sábado, 26 de setembro de 2015

Batimetria e sub-bottom, metodologias para ficar rico de um dia para o outro no ouro ou diamantes

Batimetria e sub-bottom, metodologias para ficar rico de um dia para o outro no ouro ou diamantes

Já falamos das armadilhas para os diamantes, armadilhas que também valem para o ouro, mas agora estamos vendo como achar essas armadilhas em profundidade abaixo das águas:



Através de um sistema de batimetria ou sonar que desenha a calha do rio e mostra os buracos e as barreiras para o ouro e os diamantes no fundo do rio, mas esses buracos foram preenchidos por areia e cascalho, justamente o material que contem tanto os diamantes como o ouro.
Portanto além da batimetria que ira mostrar a lamina d´agua ate o fundo, temos que determinar a camada de áreia e cascalho que preencha os buracos ate o fundo rochoso, pois é lá que podem ficar fortunas em diamante e ouro. E este sistema é o sub-bottom. O material abaixo do fundo.
Mas não vamos poder testar todo o rio, o custo seria muito alto, temos que escolher áreas discrepantes de granulometria de ouro. E quem vai poder nos informar a respeito destas discrepâncias são os dragueiros e balseiros, mas eles são muitos e trabalharam em fases diferentes.
O nosso trabalho prévio será mapear as informações de dragagem a respeito não das produções, mas da granulometria do ouro: ouro grosso ou fino, cada garimpeiro sabe disto e pode informar onde saiu ouro grosso e onde saiu o fino.
Imagina uma barreira no fundo do rio, um buraco ou uma barragem de rocha tal uma tarisca de cobra fumando, a montante ficara o ouro grosso, a jusante só o ouro fino passara, e, portanto se as dragas encontraram do lado de baixo, só ouro fino e do lado de cima, só ouro grosso, o correto sera procurar essa anomalia do fundo, um buraco cheio de ouro ou diamantes que as dragas normais não conseguiram atingir por causa da profundidade ou uma barreira com ouro grosso colado na parte de cima da barreira, ou um filão de ouro submerso.
A batimetria e o sub-bottom poderão mostrar isto em detalhe neste local e se for confirmado, terá que adaptar a draga para esse tipo de profundidade e aí será o bamburro, a sonhada riqueza de um dia para o outro

Como se forma a cor dos diamantes?

Como se forma a cor dos diamantes?


a origem das cores naturais verde, violeta, alaranjada, branca, cinza e preta em diamantes.

Verde
Os diamantes de cor verde lapidados são muito raros e, geralmente, apresentam tons suaves com um componente modificador marrom, amarelo ou azul. Por outro lado, os espécimes brutos com um finíssimo recobrimento superficial verde, usualmente de óxido de cromo, são mais frequentes, inclusive no Brasil, onde são encontrados principalmente na região de Diamantina, em Minas Gerais.
A cor verde interna em diamantes deve-se a diversas causas, sendo a mais importante delas a irradiação natural. Acredita-se que esta provenha de minerais radioativos presentes no kimberlito (rocha-matriz do diamante) próximo à superfície ou mesmo de águas radioativas que percolem o corpo kimberlítico. É o caso dos diamantes de boa parte do Tapajós.
O mais famoso diamante verde conhecido é o Dresden, que se encontra atualmente em um museu na Alemanha, na cidade do mesmo nome. A gema apresenta forma de gota, pesa 41 ct e seu local de origem é objeto de intensa polêmica, sendo a Índia ou o Brasil a mais provável fonte.
Há diamantes verdes tratados pelo menos desde a década de 40 e a maior parte dos vistos atualmente no mercado foram submetidos ao processo de altas pressões e temperaturas (HPHT), realizado em vários países, sobretudo nos EUA, Rússia e Suécia. Estas pedras têm coloração verde amarelada e são obtidos a partir de exemplares originalmente marrons, do tipo Ia. Embora determinadas propriedades gemológicas, tais como a elevada saturação da cor, a presença de graining e fraturas de tensão e a fluorescência verde amarelada gredosa sob UVC e UVL sugiram uma indução da cor pela mencionada técnica, a identificação irrefutável requer ensaios mais sofisticados, tais como espectroscopia de infravermelho e espectroscopia visível de baixa temperatura.
Violeta
Os diamantes violetas procedem quase exclusivamente da jazida de Argyle, na Austrália, e adicionalmente apresentam uma nuança acinzentada. Embora quase nada se saiba a respeito dos mecanismos que originem tal cor em escala atômica, há evidências de que esteja associada à presença do elemento hidrogênio.
Alaranjada
A cor alaranjada pura, sem qualquer componente modificador é, provavelmente, a mais rara dentre todas as cores em diamantes, até mais que a vermelha ou a verde. A origem desta cor segue sendo um mistério, embora se saiba que um centro desconhecido provoca o aparecimento de uma banda de absorção na região azul do espectro visível, centrada em 480 nanômetros (unidade de medida dos comprimentos das ondas luminosas, de abreviatura nm), o que dá lugar à cor complementar desta, a alaranjada.
Branca
Embora nas práticas comerciais seja comum referir-se equivocadamente a diamantes brancos quando se pretende descrever pedras aproximadamente incolores, esta cor de fato existe neste mineral. Acredita-se que os comprimentos de onda que compõem a luz branca são enviados por diminutas inclusões em todas as direções e em cada uma delas sejam recombinados para dar lugar à luz branca, conferindo ao diamante um aspecto leitoso ou opalescente.
Cinza
A cor cinza em diamantes é mais uma das quais a origem não está ainda esclarecida, embora hajam evidências de que esteja associada a defeitos relacionados à presença de hidrogênio. Em diamantes ricos neste elemento, a absorção da luz ocorre com igual intensidade em todos os comprimentos de onda do espectro visível, o que resulta em uma coloração acinzentada.
Preta
Os diamantes pretos, entre os quais o mais famoso representante é o russo Orlof, tornaram-se mais populares a partir dos anos 90 e devem sua cor à presença de uma grande quantidade de diminutas inclusões escuras, em forma de plaquetas, que se acredita serem majoritariamente do mineral grafita. Em alguns casos, estas inclusões são tão numerosas que dificultam o polimento do exemplar, o que influi, evidentemente, no aspecto final da gema.
A cor preta - ou melhor, uma cor verde-azul que, por muitíssimo saturada, nos transmite a sensação de preta - também pode ser obtida artificialmente por tratamento, mediante intensa irradiação com nêutrons em diamantes facetados, sobretudo aqueles com graus de pureza muito baixos.



Muito ouro num único dia e ouro que mal da para pagar as contas na maioria do tempo:

Muito ouro num único dia e ouro que mal da para pagar as contas na maioria do tempo:


Isto é resultante da distribuição dos minerais nas aluviões. Aumentar a capacidade dos equipamentos, tirando cada vez maior volume de material é a solução para diluir essa heterogeneidade de distribuição

Pois, Independentemente do tamanho da aluvião, a distribuição dos minerais terá sempre uma maior variabilidade lateral do que longitudinal, em função das condições de competência e capacidade da drenagem que se modificam muito mais no sentido ortogonal a drenagem.
Quanto a aspecto económico e de lavrabilidade, de aluviões podem ser divididos em:
·                     Pequenas aluviões no leito de drenagens menores não navegáveis;
·                     Grandes aluviões no leito das drenagens maiores navegáveis;
·                     Paleocanais nas margens das drenagens atuais navegáveis.
O Tapajós tem os três tipos reunidos
Do ponto de vista geológico, o perfil é geralmente semelhante nos 3 casos, qual seja um overburden argilo-arenoso, de poucos metros de espessura, recobrindo um horizonte de cascalho com cimento argiloso, de poucos decímetros de espessura. O ouro se concentra no cascalho inferior, mas muitas vezes se encontra em toda a coluna, se bem que em teores e em granulometria menores nas porções mais fina do perfil do aluvião. O que muda é a maneira de lavrá-los.
Pequenos aluviões são lavrados, regra geral, por desmonte hidráulico, utilizando monitores de 2", bombas de sucção de 4" a 6" e concentração em calha riflada. Esta atividade é desenvolvida no Brasil por garimpeiros, que para esta atividade se formam em grupos de 4 ou 5. Tal estrutura tem se mostrado viável, pois em locais de difícil acesso tal equipamento é transportável, o que é feito pela mesma equipa que opera. A recuperação pode ser baixa, da ordem de 60 % ou menos, uma vez que os “sluice” apresentam baixa eficiência de retenção para ouro com granulometria menor que 120# ( 120 abertura por polegada linear) e a reserva geralmente envolvida, da ordem da centena de quilos de ouro, justifica implantar instalações de cianetação,  toscas.
Aluviões de drenagens navegáveis são geralmente trabalhados por chupadeiras, que na sua forma mais simples são constituídas por uma bomba de sucção de 6" flutuante, sendo o material bombeado concentrado em calhas rifladas ( sluice). A sucção é comandada por um mergulhador, que seleciona as melhores áreas ( manchas mais ricas devido as variabilidades de concentração transversal e longitudinal na corrente) em função de sua experiência e multi tentativas no leito do rio.
Paleocanais são geralmente mais consolidados e necessitam ser desmontado, o que pode ser feito seja por retroescavadeiras seja por dragas flutuantes, dependendo da posição em relação ao leito do rio atual. As dragas são semelhantes às chupadeiras, mas na extremidade da sucção existe uma cabeça cortante que substitui o mergulhador. É fácil ver que tal equipamento tem limitações quando se opera em áreas com raizes e troncos de árvores ou então quando há presença de boulders.
No Rio Madeira a Andrade Guttierez fez pesquisa e no perfil foi identificado cascalho com decímetros de espessura com mineralização acima de meio grama (no cascalho), com capeamento argilo-arenoso de mais de 15 metros de espessura e baixa mineralização, caso fosse lavrado e tratado todo o pacote do aluvião será prejuízo certo, porém, caso seja decapeado e tratado apenas o cascalho a lavra se torna lucrativa.
Um capeamento de 15 metros de espessura é difícil de ser retirado com PC (baixa capacidade) para volume tão grande, que permita lucro.
A lavra das aluviões de baixos teores (0,1 gramas/metro cúbico) exige equipamentos com capacidade de trabalhar grandes volumes com baixo custo por metro cúbico lavrado. Por exemplo a DRAGA DE ALCATRUZES XICA DA SILVA da Mineração Tijucana que lavrava diamante no rio Jequitinhonha com capacidade para 480.000 metros cúbicos mês.

Grandes dragas YUBA tem escavado até profundidade de 55/60 metros em aluviões na Sibéria e de 35/40 metros nos USA.

A matemática da draga de ouro no rio Tapajós

A matemática da draga de ouro no rio Tapajós


Uma draga do tipo da foto e que opera no Rio Tapajós custa R$ 1.200.000,00 para ser construída e ela gasta:
R$ 60.000,00 por mês com diesel
Ela paga 24% da produção de ouro para a equipe
A cozinheira recebe R$ 2700,00 por mês + a lavagem das roupas, mas essa lavagem é paga diretamente pelos trabalhadores
A alimentação, peças sobressalente e logística estão a cargo do dono da draga
O cut off esta em 60 gramas por dia aproximadamente, ou seja se produzir menos do que isto, é prejuízo

A produção normal quando não para é de 100 gramas por dia= 15 MIL REAIS NO PREÇO DE HOJE 26 DE SETEMBRO DE 2005, NADA MAU...
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
Ela trabalha 20 horas para extrair o ouro e 4 horas para apurar a produção.

O teor extraído é cada vez menor e é compensado com dragas que extraiam cada vez maior volume. Atualmente as dragas operam com diâmetros e bombas de 16 ou 18 polegadas.

MPF denuncia empresários por extração de ouro em áreas indígenas de MT

MPF denuncia empresários por extração de ouro em áreas indígenas de MT


De acordo com o procurador da República, Rodrigo Timoteo da Costa e Silva, as acusações são de crime ambiental, formação de quadrilha, usurpação de bens da União
Segundo o MPF, as provas evidenciaram a existência de um grupo estruturado, com divisão de funções, no extrato de minerais em terra dos índios
Segundo o MPF, as provas evidenciaram a existência de um grupo estruturado, com divisão de funções, no extrato de minerais em terra dos índios
O empresário Valdemir Melo, e seu filho, Arthur Melo, proprietários da empresa Parmetal (corretora de metais preciosos), localizada na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, foram denunciados, em 2013, pelo Ministério Público Federal (MPF), por participação na extração ilegal de ouro no leito do Rio Teles Pires, principalmente, no interior e entorno das áreas indígenas kayabi e munduruku.
De acordo com o procurador da República, Rodrigo Timoteo da Costa e Silva, as acusações são de crime ambiental, formação de quadrilha, usurpação de bens da União, operação ilegal de instituição financeira, receptação qualificada e corrupção passiva e ativa. A denúncia foi proposta pelo MPF em dezembro de 2012 e tramita na 5ª Vara Federal de Mato Grosso. O MPF baseou-­se nas investigações da Polícia Federal, que identificaram que as atividades de extração ilegal de ouro percorriam um grande trecho fluvial que abrangia Mato Grosso, Pará e Amazonas.
Segundo a denúncia, a operação das dragas instaladas em balsas era feita desde a Cachoeira da Rasteira, no Rio Teles Pires, no interior da Terra Indígena Kayabi, entre Apiacás (1.010 km ao Norte de Cuiabá) e Jacareacanga (PA), até o local denominado Porto Ramal, que fica à margem esquerda do Rio Tapajós, em Maués (AM). Modus operandi Segundo o MPF, as provas evidenciaram a existência de um grupo estruturado, com divisão de funções, "atuando com estabilidade e concertadamente para a prática de crimes graves".
De acordo com a denúncia, o esquema funcionava da seguinte forma: os garimpeiros exploram ilegalmente ouro no Rio Teles Pires, via balsas escariantes, inclusivem dentro de Terras Indígenas, com permissão dos indígenas locais, mediante pagamentos pecuniários mensais. Ato contínuo, o metal precioso era transportado para os municípios de Alta Floresta, Itaituba (PA), Jacareacanga (PA), Porto Velho (RO) e Apuí (AM). O ouro era comercializado em Posto de Compra de Ouro (PCOs) ligado a grandes empresas Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM’s), tais como Parmetal DTVM, Carol DTVM e Marsan DTVM. Grupos da organização criminosa Segundo a denúncia, o grupo era formado por quatro níveis de atuação.
O primeiro, composto pelas lideranças indígenas, que permitiam a extração de ouro dentro das Terras Indígenas, mediante pagamentos pecuniários mensais. O segundo grupo era composto de proprietários de balsas/garimpeiros, responsáveis pela extração ilegal do ouro no Rio Teles Pires. O terceiro grupo era formado pelos proprietários/responsáveis pelos postos de compra de ouro e funcionários, que atuavam como intermediários na venda do ouro e se utilizavam de Permissão de Lavra Garimpeira (PLGs ) de cooperativas para legalizá­lo.
O quarto grupo era composto pelas pessoas que davam suporte à exploração ilegal de ouro e às condutas criminosas perpetradas pela quadrilha, os quais, cientes de todo o esquema criminoso, davam apoio logístico à extração ilegal e/ou posterior legalização do minério. Denunciados 21/07/2015 MPF denuncia empresário da Parmental por extração ilegal de ouro. Grupo I ­ Taravy Kayabi e Atu Kayabi ­ participam do grupo, mas ainda não foram denunciados. Grupo II ­ Marco Aurelio Jacoby, Raimundo Ribeiro de Campos, Sandoval Timoteo dos Santos, Gonçalo dos Santos Melo, Edson Brito de Melo, Angelito Nogueira da Silva, José Claudino de Almeida, Angelo Gabriel Gatelli, Ivo Rodrigues Pereira e José Emiliano Krixi Munduruku. Grupo III – Parmetal ­ Arthur Henrique de Melo, Valdemir de Melo, João Osmar de Melo, Fabrício de Campos, Robson Prudente de Souza, Emerson Adevanil de Melo, Daniel de Mello, Diego de Mello, Robison Luciano Francisco dos Santos, Cloves Antônio de Mello e José Carlos da Silva Aquino. Carol ­ Francisco Rafael da Silva e Osimar Ferreira Barros. Grupo IV ­ Geomário Leitão Sena, Cacildo Jacoby, Eliete Ferreira da Silva, Jonas de Paula Gomes, João Aliel de Sousa, Izaquiel Claudino de Almeida e Enoch da Silva Cordeiro. Parmetal
A devastação provocada pelo extrativismo, assim como prejuízo ás reservas s]ao alguns dos pontos da denúnica
A devastação provocada pelo extrativismo, assim como prejuízo ás reservas s]ao alguns dos pontos da denúnica
A denúncia relata que, em relação à empresa Parmetal ­ Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, empresa com sede em São Paulo, e filiais em Cuiabá, Porto Velho (RO), Limeira (SP) e Manaus (AM), as investigações constataram que a empresa adquire o ouro ilegal diretamente ou por intermédio de Postos de Compra de Ouro (PCO’s) ou empresas de fachada, que agem de acordo com seus interesses.
“Parte do ouro ilegal é adquirido pela filial da empresa em Porto Velho. Em Itaituba (PA), o ouro é adquirido pela Parmetal, por intermédio do Posto de Compra de Ouro identificado pelo nome empresarial E. Adevanil de Melo, de propriedade de Emerson Adevanil de Melo, sobrinho de Valdemir de Melo, este último sócio proprietário da Parmetal”, diz trecho da denúncia. “Há indícios de que essa empresa [E. Adevanil de Melo] esteja sendo, também, utilizada como fachada pela Parmetal para a aquisição de ouro de origem ilegal e, provavelmente, sua exportação? nesse contexto, ressai dos autos que o telefone instalado no endereço destas últimas empresas citadas está cadastrado em nome da própria Parmetal? ademais, outra filial da empresa Paraná Importação e Exportação de Metais Ltda – Me (Paraná Metais) está instalada no mesmo endereço da filial da ParmetaL em Porto Velho, o que evidencia a simbiose das empresas envolvidas no esquema”, revela outro trecho da denúncia do MPF.
Participação dos índios Segundo o MPF, os principais líderes indígenas envolvidos são José Emiliano Krixi Munduruku, conhecido pela alcunha “Camaleão”, Taravy Kayabi e Atu Kayabi. O procurador destacou que José Emiliano Krixi Munduruku, apesar de atuar como líder indígena, participou ativamente da empreitada criminosa, executando diretamente a exploração de minério, a partir de sua própria balsa garimpeira. Já o índio “Camaleão” destacou-­se dos demais líderes indígenas, passando a exercer papel que extrapolou a simples conivência com a empreitada criminosa.
Em dezembro, o MPF em Mato Grosso requereu, também, que a Superintendência da Polícia Federal instaurasse inquérito policial para investigar as DTVMs envolvidas e para apurar especificamente o crime de lavagem de dinheiro. Outra investigação que continua em curso, porém sob os cuidados da unidade do Ministério Público Federal em Santarém (PA), apura a morte do indígena Adenilson Kirixi Munduruku d,urante a operação da Polícia Federal na aldeia Munduruku. Dois policiais e outros seis indígenas também ficaram feridos.