domingo, 14 de fevereiro de 2016

Os diamantes são as lágrimas dos deuses.

Diamante                                                                                                                                                                                                                                             
Os diamantes são as lágrimas dos deuses.
Anônimo
   Generalidades
- Definição: Carbono - C - cristalizado no sistema cúbico, geralmente em dodecaedros, octaedros, rombododecaedros, às vezes cubos ou outras formas, podendo mostrar arestas e faces encurvadas. Geralmente incolor ou com cor clara. Tem tanto mais valor quanto menos colorido for, exceto quando a cor é bem definida (fantasias ou fancy, em inglês). Pode ser amarelo, castanho, cinza, preto, leitoso, às vezes verde e raramente vermelho ou azul. Os tons amarelados são devidos a inclusões de nitrogênio. Tem brilho adamantino, clivagem octaédrica projetada e fratura conchoidal. É a substância mais dura que se conhece, com dureza 10,0 na escala de Mohs, sendo seguido pelo córindon, que tem dureza 9,0. Por essa razão, para lapidá-lo só se pode usar o próprio diamante. Embora muito duro, é frágil, sendo fácil de quebrar. Peso específico: 3,51-3,53. Pode mostrar fluorescência à luz ultra-violeta, geralmente em azul-claro. Índice de refração: 2,417-2,440. Dispersão muito forte: 0,044. É mau condutor elétrico, mas conduz o calor cinco vezes mais do que o cobre. Apresenta como inclusão mais frequente a olivina; as maiores, porém, são de diamante. As inclusões de diamante costumam ser tetraédricas ou octaédricas, parecendo-se com carvão. Outras inclusões que podem ser encontradas são de granada, cromodiopsídio e apatita. A presença de inclusões, embora diminua o valor da gema, contribui para sua identificação individual. Elas podem ser eliminadas pelo emprego de raios laser, o que traz o inconveniente de perfurar a gema de um extremo a outro, razão por que muitos gemólogos condenam o processo. Fonte: Branco, P.M. Glossário Gemológico Porto Alegre: Edit. da UFRGS, 1984.
- Variedades não-gemológicas: O diamante possui algumas variedades não-gemológicas: carbonado, bort e balas. A lonsdaleíta é um polimorfo hexagonal encontrado em meteoritos. Fonte: Idem, ib.
- Tratamento: O diamante pode ser colorido artificialmente com pigmentos azul-violáceos, removíveis em água quente, álcool ou ácidos. É transparente aos raios-X e, sob ação do brometo de rádio, pode adquirir superficialmente cor verde permanente, devida ao bombardeamento por partículas alfa. Com esse tratamento, o diamante fica radioativo mas, se aquecido a 450oC por algumas horas, perde a cor e a radioatividade. A alteração da cor é muito mais rápida se se usar radônio no lugar de rádio. Os diamantes irradiados verdes apresentam reflexos azuis, ao contrário dos que têm cor verde natural. Bombardeado em cíclotron, o diamante castanho ou amarelo fica verde superficialmente, passando depois a amarelo-ouro se aquecido a 800oC. Não fica, neste caso, radioativo. Em reatores (bombardeado por nêutrons), fica verde também, mas a cor se distribui por todo o cristal. Depois disso, se convenientemente aquecido, passa a amarelo-canário. As cores assim obtidas não podem ser distinguidas das naturais. Na natureza, deve ocorrer bombardeio natural similar ao obtido em laboratório mas que, por ser de fraca intensidade, só altera a porção superficial da pedra. Os diamantes irradiados oferecidos no comércio têm cor azul, verde, amarela, marron, avermelhada ou preta. A radioatividade do diamante pode ser constatada por um contador Geiger ou por exposição a uma película fotográfica, durante algumas horas. Quando o diamante é tratado em cíclotrons, ela persiste por apenas 1 ou 2 horas. Fonte: Idem, ib.
- Etimologia: Do grego adamás (indomável) por não se r riscad o por nenhum outro mineral. Fonte: Idem, ib.
- Representação cristalográfica do diamante
inside diamond diam structure diam frame
Por que o diamante é tão duro? Uma das razões é que a ligação química entre cada átomo de carbono que forma o diamante é extremamente forte. Outra é que os átomos formam uma estrutura rígida - cada átomo se conecta com outros quatro, formando uma rede muito regular. O diamante também é bom condutor de som, mas não de eletricidade, é um isolante e sua resistência elétrica, transmissibilidade ótica e inércia química são notáveis. Além disso, os diamantes dispersam a luz. Como resultado, a gema age como um prisma, separando a luz branca nas cores do arco-íris. Quanto maior a dispersão, melhor o espectro de cores que são obtidas. Esta propriedade dá origem ao "fogo" dos diamantes.
- Representação cristalográfica da grafita
graph1 structure graph hexagons graph structure
Os átomos de carbono na grafita estão arranjados de tal modo que constituem camadas. Estes átomos possuem dois tipos de interação entre si. No primeiro caso, cada carbono é ligado a três outros e dispostos nos vértices de uma rede de hexágonos regulares, formando um ângulo de 120 graus. Estes arranjos planos estendem-se em duas dimensões para formar uma espécie de tela de arame. Além disso, estes arranjos são presos entre si por forças mais fracas conhecidas com interações de empilhamento. Esta estrutura tridimensional explica as propriedades físicas da grafita. Ao contrário do diamante, a grafita pode ser usada como lubrificante ou em lápis porque as camadas se quebram com facilidade. A estrutura plana da grafita permite que os elétrons se movam facilmente dentro dos planos. Isso faz com que a grafita seja condutor de eletricidade e calor, assim como absorve a luz e, ao contrário do diamante, aparece com cor negra. 
- Imagens de diamantes brutos
  
rough-diamonds-big      
- Espécimes de diamante bruto de vários países ou regiões
zaire1 afr_sul austr1 austr2 
(1) Zaire - 5,65 quilates (ct); (2) África do Sul - 1,21 ct; (3) Austrália - 7,98 ct; (4) Austrália - 6,85 ct;
siber1 siber2
(5) Sibéria - 1,23 ct; (6) Sibéria - 1,33 ct.
- As formas - (1) e (2) 
- Características de diamantes lapidados, também denominados de brilhantes
(de acordo com a De Beers)
 
Obs.: a) Visualize a diferença de cor entre os graus D e Z e explore melhor o conceito dos 4C no
b) Um brilhante redondo pesando um quilate tem 6,5 mm de diâmetro; 2 ct correspondem a 8 mm;
5 ct a 11,10 mm; quanto a brilhantes pequenos, 1 ponto corresponde a 1,30 mm; e 30 pontos a 4,27 mm.
               
                                        Diferentes Tipos de Corte          

  Premium Cut
Tolkowski Ideal Cut
Excellent Ideal Cut
Total Depth
58.8% - 63.8%
58.0% - 63.8%
59.2% - 62.4%
Table Size 
58.0 - 61.0% 
53.0% - 58.0%
52.5% - 58.4%
Crown Height
13.0% -17.0%
14.2% - 16.2%
--------------
Crown Angle
32.7° - 36.3°
33.7° - 35.8°
32.5° - 35.4°
Pavilion Depth
41.7% - 45.0%
42.2% - 43.8%
41.5% - 44.4%  
No início do século XX o matemático russo Marcel Tolkowski publicou os resultados do seu trabalho sobre o corte ideal do diamante. Esse trabalho (Diamond Design, London, 1919) tornou-se a base para o modelo conhecido hoje como o "Corte Ideal". Embora a preferência atual seja por "mesas" maiores que 53% do diâmetro total, durante quase sete décadas esta fórmula básica permaneceu como o padrão para o brilhante em todo o mundo.
     proportions  
   depth    shallow  ideal   deep
Observe as três imagens acima, no canto esquerdo. Se o corte for raso (imagem à esquerda) ou profundo demais (imagem à direita), os raios de luz saem por baixo ou lateralmente, ao atravessar o brilhante. Somente no corte ideal (imagem central) os raios de luz refletem no pavilhão e retornam para cima. As fotos retratam o mesmo fenômeno.
Este efeito assegura o brilho (ou o fogo) mais intenso da pedra, realçando a sua beleza. E o preço também..

Com a descoberta do primeiro diamante nas lavras de ouro no Arraial do Tijuco (atual Diamantina)...


Com a descoberta do primeiro diamante nas lavras de ouro no Arraial do Tijuco (atual Diamantina)


Caminho dos Escravos - Foto: acervo SETURIgreja do Serro - Foto: Prefeitura MunicipalCom a descoberta do primeiro diamante nas lavras de ouro no Arraial do Tijuco (atual Diamantina), em 1714, essa região cresceu significativamente, a ponto de ser considerada um Estado dentro de outro Estado. Tamanha riqueza gerou fabuloso patrimônio histórico-cultural. Hoje, o roteiro reúne belezas arquitetônicas, arte e passeios ecológicos. Tudo isso embalado ao som de clássicos barrocos, serestas e 'vesperatas'.
A magia da escrava Chica da Silva e a musicalidade de JK dotaram não só Diamantina, Patrimônio Mundial da Humanidade, como todo o Circuito de encantamento sem igual. A contemplação das obras do homem e da natureza leva ao equilíbrio.
Compõem este percurso os municípios de Couto de Magalhães de Minas, Datas, Diamantina, Felício dos Santos, Gouveia, Presidente Kubitschek, Santo Antônio do Itambé, São Gonçalo do Rio Preto, Senador Modestino Gonçalves e Serro.
DIAMANTINA
Lisboa está em festa, os sinos tocam, Te-Deums são celebrados, congratulações chegam dos vários reinos europeus, incluindo os cumprimentos do Santo Padre. Qual a razão para tanto júbilo? São  as pequenas pedras de carbono puro que foram encontradas na distante colônia. Diamantes! Extremamente valorizados na Europa, eram de suma importância para  aumentar a riqueza do Reinado de  D.João V. 
Vista parcial da Cidade - Foto: Haroldo CarneiroTendo como referência  o Pico do Itambé, diversas bandeiras cortam a região do Jequitinhonha em busca dos metais preciosos. Entre as serras de Santo Antônio e São Francisco havia um local  formado pelo pequeno afluente do Rio Grande, o  Vale do Tijuco, que revelou-se como um excelente local para mineração do ouro. O pequeno arraial  que acabou  surgindo, por volta de 1713, com a bandeira de Jerônimo Gouvêa, no local  conhecido como Burgalhau, não se diferenciava  das centenas de povoados que surgiram no início do século XVIII, na Capitania das Minas. A população se dedicava à mineração do ouro.
Os primeiros diamantes que transformariam radicalmente a vida do arraial somente foram encontrados no período de 1719 a 1722. Autoridades locais não  noticiaram de imediato a fabulosa descoberta  à Coroa Portuguesa. Quase 10 anos haviam se passado e, só após a insistência de alguns mineradores de participarem  os achados, é que o Governador D.Lourenço de Almeida fez o comunicado de que as preciosas pedrinhas tinham sido encontradas. Diamantes! 
Passadas as celebrações, a resposta  de Lisboa veio de imediato: a Coroa impôs as primeiras medidas de controle sobre a região dos diamantes, através de Regimento datado de 26 de junho de 1730, com a instituição da cobrança do quinto, o lançamento da capitação sobre cada escravo empregado na mineração diamantífera, a anulação das concessões de datas e a proibição  da exploração do ouro da região, precauções essas que visavam garantir o poder real sobre a nova riqueza. (Barroco 16). Esse era o começo de uma administração totalmente inédita  na colônia. Em 1734, foi criada a Intendência dos Diamantes que, com um regime próprio, altamente fiscalizador, rígido, arbitrário e r epressivo,  isolou  a área do restante da capitania.
Na década de 40 inicia-se o Sistema de Contratos que vigorou até 1771. Foi o período de maior produtividade do Distrito. Em 31 anos, os números oficiais atingem a soma de 1.666.569 quilates. Em 1771 o Marquês de Pombal  designa  para o distrito um novo tipo de administração: a Real Extração. O diamante, a partir de então, seria explorado pela própria  Coroa Portuguesa. Para isso, foi criada uma junta administrativa  com poderes absolutos  que tinha seus atos respaldados por  um  instrumento legal - o Livro da Capa Verde. Esse nome é devido ao regulamento ter sua encadernação em couro marroquino verde. O Livro era tão  abominado pela população Tijucana que, quando fundou a Real Extração, já no Segundo Império, o documento foi queimado em praça pública.
Passadiço - Foto: Prefeitura de DiamantinaEnquanto os arraiais da Capitania ganhavam título de Vila já na década de 10, do setecentos, o  Distrito Diamantino manteve-se como arraial só conseguindo o título de Vila em 1831, passando a chamar-se Diamantina. Nesse período, os intendentes já não eram tão poderosos e as lavras foram franqueadas. Mas, com a descoberta dos diamantes na África do Sul, em 1867, a decadência na mineração  foi inevitável.
A segunda metade do século XIX trouxe novos desafios e novos rumos para Diamantina. A agricultura se torna importante e o comércio, que já se mostrava desenvolvido no século XVIII devido ao isolamento do Arraial,  teve um expressivo crescimento comparado até mesmo ao do Rio de Janeiro. Diamantina passa a ser pólo comercial e centro de referência para todo o Jequitinhonha. Já havia, então, obtido o título de cidade em 1838.
Dessa trajetória, nasceu um extraordinário patrimônio cultural que, merecidamente, hoje é  Patrimônio Cultural da Humanidade. Autêntica e  excepcional,  tanto nos atrativos histórico-culturais e naturais, quanto pelo seu povo.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mesmo depois de tantos anos de exploração, ainda há solos ricos no estado.

Mesmo depois de tantos anos de exploração, ainda há solos ricos no estado.

 Conheça a variedade de pedras preciosas encontradas em Minas



Mesmo depois de tantos anos de exploração, ainda há solos ricos em pedras preciosas em Minas Gerais. O Terra de Minas mostra um pouco da variedade encontrada em várias regiões do estado. Quem vive em Minas até não se dá conta, mas está pisando em um dos solos mais ricos do país.
Conheça as gemas que encantam o mundo. Em Corinto, garimpeiros se uniram para trabalhar de forma legalizada. A reportagem também visitou uma jazida de cristal e acompanhou a extração. Em Ouro Preto, o raro topázio imperial, e um museu com exemplares curiosos.
Minas Gerais ainda é o maior produtor de pedras preciosas do país, segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral. Um dos maiores acervos de minerais do país está no Museu de Ciência e Técnica da Universidade Federal de Ouro Preto. Quartzo, turmalina, o berilo. Até as pedras mais raras de Minas estão lá.

O DISCO DE OURO DA IDADE DO BRONZE!

O DISCO DE OURO DA IDADE DO BRONZE!




Em 16 de outubro de 2002 foi encontrado um dos mais interessantes achados da Idade do Bronze europeia. Restos de um esqueleto estavam junto a um pequeno disco de ouro para contar um pouco do início da História da Joalheria.
Datado em torno de 2.500-2.100 a.C., o disco conhecido como “Banc Tynddol” foi feito de uma fina folha de ouro trabalhada com perfurações e decorado em repoussé. Foi encontrado acima de uma tumba que continha ossos de um esqueleto humano e a 15 cm abaixo dos restos de uma lareira medieval. A tumba de formato oval (com cerca de 1,75 m de comprimento) foi, segundo pesquisas dos arqueólogos capitaneados por Simon Timberlake, roubada em diferentes ocasiões - a primeira datando da época Romana e, devido às condições em que foram encontrados os restos do esqueleto humano, a tumba também sofreu ataques de animais. Pela análise do solo e dos fragmentos dos ossos encontrados, a mais forte possibilidade é a de uma tumba pré-histórica, consistente em período com a Idade do Bronze.
O disco de ouro, com 38,9 mm de diâmetro e 0,1 mm de espessura, pesa 2,51 gramas. Sua face superior parece ter sido trabalhada com uma ferramenta semelhante ao martelo e depois polida. O design em repoussé (com pontos e linhas circulares) muito provavelmente foi feito pressionando a face inferior do disco com um pedaço de osso, enquanto a peça estava apoiada sobre um pedaço de couro. As perfurações centrais do disco sugerem que o mesmo era usado para segurar e decorar uma vestimenta, porém a falta de quaisquer sinais visíveis de uso implica em que a peça de joalheria foi feita especificamente para o funeral.  Análises metalúrgicas indicaram que o disco foi feito com uma liga contendo 93,50 % de ouro e 6,5 % de prata, sendo o ouro provavelmente de origem aluvial.

O tesouro imperial dos Romanov


O tesouro imperial
dos Romanov



Imperatriz Aleksandra RomanovaAs jóias imperiais russas têm mais de mil anos de história. Muitas das primeiras peças da joalheria russa são similares em estilo às jóias usadas nas cortes do império bizantino. Durante vários séculos, o estilo pouco se modificou. Foi somente com o imperador Pedro I, conhecido como "O Grande", que a Rússia iniciou com o ocidente trocas de cultura e experiência nos mais variados campos. Por causa disto o estilo da joalheria russa modificou-se para sempre. A grande influência dos estilos de joalheiros estrangeiros, combinada à criatividade dos joalheiros russos, terminou por estabelecer uma grande e importante indústria joalheira na Rússia. Entre os mais famosos joalheiros desta nova indústria de jóias russa está a casa Fabergé.Foi o imperador Pedro I que criou a primeira versão do que hoje é conhecido como o "fundo estatal do diamante da federação russa". O objetivo da criação deste fundo permanente foi abrigar coleções de jóias que passariam a pertencer não à família Romanov, mas ao estado russo. Pedro I declarou, quando da instalação deste fundo, que as peças deste fundo eram invioláveis, não poderiam ser alteradas, vendidas ou dadas e o imperador também decretou que o imperador ou imperatriz subsequente deveria deixar para o fundo uma certa quantidade de peças adquiridas ou confeccionadas durante seu reinado, para maior glória do império russo.

Broche - RomanovEm 1914, com a ameaça de uma possível invasão alemã devida à 1ª guerra mundial, toda a coleção de jóias da família imperial russa foi cuidadosamente empacotada e enviada de São Peterburgo para Moscou, onde foi enterrada em criptas existentes debaixo do palácio do Kremlin.
Mas os conflitos políticos na Rússia, incluindo a revolução de 1917 e a conseqüente guerra civil fizeram o destino das jóias imperiais um mistério até 1926, quando foram encontradas no Kremlin, catalogadas e fotografadas. Uma enorme seleção de peças, que compreendia aproximadamente 70% do total das coleções originais, foi vendida a um consórcio americano e, posteriormente, estas jóias foram a leilão na casa londrina Christie’s em 1927. As jóias vendidas foram dispersas por todas as partes do mundo e muitas têm até hoje paradeiro desconhecido.

Tiara - RomanovAs jóias remanescentes, de alto valor histórico e artístico, incluem a coroa e peças-símbolo da coroação dos Romanov, e uma espetacular coleção de peças dos séculos XVIII e XIX. Estas jóias foram expostas, pela primeira vez, apenas a altos dignatários estrangeiros e aos mais altos comandantes e governantes russos em 1967, nas comemorações dos 50 anos da revolução comunista. Desde a queda do comunismo russo, as jóias estão expostas nas criptas do museu do Kremlin, mas agora acessíveis a todos os que visitem o palácio.