terça-feira, 1 de setembro de 2015

Londres Metal Exchange: o fim da era dos berros

Londres Metal Exchange: o fim da era dos berros



 
A maior bolsa de mercadorias de metais básicos do mundo a Londres Metal Exchange (LME) está se modernizando.

Até hoje a LME é a única bolsa de comércio da Europa a usar o open-outcry. Open-outrcy é o antigo método de negociação onde os corretores trocam informações e fecham negócios através de sinais e berros: um verdadeiro caos organizado (veja a imagem).

Esse método já foi substituído, em praticamente todas as bolsas do mundo, por sistemas de comércio computadorizados que são mais rápidos, baratos e MUITO mais eficientes.

Essa mudança está chegando, também, na reticente LME, uma “senhora” de 138 anos que teima em não se modernizar.

A partir do ano que vem a LME irá mudar para um novo escritório, muito mais moderno, a norte da Finsbury Square.

Mesmo assim com todas as mudanças a CEO Garry Jones diz que tudo pode mudar menos a tradição do The Ring, o piso onde o open-outcry acontecia e que retrata centenas de anos de negócios na “ City”.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A Amazônia será deles...

A Amazônia será deles...





A cada período de dez anos nós somos atingidos por várias campanhas intervencionistas mundiais que visam a internacionalização da Amazônia Brasileira.

Na década de quarenta, no plano da Unesco e na instalação do Instituto Internacional da Hiléia Amazônica os americanos da Fundação Hudson chegaram ao cúmulo de planejar a transformação da Amazônia em um grande lago: um plano forjado por imbecis que não deu certo.

Por décadas fomos submetidos às investidas multinacionais com "soluções” para a Amazônia” que invariavelmente penalizavam o povo e o país como um todo.

A última está sendo patrocinada pelo Avaaz e tem como objetivo transformar a Amazônia, “o pulmão do mundo” em uma reserva ecológica transnacional totalmente protegida.

Como nas outras investidas é alegado a ocupação, os povos indígenas, os minérios a biodiversidade, o oxigênio e, mais recentemente os recursos hídricos.

Para eles a Amazônia não é nossa. É deles!

Essa política intervencionista foi propagada em alto e bom tom pelo vice-presidente americano Al Gore e pelo presidente francês François Mitterrand.

Segundo eles nós precisamos aceitar que a “Amazônia não é do Brasil”.

A verdade é que todos querem uma parte da Amazônia e falam, sem a menor vergonha, como se fôssemos mais uma pequena colônia a ser conquistada.

O plano de conquista é antigo e pretende arregimentar o apoio da população brasileira para convencer a presidente Dilma, em sua fraqueza, a apoiar o movimento.

Imagine que esse movimento seja bem sucedido e que a Amazônia Brasileira vire uma reserva como esses intervencionistas querem.

O que acontecerá com todo o imenso potencial econômico da Amazônia que vai tirar da miséria e da pobreza milhões de habitantes?

O que acontecerá com os milhões de empregos, com os trilhões de dólares da produção mineral, do agronegócio, do turismo e das dezenas de segmentos econômicos que serão todos extirpados e abandonados para que o mundo, que já consumiu as suas florestas e continua poluindo como nunca, possa se gabar de ter o “pulmão” preservado.

Basta ver a imagem de satélite ao lado que mostra onde estão sendo gerados os gases de efeito estufa do mundo. Quase toda a poluição mundial vem do hemisfério norte onde os Estados Unidos, a Europa e a Ásia, assim como todos os países industrializados já consumiram as suas florestas e enriqueceram.

Agora esses hipócritas, que diga-se de passagem nada fazem para reduzir de fato a poluição que eles causam, querem nos condenar à eterna subserviência subtraindo imensas regiões de grande potencial econômico como a Amazônia.

Hipocrisia de alto nível que encoberta um plano de conquista econômica.

Você aceitará o comando e o jugo de uma entidade internacional que irá mandar e determinar na Amazônia?

O que realmente querem esses engraçadinhos travestidos de ecologistas, do alto de seus ricos escritórios, nas poluídas Londres e Nova York?

Com certeza não é o bem do Brasil!

Dar de presente a Amazônia brasileira (é isso que eles querem) é condenar o Brasil ao subdesenvolvimento e a miséria para a eternidade.

Eles querem que nos unamos no terceiro-mundismo a Colômbia, Venezuela e Bolívia.

Esses grupos tem uma agenda secreta.

Eles querem neutralizar o Brasil como potência econômica. Na estratégia deles seremos um grande competidor a menos.

Eles querem, simplesmente, a erradicarão da Amazônia do cenário macro socioeconômico: uma região que pode ter uma gigantesca rentabilidade.

Então, quando formos definitivamente condenados ao terceiro mundismo eterno esses hipócritas poderão dormir tranquilamente em seus berços esplêndidos.

Essa será uma excelente notícia para aqueles países que veem o Brasil como uma ameaça. Será feriado nacional na Austrália que não mais consegue competir com o minério de ferro que vem da Amazônia...

Será o fim do Brasil como conhecemos.

Se essa proposta fosse fundamentada em profundos e confiáveis estudos socioeconômicos que levassem em consideração todo o potencial econômico presente e futuro da região a ser preservada, que seria pago ao Brasil a título de aluguel da Amazônia, talvez ela pudesse ser considerada.

Mas, cá entre nós, a verdade é que ninguém quer pagar pelos danos à população brasileira e pelos lucros cessantes da Amazônia.

Esse pessoal quer mesmo é dar uma de “ João sem braço” no povo brasileiro que ingenuamente acredita nas suas “boas intenções”...

Pulmão do mundo...

Faz tempo que a Ciência sabe que o pulmão do mundo são os oceanos...

Talvez o que o mundo não saiba é que ninguém aqui no Brasil quer destruir a floresta.

Nós queremos que ela seja preservada dentro de um projeto socioeconômico autossustentável onde possamos extrair as riquezas com o menor impacto ambiental possível, restituindo à floresta a área que for utilizada sem os vestígios da exploração anterior.

Mesmo sendo um povo que emporcalha os seus próprios terrenos e águas, que inviabiliza bilhões de metros cúbicos de água na represa Billings, nos rios Tietê e outros, que polui o mar da Guanabara, que destrói belezas extraordinárias em todo o território nacional, paradoxalmente, ainda conseguimos progredir.

Com certeza ainda não estamos fazendo tudo que deveríamos. Mesmo porque estamos sendo gerenciados por um Governo que quebrou o país e não consegue nem cumprir o plano de investimentos básicos na saúde, infraestrutura e educação, quando mais meio ambiente...

Mas, apesar de todos os percalços, de nossa assustadora falta de educação, de nossa política corrupta e falida, avançamos no combate ao desmatamento e na preservação das nossas florestas.

Projetos como o de Carajás (veja abaixo), no seio da Amazônia, que gera dezenas de bilhões de dólares, cujo impacto ambiental é relativamente pequeno e que será minimizado no final das minas é um dos modelos viáveis a ser seguido.

Isso é possível e desejável!


Devastação em volta de Carajás
A imagem acima diz tudo. A região de Carajás que produz bilhões de dólares está preservada e, em volta, centenas de fazendas que pouco produzem e tudo destroem...

O que não deve ser permitido é a devastação das florestas por madeireiros e fazendas de gado, soja, milho, algodão etc...que desrespeitaram as leis e simplesmente tornaram estados como o Mato Grosso (um bom exemplo) em um único campo, sem mata e sem diversidade.

Queremos que somas significativas sejam investidas na preservação e no combate a devastação e que os projetos sejam aprovados pelo mérito socioeconômico, pelo menor impacto ambiental e pelo plano de reabilitação ambiental a ser feito no final.

Queremos um Brasil melhor com o meio ambiente e suas florestas preservadas e recuperadas. Sem intervenção dos hipócritas do norte.

É possível preservar sem empobrecer!

É possível sobreviver sem entregar!






Fonte: O PORTAL DO GEÓLOGO

Orçamento: o Brasil quebrou ou é só incompetência?

Orçamento: o Brasil quebrou ou é só incompetência?




No mundo empresarial eu nunca vi um diretor financeiro iniciar o ano dizendo que não tem competência para manter o orçamento dentro da meta e, que por isso, deverá gastar muito mais do que o previsto.

Esse diretor seria demitido sumariamente e teria que mudar de carreira...

Não parece ser o que está ocorrendo com o Brasil.

O Governo Dilma, na mais clara declaração de incompetência e total desprezo com o dinheiro público e com os rumos do Brasil afirma que irá gastar a mais do que o orçamento proposto...

Talvez essa estratégia faça parte da meta da presidente Dilma que, quando atingida será dobrada...

Ela bem que tentou engrossar a carga tributária, que já nos mata, como uma solução pouco inteligente que foi agressivamente rechaçada pela população e pelos políticos.

Reconhecer a sua incompetência no gerenciamento de um Governo onde existe tanto para se cortar, reduzir, enxugar, otimizar e para concertar, deixa, não só os brasileiros, mas o mundo todo perplexo.. .

Agora, mais do que nunca cabe a frase: que governo é esse?

Um Governo que assina o atestado de óbito do País que dirige, espalhando aos quatro cantos que não tem competência para gerenciar o seu próprio orçamento, não pode ser merecedor do grau de investimento que tanto nos orgulha.

Hoje o Governo Dilma enterrou fundo a credibilidade do Brasil.

Os furacões e as manchas solares

Os furacões e as manchas solares



 
As manchas solares são fenômenos temporários conhecidos a milhares de anos pelo Homem.

O interesse pelas manchas solares é profundo. Gráficos com o aparecimento e desaparecimento destas interessantes feições são conhecidos por mais de 400 anos .

Uma mancha solar é uma intensa concentração de fluxo magnético que reduz, localmente, a temperatura ao mesmo tempo em que são emitidas grandes quantidades de massa coronal e raios solares altamente danosos.

As manchas podem ter diâmetros de centenas de milhares de quilômetros e ocorrem em ciclos de 11 anos, quando atingem a maior atividade.

Os geólogos e astrônomos acreditam que elas refletem as zonas de convecção solar que a cada 11 anos emergem na superfície da estrela, em pares, formando gigantescas depressões magnéticas. A vida útil dessas manchas é medida em dias e semanas.

O fenômeno é chamado Solar Maximum quando as manchas atingem a maior intensidade.

Além de afetar drasticamente as nossas comunicações as manchas influenciam, também, o nosso clima e, por incrível que pareça, a formação dos furacões terrestres.

Você deve estar imaginando que quanto mais intenso o fenômeno maior o número de furacões na Terra.

Nada disso!

Na realidade quando as manchas atingem o ápice e a Terra sofre o maior bombardeio de raios cósmicos e de radiação UV, é quando a ozonosfera é aquecida. Com o aquecimento da ozonosfera a atmosfera fica mais homogênea, menos contrastante e mais estável.

Este é o período de menor intensidade de furacões.

Os furacões se desenvolvem ao máximo, nos intervalos de pequena atividade solar.

É quando a Terra recebe um menor bombardeio de radiações o que leva a um resfriamento da atmosfera e maior contraste com as temperaturas dos oceanos cuja evaporação causa os furacões.

Sem contraste de temperatura não serão possíveis os mecanismos para a formação dos furacões terrestres.

O marco da enrolação

O marco da enrolação




De comissão em comissão, de promessa em promessa, de reunião em reunião os anos passam e nada acontece, mas o Marco da Mineração permanece “em debate”.

Pelo menos agora, cinco anos depois que um grupo de neófitos ligados ao MME elaborou uma das piores peças da mineração moderna, existe o debate. O mesmo debate que fomos privados e que só ocorreu nos últimos dois anos.

Foi na era Quintão que a geologia e a mineração, assim como a sociedade brasileira e seus representantes, tiveram a oportunidade de emitir o seu descontentamento sobre esse mal redigido Marco Regulatório da Mineração.

Até então não havíamos sido convidados a opinar sobre o “nosso marco”, o Marco da Mineração... Um paradoxo que só poderia ocorrer em um país à beira do caos como o nosso.

Mas a era Quintão passou e o MRM continua sendo debatido...

Agora teremos seis das sete audiências públicas que deverão ventilar e dirimir dúvidas , mais uma vez, sobre um assunto que já está caduco. Uma lei que sofreu tantas modificações, retalhos e cirurgias que ninguém mais neste país pode se arvorar em conhecer.

Na primeira audiência, das sete, foram ouvidos especialistas do setor mineral.

O que vimos foi mais um overkill da ignorância do sistema, afinal todos os especialistas presentes já haviam se manifestado através de inúmeras entrevistas, ações e matérias publicadas na mídia contra vários pontos do natimorto projeto.

Mesmo assim os “especialistas” foram ouvidos novamente e, obviamente, manifestaram o seu profundo desagrado.

Por que será que não estamos surpresos?

O MRM, da forma como está redigido, é um atraso. Ele se tornou mais palatável após as modificações sugeridas por Quintão, mas continua não agradando gregos e troianos.

Muito pior do que o atraso são as consequências desta incerteza.

Para o mundo o Brasil rasgou os contratos e a legislação e a pesquisa mineral brasileira foi jogada no lixo, sucateada e absolutamente abandonada pelo Governo e seus Ministros de Minas e Energia.

Nunca ouvimos, sequer a voz daqueles que tem por função fomentar a pesquisa mineral no país...

Com esse descaso total, frio e absoluto, como atrair o capital necessário?

Os investimentos secaram, os investidores abandonaram o país e, hoje, o desemprego e a desesperança é o que permanece no nosso setor.

Enquanto isso o MRM permanece um monumento à ineficiência de um Governo: um verdadeiro marco da enrolação.

E o Governo finge que não vê...

Como poderia?

Fique tranquilo, sei que não serve de consolo, mas não estamos sozinhos neste abandono. Existem outros 204 milhões que também sofrem as consequências do descaso e do péssimo gerenciamento de um país que priorizou a corrupção ao invés do progresso.