segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Programa de Organização da Atividade Garimpeira Racional de Israelândia, Crixás, Baliza, Aragarças e Goiás Velho!

Programa de Organização da Atividade Garimpeira Racional de Israelândia, Crixás, Baliza, Aragarças e Goiás Velho!


O ouro da região de Crixás e Goiás Velho é conhecido desde  a época colonial. A evolução da explotação  também  do diamante e secundariamente outros bens minerais, revela em muito, épocas de progresso, intercaladas com períodos de paralização, devido à diversos motivos políticos, jurídicos operacionais e estratégicos. No entanto, a questão econômica sempre predominou e perdurou sobre as outras, haja vista, a grande necessidade do homem nativo de proporcionar o sustento à suas famílias. Com isto, as regiões de Israelândia, Jaupaci, Fazenda Nova,Goiás Velho e Baliza, dentre outras teve seu garimpo em momentos econômicos férteis com o apogeu diretamente relacionado com a extração mineral como um todo. Quando cessou, os problemas econômicos se agravaram a ponto de trazer o desemprego, a evasão da população e o caos econômico, impedindo o progresso e prejudicando em muito o desenvolvimento de toda região.
Nos estatutos das Cooperativas estabeleceu-se as regras norteadoras das atividades racionais, onde não se deu direito àqueles que não aceitassem cumprir e respeitar as normas estipuladas em diversas reuniôes comunitárias, conforme observa-se nos livros de Atas das Cooperativas.  A Diretoria eleita por unanimidade em Assembleia Geral,  revelou-se como meta básica, a defesa dos principios estatuarios onde contemplariam- se a exploração mineral dos diversos produtos elencados. Os trabalhos operacionais, ficou estabelecido que sempre deverão ser conduzidos tecnicamente por um profissional devidamente habilitado, elegendo-se sobretudo o respeito ao equilibrio ambiental e as boas  normas da explotação mineral.
Garimpos e garimpeiros sempre foram atividades clandestinas. O termo Garimpeiro é genuinamente brasileiro e deriva da palavra Grimpeiro, nome dado aos escravos que retiravam na calada da noite, diamante e ouro das lavras do período colonial e durante o dia se escondiam nas grimpas das serras.
Entretanto, na pratica, a situação de clandestinidade perdurou até 1989,  quando o Código de Mineração do país foi alterado e criado o Regime de Permissão de Lavra Garimpeira.  O garimpo passou entao a ser uma atividade produtiva como outra qualquer, porém, passivel da clandestinidade e irregularidade.
Isto posto, os garimpeiros são os nossos pequenos mineradores, trabalhadores e produtores de riqueza, que cumprindo o que estabelece a legislação ambiental e devidamente licenciados poderão exercer livremente os  seus direitos e preceitos constitucionais como qualquer outro cidadão.
Por outro lado, deve ser acrescentado que a extração de diamante e ouro em aluvioes é uma atividade semi-artesanal secular que não emprega produtos quimicos em sua extração, sendo menos nociva do que qualquer outra atividade ribeirinha rural, responsavel por desmatamentos e poluição com agrotoxicos.
Apesar disso, erroneamente e injustificadamente os garimpos, trabalhados de 50 anos para cá tem sido o vilão de todos os males dos vales dos rios Claro, Araguaia, Caiapó, Vermelho, Crixas, Piracajuba, Corumbá,Tocantins e muitos outros aqui no estado de Goiás,inclusive os assoreamentos dos seus leitos por bancos de areia que na realidade são na maioria das vezes resultantes pelas ações dos grandes desmatamentos de suas margens por projetos agropecuarios impantados no estado apartir dos anos 50, como também por diversas outras injunções antropicas.
Devido a forte recessão por que passa o País, pretende-se através das atividades retro-mencionadas, porporcionar com dignidade a “ Fixação do Homem em seu Local de Origem”, dando a este mais civilidade, esperança e segurança, desobrigando- o sobretudo da da necessidade de receber ajudas sociais (esmola) do governo, pois o mesmo vem sendo depravado e agredido constantemente em seu torrão natal e a fixação almejada só contribuiria para sua evolução e dignidade , como também da máquina de administração pública, haja vista, que caíria o indice de pobreza, melhorando a arrecadação de tributos,daí evoluirá a comunidade que se sentirá bem mais feliz e segura.
O Governo do Estado de Goiás já acenou em outras épocas com o aceite da presente proposta através de reunioes envidadas na Secretária de Minas e Energia, proporcionando o sinal verde para que tanto a Secretaria como a METAGO participassem do presente empreendimento o que na verdade deveria ser um programa governamental, abrangendo todos os municipios com vocação garimpeira, tais como: Minaçu, Alto Paraíso, Cavalcante, Crixás, Vale do Rio Claro, Niquelândia, Baliza, Aragarças, Barro Alto, Cristalina, Campos Verdes, Porangatu, Caldas Novas e Catalão, além de outras regiões do estado.
Poderiamos junto ao Ministério do Meio Ambiente, Minas e Energia e outros, buscar a obtenção de recursos visando o incremento do Programa ora formulado. Basta haver pressão popular no sentidos de sensibilizar nossos politicos e autoridades afeitas.
O saudoso promotor Sullivan Silvestre pretendia avançar muito nesta área. Fui seu assessor técnico até que o mesmo fosse celestemente convocado para trabalhar no Oriente Eterno.
(João José, geólogo, comendador do Araguaia, ex-professor da UFMG, articulista e cronista do DM, ex-diretor da Femago e Metago, assessor do governo do Estado e da Prefeitura de Goiânia, formado em 1973 pela Universidade de Brasília)

BMIX conclui primeira fase no Jequitinhonha

BMIX conclui primeira fase no Jequitinhonha


A Brazil Minerals (BMIX) concluiu a primeira etapa de avaliação geológica de área para produção de ouro e diamantes na região do rio Jequitinhonha, em Minas Gerais. A sondagem foi realizada a profundidade média de 12,6m, que constataram a presença de cascalho contendo ouro e diamantes comercialmente viáveis.
Segundo José Francescatto, geólogo-chefe da BMIX, foi identificada uma continuidade da camada desse tipo de cascalho, dentro da área cujo direito minerário cobre 5,3 km2. A empresa está trabalhando em pesquisas para definir os locais para futuras cavas. A empresa disse que possui frota de sondagem própria, de forma que os custos das atividades de exploração estão consideravelmente baixos.
A BMIX informa que possui 11 concessões de lavra e outros 17 direitos minerários no Brasil, considerando a aquisição de 25% da RST Recursos Minerais.

Petrobras: culpada ou inocente?

Petrobras: culpada ou inocente?



 
Desde o início da Operação Lava Jato a mídia foi açoitada por milhares de notícias sobre a corrupção instalada na nossa maior estatal.

De repente a empresa, que era tida como um exemplo de qualidade e gerenciamento virou o oposto e passou a ter, para o mundo empresarial, uma das piores gestões entre todas as grandes empresas mundiais. Um misto de corrupção, ladroagem e má gestão que se enraizou nos patamares mais altos da empresa enlameando a todos e corroendo rapidamente os recursos outrora imensos da petroleira.

A empresa havia sido tomada de assalto por uma quadrilha sofisticada com forte amparo político e até mesmo legal.

Quem não compartilhava se calava, fazia ouvidos de mercador ou vista grossa.

No início os executivos da Petrobras e os Políticos do Governo tentaram negar. Em vão, para horror do brasileiro.

A corrupção e o roubo eram reais e estavam instalados há décadas. Uma gigantesca quadrilha que incluía funcionários, empresas, políticos e partidos políticos, sugava vorazmente o dinheiro e a alma da estatal.

Era a cleptocracia brasileira se enraizando na Petrobras.

Até que a Lava Jato chegou.

Com Sérgio Moro veio à tona o circo de horrores e, principalmente, os números gigantescos da corrupção.

Foi quando centenas de milhões de brasileiros souberam, boquiabertos, que os desvios, roubos, propinas e outros crimes totalizavam bilhões. Bilhões...

Hoje ninguém mais fala da pequena corrupção, do cafezinho, que era a forma prosaica usada por muitos corruptos para achacar os cidadãos.

Na corrupção do terceiro milênio até gerentes de baixo escalão retornam ao Governo centenas de milhões do saque guardado em seguros cofres na Suíça.

Até onde foi a corrupção dentro da Petrobras?

Sabe-se, agora, que quase todas as diretorias importantes da empresa participavam da quadrilha e hoje grande parte destes diretores estão presos ou, em breve, serão.

Será que esses diretores eram o topo da pirâmide do crime na Petrobras?

Será que os membros da presidência e do conselho não foram, também, corrompidos? Eram eles sabedores da corrupção instalada como afirmou a gerente Venina à Lava Jato?

Esta é uma pergunta de bilhões de dólares que será julgada, em breve, em um tribunal de Nova York.

Se a presidência e/ou os membros do conselho soubessem dos crimes em andamento, o que parece altamente provável, eles ardilosamente esconderam do público e, naturalmente, dos investidores, que tiveram, em consequência do desconhecimento, prejuízos gigantescos.

Esta é a argumentação dos advogados que representam uma ação coletiva contra a Petrobras que está em andamento na corte de NY.

É por esse motivo que os investigadores dos EUA estiveram nesta semana coletando cópias dos documentos da Lava Jato e que, possivelmente, irão citar os ex-presidentes Graça Foster e Sérgio Gabrielli.

Se o Juiz norte americano decidir que a Petrobras é culpada de esconder do mercado a corrupção que a prejudicou em casos como Pasadena, Comperj, Abreu e Lima e muitos outros a empresa será condenada a pagar uma quantia enorme aos investidores americanos.

Neste caso os diretores, presidentes e membros do conselho, inclusive Dilma Roussef, que era a presidente do conselho na aquisição de Pasadena, poderão ser, também, condenados.

Já, aqui no Brasil, o Juiz Sergio Moro foi bastante específico quando declarou que considerava a Petrobras como vítima.

Se a versão de Moro prevalecer, Graça Foster, Gabrielli, Dilma e os demais membros do conselho só poderão ser acusados de pura incompetência.

Consumo de cobre da China vai aumentar 6% em 2015

Consumo de cobre da China vai aumentar 6% em 2015



 
O consumo de cobre da China deve aumentar, segundo os consultores da Ataike, em 6% atingindo 9,22 milhões de toneladas em 2015. Os maiores consumidores do metal serão os geradores e os aparelhos de ar condicionado.

O setor de refinos e metalurgia deve aumentar 17% em 2015.

A desvalorização do Yuan irá afetar negativamente a importação de cobre refinado que cairá 16% em 2015.

Da mineração para a maconha

Da mineração para a maconha




A crise ensina muitos truques aos sobreviventes criativos.

É o caso da junior canadense de mineração Supreme Resources que prospectava cobre no Canadá.

Com a queda dos preços das commodities os executivos da Supreme decidiram mudar radicalmente o perfil de negócios da empresa. Agora a empresa se chama Supreme Pharmaceuticals Inc e vai começar a produzir maconha medicinal.

Uma mudança radical da qual o CEO da empresa diz “ não ter arrependimento ou volta”.

As plantações de maconha já são legalizadas no Canadá onde a erva pode ser receitada por médicos, legalmente, desde 2014.

A foto mostra, não uma prisão, mas sim várias estufas vazias onde serão plantados os pés de maconha da ex-mineradora.

A capacidade de mudar o foco de uma empresa no curto prazo é para poucos.

Aqui no Brasil a All Ore Mineração partiu para os cosméticos e a Braziron Resources comprou parte de uma das maiores plantas de silício metálico do mundo.

Na Austrália até as grandes como a Rio Tinto e BHP investem, também, em alimentação e algumas abandonam a mineração para se dedicar à venda de ovos como a Century Iron Mines. Novos negócios, novas perspectivas...