sábado, 9 de janeiro de 2016

Padre Paraíso

Padre Paraíso


A região onde está localizada Padre Paraíso é considerada a maior província gemológica do mundo, tamanha a quantidade e a variedade de gemas daqui extraídas. O município ganhou este nome em homenagem ao seu fundador, o Padre Agostinho Francisco de Mendonça Paraíso, que chegou por estas terras na seguda metade do Século XIX, empenhado em catequizar os índios botocudos que haviam no local.

As pedras preciosas fazem pate do dia-a-dia de Padre Paraíso e influenciam de maneira edificante  os costumes, os modos, a arte, enfim, o modo de viver deste povo. O garimpeiro, atualmente figura em extinção por aqui, ajudou a formar o município, que até hoje concentra uma boa quantidade de minas para exploração.

Diz a “ ciência garimpeira”, que o local escolhido para fazer o túnel vem da experiência acumulada de gerações em gerações. Primeiro, estes aventureiros observam o “arroto” da terra, como a presença de cristais. Depois, cavam em busca da “linha”, como é conhecida a concentração de minerais propícia à formação dos cristais e que abriga o “caldeirão” onde então se escondem as pedras preciosas e, quem sabe, as desejadas águas-marinhas.

O turista que desejar conhecer de perto estas e outras técnicas de escavação, bem como as histórias e as lendas dos personagens marcantes desta atividade, basta procurar uma das agências de receptivo da região que organizam passeios de um dia para os garimpos. Nem é preciso dizer que para fazer este tipo de roteiro é preciso ter um espírito desbravador e um olhar especial para a natureza humana. Mas, se você quiser levar Padre Paraíso na memória (e na mala ) sem grandes expedições, então basta comprar um dos produtos típicos locais que são vendidos nas inúmeras banquinhas da Praça Águas Marinhas, localizada no centro da cidade.

Estanho rende mais de R$ 6 milhões em royalties a Rondônia

Estanho rende mais de R$ 6 milhões em royalties a Rondônia


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O Estado de Rondônia recebeu no ano passado R$ 6,19 milhões de Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), correspondente à exploração de cassiterita (minério de estanho). Julho foi o melhor mês, com R$ 738,5 mil.
  3Para o secretário estadual de finanças Wagner Garcia de Souza, esse montante é inferior ao desejado, porém, na somatória com outras receitas de royalties contribui para o fortalecimento da economia. “O governo vem promovendo um trabalho conjunto com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), visando aumentar e fiscalizar melhor a arrecadação de ICMS e de royalties minerais; estamos bem adiantados”, disse o secretário.
Segundo Wagner Souza, isso será possível com o cruzamento de dados, a exemplo do Secretaria de Receita Federal. Os maiores beneficiários, explicou, serão os setores educacional e de saúde, “metas maiores do governador Confúcio Moura”.
Em três anos a produção desse minério cresceu de 9,92 mil toneladas, em 2011, para 10,93 mil ton em 2012 e 10,12 mil ton em 2013. O volume de 2014 será computado no decorrer do primeiro semestre de 2015, informou o economista Antônio Teotônio de Souza Neto, da Superintendência Estadual do DNPM.
A produção nacional de concentrado de estanho (em metal contido) em 2013 foi de 16.830 t, com alta de 23% em relação a 2012. Amazonas e Rondônia se destacam, respectivamente com 63% e 26% da produção nacional. Mato Grosso e Pará são outros estados produtores.
Em Rondônia, a cassiterita ocorre com maior frequência nos municípios de Ariquemes, Campo Novo, Itapuã do Oeste, Monte Negro e Rio Crespo [Bom Futuro, Santa Bárbara, Massangana e Cachoeirinha]. Entre o final dos anos 1960 e os anos 1980, os garimpos mais movimentados localizavam-se nos setores Alto Candeias, Massangana, Cachoeirinha, Igarapé Preto, São Francisco, FAG-2 e Ribeirão do Riachuelo. Áreas menos movimentadas: São Lourenço, Macisa, Ceriumbrás e Oriente Novo.
Antigas áreas de portarias de lavra que haviam sido abandonadas por mineradoras foram ocupadas por pequenos e médios garimpeiros juntamente com empresários do garimpo. Dentre essas se destacam: Cachoeirinha, São Lourenço, Massangana e região do Alto Candeias. “Temos também boa diversidade de columbita, ouro, tantalita e wolframita (minerais metálicos); areia, argilas comuns, calcário (rochas), cascalho, diamante, quartzo, rochas (britadas), rochas ornamentais (granito e afins) e água mineral”, informa Antônio Teotônio.
Cinco empresas fundidoras funcionam no estado, todas em Ariquemes, a 200 quilômetros de Porto Velho: White Solder Metalurgia e Mineração Ltda., MeltMetais e Ligas S.A., Cooperativa Metalúrgica de Rondônia Ltda., Coopermetal, Cooperativa dos Fundidores de Cassiterita da Amazônia Ltda., CFC da Amazônia e Estanho de Rondônia S.A, todas estabelecidas antes da melhoria na oferta de energia elétrica.
Atualmente as atividades se concentram nas mãos de oito grandes produtores, que utilizam a mão de obra local no apoio de suas atividades. Títulos de lavra são concedidos às cooperativas, seja na produção de cassiterita ou de ouro no rio Madeira, explica o superintendente estadual do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Deolindo de Carvalho Neto, diante de mesas abarrotadas por aproximadamente 500 processos.
No garimpo Bom Futuro (Ariquemes), a lavra de rocha para britagem foi retomada com moagem em planta única. ­­Fatores de preocupação para o governo estadual: a exploração de cassiterita nessa e nas demais áreas de garimpos impactou diretamente 3,5 mil hectares da Floresta Amazônica Ocidental.
Na década de 1970, tempo de atuação de grupos multinacionais, quase toda a cassiterita destinava-se às indústrias paulistas e à Usina Siderúrgica de Volta Redonda (RJ), a mais de 2,6 mil quilômetros de Porto Velho.
O geólogo recorda que, entre os anos de 1959 e 1961, Rondônia contribuía com apenas 2,75% do estanho produzido no País. Já no biênio 1962-1964 alcançou valores médios de aproximadamente 50%. Nos cinco anos seguintes o estado seria o maior produtor brasileiro, com 96% de todo minério produzido.
Baixo ponto de fusão, resistente a corrosão e oxidação, com intensa capacidade em formar ligas com outros metais, boa aparência e não tóxica, a cassiterita serve para a fabricação de folhas de flander, aditivos para ferro fundido, revestimentos eletrolíticos, compostos químicos, tintas, fungicidas, cerâmicas e desinfetantes. Transforma-se em estanho brilhante e ainda serve à indústria de plásticos.

Rondônia detém quase a metade da cassiterita do Brasil

Rondônia detém quase a metade da cassiterita do Brasil

Estimativa é que Rondônia ultrapasse o Amazonas na produção do minério. Região Amazônica abriga maior parte das reservas de estanho contido

Foto: Divulgação/Governo de Rondônia

MANAUS – O crescimento da produção de cassiterita em Rondônia tem se destacado. Ele e o vizinho Amazonas responderam por 47% e 50% da produção nacional do minério, respectivamente. Neste mesmo ano, o Estado produziu 13.667 toneladas, o que representa um crescimento de 27% em relação a 2014. Estima-se que nos próximos anos Rondônia deve ultrapassar o Amazonas como maior produtor nacional.
Aproximadamente 7,5% das reservas mundiais de estanho contido estão no Brasil. E estas reservas estão localizadas, em sua maior parte, na Região Amazônica. As províncias minerais do Mapuera, no Amazonas (mina do Pitinga) e Estanífera de Rondônia (Bom Futuro, Santa Bárbara, Massangana e Cachoeirinha) são as que mais se destacam. As informações são do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
O Polo Industrial de Manaus (PIM) consome 10% da produção de cassiterita estanho beneficiado pela maior empresa em atividade no Amazonas, a Mineração Taboca. Entretanto, no estado o beneficiamento de cassiterita só alcança 50% do processo produtivo. O restante é processado no em São Paulo, onde se produz a liga de estanho.
O Brasil importou 77% menos estanho, no montante de US$ 20,1 milhões. Os principais produtos importados foram os manufaturados (pós, escamas, barras e fios de estanho), seguidos dos semimanufaturados (estanho não ligado). Estados Unidos da América foi o país que mais exportou para o Brasil no período, com 27% do total, e a Bolívia, com 19%.

Pedras preciosas em estado bruto saem de Minas com destino ao gigante asiático

Pedras preciosas em estado bruto saem de Minas com destino ao gigante asiático

Pedras preciosas em estado bruto saem de Minas com destino ao gigante asiático em contêineres com preço abaixo do mercado. Em Curvelo e Corinto, negócio gera R$ 50 mil

Euler Júnior/EM/DA Press
Curvelo – São 7h30 da manhã de terça-feira em Curvelo, na Região Central de Minas Gerais, e já se nota o início do carregamento de caminhões com contêineres cheios de pedras preciosas brutas que sairão do meio do estado em direção à indústria de joias na China. Somente em municípios mineiros como Corinto e Curvelo, a extração e venda clandestina de pedras movimenta mais de R$ 50 milhões ao ano, segundo cálculo a partir de informações da Cooperativa Regional Garimpeira de Corinto (Coopergac) e da Associação Comercial e Empresarial de Curvelo (Ace). Isso sem contar o faturamento em municípios como Inimutaba, Diamantina, Felixlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e em pequenas cidades da região.

O número contrasta com a informação oficial de exportação de pedras preciosas em bruto no estado. Em 2011, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as vendas externas desse material em toda a Minas Gerais foram de US$ 23,06 milhões (R$ 92,10 milhões), um total inferior à estimativa de faturamento de apenas dois municípios mineiros. Entre 80% e 90% das pedras preciosas em bruto produzidas no Brasil são exportadas, principalmente ao gigante asiático.

O dinheiro apurado no negócio é invisível aos olhos oficiais. É que 95% dele circula nas mãos de uma poderosa indústria clandestina, que começa no garimpo informal e segue comandada por atravessadores, compradores – hoje, chineses, em sua maioria –, despachantes e empresas de exportação. O silêncio ronda todos os agentes que, de uma ou de outra forma, participam do esquema. A reportagem do Estado de Minas procurou conversar com vários deles. A maioria se recusou a dar declarações sobre o assunto. Outros forneceram informações sob a condição de anonimato.

Segundo uma dessas fontes, a cada 20 dias, em média 12,5 contêineres carregados com 250 toneladas de pedras extraídas dessa região seguem de Curvelo para serem embarcadas no Rio de Janeiro. O mesmo acontece com dezenas de tambores cheios de material mais valioso, que viajam de avião. Tudo aparentemente certo, não fosse o fato de que as notas fiscais mostram valores subfaturados, o que permite que essas pedras sejam enviadas para fora a preços muito inferiores aos praticados pelo mercado. “Um dos caminhos do subfaturamento é a própria Receita Estadual. Os garimpeiros saem de lá com o documento nas mãos”, diz G.L.H, que atua no ramo.

“Qualquer empresário, de dentro ou de fora do país, só pode comprar pedras preciosas de mineradoras legalizadas ou de cooperativas de garimpeiros. Mas os números da nossa exportação são tão baixos que ou elas saem altamente subfaturadas ou são contrabandeadas”, diz Raymundo Vianna, presidente do Sindicato das Indústrias de Joalheria, Ourivesaria, Lapidação de Pedras Preciosas e Relojoaria de Minas Gerais (Sindijoias). Curvelo é o centro mineiro dessa indústria fantasma. De lá partem minerais como quartzos e cristais variados (rutilo, cabelo fachado, lodo verde), ametistas e águas-marinhas, que enriquecem os integrantes da rede.

Euler Júnior/EM/DA Press


Esquema Para facilitar o caminho até as pedras, os chineses contam com empresas que oferecem a eles um pacote de serviços para localização, compra e desembaraço das pedras por cerca de R$ 13 mil. São R$ 3.500 de transporte de Curvelo ao porto, R$ 300 para o “chapa” (carregador), R$ 2.000 pelo frete marítimo e R$ 500 de imposto. Para cada contêiner, o lucro dos prestadores de serviço com o negócio é de cerca de R$ 7 mil. Ou seja: uma média de R$ 87,5 mil ao mês para cada 12,5 contêineres enviados ao exterior, segundo uma fonte que pediu anonimato.

“Em média, o total declarado para o conteúdo de cada contêiner é de US$ 6 mil (R$ 24 mil), mas o valor de fato pode ser US$ 100 mil (R$ 400 mil)”, diz uma fonte do setor. Ele lembra que o quartzo mais barato custa R$ 2 o quilo, mas, segundo Raymundo Vianna, o preço do quilo do quartzo muda de acordo com a variedade e a qualidade da pedra. “O quartzo rosa e o rutilado de boa qualidade custam entre R$ 8 mil e R$ 10 mil o quilo. Já a ametista e a rodonita, outras variedades, podem valer até R$ 30 mil o quilo. Porém é impossível estabelecer o valor da pedra sem a avaliação de um perito”, diz.

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, há equipes especializadas para atuar na fiscalização do setor nas regiões onde a exploração de gemas é predominante. Além disso, o produtor individual pode emitir sua nota fiscal, mas um procedimento de retaguarda é adotado no caso de remessa de mercadoria para o exterior.

Chineses invadem o estado

A rota de interesse dos chineses pelas pedras preciosas brasileiras passa por municípios mineiros e também baianos. Em Minas, os principais são Curvelo, Corinto e Inimutaba. Na Bahia, Novo Horizonte, Ipupiara, Campo Formoso e Oliveira dos Brejinhos. Em Curvelo, profissionais que atuam com eles, mesmo sem formação superior, aprendem até a falar mandarim, ainda que com noções rudimentares. Com isso, têm rendimentos garantidos. Os pagamentos são todos feitos em dinheiro vivo. E adiantados. Entram nessa lista prestadores de serviço, restaurantes, hotéis, postos de gasolina, imobiliárias e lojas de aluguel de veículos. Todos extremamente satisfeitos.

“De coração, se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu”, diz um prestador de serviços que viu na chegada dos compradores da China a solução para ter renda. De acordo com ele, de 2006 para cá a presença de chineses na cidade cresceu 70%. “Só na Bahia tem dez famílias”, afirma. Em Curvelo, alguns vivem em hotéis baratos, de R$ 25 a R$ 70 a diária, outros alugam casas onde vivem por cerca de três meses, depois dos quais voltam para o seu país de origem e são substituídos por membros da família.

Em junho de 2014, a Polícia Federal apreendeu 700 quilos de pedras semipreciosas e cristal em Itacambira. Elas foram obtidas por meio da exploração ilegal por quatro chineses e dois brasileiros. As investigações indicaram a existência de um esquema de venda dos produtos para a China, que teria base em Curvelo, na Região Central do estado. Foram presos os chineses Wu Tsung Ying, Daí Yong Dong, Rayoin Huo e Shao Kang He, além do garimpeiro Adilson Mariano de Oliveira e Cláudio Afonso dos Santos, transportador e intermediário do negócio.

Os 700 quilos de cristal e pedras semipreciosas estavam sendo transportados em 18 sacos de linhagem na carroceria de um Fiat Strada e, de acordo com informações da Polícia Federal, foram vendidos para os chineses por R$ 15 mil. Os produtos minerais teriam sido retirados de garimpo no povoado de Machados, na zona rural de Bocaiúva, e seguiam para Itacambira, passando por uma estrada vicinal. A Polícia Militar de Itacambira fez a apreensão, depois de receber uma denúncia anônima. Dias antes, também no Norte de Minas, foi apreendida 1,2 tonelada de cristal de quartzo e 20 quilos de pedras semipreciosas, que saíram de Licínio de Almeida, no sertão da Bahia, e que seriam levados para Curvelo. Segundo a PF, os minérios extraídos na Bahia também teriam como destino a China.

"Se for para prejudicar os chineses não faça essa matéria. Eles pararam de comprar pedras por quatro meses por causa do preço e do ano novo chinês e Curvelo inteira sentiu" - prestador de serviços aos chineses em Corinto, que pediu para não ser identificado.


Caminhos da pedra brasileira rumo à Ásia

Garimpo
É dos garimpos, a maioria deles clandestinos, que saem as pedras preciosas brutas que serão exportadas pelo estado

Subfaturamento
É esse um dos caminhos usados pelos produtores para "maquiar" a pedra bruta clandestina, tornando-a aparentemente legalizada

Venda
Uma vez feita a "maquiagem", as pedras são repassadas aos atravessadores, que vão vendê-las aos clientes estrangeiros

Desembaraço
Empresas especializadas desembaraçam a mercadoria, enviando-a para o Rio de Janeiro, de onde será exportada

China
As pedras chegam à indústria joalheira na China, a segunda maior do mundo, onde serão transformadas em joias, semijoias e bijuterias

Joias montadas (prontas)
Parte das joias e bijuterias entram novamente no Brasil, muitas vezes via contrabando, prejudicandoa indústria joalheira nacional

Terra dos Cristais

Terra dos Cristais 


Cristais



O cristal é importante matéria-prima usada em armamentos sofisticados, bem como no campo elétrico, em telas de microcomputadores portáteis e em mostradores de certos brinquedos e relógios eletrônicos. Justamente o seu emprego em armamentos fez com que ao tempo da guerra mundial o quartzo fosse importado do Brasil, com relevância para Corinto, já naquela época grande produtor.

Atualmente o cristal é também usado em grande escala como elemento de decoração e enfeites, existindo na cidade pequenas indústrias que se dedicam ao setor, a principal delas de propriedade de João Araújo de Almeida, que tem vários pontos de comercialização de seus produtores derivados do quartzo.

Cristais

Ao tempo do conflito mundial, quando se iniciou a procura da preciosa pedra para comercialização, não era muito fácil encontrar-se lavras com grande quantidade do material explorado, como agora o é. Ao contrário, às vezes perdiam-se dias e semanas de trabalho porque o cristal não aparecia.

Era o que freqüentemente acontecia com um dos pioneiros da extração da pedra em nosso município, Sr. Aristides Cirino de Souza, que se dedicou afinco por muito tempo no trabalho de pesquisa e lapidação das pedras.

Cristais

Lá pelos idos de 1942 até 1944, aristides e muitos outros cristaleiros exploravam várias regiões como a Serra do Cabral, Lassance, Beltrão e Tomaz Gonzaga, sendo a nossa cidade já naquela época ponto de referência dos compradores.



Cristais



Nos dias de hoje o cristal ainda existe, trás renda aos cristaleiros e garimpeiros. Só não é como antigamente, a exportação caiu, e o baixo fluxo de compradores na cidade na área de quartzo está levando á falência muitos de seus produtores.