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Quartzo
e ouro têm origem em sulcos no interior de grandes massas de rochas. O
quartzo requer que alguns mineiras estejam presentes e liquefeitos e, em
seguida, fiquem expostos ao calor e à pressão para formar cristais. O
ouro é formado dentro do quartzo como uma forma de subproduto. À medida
que essas rochas corroem (primeiramente pela entrada de água nas
rachaduras), os sulcos de outro são expostos a elementos e dispersados. É
mais provável que se encontre quartzo em certas áreas ricas em minerais
-- e onde há quartzo geralmente há ouro também.
Nível de dificuldade:
Moderadamente desafiante
O que você precisa?
Detector de metal (opcional)
Instruções
1
Aprenda
como reconhecer quartzos. Estude amostras em lojas de lapidação. Se
localizar uma formação de quartzo que parece estar manchada de ferro,
tenha uma amostra testada (ou medida para a pureza de ouro).
2
Procure
por flutuações. Pedaços de um sulco de quartzo que quebraram e seguiram
pela vertente ou pelo leito são chamados de flutuações. Siga a fonte e
colete uma quantidade para ser testada.
3
Fique
atento para qualquer bancos de cascalhos nas paredes de cânions. Eles
são ótimos lugares para encontrar sulcos de quartzo. Quando os achar,
teste-os em uma variedade de áreas ao redor da base.
4
Procure
por áreas com pequenas colinas redondas e quaisquer áreas estéreis que
tenham arbustos crescendo em um parede de cânion -- esses lugares
apresentam mineralização e são uma localização provável de sulcos ricos
de quartzo.
Áreas com uma mistura de pedregulhos, cascalho e detritos de uma encosta adjacente são bons lugares para encontrar ouro
Medioimages/Photodisc/Photodisc/Getty Images
O
ouro se forma em pedras duras e cristalinas, em depósitos comumente
chamados "veias". Um filão é normalmente formado em áreas onde a pedra
que contêm as veias foi alterada de alguma maneira. O ouro encontrado em
um filão é cercado de sulfureto e telureto. Os minerais são
gradualmente destruídos pelas forças da natureza, vento e chuva,
deixando somente o ouro para trás. O mineral pode variar de pequenas
partículas, como grãos, a pepitas.
Composição do solo
O
ouro é frequentemente encontrado em solos que contêm rochas sólidas
compostas de cinzas vulcânicas, chamadas tufos calcários. Uma análise
revelará que o solo próximo a uma veia de ouro terá quartzo, feldspatos,
feldspatoides e outros minerais de cor clara. A área emitirá uma campo
magnético podendo, assim, ser encontrada com um detector de metais.
Outros minerais associados com uma veia próxima incluem pirita,
arsenopirita, pirrotita, galena, calcopirita, scheelita e stibnite. O
ouro de alta qualidade será aquele encontrado nessas veias.
Vertente
Depósitos
eluviais são compostos de ouro depositados pelo vento ou pela água no
solo próximo à nascente de córregos. Correntezas, mudanças na
temperatura, movimento da crosta terrestre e crescimento de vegetação
também são capazes de remover o minério. De acordo com o site Arizona
Outback, os elementos reduzem pedras a cascalho, areia, lodo e argila
liberando o ouro. Os depósitos estão normalmente localizados próximos a
um bolsão de detritos, que é uma superfície irregular na vertente de um
fluxo de água próximo a uma fonte mineral. Em outras palavras, se houve
uma mina localizada na região, comece a procurar pelos declives. A
aluvião é um depósito formado quando veias foram desintegradas por força
de intermpéries. Bolsões formados pela mistura de pedregulho, cascalho e
detritos de uma encosta adjacente são lugares ideais para procurar o
minério. O ouro encontrado nesses locais é tipicamente inferior e
altamente concentrado em rochas.
Lençois d'água
Em
um processo chamado de enriquecimento supérgeno, o ouro é carregado por
um canal de lodo para os lençóis d'água. Ele é depositado e enriquecido
nos depósitos lateríticos ao redor da área do lençol. Laterítico é um
tipo de solo rico em ferro e alumínio que é encontrado em regiões
tropicais de clima úmido e quente. De acordo com o site Arizona Outback,
os primeiros garimpeiros dependiam desses depósitos para tornar as
pequenas minas rentáveis. O ouro encontrado nesses locais é de baixa
qualidade, mas em grande quantidade. Ouro de baixa qualidade é aquele
encontrado próximo ou na superfície. Minas ao ar livre são mais
recomendadas para mineração de depósitos lateríticos.
Areia
Chuvas
de verão fazem com que o nível de córregos suba rapidamente. Esses
córregos levam o ouro por escoadouros e aluviões. Areia e outros
detritos são carregados por chuvas mais fracas, e forçam a entrada do
ouro nesses fluxos d'água. A próxima chuva que ocorrer poderá varrer os
materiais acumulados mais distante do filão. A concentração e
movimentação do ouro será irregular graças à chuva, diz o site da
Arizona Outback. O minério pode até ser encontrado no fundo de uma
valeta temporária, formada durante as chuvas, e às vezes é encontrado em
pequenos aglomerados próximo da superfície. O vento pode também
descobrir o ouro, movendo areia e pedras leves, deixando exposta uma
superfície folheada de ouro e outros minerais, expostos em formas
razoavelmente concentradas.
Uma esmeralda genuína tem um matiz característico de verde
Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images
Uma
esmeralda é a versão verde-brilhante da pedra preciosa berilo. As
pessoas valorizavam essas gemas fulgurantes desde a antiguidade. A
conselho de Plínio, o imperador romano Nero autorizou a moldagem de uma
esmeralda excepcionalmente clara através da qual o governante podia
"refrescar e restaurar" sua visão enquanto assistia gladiadores em
combate. Os aficionados modernos da esmeralda podem escolher uma série
de alternativas menos caras à pedra preciosa, mas primeiro devem ser
capazes de reconhecer uma esmeralda genuína. Um joalheiro determina
primeiramente a autenticidade da esmeralda, depois verifica se é uma
pedra natural ou criada em laboratório.
O que você precisa?
Lupa de joalheiro
Instruções
Identificando a esmeralda genuína
1
Examine
a cor da esmeralda. Tanto as esmeraldas naturais quanto as criadas em
laboratório têm matiz variável, desde verde-pálido a verde-brilhante,
chegando até o verde profundo verdadeiro. As pedras com uma coloração
amarelada ou amarelo-esverdeada não são esmeraldas, mas provavelmente
peridotos ou granadas verdes.
2
Note
qualquer fulgor exibido pela pedra. O fulgor, ou o que os gemólogos
denominam dispersão, refere-se aos matizes espectrais (flashes
luminosos) que uma pedra mostra sob a luz branca. Os diamantes, por
exemplo, têm muito fulgor. As esmeraldas naturais têm baixa dispersão e
devem exibir pouco fulgor. As gemas verdes rutilantes são provavelmente
zircônias cúbicas.
3
Examine
as bordas da pedra, assim como a faceta de cima para reconhecer um
doblete (vidro). Os fabricantes podem montar um sanduíche com uma camada
fina de esmeralda mais pálida entre pedaços de vidro cortado, usando
epóxi de cor verde profundo para simular uma esmeralda de alta
qualidade. O exame das partes laterais da gema revela essas camadas em
sanduíche, detectando-se, assim, as pedras falsas.
4
Jupiterimages/Photos.com/Getty Images
Olhe
a pedra através de uma lupa de joalheiro. Se as bordas das facetas
parecerem desgastadas, provavelmente a pedra não é uma esmeralda
genuína, mas vidro cor de esmeralda. As esmeraldas naturais e as criadas
em laboratório têm uma dureza de 7,5 a 8 na escala de Mohs, maior que a
do vidro (a de um diamante é 10). O vidro, relativamente mole, tem uma
dureza de 5,5 e perde sua borda aguda rapidamente com o tempo e o uso.
Identificando a esmeralda natural
1
Note
o preço da esmeralda. Ainda que as esmeraldas naturais e as criadas em
laboratório tenham os mesmos elementos constituintes, as pedras de
formação natural custam centenas ou milhares de reais por quilate,
dependendo da clareza e da cor.
2
Examine
a gema a olho nu. As esmeraldas naturais geralmente contêm inclusões de
líquido, gás ou sólidos minerais que lhe conferem uma aparência turva
ou poeirenta. Esmeraldas grandes têm menos probabilidade de exibir boa
clareza.
3
Compare
a cor da gema com outras, se possível. As esmeraldas criadas em
laboratórios exibem um matiz verde-brilhante que os joalheiros valorizam
muito em esmeraldas naturais, enquanto aquelas formadas naturalmente
têm cor variável. Se uma determinada pedra assemelhar-se perfeitamente a
outras no estojo da joalheria, provavelmente é criada em laboratório.
4
Olhe
a pedra através da lupa de joalheiro para examinar suas inclusões. Os
joalheiros têm um termo para o padrão único de inclusões de cada pedra,
chamado "jardin" da esmeralda, o termo francês para jardim. Cada
"jardin" de bolhas, penas e fissuras da pedra é tão exclusivo quanto uma
impressão digital, e somente as esmeraldas naturais têm essa
característica.
Esmeraldas são pedras mais preciosas até do que os diamantes
Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images
Esmeraldas,
pedras preciosas verdes raras e luxuosas que têm sido valorizadas por
séculos pelos egípcios, incas e astecas. Elas eram vistas como gemas
sagradas com propriedades curativas e acreditava-se que elas traziam
sorte. Sua dureza na escala de Mohs é entre 7 e 8. Como as esmeraldas
são mais preciosas do que diamantes, verifique com um instituto
gemológico para se certificar de que são reais.
América do Sul
Os
dois principais países na América do Sul onde as esmeraldas são
encontradas são a Colômbia e o Brasil. A Colômbia é o maior produtor
dessas pedras do mundo. As esmeraldas colombianas são de um verde
brilhante, muito valorizadas e estabelece o padrão pelo qual as outras
esmeraldas são avaliadas. As três minas famosas que produzem essa pedra
na Colômbia são Muzo, Chivor e Coscuez. Em 1963, o Brasil começou a
vender esmeraldas e elas também eram consideradas gemas de alta
qualidade. As pedras do Brasil variam de tons claros aos raros tons de
verde escuro, que são produzidos na mina de Nova Era. O Brasil também
produz uma esmeralda única de olho de gato que possui raios em forma de
estrelas.
África
As
esmeraldas podem ser encontradas em Gana, na África do Sul, Zimbábue,
Zâmbia e nas florestas tropicais de Madagascar. Desses, Zimbábue e
Zâmbia são internacionalmente reconhecidos como produtores de esmeraldas
de alta qualidade. As mais antigas, que são datadas de cerca de 2,600
milhões de anos atrás, vêm do Zimbábue. Elas são pequenas e possuem uma
cor verde-amarelada. A Zâmbia possui o segundo maior depósito de
esmeraldas, mas a mineração é limitada devido ao uso de ferramentas
manuais. As esmeraldas desse país são de um verde escuro e têm tons
azulados.
Estados Unidos
Nos
Estados Unidos, a Carolina do Norte apresenta uma oportunidade única
porque é permitido que o público procure por esmeraldas. Localizada
próxima das montanhas Brushy, em Hiddenite, Carolina do Norte, a Emerald
Hollow Mine possui mais de 60 tipos de gemas. Muitas das pedras
encontradas na mina quebraram recordes como as maiores esmeraldas do
mundo. Existem três métodos que os visitantes podem usar para procurar
pelas gemas: com água, que envolve lavar baldes de minérios para
procurar por elas; procurar na água da montanha que pode ter pedras
devido à erosão; e cavando.
Rússia
As
esmeraldas têm uma longa história na Rússia. A primeira gema foi
encontrada lá em 1830 e a primeira mina, de St. Mary, foi descoberta em
1833. A mineração de esmeraldas parou depois da Primeira Guerra Mundial e
só voltou em 2005, quando a companhia de mineração Urals ganhou os
direitos sobre um grande depósito de esmeraldas e as reintroduziu no
mercado. As gemas da Rússia são em um tom de verde claro ou floresta,
com muita limpidez.
Quais são os maiores países produtores de esmeraldas?
A maioria das esmeraldas é usada em joias
Hemera Technologies/PhotoObjects.net/Getty Images
Esmeraldas,
e não diamantes, são os melhores amigos da mulher, de acordo com
“Gemstone.org”. As gemas são consideradas assim devido à escassez de
pedras perfeitas. Ao contrário dos diamantes, uma esmeralda com
inclusões (jardins), ou pequenas fraturas dentro da pedra, são
consideradas parte da personalidade e são evidências de que a esmeralda é
verdadeira. Elas são extraídas em todo o mundo, incluindo a América do
Norte, mas a maioria das gemas de qualidade e pedras finas é
constantemente encontrada e produzida em poucos locais.
Colômbia
Desde a era dos Incas, a Colômbia lidera o mundo
na produção de esmeraldas. Embora haja mais de 140 jazidas de
esmeraldas mapeadas, apenas três estão sendo exploradas. As minas mais
antigas estão em Muzo e Chivor e estão ativas desde os tempos
pré-colombianos. A mina mais lucrativa financeiramente é Coscuez,
respondendo por cerca de três quartos da produção da Colômbia.
Esmeraldas colombianas são bem valorizadas, devido às suas profundas
cores verdes.
Brasil
Descobertas pela primeira vez
em 1920, as esmeraldas brasileiras foram consideradas de menor
qualidade do que as da Colômbia e da Zâmbia. No entanto, desde 1980, as
minas nos estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás têm produzido
esmeraldas comparáveis às da Colômbia. A mina Nova Era na região de
Itabira também produz esmeraldas raras, como a “olho de gato”, e outras
ainda mais raras, como a “estrela de seis pontas”. O Brasil atualmente
possui uma diversidade de esmeraldas maior do que qualquer outro país.
Zâmbia
A Zâmbia extrai pedras de esmeralda transparentes e verde escuro. A cor
é mais profunda do que as esmeraldas colombianas, muitas vezes com
leves tons de azul. Essa cor e poucas inclusões nas gemas são
responsáveis pela crescente popularidade das esmeraldas zambianas. As
melhores pedras são de cor clara, verde-grama, embora tendem a ser
menores do que as pedras mais escuras. A maioria das gemas finas é
produzida nas minas de Kamakanga e de Kagem, na região nordeste do país.
Zimbábue
Esmeraldas
da mina Sandawana no sudoeste do Zimbabwe são algumas das gemas mais
antigas do mundo. As esmeraldas foram descobertas pela primeira vez em
1956 e são pequenas, mas de muito boa qualidade. Elas possuem uma cor
verde brilhante, muitas vezes com tons amarelados. Uma pedra de três
quilates da mina Sandawana foi vendida em 1980 por R$ 120.000. Comparada
ao Brasil e à Colômbia, a produção de esmeraldas do Zimbábue é baixa,
no entanto a qualidade de esmeraldas extraídas é três vezes maior do que
a de diamantes com o mesmo tamanho.
Estados Unidos
A esmeralda vermelha, uma das pedras preciosas
mais raras do mundo, é quase quimicamente idêntica à esmeralda verde.
Um pequeno vestígio de manganês gera a cor vermelha. Elas são
encontradas apenas na encosta oriental das montanhas Wah Wah, em Beaver
County, Utah. Atualmente, o maior corte de esmeralda vermelha pesa pouco
mais de quatro quilates e as gemas são tão raras que só se extrai uma
para cada 150 mil diamantes e 15 mil esmeraldas verdes. O custo de uma
esmeralda vermelha facetada é de aproximadamente R$ 20.000 por quilate.
Esmeraldas famosas
A
esmeralda NAEM (The North American Emerald Mines), originalmente
conhecida como “Rist Mine Emerald”, pesando 1.869 quilates, foi
encontrada em 2003, em uma das terras da empresa na Carolina do Norte.
Ela é a maior esmeralda já encontrada na América do Norte. “The Sacred
Emerald Buddha” (O Sagrado Buda Esmeralda), com 3.600 quilates,
descoberta na Zâmbia, em 1994, apresenta um Buda em baixo-relevo
esculpido por uma artesã na Tailândia. A esmeralda de 632 quilates, sem
cortes, conhecida como “The Patricia Emerald” (A Esmeralda Patrícia),
foi encontrada em 1920, na mina de Chivor, Colômbia. Ela foi
originalmente conhecida como "Patrizius", em honra ao St. Patrick, da
Irlanda.