quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Vale aumenta a exportação de minério de ferro em julho

Vale aumenta a exportação de minério de ferro em julho




Em julho a exportação de minério de ferro da Vale foi de 26 milhões de toneladas, 14,2% a mais do que no mesmo mês de 2014. Nos primeiros sete meses deste ano a exportação aumentou 6,1% sobre a do mesmo período de 2014 atingindo 163,03 milhões de toneladas.

Surpresa!! A emissão de CO2 na China foi superestimada. Cálculos do aquecimento global deverão ser revistos

Surpresa!! A emissão de CO2 na China foi superestimada. Cálculos do aquecimento global deverão ser revistos



 
Uma pesquisa científica publicada há poucos dias na Revista Nature lançou uma bomba nos estudos do clima mundial.

Ela comprova que as emissões de gases de efeito estufa na China, a maior responsável pela poluição mundial, gerados a partir da queima de carvão, foram superestimadas em 14%.

Quando os pesquisadores iniciaram o projeto todos acreditavam que as emissões seriam maiores do que as divulgadas pelo Governo da China. No entanto, todos foram surpreendidos na constatação de que as emissões eram bem abaixo do número estimado.

O interessante é que o estudo mostra que a China queima 10% mais carvão do que o número oficial, mas mesmo assim, emite menos gases.

Somente o carvão queimado na indústria de cimento, uma das grandes poluidoras, emite 45% menos do que calculado previamente.

O motivo desta discrepância é muito simples e óbvio para todos os geólogos: o carvão queimado é de baixa qualidade.

O relatório de Liu Z. mostra que o carvão que está sendo consumido em toda a China, é de baixa qualidade, baixo poder calorífico e baixo conteúdo de carbono, emitindo menos energia e menos CO2.

Estima-se que a qualidade do carvão deverá continuar a cair com o tempo o que vai reduzir mais ainda as emissões chinesas de gases de efeito estufa.

O erro de 14% descoberto por Liu é muito significativo e está embutido em todas as equações sobre as previsões climáticas e sobre o aquecimento global.

A partir de agora essas equações, por mais complexas que possam ser, terão que ser revistas e, com certeza, as previsões sobre o aquecimento global irão mudar.

Quem sabe veremos um cenário menos catastrófico...afinal, sempre existe uma esperança.

Apesar disso a China continua sendo a fonte da maior poluição atmosférica do planeta.

Entre os anos de 2000 e 2013 foram liberados 2,9 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera, uma quantidade maior do que a consumida por todas as florestas do planeta.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Diamante amarelo raro é destaque de leilão em Genebra

Diamante amarelo raro é destaque de leilão em Genebra

Com um peso de 110,3 quilates, é o maior diamante em forma de pera e de cor amarela que se conhece, e seu preço estimado está entre US$ 11 e 15 milhões

Diamante amarelo que será leiloado pela Christie's
Diamante amarelo que será leiloado pela Christie's
Um diamante amarelo 'Gota de Sol', que por seu tamanho e pureza é único no mundo, será a estrela do leilão que será realizado na próxima semana pela casa Sotheby's em Genebra.
Com um peso de 110,3 quilates, é o maior diamante em forma de pera e de cor amarela que se conhece, e seu preço estimado está entre 11 milhões e 15 milhões de dólares. Há um ano, a Sotheby's conseguiu vender o diamante mais caro da história, um excepcional diamante rosado por 45,4 milhões de dólares.
A casa de leilões não emite prognósticos sobre essa venda, mas confia claramente na demanda por joias desta categoria. Os especialistas dizem que esta pedra preciosa, descoberta no ano passado em uma mina sul-africana, tem a tonalidade mais rara e desejada para um diamante amarelo.
No primeiro semestre do ano, o diamante ficou exposto no Museu de História Natural de Londres. "Um diamante de 100 quilates é extremamente raro, mas um diamante com esta forma e esta cor amarela viva e intensa está fora dos parâmetros conhecidos", declarou David Bennett, diretor do departamento de alta joalheria da Sotheby's para a Europa e o Oriente Médio.
"O diamante foi descoberto na África do Sul no ano passado, cortado em Nova York e exposto no Museu de História Natural de Londres durante seis meses no início deste ano. Agora está conosco. Nós o levamos para todo o mundo e ele recebeu uma aprovação unânime em cada lugar", acrescentou.
Mas esta pedra preciosa não é a única peça que atrairá o interesse de investidores e colecionadores, pois a Sotheby's também leiloará na mesma noite um jogo de colar, broche e brincos de diamantes imperiais.
Os especialistas consideram que o jogo de joias de diamantes de cores é o mais importante a sair em leilão nos últimos 50 anos, com um valor estimado de 10 milhões de dólares. Procedentes de uma coleção privada europeia, estas joias datam de meados do século XIX e transportam com elas uma grande história.
Acredita-se que os diamantes pertenceram à imperatriz Catarina I da Rússia, que os presenteou ao 13º sultão otomano Ahmed III para negociar a paz depois de uma batalha. O presente teria facilitado o posterior acordo de paz entre a Rússia e o Império Otomano.
Mais de 150 anos depois, o sultão Abdul-Hamid II teria presenteado as joias à esposa do vice-rei do Egito por causa do nascimento de seu filho.
Com o estabelecimento do protetorado britânico no Egito, as joias foram passadas de mão em mão e vendidas a seu atual proprietário em um leilão da casa de leilões Christie's em 1963.
Os diamantes foram cravados em 1870, e desde então permanecem intactos, o que acrescenta valor às peças, explicou o especialista da Sotheby's, Olivier Wagner.
O colar possui uma das características mais apreciadas destas joias: a variedade de cores dos diamantes, que vão desde os cinzentos azulados, laranjas, amarelos esverdeados e amarelos vivos.
O leilão também terá dois anéis de diamantes azuis, um dos quais tem 10 quilates e é de um azul perfeitamente puro, e uma grande seleção de diamantes brancos.

Diamante de 100 quilates será leiloado em NY; saiba seu preço

Diamante de 100 quilates será leiloado em NY; saiba seu preço

Anéis de diamante em pré-visualização durante leilão na galeria Sotheby, em Hong Kong
O diamante de R$ 75 milhões que será leiloado na galeria Sotheby's(Tyrone Siu/Reuters)
Um diamante de 100 quilates será o destaque do leilão de "joias magníficas" em Nova York nesta terça-feira e pode ser vendido por até 25 milhões de dólares (75 milhões de reais), informou a casa de leilões Sotheby's. "O diamante de 100,2 quilates é a definição da perfeição", disse Gary Schuler, chefe do departamento de joalheria da Sotheby's, em Nova York. "É tão transparente que eu só posso compará-lo a uma piscina de águas cristalinas".
Um diamante rosa impecável, apelidado de "Pink Star", bateu o recorde mundial para uma pedra preciosa quando foi vendido por 83 milhões de dólares (249 milhões de reais) em um leilão realizado em Genebra, na Suíça, em 2013. O preço mais alto para um diamante branco é 30,6 milhões de dólares (91,8 milhões de reais), pago por uma pedra de 118,28 quilates em Hong Kong em 2013.
Schuler disse que a característica marcante do enorme diamante a ser leiloado nesta terça-feira é o seu tamanho e a forma bonita. Originalmente, a pedra pesava mais de 200 quilates - seu proprietário passou mais de um ano polindo-a.

DIAMANTES CAROS E RAROS..


Pink Star: 59,60 quilates do raríssimo diamante cor de rosa fancy vivid (Foto: Sotheby's)
Muitos já ouviram falar dos diamantes “fancy colors”, um termo que se refere aos diamantes coloridos, que traduzido não significa “cor fantasia” e sim algo próximo a “cor chic” ou “cor diferenciada” no sentido de serem especiais.
Ser “chic” ou “especial” não significa ser necessariamente “caro” ou de alto valor. Existem diamantes coloridos de diversas cores e muitos deles custam bem menos que os incolores, os quais costumam ser erroneamente chamados de brancos.
Aliás, o verdadeiro diamante “branco” existe – ele lembra o papel branco comum - bem diferente do incolor, cuja aparência pode ser comparada à da água. Uma nuvem uniforme de micro inclusões muito concentradas causa a cor “branca” e diminui a transparência da pedra. Se as inclusões forem pretas, teremos um diamante negro. Ambos custam bem menos que os incolores.

Fancy branco, cortesia de Pericles John Lentz para o site do GIA
Raros
A teoria da cor é bem conhecida para uma série de aplicações na indústria e serviços, mas digamos que para o mercado de diamantes ela foi “ligeiramente” adaptada, dividida em duas categorias principais: os comuns e os raros, com os de denominação única correndo por fora.
Os comuns são os que têm a cor principal amarela, marrom, cinza com ou sem a presença de uma cor secundária modificando a principal. Eles só são considerados “fancy” quando têm quantidade de cor superior ao último nível (letra “Z”) dos 23 níveis da escala dos diamantes “normais” (série cape).
 
Anel "Tamara", da Brigitte Ermel: diamante fancy amarelo de 5,30 ct ao centro (Foto: Divulgação)
Os considerados raros são aqueles, com outras cores, que a partir do oitavo nível (letra “k”) da escala já têm o matiz anotado e muito provavelmente já recebem uma denominação de cor por extenso. (Ex: very light blue; azul muito claro). São considerados como “fancy” a partir da intensidade que permite observar a cor pela coroa, mesmo que com dificuldade.
No grupo dos “fancy” existem níveis de graduação, considerando a saturação e o tom de cada matiz, que inicia no “fancy light” até o “fancy dark”. O “light” é muito claro e o “dark” é escuro demais (parece preto quando olhamos de certa distância ou com pouca luz), sendo o “vivid” o mais apreciado por ter muita cor (bem saturado) e ser vívido (nada de cinza – tom claro). Entre eles temos os níveis “fancy” e “fancy intense”.

The Orange: 14,82 ct de laranja vívido
A quantidade de cor necessária para atingir um grau melhor é diferente entre os comuns e os raros. Um diamante azul considerado “intenso” tem muito menos cor que um amarelo “intenso”.
O vermelho, raríssimo, considerado como o máximo da cor rosa, tem apenas um nível de cor (simplesmente “fancy”), assim como o preto, muito comum, considerado o máximo do cinza. Nessa mesma categoria se enquadram os diamantes “brancos”, na mineração razoavelmente comuns, mas muito pouco conhecidos pelo setor joalheiro e público em geral.
Pretos
Muitos diamantes de cores variadas no nível “dark” são tão escuros que parecem pretos, dando margem à lenda do fabuloso e raro “preto transparente”. Pelas leis da física se algo (qualquer coisa) for preto então é necessariamente opaco. Pegue o seu diamante “preto transparente” e olhe pelas bordas com uma luz bem forte e você reconhecerá o verdadeiro matiz (azul, verde, marrom, tudo menos preto).
A deformação plástica da estrutura cristalina, por alta pressão e alta temperatura, causa tanto a cor marrom como a rosa e a vermelha. Primos pobres e primos ricos, assim como os cinzas e os azuis, consequência da presença do boro.

Diamantes fancy verde leiloado pela Sotheby’s de Genebra em 17/11/2009
Origem da cor
O amarelo vem da presença de nitrogênio, que dependendo de como os átomos se agregam, pode produzir desde o “amarelinho champanhe”, de cor clara, até o “amarelo canário ou gema de ovo”, de cor vivida.
A cor verde é produzida por irradiação, que pode ser natural ou artificial, daí a dificuldade de provar se um diamante verde tem cor natural ou tratada. Além do verde, as outras cores podem ser produzidas artificialmente por tratamento ou combinações de tratamentos (irradiação, aquecimento, alta pressão e alta temperatura são os mais usuais). Então, ao comprar um diamante colorido, questione sempre a “origem da cor”: se natural ou tratada.

Diamantes brutos incolores e fancy encontrados no Brasil