sábado, 26 de dezembro de 2015

DRAGAS E BALSAS INVADEM O RIO MADEIRA

DRAGAS E BALSAS INVADEM O RIO MADEIRA

A Polícia Federal, a Polícia Ambiental e órgãos fiscalizadores retiram os garimpeiros de áreas proibidas de procurar ouro no Rio Madeira.
Não fosse algo tão sério, se poderia tratar como brincadeira de gato e rato. A Polícia Federal, a Polícia Ambiental e órgãos fiscalizadores retiram os garimpeiros de áreas proibidas de procurar ouro no Rio Madeira. Dragas, balsas e motores são apreendidos. Multas são aplicadas. Mas, como sempre, mesmo detidos e levados várias vezes para responderem pelo crime ambiental, os garimpeiros em poucas horas estão livres de novo. Pagam fiança ridícula, compram novos equipamentos, usam o mercúrio, que será jogado in natura no rio, para separar o ouro da areia e detritos e pronto. Neste domingo, quem andou perto da ponte do rio Madeira, tanto do lado da cidade como do lado de lá, pôde ver várias balsas prontas para o trabalho. Mesmo cheio, o Madeirão ainda é uma atração para aventureiros que continuam descumprindo a lei e, como não há punição, estão voltando todos os dias para a área. Há vezes em que trabalham apenas à noite, escondidos. Mas, em vários casos, eles já perderam o temor e garimpam durante o dia mesmo, em vários pontos entre o Cai N´Agua, no centro de Porto Velho, até perto do novo Porto Maggi. Nos últimos dias, talvez cansados de prender os garimpeiros para a Justiça os soltar em seguida, as equipes de fiscalização sumiram e as balsas voltaram. 
A garimpagem seria uma atividade normal, se, em rios da Amazônia e em áreas onde é realizada, não destruíssem tudo o que encontram pela frente.  Como o mercúrio leva até um século para ser absorvido pelo meio ambiente, a contaminação é de alto risco. Médicos já avisam que os peixes do Madeira estão com alto nível de contaminação de mercúrio, ainda daquela corrida do ouro dos anos 70. O garimpo é proibido na região. Mas quem está dando bola para isso? A população que se ferre e continue comendo alimentos com mercúrio!
ESTUDOS FAJUTOS
Pressão das ONGs, que mandam na Amazônia e em Rondônia, pode causar um grande conflito na região da Ponta do Abunã. Pequenos e médios proprietários, alguns que vivem e produzem na região há mais de 30 anos, estão ameaçados de despejo, porque a Funai decidiu, através daqueles estudos fajutos que já se conhece, que grande parte da área pertence aos índios Kaxarari e quer expulsar os colonos para entregar a área aos indígenas. O inacreditável é que as lideranças kaxarari não querem saber disso. Convivem há longo tempo pacificamente com os agricultores e não reivindicam aumento de suas terras. Mas as ONGs e a Funaio querem empurrar a sua decisão na marra.
GOELA ABAIXO
Dias atrás, foi realizada uma audiência pública na Assembleia, proposta pelo deputado Jean de Oliveira, para discutir a questão. Não fosse um assunto tão sério, seria cômico demais. A Funai e seus programas de demarcação de terras indígenas insistindo numa medida que pode causar enormes prejuízos tanto a índios quanto a colonos e os interessados verdadeiros, que vivem no local (brancos e índios), dizendo que não querem que nada mude, porque convivem harmoniosamente. Uma vergonha a intervenção de ONGs na região e o servilismo da Funai. Incrível!
ACORDO PACÍFICO
Mesmo com ordem judicial para que o grande número de famílias invasoras sejam retiradas da área onde será construída a Estação de Tratamento de Esgoto (ETA), na zona sul, o governo do Estado decidiu não usar a força e partiu para a negociação. Na sexta passada houve um encontro na Justiça Federal, com o vice governador Daniel Pereira liderança as propostas do Governo. O acordo para desocupação pacífica do local, que os invasores espertamente denominaram de "Bairro Presidente Dilma", deve ser concluído em breve. As obras de implantação de água e esgoto na área devem recomeçar em breve
ADEUS ÀS URNAS!
No final de semana, se confirmou o que já se ouvia há bastante tempo: o empresário Mário Português desistiu de disputar a Prefeitura de Porto Velho no ano que vem. Um dos nomes mais citados pelos eleitores em pesquisas não oficiais nos últimos tempos, Português fez o que muita gente correta e do bem tem feito: caiu fora da polícia, cada vez mais cheia de malandros e de sujeiras. O megaempresário vai se dedicar principalmente às atividades ligadas ao plantio de soja. Está prestes a dar início à produção em um dos maiores empreendimentos do setor no Estado.
LIMPEZA GERAL
Bagunceiros, mulheres bêbadas e fazendo streap tease, arrombadores e ladrões de carros, ladrões de celulares, assaltantes e muitos "dimenor" alcoolizados e fazendo porcarias, tiveram uma surpresa ao anoitecer de domingo. Todos foram pegos de surpresa por uma grande mobilização da Polícia Militar, que decidiu dar uma geral no Espaço Alternativo. O local, ainda em obras, é o ponto de encontro de muita gente que gosta de caminhada e de curtir um local com boa estrutura para exercícios físicos e para andanças. Só que nos últimos tempos, por falta de policiamento, a área havia se tornado uma verdadeira baderna. Ao que parece, a PM restabeleceu a ordem. Vamos ver até quando...
PERGUNTINHA
Será verdade que o programa Mais Médicos, decantado como a grande solução para os problemas da saúde pública em pequenas cidades brasileiras. começa a dar sinais de decadência?

Ouro impõe ciclo de violência em "capital do garimpo" no Pará

Ouro impõe ciclo de violência em "capital do garimpo" no Pará


 
  • Oldair Lamarque/Agência Pública
    Extração de ouro em garimpo na região do rio Tapajós, no oeste do Estado do Pará
    Extração de ouro em garimpo na região do rio Tapajós, no oeste do Estado do Pará
O garimpeiro Ivo Lubrinna de Castro, 69, marca 16 de abril de 2010 como o dia em que nasceu de novo. Naquele dia, três homens interessados em explorar ouro no oeste do Pará, à revelia do ocupante da terra, armaram-lhe uma emboscada na entrada do garimpo do Piririma e só não consumaram o crime porque se deram conta de que estariam matando ninguém menos que o presidente da Amot (Associação dos Mineradores de Ouro do Tocantins).
Arte/UOL
Itaituba, no oeste do Pará
As armas de grosso calibre que foram apontadas na direção de Ivo Preto, como é conhecido Lubrinna na região que escolheu para trabalhar há 42 anos, não dispararam, mas nem por isso o garimpo de ouro na região ficou menos violento. Itaituba (a 1.696 km de Belém), cidade de 98 mil habitantes que reúne o maior contingente de garimpeiros do Brasil, registrou 38 homicídios e 41 tentativas de homicídio em 2014, de acordo com o Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Pará. Como comparação, a taxa de homicídios no Brasil é de 29 para cada 100 mil habitantes. Nos primeiros nove meses deste ano, foram registradas 41 mortes violentas.
"O ouro traz cobiça. Onde tem ouro, a violência é uma realidade", afirma o diretor de Polícia do Interior do Pará, Sílvio Mauês.
Flávio Ilha/UOL
Lavra de ouro no oeste do Pará: ilegalidade da maioria dos garimpos incentiva crimes
A preocupação da polícia é o isolamento de muitas áreas de garimpo no município de Itaituba. A cidade é a 13ª maior em área territorial do país e seus 62.041 km² são superiores em extensão a sete Estados brasileiros – o do Rio de Janeiro, por exemplo, tem 43.780 km². O acesso, em alguns casos, é feito somente por aviões de pequeno porte, inacessíveis para a Polícia do Pará. E também a natureza da atividade, marcada por disputas internas envolvendo áreas de exploração e por um índice de educação formal baixo, que segundo Mauês "influencia o comportamento violento".
O ouro traz cobiça. Onde tem ouro, a violência é uma realidade
Silvio Mauês, diretor de Polícia do Interior do Pará
As estatísticas de apreensão de armas ilegais no garimpo são irreais, reconhece o delegado: 15 em 2014 e nove até setembro de 2015. O consumo de drogas também "chama a atenção", de acordo com Mauês.
"É uma atividade (o garimpo) muito desgastante, em que um indivíduo pode passar semanas, ou meses, enfiado no meio do mato. Temos um histórico de flagrantes que preocupa bastante, especialmente de óxi e de crack", afirma.
As quadrilhas de traficantes, que usam a rota do Tapajós, rio que margeia a cidade, para transportar drogas da Bolívia e da Colômbia, acabam atuando também no varejo da região, especialmente pelo pagamento em ouro. Dez gramas do metal podem comprar até 66 gramas de cocaína, dependendo do grau de pureza. Em 2014 a polícia paraense contabilizou 38 prisões por tráfico na região.
Garimpo agressivo
A permissão legal para o garimpo no Tapajós foi regulamentada em 1990, mais de 30 anos depois dos primeiros garimpeiros terem desembarcado no oeste do Pará. A reserva aurífera do Médio Tapajós já produziu oficialmente 190 toneladas de ouro desde 1958, segundo o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral). Extraoficialmente, entretanto, a avaliação das autoridades locais é de que tenham sido retiradas cerca de 800 toneladas da região em quase 60 anos de atividade. A diferença entre os dois volumes deixou Itaituba de forma clandestina.
A nova invasão do Tapajós começou em 2011, quando a cotação do ouro disparou no mercado internacional. De US$ 380 a onça (que equivale a 31,15 gramas) em Wall Street, o metal passou a ser comprado a US$ 1.000 em 2002 e bateu em US$ 1.650 há quatro anos. Hoje, a cotação se estabilizou num patamar de US$ 1.150, o que leva o quilo a valer US$ 37 mil (cerca de R$ 140 mil, de acordo com a cotação desta terça-feira (3) da moeda norte-americana). O número de garimpeiros cresceu no mesmo ritmo: eram cerca de 25 mil há cinco anos, mas hoje já beiram os 50 mil. Ou 60 mil, de acordo com a fonte da informação. O Serviço Geológico do Brasil identificou 71 lavras na chamada Província Mineral do Tapajós.
O problema é que a maioria das lavras é ilegal, o que aumenta a pressão pela posse da terra e a presença de "estrangeiros" no negócio – gente que foi extrair madeira ou criar gado na região e percebeu que o garimpo é uma atividade lucrativa e sem controle, apesar do risco. E que a mão de obra, além disso, é abundante.
Flávio Ilha/UOL
Buraco provocado por escavadeira de grande porte nos chamados garimpos industriais
Ivo Preto, assim como outros garimpeiros históricos da região do Médio Tapajós, está assustado com a agressividade crescente que assola os garimpos. Nas lavras de Lubrinna, localizadas na bacia do rio do Rato, a mais de duas horas de distância de Itaituba e onde se chega apenas de barco ou avião, os invasores já abriram picadas e entraram na terra para explorar áreas de mineração que ainda estão virgens.
Flávio Ilha/UOL
Nem liderança entre garimpeiros do Tapajós livrou Lubrinna de uma tentativa de homicídio em 2010
Gente de fora, afirma o garimpeiro, para quem as leis informais do garimpo não valem mais nada. Lubrinna diz que se "criou" no Médio Tapajós, onde chegou em 1973, justamente porque respeitou as leis da região.
A lei informal a que se refere Ivo Preto é simples: o garimpo é de quem chegar primeiro. E quem se sentir ameaçado tem o "direito" de resolver a questão do seu jeito, já que a Justiça "é lenta". Como diz o garimpeiro, "tem que resolver lá [no garimpo], porque até chegar na Justiça acabou o ouro". A forma de solucionar é revólver e facão.
"Tem que resolver lá [no garimpo], porque até chegar na Justiça acabou o ouro"
Ivo Lubrinna de Castro, o Ivo Preto, garimpeiro da região
"Nunca se matou por ouro aqui no Tapajós. Nunca. Se morria por puta e por cachaça, mas não por ouro. Mas agora está surgindo isso daí porque nego está desrespeitando demais", diz o garimpeiro. Segundo Lubrinna, antes da nova invasão, ninguém entrava em terra alheia. "O cara dava um pique num pedaço de pau e ninguém entrava. Agora estão dizendo que as terras são do governo, estão abrindo picadas e se preparando para invadir. Se quiserem invadir, vão ter que passar por cima do meu cadáver."
O ex-deputado federal Dudimar Paxiúba, que denunciou o garimpo ilegal na Câmara em 2012, não fala mais sobre o assunto e diz que recebeu ameaças de morte, envolvendo também membros de sua família, se continuasse a "incomodar" o garimpo. "As pessoas fazem qualquer coisa por esse metal. Você se cuide, rapaz", disse por telefone. 
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Índios mundurucus lutam contra o garimpo ilegal em suas terra

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Índios guerreiros da tribo mundurucu chegam na vila de Katin, no final de um dia de procura de minas de ouro ilegais e mineiros perto do rio Kadiriri, um afluente do Tapajós e rios da Amazônia Lunae Parracho/Reuters

Grupo de garimpeiros vive da extração de pedras preciosas em MG


Para garantir o sustento do futuro, eles precisam cuidar do meio ambiente.


Em Corinto, na Região Central de Minas, um grupo de garimpeiros vive da extração de pedras preciosas. Para garantir o sustento do futuro, eles precisam cuidar do meio ambiente.
Na porta de entra dos gerais de Guimarães Rosa, há minas. Assim é Corinto, com o brilho próprio da terra dos cristais. A cidade que se desenvolveu com a chegada do trem de ferro, no início do século XX, hoje tem a mineração, uma das mais importantes atividades econômicas.
Em Corinto, o que brilha não é ouro, mas vale muito. O cristal de quartzo atrai o mundo todo. Seja ele na sua forma natural, que mais parece gelo ou tratado no cobalto, ganhando assim o tom escuro.
“Por que a gente pode dizer que os melhores cristais do mundo estão aqui? Pelo brilho e pela perfeição. E essa perfeição a gente vê onde aqui? Nos bicos. As pontas são perfeitas”, afirma o empresário João Araújo de Almeida.
Há 30 anos, ele sobrevive do comércio de pedras. Já fez de tudo na vida, mas foi na mineração que ele se realizou.
Os riscos brancos, chamados de emburrados, nos paredões, são um sinal de que ali há o que o garimpeiro procura. As pedras que a peneira separa e que depois são lavadas, para ganhar valor comercial, não são cristais de coleção ou para produzir artesanato.
Dos garimpeiros, as pedras vão para a indústria. E delas é extraída uma substância chamada silício. Ela compõe produtos importantes do nosso dia a dia. Como o xampu, pasta de dente e até a tela de cristal líquido do celular.

Mais de 1.200 garimpeiros exploram ouro e diamantes no Rio Jequitinhonha

Mais de 1.200 garimpeiros exploram ouro e diamantes no Rio Jequitinhonha

A maioria diz lucrar em torno de R$ 1.000 por mês. Mas quando a apuração - nome dado ao processo final da extração, na peneiração do minério - é boa, eles chegam a receber R$ 25 mil de uma só vez.
A maioria diz lucrar em torno de R$ 1.000 por mês. Mas quando a apuração - nome dado ao processo final da extração, na peneiração do minério - é boa, eles chegam a receber R$ 25 mil de uma só vez.

A extração de diamante, que deu origem à cidade de Diamantina, no Alto Jequitinhonha, e gerou riquezas durante séculos, parecia quase adormecida em livros, museus e na memória de moradores da cidade.

Mas a descoberta de pedras preciosas em uma área conhecida como Areinha, às margens do rio Jequitinhonha, até pouco tempo explorada apenas por grandes empresas, vem fazendo reacender a mineração local pelas mãos de pequenos garimpeiros da região.

A atividade no território começou de forma discreta e clandestina, no fim de 2007, quando a Mineração Rio Novo - subsidiária da Andrade Gutierrez -, que tem até hoje o direito de exploração da lavra, encerrou os trabalhos por considerar que ali já não havia mais lucro.

Mas o que já não era rentável para uma empresa de grande porte, vem enchendo o bolso dos garimpeiros.

Hoje, a área já reúne aproximadamente 1.200 trabalhadores, que vivem ali de maneira irregular, sem autorização para extração ou permanência no local. Já são 300 bombas de sucção instaladas às margens do Jequitinhonha.

E é na areia e nos restos de cascalho deixados pelas companhias que os trabalhadores encontram diamante e ouro.

A maioria diz lucrar em torno de R$ 1.000 por mês. Mas quando a apuração - nome dado ao processo final da extração, na peneiração do minério - é boa, eles chegam a receber R$ 25 mil de uma só vez.

A reportagem passou três dias na cidade, acompanhando o trabalho dos exploradores.

Na última terça-feira, conheceu o garimpeiro Ademar Ribeiro Júnior, 23, assim que ele achou três pedrinhas de diamante, cada uma com cerca de 1 grama (que ele diz vender por R$ 85 cada). "Qualquer quantidade de diamante já deixa a gente feliz demais", diz, com um sorriso largo.

O ouro, subproduto do diamante, também tem gerado lucro. Ele conta que sua melhor apuração na Areinha rendeu R$ 10 mil para cada trabalhador.

Regularização
A Cooperativa Regional Garimpeira de Diamantina (Coopergadi) tenta um acordo com a Mineração Rio Novo desde 2009 para regularizar a atividade. "A situação fugiu do controle. Tem gente ganhando R$ 1 milhão no mês e outros, nada. Queremos dividir os lucros", afirmou o presidente da Copergadi, Raimundo Luiz de Miranda.

Atividade movimenta economia
A exploração na Areinha está movimentando a economia da região.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Diamantina (Acid), Guilherme Coelho Neves, diz que o impacto do garimpo é inegável, principalmente nos setores de automóveis, combustíveis e manutenção de máquinas e equipamentos. "Hoje, a mineração voltou a ser fundamental para o comércio", diz.

O vendedor Sidimar Guedes, que trabalha em uma concessionária da cidade, comemora o aquecimento das vendas . Ele diz que as caminhonetes mais caras são as mais procuradas. "Tem garimpeiro que chega aqui com R$ 30 mil em dinheiro e paga à vista".

Satisfeito com o crescimento, o secretário Municipal de Meio Ambiente, Marcílio Almeida, que falou em nome da prefeitura, quer que a área da Mineração Rio Novo, que encerrou as atividades na cidade, mas ainda tem o direito à exploração, seja repassada aos garimpeiros.

A importância da mineração no Canadá

A importância da mineração no Canadá 

A importância da mineração no Canadá 
Quando se fala da mineração existe uma tendência de relacioná-la a problemas e não ao crescimento da qualidade de vida.
Isso não é uma verdade. A mineração é uma peça fundamental no crescimento econômico de muitos países, inclusive, o Brasil.
O Canadá, por exemplo, é um dos melhores países do mundo quando o assunto é qualidade de vida e a distribuição de renda. Com apenas 35 milhões de habitantes e uma área 16% maior do que a do Brasil e um PIB de 1,5 trilhão de dólares, ele tem a mineração como um dos seus principais pilares de sustentação.
  Até pouco tempo atrás não se sabia a verdadeira dimensão da mineração no Canadá até que a Associação dos Mineradores Canadense produziu um relatório que desvenda a relação da mineração com os vários segmentos da economia. A mineração está totalmente interligada com as indústrias canadenses sendo peça fundamental na economia do país.
Veja abaixo alguns pontos que comprovam a importância da mineração no Canadá:
- 1 em 41 Canadenses é empregado pela mineração ou empresa ligada à mineração
-a mineração contribui com $61 bilhões de dólares para o PIB Canadense. Quarenta por cento desse valor vem das junior companies.
-mais de 20% das exportações canadenses vem da mineração
-um empregado da mineração recebe um salário médio de R$3.800,00 por semana. Salário maior do que a maioria dos outros setores.
-A Bolsa de Toronto que praticamente é controlada pela mineração, fez 70% do dos financiamentos e IPOs do mundo em 2012
Esses fatos mostram, de forma indubitável, a enorme importância da mineração e das junior companies no Canadá.
No futuro imediato estima-se que será a mineração uma das maiores responsáveis pelo emprego de novos funcionários e pelo crescimento da infraestrutura canadense.