a 30 quilômetros da futura instalação industrial, já foi explorada pela mineradora Sertão, entre 2004 e 2007. A expectativa é de que a maior parte da produção seja exportada. Goiás é hoje o terceiro maior produtor de ouro do País, segundo dados do Instituto Mauro Borges (IMB), só perdendo para Minas Gerais e Bahia, respectivamente. As minas goianas respondem por quase 20% da produção nacional. Em 2012, o Estado produziu 11,238 toneladas e o País 66,8 toneladas.
O governador Marconi frisou junto aos representantes da empresa que o Estado pretende aumentar sua competitividade e que, para isso, o governo de Goiás está aberto ao capital privado, tanto nacional quanto internacional. “Não temos preconceito contra investimentos de capital estrangeiro e nunca tivemos. Aliás, eu e o (ex-deputado e atual secretário de Meio Ambiente e Cidades) Vilmar Rocha fomos um dos responsáveis pela aprovação da mudança constitucional que quebrou o preconceito contra o capital estrangeiro no País, dentro das reformas realizadas pelo presidente Fernando Henrique. Havia preconceito e vedação. Nós ajudamos, em 1995 e 1996, a quebrar essa resistência. Em Goiás estes projetos são bem-vindos.”
A possibilidade de abertura de um museu da mineração da cidade de Faina ainda foi comentada pelo governador. “Gostaria de estimulá-los dentro desta perspectiva da sustentabilidade local que a é a questão do museu da mineração. Acho que seria bom se vocês desenvolvesse esse projeto. Aquela região representa um dos principais destinos turísticos do País, que é o Rio Araguaia. Se temos um museu da mineração ali, falando da história de Goiás, seria um forte atrativo, já que muita gente passa por ali”, comentou.
Marcos Szuecs

Ouro está barato pela 1ª vez desde crise, dizem investidores

Ouro está barato pela 1ª vez desde crise, dizem investidores


É isso que mostra a última pesquisa do Bank of America Merrill Lynch com gerentes de fundos, divulgada nesta segunda-feira.
Pela primeira vez desde agosto de 2009, este grupo considera que o ativo está subvalorizado – ainda que com uma pequena margem de 1%.  Os contratos futuros de ouro encerraram o pregão de hoje em baixa pela quarta vez consecutiva. O acordo da Europa com a Grécia deixou os mercados menos tensos, o que levou a uma fuga deste ativo.
O ouro costuma ser procurado em momentos de maior risco por ser considerado uma reserva de valor. A tendência é que sua demanda aumente em momentos de turbulência (o que sobe o preço) e caia durante a calmaria (o que o deixa mais barato).
O preço do ouro subiu com a crise de 2009 e chegou a um pico em agosto de 2011. Depois, começou a cair de forma mais acentuada entre a metade de 2012 e de 2013 e desde então tem ficado relativamente estável, mas tá na hora de comprar, pois agora tem chances de subir muito, pois a crise mundial está cada dia mais presente, portanto logo logo o ouro vai subir muito.

Geólogos criam mapa-múndi de possíveis minas de diamante

Geólogos criam mapa-múndi de possíveis minas de diamante


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Embora alumínio, minério de ferro e petróleo sejam as riquezas exploradas atualmente pela mineração em maior escala, o ouro e o diamante sempre estiveram ligados aos grandes anseios não apenas dos mineradores, mas da própria humanidade.
O ouro não resistiu ao desenvolvimento das novas técnicas geoquímicas e geofísicas, e hoje seus depósitos são mais facilmente detectáveis, ainda que a exploração desses depósito nem sempre seja economicamente viável.
Mas o diamante tem permanecido fugidio. Localizar reservas de diamante é muito mais difícil do que encontrar agulhas em meros palheiros, tornando um “mapa da mina de diamante” provavelmente muito mais valioso do que um “mapa da mina de ouro”.
Tipos de minas de diamante
Há dois tipos de “minas de diamante” – que os geólogos chamam de ocorrência. Uma ocorrência de grande porte e já mensurada passa a ser considerada uma reserva. E uma reserva explorada comercialmente torna-se uma mina.
O primeiro tipo são os diamantes de aluvião, cuja rocha matriz – onde diamante nasceu – sofreu um desgaste erosivo ao longo de milhões de anos, fazendo com que as preciosas pedras rolassem e se depositassem em regiões mais baixas dos leitos d’água, atuais ou passados. Todos os diamantes encontrados no Brasil são desse tipo de reserva mineral.
O segundo tipo é o kimberlito, a rocha matriz onde o diamante se forma, a grandes profundidades e pressões enormes. Movimentos tectônicos, ou a própria erosão do terreno circundante, podem deixar essas rochas até bem próximo da superfície, facilitando a exploração. A maioria das grandes minas de diamante, como as da África do Sul, são minas de kimberlito.
Mapa da mina de diamante
Mas, como se formam a profundidades muito grandes, encontrar kimberlitos é muito difícil e não existem muitas técnicas para que isso seja feito em larga escala.
Agora, em um trabalho de grande impacto na área, um grupo internacional de geólogos conseguiu mapear milhares de kimberlitos ao longo de toda a Terra. O estudo poderá ajudar na localização de áreas com maior probabilidade de se encontrar diamantes.
O resultado não é um mapa da mina definitivo, porque os esforços se concentraram em áreas mais antigas da crosta continental, uma faixa de pouco mais de 300 quilômetros de espessura e 2,5 bilhões de idade.
O motivo é que estão ali os diamantes de extração mais economicamente viável.
Como se formam os diamantes
Os diamantes são formados em condições de alta pressão a mais de 150 mil metros de profundidade, no manto, a camada da estrutura terrestre que fica entre o núcleo e a crosta.
A distribuição desses diamantes no subsolo é controlada por plumas mantélicas, um fenômeno geológico que consiste na ascensão de um grande volume de magma de regiões profundas. Essa distribuição natural tem sido feita dessa forma há pelo menos meio bilhão de anos.
As plumas, originadas da fronteira entre o núcleo e o manto terrestre, são responsáveis pela distribuição dos kimberlitos, as raríssimas rochas vulcânicas das quais são retirados os diamantes.
Os cientistas reconstruíram as posições das placas tectônicas nos últimos 540 milhões de anos de modo a localizar áreas da crosta continental relativas ao manto profundo nos períodos em que os kimberlitos ascenderam.
“Estabelecer a história da estrutura do manto profundo mostrou, inesperadamente, que dois grandes volumes posicionados logo acima da divisa entre o manto e o núcleo têm-se mantido estáveis em suas posições atuais no último meio bilhão de anos,” disse Kevin Burke, professor de geologia na Universidade de Houston, nos Estados Unidos, um dos autores do estudo.
Dúvidas geológicas
De acordo com os pesquisadores, esses kimberlitos, muitos dos quais trouxeram diamantes de mais de 150 quilômetros de profundidade, estiveram associados com extremidades de disparidades em grande escala no manto mais profundo. Essas extremidades seriam zonas nas quais as plumas mantélicas se formaram.
Estranhamente, contudo, suas localizações parecem ter-se mantido estáveis ao longo do tempo geológico.
“O motivo para que esse resultado não tenha sido esperado é que nós, que estudamos o interior da Terra, assumimos que, embora o manto profundo seja sólido, o material que o compõe deveria estar em movimento todo o tempo, por causa de o manto profundo ser tão quente e se encontrar sob elevada pressão, promovida pelas rochas acima dele”, disse.

Como Comprar Esmeraldas

Como Comprar Esmeraldas


As esmeraldas são pedras preciosas valiosas conhecidas por sua intensa cor verde. A humanidade tem buscado por essa pedra desde a Idade Média e muitas pessoas ainda hoje continuam a cobiçá-la. Ao comprar esmeraldas, você deve ter em mente a qualidade. A cor, o corte e a clareza podem todos influenciar no valor de uma esmeralda. Além disso, você deve comprar de joalheiros e vendedores confiáveis para evitar cair em um golpe.
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Parte 1 de 2: Verifique a qualidade da esmeralda

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    Considere a tonalidade da esmeralda. A tonalidade diz respeito à pureza da cor da esmeralda, e este é um dos três pontos a considerar com relação à qualidade da cor. A maioria das esmeraldas tem uma tonalidade verde azulada, enquanto outras têm uma tonalidade verde amarelada. No entanto, as mais valiosas puxam para pouca ou nenhuma tonalidade e são de um verde mais puro possível.

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    Procure por uma cor tonal profunda. A cor tonal refere-se à claridade ou escurecimento de uma esmeralda. Esmeraldas naturais variam de muito claras a muito escuras, as esmeraldas mais valiosas geralmente estão na parte mais escura da escala. Esmeraldas de muita qualidade normalmente têm uma cor tonal que está entre médio a muito escuro.
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    Escolha uma esmeralda com forte saturação. A saturação se refere à força da cor da esmeralda, e este talvez seja o aspecto mais importante da qualidade da cor. Uma saturação mais intensa significa mais brilho, o que significa que a esmeralda reflete melhor a luz. Uma saturação fraca fará com que a esmeralda tenha um aspecto opaco e comum.
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    Considere o corte. Nenhuma forma é inerentemente mais valiosa que outra, mas alguns cortes podem refletir melhor a luz. O corte "esmeralda" retangular é, sem surpresa nenhuma, o corte mais comum para esmeraldas. Os cortes redondos, ovais, em forma de pêra, em forma de lágrima e cabochão são também bastante comuns.
    • Além de manter um alto grau de brilho, os cortes das esmeraldas permitem que os lapidadores forneçam o produto mais comercializável a partir do cristal bruto.
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    Espere inclusões. As esmeraldas são pedras preciosas Tipo III, conforme classificado pelo Instituto Gemológico da América (GIA por suas siglas em inglês). Isso significa que quase todas as esmeraldas terão algumas inclusões devido à suavidade da pedra. Escolha esmeraldas com inclusões interiores em vez de inclusões na superfície ou próximas a ela, pois é menos provável que a inclusão interior cause a quebra da pedra futuramente.
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    Consulte o ranking de inclusão fornecido pelo GIA. O GIA classifica as esmeraldas de VVS até I3.
    • Esmeraldas VVS (do inglês: Very, Very Slightly Included (muito, muito ligeiramente incluídas)) têm inclusões identificáveis por meio de lentes de aumento, mas não a olho nu.
    • Esmeraldas VS (do inglês: Very Slightly Included (muito ligeiramente incluídas)) têm inclusões óbvias sob lentes de aumento e detectáveis a olho nu.
    • Esmeraldas Sl1 e Sl2 (do inglês: Slightly Included (ligeiramente incluídas)) têm inclusões proeminentes que são óbvias a olho nu.
    • Esmeraldas I1, I2 e I3 (do inglês: Included (Incluídas)) têm inclusões que são grandes o suficiente para afetar potencialmente a aparência e durabilidade da pedra de maneira negativa.
    • Observe que a Associação Americana de Comércio de Gemas (AGTA por suas siglas em inglês) e o Laboratório Gemológico Americano (AGL por suas siglas em inglês) têm sistemas de avaliação separados, porém aceitos. Conheça estes sistemas se o joalheiro que você visita os adota.
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    Pergunte sobre o processo de lubrificação ou outros aprimoramentos de claridade. Os aprimoramentos na claridade ajudam a vedar algumas das fissuras e inclusões na esmeralda, e são considerados como perfeitamente aceitáveis.
    • Verifique que um tratamento para claridade seja utilizado, pois tratamentos com tintura verde podem ser usados para cobrir ou disfarçar problemas na qualidade da cor da esmeralda.
    • Aprimoramentos tradicionais usam óleo de cedro ou outros óleos para clarear similares. As esmeraldas tratadas com óleo podem ter que passar por novos tratamentos quando o óleo seca.
    • Resinas epóxi artificiais são tratamentos também aceitáveis para esmeraldas. Estes tratamentos desgastam com menos facilidade, mas podem se desgastar se expostos a altas temperaturas.
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    Decida o peso adequado de quilates. Esmeraldas maiores têm mais quilates, mas também são mais caras porque é considerado mais difícil minerar uma esmeralda grande. A maioria das pessoas acha mais fácil determinar a qualidade de uma esmeralda maior. Como resultado, uma grande esmeralda de alta qualidade parece ser bem mais bonita que uma menor de alta qualidade, mas os defeitos de uma esmeralda maior de baixa qualidade também serão mais evidentes.
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    Descubra de onde vem a esmeralda antes de comprá-la. As esmeraldas mais finas geralmente vêm de três minas colombianas: Muzo, Chivor e Coscuez. Outras esmeraldas de alta qualidade são provenientes do Brasil, Paquistão, Afeganistão, Madagascar, Nigéria, Rússia, Zâmbia e Zimbábue. Pergunte a cada joalheiro onde sua empresa consegue suas esmeraldas.
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    Conheça as peculiaridades das esmeraldas das minas populares. Em muitos casos, esmeraldas de uma mina específica compartilham qualidades similares.
    • As esmeraldas da mina Muzo são geralmente de um verde intenso com um leve traço amarelo ou azul. Geralmente, estas esmeraldas têm parasitas minerais que aparecem como agulhas marrom amareladas ou marrom avermelhadas.
    • As esmeraldas da mina Coscuez têm frequentemente um leve toque de azul e uma saturação intensa.
    • As esmeraldas da mina Chivor têm uma coloração azul escuro e geralmente duas inclusões tubulares de duas fases.
    • Também são comuns às esmeraldas colombinas inclusões em espiral.

Como Comprar Barras de Ouro

Como Comprar Barras de Ouro

Barras de ouro são uma maneira compacta de transportar uma grande quantidade de dinheiro. Barras de ouro ocupam pouco espaço, são empilháveis e podem custar centenas de milhares de dólares, dependendo do seu peso. Barras de ouro são utilizadas pelos bancos centrais para guardar riquezas, bem como grandes investidores para negociação. Grandes barras de ouro são chamadas lingotes. Fazer lingotes requer derramar o ouro em moldes. Pressionar o ouro e carimba-lo como moedas faz barras mais finas, muitas vezes conhecidas como biscoitos. Cada barra de ouro tem seu peso, tamanho, fabricante e número de registo ou certificado nela. Comprar barras de ouro pode ser um grande investimento, se os preços do ouro continuarem a subir.
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Passos

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    Decida quanto dinheiro investir em ouro.
    • Examine suas contas e determine uma boa porcentagem para investir. Pese seus outros investimentos também; Não é bom investir todo seu dinheiro em um formulário. Se você pretende investir 10% de todo o seu dinheiro, por exemplo, investa apenas 1 a 2 por cento em ouro.
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    Descubra onde você armazenará o ouro comprado.
    • Consulte seu banco com antecedência, para garantir a capacidade de armazenar barras de ouro nele. Pergunte o peso mais alto permitido para cofres e o custo de fazer um seguro para as barras de ouro.
    • Compre um seguro contra fogo para sua casa e escolha um esconderijo.
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    Escolha um tipo de barra de ouro para comprar.
    • Quilo Barras de ouro pesam 1000 gramas. Esta barra é a mais negociada de todas as barras de ouro, devido à sua baixa importância e tamanho conveniente. É tipicamente muito cara para uma pessoa normal investir nelas; Quilo barras são negociadas pelos investidores e detidas pelos governos.
    • Barras de ouro de 10 onças são nomeadas por seu peso (283 g) e, normalmente, são compradas em grandes quantidades por parte dos investidores. Barras de ouro de 10 onças podem ser difíceis de liquidar.
    • Barras de ouro de uma onça são uma forma muito popular de comprar ouro. Moedas e barras de uma onça são diferentes na forma, mas as barras de ouro também são muito mais baratas do que moedas de ouro. Elas ocupam menos espaço do que as moedas, também.
    • Biscoitos de ouro com imagens estampadas são principalmente novidade, com diferentes desenhos, baseados no país do qual você comprou o ouro.
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    Pesquise sobre o ouro extensivamente.
    • Saiba o preço do ouro diariamente e tente compreender as flutuações do mercado.
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    Encontre um distribuidor.
    • Pesquise na Internet por comerciantes online.
    • Sonde um revendedor de ouro consultando a lista telefônica.
    • Se informe sobre fornecedores diferentes, para determinar os que possuem os melhores preços.
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    Compre o ouro.
    • Pague com cheque ou em dinheiro ao comprar barras de ouro. Guarde seu recibo e perguntar sobre a política de devolução do comerciante .
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    Armazene seu ouro com segurança.
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Avisos

  • Não compre ouro sem realizar pesquisas sobre o tipo de ouro a ser comprado e sobre o comerciante.
  • Seja cuidadoso com sites que pareçam muito insistentes ou ilegítimos.
  • Comprar barras de ouro através de um revendedor online pode incorrer em custos de transporte extensivos.
  • Alguns consideram comprar ouro uma moda passageira, e sugerem que investir em ouro não é um risco seguro. Não invista todo seu dinheiro em barras de ouro.