sábado, 19 de setembro de 2015

PF faz operação contra exploração ilegal de ouro em garimpo no AM

PF faz operação contra exploração ilegal de ouro em garimpo no AM

Proprietários de garimpo já foram identificados e tiveram prisão decretada.
Ação ocorreu na cidade de Maués, interior do estado

A Polícia Federal do Amazonas deflagrou uma operação para desarticular um esquema de exploração ilegal de ouro e degradação ambiental no garimpo Filão do Abacaxis, localizado no município de Maués. A ação teve início na quinta-feira (17).
A PF informou que a área do garimpo foi invadida em 2012 e vem sendo usada por grupo econômico ligado a uma empresa para lavar os lucros recebidos com a exploração de ouro retirado do local.

A investigação identificou que aproximadamente 70 hectares de floresta foram derrubados para permitir a exploração do garimpo e que mais de 8.000 quilos de ouro já foram extraídos do local desde sua invasão, o que importa na quantia de mais de R$ 700 milhões, e a reserva é muito grande, talvez mais de 500 toneladas de ouro.
"Apenas na conta de uma das secretárias da empresa investigada foram movimentados mais de R$ 62.000,000 em período inferior a um ano", comunicou a PF.
Duas pistas de pouso clandestinas que servem de apoio ao garimpo foram destruídas (Foto: Polícia Federal/Divulgação)Duas pistas de pouso clandestinas que servem
de apoio ao garimpo foram destruídas
Os proprietários do garimpo já foram identificados e tiveram prisão preventiva decretada pela 7ª Vara Federal do Amazonas.
Além do cumprimento de três mandados de prisão, a Polícia Federal cumpre ainda quatro mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Santa Catarina, além do Amazonas.
"Por se tratar de área de floresta e para garantir que a prática dos crimes ambientais não tenha continuidade, duas pistas de pouso clandestinas que servem de apoio ao garimpo bem como o maquinário utilizado na extração do ouro estão sendo destruídos mediante parceria com o Exército Brasileiro e o IBAMA", informou a Polícia Federal.

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Em Santa Teresa, a atividade garimpeira já trouxe muitas riquezas.
Até pedra de 250 kg já foi encontrada no local.


Já conhecida como "Serra Pelada" capixaba, a comunidade de Várzea Alegre, no interior de Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo, tem um histórico de garimpo e busca por pedras preciosas.
A região já trouxe riquezas para muitos garimpeiros. Em vez de ouro, o que despertava interesse na região eram as pedras preciosas.
"Tudo começou com um caçador que, atrás de um tatu, achou uma pedra brilhante perto de sua toca", diz o comerciante da região Antônio Lopes.
A corrida das pedras começou na década de 40 do século passado. O produtor rural Vandacir Roncon conta que já encontraram até pedra de 250 kg na área. "Teve que descer um varão, carregada nas costas", lembra.
Antônio Lopes ressalta que a atividade garimpeira trouxe muitas riquezas, mas que nem todos souberam desfrutar dela. "Muita gente ficou rica, mas perderam tudo, nem eles existem mais. Aqui na pedra da onça dava águas marinhas e outros cristais também", diz Antônio.
Hoje a área está abandonada, mas antigamente era bem movimentada, vivia repleta de garimpeiros em busca do sonho de ficar rico. A última descoberta foi em 2004, quando o produtor rural Alonso Possatti encontrou uma água marinha pura. "Com o dinheiro, deu pra quitar dívidas, comprar casa e terreno para os filhos", diz.

Peça batizada de Dom Pedro foi extraída em Minas Gerais nos anos 1980.

Maior pedra de água-marinha é brasileira e ficará exposta nos EUA

Peça batizada de Dom Pedro foi extraída em Minas Gerais nos anos 1980.
Joia de 2 quilos foi doada por casal da Flórida ao Museu de História Natural.


A maior pedra preciosa de água-marinha do mundo, batizada de Dom Pedro e extraída em Minas Gerais na década de 1980, foi doada nesta quinta-feira (6) por um casal de americanos para o Museu de História Natural de Washington e fará parte da exibição permanente da instituição.
A água-marinha é a variedade azulada do mineral berilo. O cristal bruto, lapidado em forma de obelisco, foi concedido ao museu por um casal da Flórida. A peça pesa pouco mais de 2 quilos e mede 36 centímetros de altura. Seu nome é uma homenagem aos dois imperadores que o Brasil já teve.
Pedra preciosa água-marinha (Foto: Donald E. Hurlbert/Smithsonian's National Museum of Natural History)Pedra preciosa de água-marinha (Foto: Donald E. Hurlbert/Smithsonian's National Museum of Natural History)
"Após passar por várias mãos e museus na Europa, (a pedra) ficou em propriedade do casal, com quem fiz contato e acertamos sua doação ao museu para que todo mundo possa contemplar essa maravilha tão especial", disse em entrevista à Agência EFE o curador da exibição, Jeffrey Post.
Segundo Post, o cristal original, quando foi extraído da mina, pesava cerca de 45 quilos, mas acabou se rompendo em três partes, e da maior, com pouco menos de 30 quilos, foi esculpido "Dom Pedro".
"Desconhecemos seu valor de mercado, fundamentalmente porque se trata de uma peça única e, portanto, incomparável. A única maneira de obter um preço aproximado seria colocando em leilão", afirmou o curador.
"A água-marinha é uma variedade do berilo, mineral que se fosse desenvolvido em laboratório seria incolor", explicou Post. "No entanto, como os cristais são gerados em lugares 'sujos', sempre há certas impurezas ao redor, como nesse caso, no qual o berilo incorporou pequenas quantidades de ferro", prosseguiu.
É justamente o ferro que, em interação com a luz, dá ao berilo o precioso tom turquesa que caracteriza a água-marinha. "São as impurezas que fazem essas gemas tão especiais", explicou o curador da exposição.
A maioria de cristais de água-marinha provém de depósitos geológicos de rocha pegmatito, muitos dos quais se encontram no Brasil, o que transforma o país na maior fonte de água-marinha do mundo.
A cada ano, quase sete milhões e meio de visitantes passam pelo Museu de História Natural, que pertence ao Instituto Smithsonian.

A HISTÓRIA DE CRISTÁLIA

A HISTÓRIA DE CRISTÁLIA


CRISTÁLIA-MG


HISTÓRIA DA CIDADE
Das primeiras expedições realizadas para o conhecimento das terras descobertas por Pedro Álvares Cabral, surge a lenda das pedras verdoengas, as esmeraldas tão procuradas pelo bandeirante Fernão Dias no nordeste mineiro. É nessa região que fica o atual município de Cristália, antigo distrito de Porteirinha, cujo território surgiu de desmembramentos da cidade de Grão Mogol. Sua emancipação é datada de 1962. A extração mineral, a que se ligam sua origens, ainda hoje, apesar de ser uma atividade dispersa, produz águas marinhas, turmalinas, berilos, ametistas e cristais. Cristália tem como atrativos naturais: a cachoeira do córrego Contendas, com águas transparentes, areia branca e um poço cuja água parece estar fervendo e, ainda, a gruta do Bugre, com pinturas rupestres.
O povoamento de Cristália teve início com a busca de pedras preciosas que ainda hoje podem ser encontradas, mesmo que de forma dispersa, no seu território: cristais, águas marinhas, turmalinas, ametistas e berilos,falta pesquisar, pois tem rubi, safira e alexandrita, e muito ouro.. Ao emancipar-se, em 1962, o município adotou o nome de Cristália devido às jazidas de cristais e as águas cristalinas do córrego que corta a região.
A procura por esmeraldas, as lendárias "pedras verdoengas" motivou incursões como as do bandeirante Fernão Dias àquele território. Muitos garimpeiros se fixaram às margens de um córrego. O arraial recebeu o nome de Extrema dos Arrudas, em homenagem a uma das principais famílias ali estabelecidas. Mais tarde, em virtude da religiosidade dos moradores, passou a ser conhecido como Nossa Senhora da Conceição de Extrema, em homenagem à padroeira.


                                       CRISTÁLIA


A origem de Cristália está intimamente ligada à vizinha cidade de Grão Mogol, antiga povoação de garimpeiros denominada Serrinha que surgiu na primeira metade do século XVIII. A povoação mais tarde, a partir de 1781 passou a ser conhecida como “Serra” e depois “Serra do Grão Mogor” que foi elevada a vila com a criação do município, desmembrado de Montes Claros, pela lei n. 171 de 1840, recebendo a denominação de “Grão Mogor”. A elevação à cidade deu-se pela lei n. 859, de 14 de maio de 1858, com a denominação de “Serra de Santo Antônio do Grão Mogol”. A partir de 1911 a cidade passa a ser conhecida como Grão Mogol.
Extrema, atual Cristália, teve sua origem com a exploração de diamantes no sopé da Serra do Bateeiro ou Serra Geral, destacando-se entre as famílias pioneiras do lugar, os Arrudas e os Borges. As terras ao redor da Igreja Matriz pertenciam inicialmente à família do Coronel Borges.
Segundo Álvaro da Silveira, Extrema teria crescido quando da descoberta na Serra do Bateeiro, do primeiro jazigo diamantífero, o qual atraiu dezenas de garimpeiros: “Como fosse muito acidentado o terreno lá no alto, construíram-se algumas casas no sopé da serra, no logar que mais tarde se chamou Extrema e hoje Crystallia, sede de um districto do município de Grão Mogol. O diamante, porém, escasseou na serra do Bateeiro e a prospera povoação existente lá no alto também foi seguindo a marcha descendente das jazidas, de modo que, quando estas extinguiram, também aquella desapareceu...”. [1]
                                                   ¹ Minas Gerais, Belo Horizonte. 8 de maio de 1927. p. 6 e 7. Silveira, Álvaro. Collaboração no Norte de Minas

De acordo com o censo realizado em Minas Gerais em 1831 pelo Juiz de Paz da região, o distrito de Nossa Senhora da Conceição de Extrema possuía 736 pessoas livres, 165 cativos e 300 casas. Seis anos depois Extrema apresentava 55 casas e cerca de 305 almas, uma queda acentuada .
A lei provincial n. 2 691 de 30 de novembro de 1880 criou o distrito no município de Grão Mogol. Pela lei n. 843, de 7 de setembro de 1923, o distrito de Nossa Senhora da Conceição da Extrema teve sua denominação mudada para Cristália. A lei n. 2 764, de 30 de dezembro de 1962 criou o município com o mesmo nome, desmembrado de Grão Mogol. Segundo o censo de 1970, a microrregião da qual faz parte possuía a renda per capita mais baixa entre as 361 microrregiões do país.
Em 1984 o município possuía 4 791 habitantes, tendo como principal base econômica a agropecuária. Estas atividades ainda são predominante destacando-se a criação de bovinos, avicultura e a plantação de arroz, café, cana-de-açúcar, feijão, mandioca e milho. Possui na área urbana, quatro armarinhos, uma farmácia drogaria e perfumaria, três estabelecimentos de material de construção, um de móveis e decoração, duas oficinas e auto-peças e cerca de trinta restaurantes e bares.
Situado na Zona do Itacambira, com sede a 720 metros de altitude, distando 566 km. de Belo Horizonte, o município de 841 km2 é composto apenas do distrito-sede. Possui atualmente 5 583 habitantes: 2 986 na área rural e 2 497 na área urbana.
A economia do município é baseada na agricultura e pecuária de subsistência. Na atividade agrícola, destaca-se a produção de milho, mandioca, feijão, cana, café e arroz.
Fonte: Inventário de Proteção do Patrimônio Cultural de Cristália.2009.




                     

      PONTOS TURÍSTICOS DE CRISTÁLIA
                


         ( Igrejas Históricas)
                                                                                                                                                                                                             
























IGREJA BATISTA
( CROSLÂNDIA )


















IGREJA DO DIVINO
 ESPÍRITO SANTO




IGREJA NOSSA SENHORA

 DA CONCEIÇÃO




BELEZAS NATURAIS  -  PLANTAS TÍPICAS

IPÊ AMARELO






















ORQUÍDEA




CACTO


RIOS E CACHOEIRAS

                                                                          
















CASCATAS DE CONTENDAS


   LAGO DE IRAPÉ 

















LAGO DE IRAPÉ - BALSA



LAGO DE IRAPÉ


RIO ITACAMBIRAÇU
  "CALDERÃO"




ARTESANATO




 




BELEZAS NATURAIS




















PEDRA ALTA



SERRA DOS BUGRES-CRISTÁLIA AO LONGE



















 MORRO DO CHAPÉU


MORRO DO CHAPÉU 


















 MORRO DO CHAPÉU



PEDRA ARENITO


Pedra preciosa colorida mais cara do mundo é vendida por R$ 120 milhões

Pedra preciosa colorida mais cara do mundo é vendida por R$ 120 milhões

Rubi de 25 quilates vindo de Mianmar foi arrematado em leilão na Suíça por um comprador anônimo.


A pedra, chamada de Sunshine Rubi, tem uma coloração vermelho-sangue e vem de Mianmar (Foto: BBC)A pedra, chamada de Sunshine Rubi, tem uma coloração vermelho-sangue e vem de Mianmar
Um rubi se tornou a pedra preciosa colorida mais cara do mundo, ao ser vendida por um valor recorde em um leilão na Suíça.
Um comprador, que se manteve anônimo, levou o rubi de mais de 25 quilates para casa por US$ 30 milhões ( R$ 120 milhões).
Segundo a casa de leilão Sotheby's, o valor foi considerado um recorde mundial e chegou a mais de três vezes a estimativa inicial, que era de cerca de US$ 12 milhões.
O recorde vale apenas para pedras coloridas, como esmeralda e ametista – não entrando diamantes na lista.
Disputa final
Segundo a casa de leilões, no final, houve uma grande disputa entre dois interessados, que estavam dando os lances por telefone.
A pedra, chamada de Sunshine Rubi, tem uma coloração vermelho-sangue e vem de Mianmar.
"Em 40 anos de profissão, eu não me lembro de ter visto outro rubi como esse, com esse tamanho excepcional e essa cor impressionante", disse David Bennett, diretor da Sotheby's suíça.
Segundo a casa de leilões, o mercado de pedras preciosas está mais aquecido do que nunca.