sábado, 9 de janeiro de 2016

Imagens de Campo Formoso, Piemonte da Diamantina, Bahia, Brasil

Imagens de Campo Formoso,
Piemonte da Diamantina, Bahia, Brasil


Campo formoso, Bahia
Vista da cidade de Campo Formoso - BA


Pôr do Sol em Campo Formoso, BA
Pôr-do-sol em Campo Formoso, BA


Ruínas de igreja construída pelos jesuítas no sec. XVII.
Ruínas da Igreja da Gameleira
Igreja construída pelos jesuítas no século XVII.



Ruínas de igreja construída pelos jesuítas no sec. XVII.
Ruínas da Igreja da Gameleira. 
Igreja construída pelos jesuítas no século XVII.


Artesanato mineral
Escultura confeccionada em calcita


Artesanato mineral
Artesanato mineral, Campo Formoso, Bahia, Brasil


Artesanato mineral
Escultura confeccionada em calcita



Artesanato mineral, Campo Formoso, Bahia, Brasil
Artesanato mineral, Campo Formoso, Bahia, Brasil


Esmeraldas brutas da Serra da Carnaíba
Esmeraldas brutas à venda na Feira Livre de Esmeraldas.


Esmeraldas do garimpo da Serra da carnaíba
Esmeraldas brutas à venda na Feira de Esmeraldas.


Esmeraldas lapidadas
Esmeraldas lapidadas à venda na Feira de Esmeraldas


Citrino lapidado
Citrino lapidado.

Mineral para coleção
Mineral para coleção
Mineral para coleção
Minerais para coleção

Exemplares de minerais para coleção.


Berilo do garimpo de Socotó
Exemplar de esmeralda bruta incrustada na rocha matriz.


Garimpeiro garimpo de Socotó
Garimpeiro sendo alçado para o topo da galeria usando 'cavalo' confeccionado com tiras de borracha. Garimpo de Socotó, Campo Formoso, Bahia.


Garimpeiro em Socotó, Campo Formoso
Garimpeiro de esmeraldas no interior de uma 'gruna' no garimpo de Socotó, Campo Formoso, Bahia, Brasil.

Pólos de Gemas e Jóias do Estado de Minas Gerais

Pólos de Gemas e Jóias do Estado de Minas Gerais • VALES DO JEQUETINHONHA, MUCURI E RIO DOCE INTRODUÇÃO Sobre as características da região do Vale do Jequitinhonha (Araçuaí e Coronel Murta), Mucuri (Teó.lo Otoni) e Rio Doce (Governador Valadares), o Diagnóstico Setorial de Gemas e Jóias do Nordeste de Minas Gerais assinala que: “assentada numa das maiores províncias gemológicas do mundo, dada sua extensãoe a diversidade de gemas que vão desde o diamante até a ametista e o citrino, tendo ainda dentro de suas fronteiras a produção de ouro aluvionar, além de diversos minerais industriais, esta região se constitui no maior paradoxo econômico-social, pois é a região mais pobre do Estado de Minas Gerais.” As principais gemas produzidas na área são: água-marinha, alexandrita, amazonita, ametista, berilo, citrino, crisoberilo, diamante, granada, quartzo rosa, topázio e turmalina, dentre outras. A região vem sendo explorada há mais de 50 anos e, ainda hoje, não há conhecimento detalhado sobre a geologia das áreas produtoras de gemas. Assim, alguns garimpos abandonados, em função da inexistência de um plano de trabalho que oriente a extração, ou por estarem voltados para a busca de determinada gema, são retomados, tempos depois, e tornam-se produtivos. Tal prática tem representado desperdícios, gastos desnecessários e baixa produtividade. Além de produtora de gemas, a região tem no segmento de lapidação e comercialização de pedras uma de suas mais importantes atividades. Os principais Pólos são Governador Valadares e Teó.lo Otoni. Segundo levantamento realizado pelo MCT/CT, existem cerca de 300 microempresas nas áreas de lapidação e comercialização, além de 2.700 de lapidações informais, 1.500 corretores e um número desconhecido de garimpeiros. Estima –se que, em toda a cadeia, as pessoas, direta ou indiretamente envolvidas, ocupem 100 mil postos de trabalho (Arranjos Produtivos de Base Mineral e Demanda Mineral Significativa no Brasil, 28 – Gemas nas Regiões de Governador Valadares e Teó.lo Otoni). É forte a concorrência da atividade informal, tanto quando se trata de brasileiros quanto de estrangeiros. Tal concorrência gera competição desleal e predatória para os devidamente estabelecidos. A maioria dos empresários negocia a mercadoria disponível no momento, notadamente o produto bruto, que pouco contribui para melhorar as condições sócio-econômicas e a realidade da região. A indústria de lapidação local sente-se desestimulada a crescer diante da forte concorrência de outros países, como a China e a Índia. Por outro lado, a insuficiente tecnologia e a reduzida escala para produção de pedras calibradas reduz, para esse importante segmento a competitividade do Brasil no mercado internacional. As pedras brutas são comercializadas para lapidação e como mineral de coleção. É importante ressaltar que a região é visitada diariamente por comerciantes da Europa, Ásia e América do Norte. Grande parte da produção – estimada em mais de 80% do seu volume – destina-se aos centros de lapidação localizados no exterior. Aspecto relevante a ser assinalado é que a matéria-prima da região tem se apresentado escassa para a indústria de lapidação nacional. Isso ocorre em função dos problemas decorrentes da exploração e da desorganização do processo extrativista nos últimos dez anos, bem como a intensificação de importadores no próprio garimpo. Tal assertiva foi confirmada em entrevistas realizadas junto a diversos empresários da região.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Recomeçou a corrida do Ouro no Tapajós?

Recomeçou a corrida do Ouro no Tapajós?

Mentor intelectual do movimento que resultou na criação, em 1990, da Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós (Amot), que dirige até hoje, diretor da Associação Nacional do Ouro (Anouro) e atualmente dono de nove garimpos, três dos quais ativos, o empresário Dirceu Frederico, com escritório de compra de ouro na cidade de Itaituba, garante que está começando uma nova corrida do ouro no vale do Tapajós - região que já foi a maior produtora do Brasil em boa parte da segunda metade do século passado e cujo ápice ocorreu na década de 1990. E mais: mesmo com a decadência da garimpagem, hoje reduzida a menos de dez por cento do que foi no passado, a atividade ligada ao ouro injeta ainda hoje, na economia da região, entre 10 e 11 milhões de reais por mês.

Segundo Frederico, apontado em Itaituba como "um baú de memórias da garimpagem no Tapajós", o ciclo do ouro tem sua origem nos idos de 1948, data do primeiro relato de que se tem notícia da ocorrência do metal. Da chegada dos primeiros faiscadores, nessa época, até o início da década de 1980, a extração do ouro se processava exclusivamente pelo método manual.

Ele lembra que foi a partir de 1982 que teve início a mecanização dos garimpos, com a chegada dos primeiros motores, bico-jatos e "chupadeiras" ao rio Marupá, inaugurando em território paraense técnicas até então restritas ao rio Madeira, em Rondônia. Continuando a imitar os procedimentos adotados pelos produtores de ouro de Rondônia, os garimpeiros do Tapajós introduziram, pouco tempo depois, uma novidade: as dragas de rio, com as quais passaram a revolver os "baixões" (vales e drenagens naturais do Tapajós e de alguns de seus afluentes).

Dois fatores se combinaram nessa época para provocar o que ficou conhecido então como "a febre do ouro" no vale do Tapajós. Ainda que um tanto rudimentar, a mecanização da atividade garimpeira provocou, de imediato, um extraordinário crescimento na produção. "O volume produzido foi multiplicado por dez", garante Frederico.

Ao mesmo tempo em que as máquinas impulsionavam a produção, o mercado internacional, surpreendentemente aquecido, registrava um grande aumento na cotação do ouro, induzindo com isso novos investimentos nas atividades de exploração. Ou seja, os preços do ouro compensavam os gastos com a aquisição de máquinas, que, por sua vez, resultavam em mais crescimento na produção.

Para Frederico, o vale do Tapajós abriga em seu subsolo muitos minérios, o que a coloca como uma província polimetálica. A província aurífera, porém, está confinada a uma área de 98 mil quilômetros quadrados delimitada pelos rios Tapajós, Iriri (afluente do Xingu) e rio das Tropas. Nessa área chegaram a funcionar mais de dois mil pontos de garimpo, cuja produção na época pode ter superado a casa de 700 toneladas de ouro.

No auge da produção garimpeira, entre 1982 e 1990, a CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, do Ministério de Minas e Energia) chegou a catalogar na região 432 pistas de pouso. "Provavelmente havia mais, já que não existiam os modernos recursos de hoje, como imagens de satélites", afirma Frederico. Em Itaituba, o que se diz é que o município chegou a ter perto de 700 campos de pouso em operação.


Descobertas Novas Jazidas

Dirceu Frederico observa que, historicamente, o ouro sempre valeu como ativo financeiro em torno de US$ 10 a 11 mil o quilo, o equivalente a cerca de US$ 340 a onça troy. Em 1983, coincidindo com um período de grande turbulência na economia mundial, o ouro chegou a valer US$ 800 a onça troy, o equivalente a perto de US$ 25 mil o quilo. Ou seja, quase duas vezes e meia a sua cotação histórica, o que resultou, aqui, numa febre de investimentos em abertura de pistas e compra de maquinário.

Mais de vinte anos depois, embora a época e as condições sejam diferentes, conforme o diagnóstico de Frederico, está se repetindo algo semelhante, com a cotação do ouro já atingindo um valor próximo à casa de US$ 30 mil o quilo. "O resultado disso é que já está ocorrendo uma nova corrida do ouro em Itaituba", garante.

Ele destaca que, até 1995, por dispositivo da Constituição Federal de 1988, a legislação brasileira não permitia a entrada direta de capital estrangeiro para investimento no setor mineral. A aprovação de uma emenda constitucional em 1995, no início do governo Fernando Henrique, eliminou essa restrição. A partir daí, a convite do governo brasileiro, através do Ministério de Minas e Energia, a Amot integrou comissões internacionais para tentar atrair, principalmente nos EUA, empresas dispostas a atuar em pesquisas no Brasil.

Dirceu Frederico calcula que cerca de trinta empresas americanas se interessaram pelo projeto e, delas, aproximadamente a metade se fixou na região para o desenvolvimento de projetos de pesquisa.

Do trabalho dessas poucas empresas já é possível concluir, segundo o diretor da Amot, que no vale do Tapajós existe ainda muito ouro. Ele confirma, inclusive, a descoberta de algumas jazidas de classe mundial.


"Restrições Ambientais engessam uso de riquezas"


Depois da morte de Irmã Dorothy Stang, em Anapu, em 2005, o governo brasileiro decidiu responder, da pior maneira possível, à intensa pressão da comunidade internacional: passou a criar unidades de conservação às pressas e sem o menor critério, que viram engessar perigosamente a Amazônia.

A opinião é de Dirceu Frederico, que, como diretor da Anouro, acompanhou as discussões em torno das restrições ambientais planejadas para a região. Representando os mineradores do Tapajós, ele chegou a participar de várias reuniões em Brasília e de audiências públicas realizadas na própria região oeste do Pará.

"A morte de Dorothy fez com que as unidades de conservação nascessem antes da hora", afirma. O resultado, segundo Frederico, somente hoje está sendo percebido. "As áreas onde existem grandes reservas minerais estão se transformado em reservas indígenas ou unidades de conservação, isso é um absurdo, diz um famoso geólogo de renome, pois várias minerações mundias que estavam investindo muito em pesquisas minerais no Pará, foram para outros países como Austrália, Canadá etc..e o Brasil vai deixar de arrecadar mais de 500 bilhões de dólares por ano ou muito mais, isso é uma vergonha, minerador virou bandido, isso só acontece no Brasil, em outros países, são considerados grandes investidores, respeitados por todo mundo.".

O diretor da Amot observa que é assim na reserva Roosevelt, em Rondônia, área riquíssima em diamantes e que foi palco, no dia 7 de abril de 2004, de um massacre em que 29 garimpeiros foram trucidados por índios. Áreas ricas em minério estão hoje interditadas também em Mato Grosso, no Pará e em Roraima.

O grande problema, segundo Frederico, é que se tem hoje uma visão caolha da questão ambiental no Brasil. "O foco é única e exclusivamente na questão da biodiversidade. Não há a mesma preocupação com a população estabelecida nessas áreas, e muito menos com a geodiversidade, que tem para o futuro do Brasil importância estratégica".

As crescentes restrições ambientais impostas à região, segundo ele, ignoram o fato de que a riqueza mineral existente no subsolo é um patrimônio da nação e, como tal, deve ser aproveitada em benefício de toda a sociedade. "Não se leva em conta nem o fato de que uma empresa de mineração, pa

Tornar-se hábil em algo que você sempre acreditou ser difícil ou até mesmo impossível, é fácil e simples.

Tornar-se hábil em algo que você sempre acreditou ser difícil ou até mesmo impossível, é fácil e simples. O que determina a seu nível, é a prática assídua, que com certeza é demorada. Nada cai do céu, ninguém nasce com um dom impecável e lapidado. Tudo se molda, se constrói. Há pessoas com mais facilidade, sim, porém, não quer dizer que sempre serão melhores que você, mesmo você praticando severamente.
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Em diversas expressões da arte isso é percebido. Como na música, dança, lutas e etc. Porém, em nenhum lugar isso é mais evidente do que no desenho e ilustração, onde uma compreensão de proporções e técnica adequada pode transformar um círculo cru com linhas em um rosto detalhado.
Com isso preparamos um lista de antes e depois mostrando que a prática faz uma diferença dramática. No entanto, esta lista não é definitiva. Os artistas podem desejar redesenhar suas artes.



1 –  Progresso nos últimos anos

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2 – Sete anos de progresso.

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3 – dos 2 aos 25 anos.

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4 – Progresso em três anos

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5 – Dos 14 aos 22 anos.

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6 – Praticando

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7 – Mudando o estilo do traço (2006, 2011 e 2012)

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8 – Cinco anos praticando

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9 – Grande diferença em apenas dois anos de prática

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10 – dos 12 aos 14 anos.

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A escalada do ouro

A escalada do ouro



Publicado em: 8/1/2016 

Depois que as bolsas da China foram paralisadas por sucessivas quedas o mundo, assustado, correu para o conforto do ouro.

Desde então o metal não para de subir.

Aqui no Brasil o efeito é ainda mais marcante já que a subida em real é amplificada pela alta do dólar. O que se vê (gráfico) é um desempenho (em real) extraordinário.

Nestes dois últimos anos o ouro em real supera a maioria dos investimentos. Desde junho de 2014 ele já subiu mais de 60% e tudo leva a crer que ainda tem gás para muito mais.

No mercado internacional o ouro, mais uma vez (em janeiro) não desapontou. O metal vem subindo sistematicamente, em todos os meses de janeiro dos últimos dez anos.