LAPIDAÇÃO DIFERENCIADA EM GEMAS IRRADIADAS: DESIGNS AMAZÔNICOS EM PEDRAS PRECIOSAS
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Traços
da iconografia amazônica esculpidos em gemas, cujas cores foram
adquiridas pelo processo de radiação gama, poderão contribuir de forma
sistemática com o fortalecimento da cadeia produtiva desta região.
A técnica de lapidação conhecida internacionalmente como carvings, aliada às cores adquiridas em quartzos da região amazônica através do processo de radiação gama, vêm garantido sofisticação e exclusividade às gemas da Amazônia, fazendo com que as mesmas sejam consideradas verdadeiras obras de arte. Feitas predominantemente em quartzos oriundos da própria amazônia e coloridos por processo de radiação gama, esta técnica de lapidação abrange basicamente duas formas: as geométricas (entalhes retilineos, triangulares, curvilineares, etc...) e as orgânicas, que são na maioria das vezes formas abstratas ou formas que lembram animais, plantas, partes do corpo humano, etc.
A Amazônia é retratada de forma singular pela indústria de gemas e jóias. Joalheiros do mundo inteiro usam sua rica iconografia e a repassam através das mais sofisticadas jóias em feiras no mundo inteiro. No entanto, a indústria de gemas e jóias da própria Amazônia ainda encontra-se um tanto quanto modesta quando comparada com as de outros estados brasileiros. A técnica de lapidação (tipo carvings), aliada à técnica de beneficiamento de minerais gemológicos através da radiação gama (cobalto 60) oriundos da própria Amazônia, é uma proposta de mudança deste panorama. A implantação da técnica de "Carvings", bem como do melhor conhecimento de áreas da Amazônia cujos minerais incolores ou levemente coloridos sejam passíveis de beneficiamento por radiação gama - cobalto 60, faz parte das ações do Polo Joalheiro do Pará - | ||||
As preocupações com os rumos da economia mundial, agravadas por novo corte de juros na Suécia e por declarações do banco central dos EUA, e a queda do preço do petróleo pesaram na decisão dos investidores, que abandonaram o mercado de ações e correram para aplicações consideradas mais seguras –títulos de governo dos EUA, por exemplo.
No Brasil, o Ibovespa recuou 2,62% e passou a acumular perda de 9,30% no ano.
Na Europa, a Bolsa italiana caiu 5,6%, e a espanhola, 4,9%. Ambas atingiram o menor patamar desde 2013. Em Paris, a perda foi de 4,1%, e, em Frankfurt, de 2,9%.
As ações dos bancos europeus continuaram a afundar: o índice Stoxx 600 (que acompanha os papéis do setor no continente) recuou 6,3%.
A expectativa do mercado é que o BCE (banco central da zona do euro), assim como o do Japão, aprofunde sua política de juros negativos para estimular a economia e impedir o cenário de deflação.
Com a medida, os bancos centrais querem forçar os bancos a emprestar dinheiro e evitar que eles prefiram deixá-lo parado, mesmo que se desvalorizando.
FUGA DO RISCO
Nesse cenário de incerteza, agravado pela queda da cotação de petróleo (que caiu em Nova York ao menor valor em 12 anos), os investidores optaram pela segurança.
O ouro subiu 4,5%, e o retorno dos títulos de dez anos do governo dos EUA chegou a atingir o menor patamar desde agosto de 2012 (quanto maior a procura pelo papel, mais sobe o seu preço e menor fica o retorno, ou seja, os juros). No caso dos papéis do governo britânico com a mesma duração, o retorno foi o menor da história.
O movimento oposto ocorreu com os papéis de Itália, Espanha e Portugal, países que estiveram no centro da crise da dívida no início da década e que têm altos níveis de endividamento. No caso desses três países, os investidores exigiram rendimento maior para comprar títulos.
CÂMBIO
No mercado brasileiro, o câmbio reagiu ao ambiente de aversão a risco. O dólar à vista subiu 1,33%, para R$ 3,9802, e o dólar comercial, 1,21%, cotado a R$ 3,9840.
"Há o temor de que a economia mundial volte a atravessar um período de fraqueza prolongado, o que faz o mercado se proteger no dólar", disse