quinta-feira, 5 de maio de 2016

Avaliado em US$ 70 milhões, o maior diamante bruto do mundo vai a leilão

Avaliado em US$ 70 milhões, o maior diamante bruto do mundo vai a leilão



Pedra, apresentada em Nova York nesta quarta-feira, foi encontrada em Botsuana há nove meses

Leilão do diamante Lesedi La Roma será no dia 29 de junho
Leilão do diamante Lesedi la Rona será no dia 29 de junho(Reprodução/VEJA)
O Lesedi la Rona, o maior diamante bruto do mundo, vai a leilão no dia 29 de junho, anunciou nesta quarta-feira a casa de leilões londrina Sotheby's. A pedra, que foi apresentada hoje em Nova York, tem valor estimado em mais de 70 milhões de dólares.
"É um diamante de 1.109 quilates e o maior descoberto em mais de 100 anos", disse o presidente do departamento de joalheria internacional da Sotheby's, David Bennett. A pedra preciosa foi encontrada há nove meses em Botsuana pela empresa de mineração de diamantes Lucara. Esta será a primeira vez que um diamante bruto desse tamanho vai a leilão, segundo Bennett.
Exibida em Nova York até domingo, a pedra segue para a Europa, passando por Antuérpia, na Bélgica. Será apresentada na Sotheby's de Londres de 18 a 28 de junho.
O recorde histórico de maior diamante bruto do mundo é do lendário Cullinan, de 3.016,75 quilates, descoberto em 1905 na África do Sul. Ele foi transformado em nove diamantes para as joias da Coroa britânica.
No mesmo dia da descoberta de Lesedi la Rona foi encontrado em Botsuana outro diamante, de 830 quilates, o terceiro maior do mundo. A informação é de William Lamb, presidente da empresa Lucara.

Frank o caçador de meteoritos

Frank o caçador de meteoritos






Poucas  pessoas, durante a sua vida, conseguem perseguir objetivos com grande  intensidade, sem perder o foco, amalgamando o conhecimento científico com as  ideias e os dados de uma longa e extenuante pesquisa ao longo do tempo, em uma  cruzada épica, em busca de respostas.
O Frank  Guardia, um geólogo canadense, que morou no Brasil, criador de empresas e  descobridor de jazidas e oportunidades é uma dessas pessoas.
Nestas  últimas décadas, Frank embarcou em uma viagem solo, na busca de dados que possam  comprovar a sua grande convicção: muito do que se vê e se propaga da geologia  nada mais é do que o efeito direto dos impactos de meteoritos.
Frank  está certo!
É só  olharmos para o nosso satélite, a Lua, e veremos uma superfície coberta por  milhões de cicatrizes de impactos de meteoritos. Na Lua essas crateras estão  ainda preservadas, pois lá não existe a erosão química e física que a atmosfera  e as águas aqui na Terra ocasionam. É lógico que a Terra, por ser mais antiga e  muito maior que a Lua, recebeu um número bastante superior de impactos diretos  de meteoritos que devem ter ocasionado imensas modificações geológicas ao longo  dos tempos.
Eu sei  que esse é um assunto por demais conhecido de todos. Afinal, quem não conhece, e  fala, sobre as extinções dos dinossauros causadas, provavelmente, pelo imenso  impacto de um meteorito que atingiu a Terra no Cretáceo, possivelmente onde hoje  é o Golfo do México?
 Esse impacto foi o responsável pela  extinção em massa de quase ¾ de todas as plantas e seres vivos do planeta  incluindo os dinossauros é claro.
O que  não se fala é sobre o efeito cumulativo de milhões de impactos de meteoritos e  sobre as quatrilhões (isso mesmo, números com mais de 15 zeros) de toneladas de  material terrestre que foram pulverizadas e ejetadas na atmosfera cobrindo  enormes regiões adjacentes ao impacto: o ejecta.
Pouco se  fala sobre a formação de imensos mares de lava que cobriram continentes e foram  derivados de grandes impactos, ou sobre enormes pedaços da Terra que foram  lançados ao espaço sideral, após impactos catastróficos, como o que gerou a  própria Lua.
Esta  relação de causa e efeito, entre os impactos e a geologia Terrestre, ainda é uma  das áreas cinza do nosso conhecimento e é onde Frank Guardia excede. Ele  investiu décadas em viagens, pesquisas e reconhecimentos geológicos sempre em  busca das evidências geológicas que possam iluminar essa área. Se um dia o campo  da geologia dos impactos de meteoritos se solidificar não podemos esquecer de  Guardia, que chegou a ser ridicularizado por muitos colegas por estar,  simplesmente, à frente de sua época.
Para que  você possa ter uma ideia sobre a enormidade do problema vamos fazer uma  comparação entre a Terra e a Lua.
A  inspeção da Lua mostra gigantescas crateras, como a Aitken, com 2.500km de  diâmetro e 13km de profundidade. É só calcular e veremos que o impacto da Aitken  deslocou mais de 25 milhões de quilômetros cúbicos de material. É como abrir uma  cratera de 2.900m de profundidade em todo o Brasil. Isso causado por apenas um  meteorito...
Os  números dos grandes impactos são simplesmente enormes e a Terra teve, nos  últimos 4,5 bilhões de anos, incontáveis impactos que ejetaram muitos  quatrilhões de toneladas  que  cobriram praticamente toda a superfície do planeta várias vezes,  que foram processadas pelo intemperismo terrestre, se transformando, aos  poucos, em sedimentos e em rochas metamórficas e ígneas no interminável ciclo  geológico. A real influência desse processo de redistribuição de rochas e de  homogeneização da crosta terrestre nunca será totalmente entendida.
Frank  está certo. A influência dos meteoritos na geologia da Terra é simplesmente  enorme, muito maior do que a geologia ensinada nas Universidades propaga.
Frank se foi neste domingo, dia 02 de maio de 2016. 
A ele o  nosso reconhecimento e respeito.

Como Reconhecer Esmeraldas Verdadeiras

Como Reconhecer Esmeraldas Verdadeiras

A separação natural de uma esmeralda sintética pode ser difícil. Aqui vão alguns passos a seguir para reconhecer se uma esmeralda é verdadeira ou uma imitação.

Passos

  1. Imagem intitulada Tell if an Emerald Is Real Step 1
    1
    Veja o preço da joia ou pedra. Se a pedra possuir um tom verde muito vivido ou intenso, muito claro e brilhante e estiver sendo vendida por menos de R$ 1.000,00 por quilate, saiba que este não é o preço real de uma esmeralda verdadeira. Se o preço parecer suspeitosamente barato, provavelmente trata-se de um vidro ou cristal, não de uma esmeralda.
  2. Imagem intitulada Tell if an Emerald Is Real Step 2
    2
    Verifique o país de origem, quando possível. Se a esmeralda veio de uma localidade que possua minas de esmeraldas, a pedra pode ser real.
  3. Imagem intitulada Tell if an Emerald Is Real Step 3
    3
    Olhe a joia perto da luz com uma boa lupa. Se você ver pequenas falhas dentro da pedra ou padrões irregulares, este é um sinal de que a pedra pode ser real.
  4. Imagem intitulada Tell if an Emerald Is Real Step 4
    4
    Leve a joia a um joalheiro para uma avaliação profissional. Isso vai te custar dinheiro, mas é a única maneira de saber se a pedra é verdadeira sem correr o risco de danificar a gema examinando-a por dentro.


  • As melhores esmeraldas naturais do mundo são extraídas na Colômbia, América do Sul. No entanto, existem muitos outros países onde as esmeraldas também podem ser encontradas.
  • As esmeraldas são mais frágeis do que os rubis e as safiras; assim, pedras reais são mais propensas a falhas.
  • Esmeraldas genuínas podem ser tanto extraídas quanto criadas em laboratório. As esmeraldas criadas em laboratório podem ser maiores, ter uma cor mais forte e menos falhas, sendo ainda quimicamente idênticas às esmeraldas "naturais". Contudo, as esmeraldas criadas em laboratório custam um terço do preço das esmeraldas extraídas em minas.
  • As esmeraldas são uma variedade do mineral conhecido como berilo.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

JADE

JADE
O jade é o nome dado a dois minerais diferentes; um, a jadeíta NaAl(Si2O6) é um silicato de alumínio e sódio, do grupo da augita ou piroxênio. O outro, a nefrita Ca2(Mg,Fe)5(Si4O11)2(OH)2  é um silicato de cálcio, magnésio e ferro, do grupo da actinolita, é um anfibólio, sendo esta muito comum. Sistema cristalino monoclínico. A distinção entre jadeíta e nefrita é, de qualquer modo, difícil, o que pode ser um motivo para que a palavra jade continue sendo um termo para designar a ambas. As duas são rochas duras de grão fino, adequadas à confecção de esculturas. Exclusivamente metamórfica em rochas muito metamorfoseadas. Podem acontecer de ter blocos de várias toneladas. Extremamente tenaz e difícil de quebrar. Cor: do verde maçã ao verde esmeralda e até de outras cores. O jade é mais ou menos translúcido, mas nunca transparente. Brilho: vítreo, nacarado e resinoso. Clivagem: boa no sentido do comprimento. Fratura: irregular, estilhaçada e aguda. Morfologia: cristais prismáticos, agregados aciculares e granulares. Dureza: 6,5 a 7. Densidade: 3,2. Traço: incolor. Podem ser manchadas ou ter pigmentos pretos. Jade significa pedra dos rins, pois se acreditava que curava os rins. Ocorre: Bahia e Minas Gerais.   

TITÂNIO

TITÂNIO
Titanossilicato de cálcio. CaTiOSiO4. Sistema cristalino: monoclínico. É o nono mineral mais abundante na natureza.  O Titânio não é encontrado livre na natureza, mas junto com o rutilo, ilmenita, esfênio, leucoxênio e o anatásio. É forte como o ferro, porem 45% mais leve, e mais resistente que o alumínio. Apresenta especial resistência à pressão e corrosão. Origem: rochas magmáticas e metamórficas. Ocorrem: como material acessório em rochas ígneas, metamórficas e pegmatitos. O titânio metálico é usado como um agente de ligas de metal, incluindo o alumínio, ferro, molibdênio e manganês. As ligas de titânio são utilizadas principalmente na indústria aeroespacial, aeronaves e são resistentes a temperaturas. Também em materiais cirúrgicos, tintas, automóveis, etc. Morfologia: cristais tabulares, granular e maciço. Cor: incolor, amarelo, castanho, verde, cinzento a preto.  Rastro: negro. Brilho: pode ser vítreo a baço e prateado da prata. Dureza: 5 a 5,5. Densidade: 4,4.Diafaneidade: Opaco. Fusibilidade: 1.668°C. Fratura: irregular. Clivagem: boa. Radioatividade: não é radioativo. Hábito: cristais microscópicos visíveis apenas com microscópio. O titânio está presente em meteoritos e no sol e em algumas rochas trazidas da Lua. O titânio em tela é uma magnetita-titanita - TiO2, com 22,41% de titânio e 67,97% ferro e Si, Al, Mg, Mn, Ca, P e S. Amostra mineral extraída em Santa Bárbara de Goiás, e doada pela mineradora Titânio Goiás S/A.