sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Pink Star, o diamante rosa é vendido por 83,2 milhões de dólares, um recorde mundial

Pink Star, o diamante rosa é vendido por 83,2 milhões de dólares, um recorde mundial



O Pink Star é um diamante sem jaça classificado como IIa, com cor rosa forte. Esta gema foi pela bagatela de 83,2 milhões de dólares vendida em leilão pela Sotheby´s . Até então nenhuma gema havia atingido esse preço.

Caso Samarco: BHP está sendo processada nos Estados Unidos, Vale será a próxima

Caso Samarco: BHP está sendo processada nos Estados Unidos, Vale será a próxima



Publicado em: 26/2/2016

Um grupo de investidores está processando a BHP por fornecer informações exageradas ao mercado sobre a sua real capacidade de gerenciar riscos de segurança antes do acidente da Samarco.

Os investidores americanos acreditam que a BHP agiu fraudulentamente ignorando riscos e exagerando no seu compromisso com a segurança o que causou um prejuízo de mais de 20% aos acionistas além das mortes e gigantescos prejuízos ao meio ambiente.

Este tipo de processo abre inúmeras possibilidades e precedentes para aqueles acionistas que se sentem lesados pelos executivos de empresas de capital aberto como os casos da Petrobras e agora da BHP-Vale.

Em breve veremos a Vale respondendo a processos similares ao redor do mundo, um alerta as empresas e seus executivos: as coisas estão mudando e a tal “governança corporativa” é, cada vez menos, um conceito para ser discutido apenas em reuniões de diretoria...

Turmalina paraibana avaliada em R$1,3mil

Turmalina paraibana avaliada em R$1,3mil

A turmalina paraibana ganhou, mais uma vez, repercussão nacional sobre uma pedra que foi encontrada no município de Picuí e que está avaliada em R$ 1,3 mi.
Confira a reportagem na íntegra:
 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiyOh7h2-WP1s6a5BZDGsNCUN-P2jv-t1INQQkn8BrPLSTT4_NZ4a9aJMYz7lKlYUw71JWsHL3E5R6Fkb2Kipe53ngPOIt34f_I3EMG8DQrhCYbRsqJBFz-kLZSufKnX-0d9XiiBpTaOME/s400/Trumalina-para%25C3%25ADba.jpg
Do sertão para a Champs Elysées
Turmalina brasileira avaliada em US$ 1,3 milhão desperta a cobiça de grifes internacionais como Chanel e Dior.
Diz o ditado que o diamante é o melhor amigo das mulheres. Mas a depender de beleza, raridade e preço, uma candidata desponta para tomar o posto da mais prestigiada das gemas na preferência feminina: a turmalina brasileira. De cores que variam do vermelho ao verde, do bicolor ao azul neon - a mais famosa e rara -, a pedra atiça o desejo de amantes de joias mundo afora. E, mais recentemente, de joalheiros e colecionadores. O motivo é um novo achado no Seridó, região do semiárido na divisa entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte e um dos poucos recantos do planeta onde se pode encontrar a gema. No fim de abril, cinco garimpeiros escavaram uma pedra bicolor, de tom verde numa extremidade e âmbar na outra, no município de Picuí.
Na balança, a gema pesou impressionantes 804 gramas - aproximadamente o tamanho de um punho fechado -, o que faz dela a maior e já desenterrada no mundo. Rara pelo porte, a pedra foi vendida, segundo relatos da cooperativa dos mineradores local e do governo da Paraíba, por US$ 1,3 milhão a um empresário de Belo Horizonte, e está guardada num cofre da capital mineira. Logo deve mudar de casa. Seu provável destino é o acervo de um colecionador ou o portfólio de uma grande joalheria para ser lapidada - além de nomes nacionais como H.Stern e Amsterdam Sauer, são potenciais interessadas grifes como Chanel e Dior, as maiores compradoras desse tipo de raridade. Segundo especialistas ouvidos pela DINHEIRO, o valor desembolsado pela pedra é elevado e indica qualidade, embora o preço costume embutir certa subjetividade de quem a avalia.
 "Cada pedra é uma pedra. Por esse valor, tudo indica que está fora do mercado", diz Hecliton Santini, presidente do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM). Turmalinas bicolores também são bastante procuradas por joalheiros para confeccionar peças que exploram as duas tonalidades. O valor da gema é determinado pela pureza das cores, nitidez da divisa entre elas e ausência de fissuras. "A turmalina bicolor ganha em valor muito mais pela qualidade das cores do que por sua raridade", afirmou Dino Psomopoulos, gemólogo da Amsterdam Sauer, uma das principais joalherias nacionais. O interesse - e o preço pago - pela turmalina encontrada pelos cinco garimpeiros não é incomum. Suas variedades mais valiosas costumam superar os US$ 500 o quilate.
 A mais famosa e cobiçada delas é conhecida como turmalina Paraíba. Encontrada pela primeira vez em 1989, em num garimpo em São José da Batalha, na Paraíba, a pedra teve suas reservas esgotadas pouco tempo depois. Pela exclusividade, seu preço superou o do diamante, chegando a custar US$ 30 mil o quilate, contra US$ 25 mil da gema mais conhecida. Só mais recentemente, turmalinas similares à estrela brasileira começaram a ser encontradas na Nigéria e em Moçambique. "As brasileiras costumam valer o dobro das africanas", diz Santini. Além de joalherias nacionais como Amsterdam Sauer e H.Stern, grifes internacionais como Chanel e Dior têm joias confeccionadas a partir da mais nobre das turmalinas para seus clientes mais exclusivos.
Um broche da Chanel cravejado com diamantes e uma grande turmalina no centro, por exemplo, está avaliado em € 1,5 milhão. Mas nada se compara à Ethereal Carolina Divine Paraíba. De propriedade do milionário canadense Vincent Boucher, ela tem 191,87 quilates e está avaliada entre US$ 25 milhões e US$ 125 milhões e, desde o ano passado figura no Guinness - o livro dos recordes - como a maior turmalina lapidada do mundo. Apesar de badalada, a pedra ainda é pouco conhecida no Brasil. Tampouco é pouco divulgado o retorno que traz para os cofres brasileiros. País exportou US$ 1,1 bilhão em pedras preciosas e joias, 35% a mais que no mesmo período do ano passado. Desses, US$ 1,1 milhão foram em diamantes, brutos e lapidados. Sobre as turmalinas, não se sabe.
 

Vale declara prejuízo de R$44,2 bilhões em 2015

Vale declara prejuízo de R$44,2 bilhões em 2015



 
Era pedra cantada.

A Vale realmente teve um ano péssimo, passando de um lucro pequeno em 2014 (R$954 milhões) para um megaprejuízo em 2015.

Como informado no Portal do Geólogo o último trimestre foi especialmente ruim para a Vale, com um prejuízo de R$33 bilhões, apesar da subida do preço do minério de ferro. Foi quando o desastre da Samarco jogou na lama os lucros, a credibilidade e a imagem da nossa maior mineradora.

Concorreu para este o prejuízo de R$44,2 bilhões a desvalorização do Real em frente ao Dólar.

A Vale continua sendo uma das empresas mais endividadas do Brasil com uma dívida bruta de R$29 bilhões.

Como esperado o balanço negativo derrubou as ações da Vale na bolsa que caem no momento 5,7%.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

História do cobalto

História

A tumba do faraó Tutancâmon, que governou de 1361-1352 aC, continha um pequeno objeto vidro colorido azul profundo com cobalto.
O Azul cobalto foi conhecido ainda mais cedo na China e foi usado para esmaltes de cerâmica.
Em 1730, o químico Georg Brandt de Estocolmo tornou-se interessado em um minério azul escuro de alguns trabalhos de cobre locais e ele finalmente mostrou que ele continha um metal até então não reconhecido e ele deu-lhe o nome pelo qual seu minério foi amaldiçoado por mineiros na Alemanha, onde ele às vezes era confundido com um minério de prata.
Ele publicou seus resultados em 1739.
Por muitos anos a sua pretensão de ter descoberto um novo metal foi contestada por outros químicos que disse que seu novo elemento foi realmente um composto de ferro e arsênico, mas, eventualmente, ele foi reconhecido como um elemento em sua própria direita.

Descoberta

Cobalto foi descoberto por Georg Brandt, um químico sueco, em 1739.
Brandt estava tentando provar que a capacidade de certos minerais de vidro azul da cor foi devido a um elemento desconhecido e não para bismuto, como comumente se acreditava na época.
Minérios primários de cobalto são: cobaltite (CoAsS) e eritrite ou cobalto vermelho (Co 3 (ASO 4 2).
Cobalto é geralmente recuperado como subproduto da mineração e refino de níquel, prata, chumbo, cobre e ferro.

Símbolo - Co

Elemento metálico de transição cinza claro.
Número atômico: 27, 
Configuração eletrônica: 
[Ar] 4s2 3d7, 
MA = 
58,933, 
d = 
8,9 g.cm-3,
PF =
 1495ºC, 
PE = 
2870ºC. 
Número de prótons / Elétrons:
 27 
Número de nêutrons: 32 
Classificação: Metais de Transição 
Cristal Estrutura: Hexagonal 
Densidade @ 293 K: 8,9 g / cm 3 
Cor: prata.
Data da descoberta:
 1737 
Descobridor: George Brandt 
Nome de Origem: A partir do kobalt palavra alemã ou kobold (espírito maligno) 
Usos: ímãs, cerâmica, vidros especiais 
Obtido a partir de: arsênico, oxigênio, enxofre, cobaltine
O cobalto é ferromagnético abaixo da sua temperatura de Curie 1150ºC.
Pequenas quantidades de cobalto metálico estão presentes em meteoritos, mas geralmente é extraído de depósitos minerais localizados principalmente no Canadá, México e Congo (ex Zaire).
Está presente nos minerais cobaltita (CoAsS), esmaltita (CoAs3) e eritrita ou flores de cobalto (Co3(AsO4)2.8H2O), e também associado a cobre e níquel nos sulfetos e arsenetos.
Os minérios de cobalto são geralmente aquecidos ao ar para formação dos óxidos e então reduzidos com carvão ou vapor de água.
O cobalto é importante componente de ligas metálicas.
É usado em aços inoxidáveis e em ligas resistentes à oxidação em altas temperaturas, para hélices de turbinas e ferramentas de corte.
O metal é oxidado por ar quente e também reage com carbono, fósforo, enxofre e ácidos minerais diluídos.
Sais de cobalto, geralmente nos estados de oxidação II e III, dão cor azul brilhante aos vidros e cerâmicas.
Papel impregnado com cloreto de cobalto(II) anidro é um teste qualitativo para água e tinta sensível à temperatura.
Pequenas quantidades de sais de cobalto são essenciais para a dieta equilibrada de mamíferos.
O 60Co produzido artificialmente é um traçador radioativo e agente de tratamento de câncer (radioterapia). O elemento foi descoberto em 1737 por G. Brandt.
Cobalto
Cobaltita, CoAsS.
Cobalto
Esmaltita ou scutterudita, CoAs3.
Cobalto
Flores de cobalto ou eritrita, Co3(AsO4)2.8H2O.
O cobalto é utilizado, há séculos, devido suas conhecidas propriedades físicas e químicas.
Mas foi somente em 1934 que se descobriu uma doença veterinária que enfraquecia rebanhos inteiros na Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia, que se traduzia por inapetência, anemia, emagrecimento e morte, devida ao fato de os animais pastarem em terras pobres em cobalto. Foram necessários vários anos de pesquisa para se descobrir isso e a simples administração de cobalto à alimentação resolveu o problema.
Esta descoberta foi uma das mais importantes para a evolução da criação de animais no mundo, e parece que estes distúrbios são ligados a uma avitaminose de B12 devida ao déficit de cobalto.
É de 1948 a descoberta de que o cobalto fazia parte intrínseca da vitamina B12, da qual ocupa o centro da molécula.
Esta vitamina é sintetizada por microrganismos do tubo digestivo, daí a necessidade de aporte de alimentos com este oligoelemento.
Nos animais e no homem, a síntese da vitamina B12 por microorga- nismos intestinais é mais lenta e o aporte extrínseco na vitamina B12 é necessário.
Mais, o cobalto parece estimular a atividade da glândula tireóide e a hematopoiese (formação de células do sangue).

Estrutura atômica

Cobalto
Número de níveis de energia: 4
Primeiro Nível de energia: 2 
Segundo Nível de Energia: 8 
Terceiro Nível de energia: 15 
Quarto Nível de energia: 2

Usos

Cobalto, como o ferro, pode ser magnetizado e assim é usado para fazer ímans.
Ele é ligado com alumínio e níquel para fazer particularmente poderosos ímãs.
Outras ligas de cobalto são usados ??em turbinas a jato e geradores de turbina a gás, onde a força de alta temperatura é importante.
O cobalto metálico é, por vezes, utilizados em galvanoplastia, devido à sua aparência atraente, dureza e resistência à corrosão.
Sais de cobalto têm sido usadas durante séculos para produzir cores brilhantes azuis na pintura, porcelana, vidro, cerâmica e esmaltes.
Radioativo cobalto-60 é usado para tratar o câncer e, em alguns países, para irradiar alimentos para preservá-la.

Propriedades físicas

O cobalto é um disco de metal, cinza que se parece muito com ferro e níquel. É dúctil, mas apenas moderadamente maleável.
Dúctil significa capaz de ser transformado em fios finos.
Meios maleáveis, capazes de ser batido em folhas finas.
O cobalto é um dos três únicos que ocorrem naturalmente metais magnéticos.
Os outros dois são de ferro e níquel.
As propriedades magnéticas de cobalto são ainda mais evidentes em ligas.
Uma liga é feita por fusão e mistura de dois ou mais metais. A mistura tem propriedades diferentes das dos metais individuais.
O ponto de fusão do metal é cobalto 1.493 ° C (2.719 ° F), e o ponto de ebulição é de cerca de 3.100 ° C (5.600 ° F).
A densidade é de 8,9 gramas por centímetro cúbico.

Propriedades quimicas

O cobalto é um elemento moderadamente reativo.
Ele combina lentamente com o oxigênio no ar, mas não pegar fogo e queimar a menos que seja em forma de pó.
Ele reage com a maioria dos ácidos para produzir hidrogênio de gás.
Ele não reage com a água à temperatura ambiente.