sábado, 16 de janeiro de 2016

O OURO SUMIU NO GARIMPO DO PIRIQUITO”

BLEFO TOMA CONTA DO GARIMPO REMANSO DOS MACACOS

“O OURO SUMIU NO GARIMPO DO PIRIQUITO”

O garimpo Remanso dos Macacos, que foi descoberto há cerca de 40 dias atrás, iludiu, como sempre, muita gente. Na euforia da garimpagem, alguns garimpeiros ainda conseguiram extrair certa quantidade de ouro, que empolgou muita gente atraída pelo Novo Eldorado, mas o Remanso dos Macacos não passou de ilusão e hoje o blefo toma conta.

No seu auge, aquele novo garimpo, chegou a abrigar em torno de 80 balsas, e o que se vê hoje são balsas sendo removidas e outras atracadas nas margens do Rio Tapajós, sem funcionar, numa clara demonstração da ilusão que o Remanso dos Macacos é para o garimpeiro.
Dezenas de pessoas, ao saberem da “fofoca” compraram motores, mangueiros e etc. e montaram balsas. Hoje o que estamos vendo ali é o abandono dos equipamentos, que ninguém sabe quem vai pagar o prejuízo.
Ainda, acreditando em encontrar ouro, cerca de 5 balsas continuam insistindo na atividade, que não compensa por causa das despesas. No auge daquele garimpo se tirava 100, 120,200 gramas num dia e hoje estão sendo retiradas 2 gramas. O garimpo do Remanso dos Macacos foi mais uma ilusão de ouro que marca a historia de um dos maiores depósitos auríferos do planeta, O TAPAJÓS.


Estive esta semana no garimpo e vi de perto o desespero de quem investiu comprando equipamentos para garimpar, outros desmontando balsas e levando seus equipamentos. A lamentação é geral, são dezenas de balsas abandonadas nas margens do Rio Tapajós. 



EMPRESA USA FORÇA FEDERAL PARA RETIRAR GARIMPEIROS DE SUA AREA

EMPRESA USA FORÇA FEDERAL PARA RETIRAR GARIMPEIROS DE SUA AREA

Área onde está ocorrendo o conflito.
“CLIMA TENSO NO GARIMPO DO SÃO DOMINGOS”

Informações procedentes do garimpo do São Domimgos dão conta que o clima é tenso, devido no final da tarde de hoje, funcionários da empresa Aurora Gold Minerações Ltda acompanhados de agentes da Policia Federal, SEMA Estadual e Policia Ambiental  entraram na área para retirar garimpeiros que há anos estão trabalhando na região. 
Ocorre que as terras onde os garimpeiros estão trabalhando foram requeridas pela empresa. A empresa possui Alvará de Pesquisa,  de uma área de de 5.000 hectares,que vai vencer somente em 2016, que exatamente em cima desta área que os garimpeiros estão trabalhando há mais de 40 anos.Os agentes apreenderam vários muinhos que foram conduzidos até o acampamento da empresa Aurora no próprio garimpo do São Domingos.

Os garimpeiros ameaçam invadir o acampamento da Aurora, caso os equipamentos não sejam  devolvidos e querem permanecer trabalhando na área, que foi requerida pela empresa, desrespeitando o tempo de serviço dos garimpeiros na área, já que quando a Aurora requereu o subsolo sabia que havia centenas de garimpeiros trabalhando ali. Os garimpeiros se propõem a conversar com a empresa, mas querem continuar trabalhando na área. Amanhã, segundo noticias do garimpo São Domingos, a fiscalização vai voltar a área para apreender novos equipamentos e a comunidade ameaçar enfrentar os agentes caso queiram levar os equipamentos.Uma coisa é certa: dificilmente os garimpeiros vão legalizar esta área no nomes deles, já que existe um ALVARÁ DE PESQUISA  sobre a área, o que dá prioridade a empresa, há não ser que a empresa desista da pesquisa ou permita que os garimpeiros trabalhem na área. Caso o contrário, os garimpeiros vão ser retirados, já que não vão poder trabalhar ilegalmente naquela região.

ÁGUA BRANCA, UM GARIMPO EM ASCENSÃO

ÁGUA BRANCA, UM GARIMPO EM ASCENSÃO



Vista aérea do garimpo.
Muito antes do garimpeiro e empresário Raimundo Santos, o conhecido Truth chegar ao garimpo Água Branca nos anos 70, já existia aquele que hoje é um garimpo em ascensão. Hoje, não podemos negar a luta de Truth e de muitos outros que por ali passaram ou que hoje se empenham para ver o garimpo tornando-se comunidade, o que está acontecendo com Água Branca, que devido a seu crescimento, transformou-se numa comunidade com 250 casas.
Vista da Comunidade de Água Branca.
A comunidade de Água Branca tem hoje, dentro da vila, uma população com cerca de 500 pessoas, e contando com os bachões (áreas de garimpagem) aproximadamente 4.000 pessoas. Hoje, o garimpo não é explorado apenas por garimpeiros, mas também por empresas mineradoras que estão se fixando lá.

A exploração do ouro já não é feita somente com equipamentos antigos simples como o maracá, bico jato, cobra fumando e outros. A evolução atingiu também os instrumentos utilizados na extração como escavadeiras (PC), e métodos menos poluentes.

A comunidade possui hoje uma escola municipal que atende as crianças de 1ª à 4ª serie, um posto de atendimento de endemias para fazer exame e tratar os pacientes com malária, campo de futebol, igrejas das diversas religiões, moto-taxis, além de rede telefônica e sistema de internet ligando, assim, a área garimpeira ao mundo. Nos comércios há notebooks por que o acesso e comunicação pela internet dão-se mais fácil do que pelo telefone. A energia elétrica ainda é particular, ou seja, cada um tem seu grupo gerador.
Momento da despescagem.
Antigamente só era possível chegar ao garimpo de avião, atualmente, devido à ligação da rodovia estadual Transgarimpeira com a comunidade, o acesso é mais fácil, fato que torna Água Branca apta a vivenciar uma nova era do ouro.
No garimpo, fica evidente a corrida do ouro. Minha visita à vila durou cerca de 3 horas, e no decorrer dela, presenciei uma compra de ouro comprar mais de 500 gramas de ouro, o que prova que há, ainda, em Água Branca muito ouro para ser extraído.

Garimpeiro com bico jato.
A visita me fez ver a importância dos garimpos para a econômia do município de Itaituba que vive do ouro que ainda é à base de sua econômia, portanto, devemos nos unir para defender nossos garimpos e torcer para que os órgãos ambientais percebam nossa sensibilidade e atendam às nossas necessidades concedendo as licenças ambientais, e olhem a questão dos garimpos para vê-la como os outros órgãos a vêem. O DNPM, por exemplo, já liberou aproximadamente 2.000 PLG - Permissão de Lavra Garimpeira.
Escola da Comunidade.
Posto de Saúde da Comunidade.

O que significa quilate de ouro?

O que significa quilate de ouro?

É a medida da pureza do metal. Um quilate de ouro é o total de seu peso.

É a medida de pureza do metal. Um quilate de ouro é o total de seu peso – seja um pepita, barra ou jóia – dividido por 24, ou seja, 4,16 por cento. A pureza do ouro é expressa pelo número de partes de ouro puro que compõem a barra, pepita ou jóia. Por exemplo, um objeto com16 partes de ouro e 8 de outro metal é um ouro de 16 quilates e o ouro puro é 24 quilates. Esse sistema de medição se originou com um moeda medieval chamada marco. Nessa época, quilate era a medida usada para pesar pedras preciosas, e deveria ser igual ao peso de uma semente da árvore coral. Um marco pesava 24 quilates. Como o ouro puro não podia ser usado para produzir as moedas porque era muito mole, adicionava-se cobre ou outro metal para produzir a moeda. O valor da moeda era, então, medido em quilates, ou a quantidade de ouro que havia nela.

A máquina de fazer ouro

A máquina de fazer ouro

Pegue água do mar, adicione um ingrediente especial, espere um pouco e voilà: está pronto o ouro. Veja como funciona a incrível invenção criada por dois americanos - e saiba por que ela não vai deixar ninguém milionário. Ainda.



Dois professores da Universidade de Michigan conseguiram concretizar um sonho antigo da humanidade: fabricar ouro. Tudo graças à Cupriavidus metallidurans, uma bactéria que geralmente é encontrada no solo próximo a minas, onde há grande concentração de metais.

Os pesquisadores criaram um dispositivo no qual essa bactéria é colocada em contato com cloreto de ouro, uma substância que pode ser extraída da água do mar. E a C. metallidurans opera seu milagre: ao longo de uma semana, ela come o cloreto e excreta ouro puro. A ideia é fruto da parceria entre um microbiologista, Kazem Kashefi, e um professor de arte, Adam Brown. Eles criaram uma instalação, que está exposta na Áustria e mostra, ao vivo, o processo de fabricação do ouro. "A ciência tenta explicar os fenômenos do mundo. E a arte tenta criar fenômenos no mundo", filosofa Brown.

Atualmente, o processo não é rentável, porque custa muito caro extrair o cloreto de ouro dos oceanos (é preciso processar 1 milhão de litros de água para obter 0,5 g da substância). Na prática, se gasta mais para conseguir o cloreto do que o valor comercial do ouro produzido. Mas, segundo Brown, o método pode ser aperfeiçoado. E, quem sabe, tornar ricos esses novos alquimistas que estão chegando.