quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Aquecimento ou resfriamento? Afinal o que está ocorrendo com a nossa Terra?  

Aquecimento ou resfriamento? Afinal o que está ocorrendo com a nossa Terra?


As histórias que invadiram a mídia mundial sobre o aquecimento global se tornaram dogmas de fé e são repetidas incontáveis vezes por pessoas que pouco ou nenhum conhecimento tem sobre o assunto.
O aquecimento global virou fashion e um assunto discutido em bares e salas de aula. Muito dinheiro foi gerado e distribuído, um prêmio Oscar foi dado para um desconhecido vice-presidente, que alavancou o assunto ao máximo.
Foi semeado o ódio às indústrias e ao desenvolvimento. Hollywood lucrou como nunca.
Falar que o Homem não é o principal agente ou que a sua contribuição para o aquecimento global é pequena é considerado um pecado mortal.
Poucos têm coragem para expor as suas idéias com medo do patrulhamento e das perseguições.

Aqui no Portal do Geólogo, quase 6 anos atrás, já havíamos publicado matéria em 28/04/2007, que discutia sobre a pequena influência que o Homem tem no processo de aquecimento global.

Somente em 2010 um grupo de 18 cientistas brasileiros encabeçados pelo Geólogo Kenitiro Suguiu enviou uma carta aberta à Presidenta Dilma onde explicam que a influência do Homem no processo de aquecimento global é, na realidade" um desserviço à ciência". Na carta é focada, com propriedade, a evolução do clima nas últimas dezenas de milhares de anos.
Como geólogos sabemos o clima vem mudando, ciclicamente, alternando períodos de aquecimento global com períodos de resfriamento global.
Em todos esses ciclos não houve nenhuma influência humana.
Afinal, a 100.000 anos atrás estávamos longe da revolução industrial que causa as emissões de gases. No gráfico abaixo fica evidente que a Terra vem passando por ciclos de aquecimento e resfriamento por pelo menos, 500.000 anos, conforme estudos feitos por cientistas em amostras de gelo da Antártida.

Esses ciclos são causados por macro variações na órbita terrestre e chamados de Ciclos de Milankovitch, o cientista Yugoslavo que os definiu.

aquecimento e resfriamento
Ciclos de aquecimento e resfriamento se repetem por, pelo menos, há 500.000 anos
O clima e a Geologia

Os estudos geológicos mostra que essas variações de temperatura em grande escala são inegáveis e continuam existindo ainda hoje, independente da influência do ser humano.
Estudos mais recentes sobre as mudanças de temperatura mostram que a Terra está esfriando desde 1997. Alguns cientistas acreditam que podemos estar entrando em um período de resfriamento global e que talvez estejamos no início de mais uma era do gelo.
Observa-se que entre 1940 e 1977 houve um decréscimo na temperatura que voltou a subir até 1996.
Até as medidas recentes feitas pela NASA mostram que a estratosfera já começou a esfriar desde 1985, o que bate com a hipótese de estarmos em um período de resfriamento ou de arrefecimento.
T estratosfera
O gráfico acima mostra que desde 1984 a temperatura da estratosfera caiu 0,6 graus C abaixo da média histórica
Recentemente o Meteorological Office Inglês lançou um documento dizendo, em todas as letras, que o aquecimento global havia parado em 1997.
O que os Inglêses afirmam é, hoje, seguido por um grande número de cientistas. Muitos já haviam observado que o aquecimento havia parado nos últimos 30 anos o que bate de frente com aqueles que querem culpar o Homem e suas emissões de gases como o grande culpado, afinal, queimamos muito mais combustíveis fósseis exatamente nestas décadas que o aquecimento parou.
No gráfico abaixo, feito pelo Meteorological Office e compilado por mais de 3.000 estações, observa-se que desde 1997 a temperatura da Terra não está aumentando.
T
Gráfico mostrando as variações de temperatura coletadas por mais de 3000 sensores expalhados no globo por 15 anos. A temperatura global está estável.

Como explicar esse decréscimo na temperatura se esses últimos anos foi o período que a humanidade lançou mais gases e CO2 na atmosfera?

Afinal somos, mesmo, os responsáveis pelo Aquecimento Global?


Como explicar esse fenômeno se nesses anos foi o período que a humanidade lançou mais gases e CO2 na atmosfera?
Tudo leva a crer que os arautos do fim do mundo estão supervalorizando a influência do homem no clima.
Por mais antagônicos que possamos ser e por mais que condenemos a poluição indubitavel causada pelo Homem temos que estudar o assunto com isenção.
A explicação mais provável é a que relaciona um período de baixa atividade solar com o nosso clima. Existe uma excelente correlação entre os eventos solares e o clima e isso não pode ser desconsiderado.
Em maio de 2012 houve a International Climate Change Conference onde foi tratado o assunto do "aquecimento global. Lá foi feita a conferência Are Forecasts of a 20-Year Cooling Trend Credible? .
O autor, Don Easterbrook, mostra que as previsões feitas em 2000 sobre o clima de 2010 estavam erradas por mais de 1 grau e que o erro estava aumentando. Ou seja Easterbrook provou que as previsãoe para 100 anos ou mais feitas em 2000 estavam absolutamente erradas e que, ao contrário do que se espera, vai haver um período de resfriamento global que pode se extender por mais de 30 anos.
Os seus estudos, dos últimos 500 anos, mostram que existem ciclos menores onde se alternam períodos de aquecimento, e de resfriamento. Tudo sem relação nenhuma com as atividades do Homem é óbvio.
Um destes períodos ocorreu recentemente na Idade Média e foi chamado de "pequena idade do gelo"  que ocorreu na idade média e muito pouco se sabe sobre as suas causas...(veja abaixo).
pequena idade do gelo

Os trabalhos e pesquisas recentes mudaram o campo de batalha onde se digladiam os que acreditam que o Homem tem grande responsabilidade no aquecimento global e o grupo, que não para de crescer, que acredita que o resfriamento global pode estar acabando e que a influência humana não é determinante nem para aumentar ou reduzir a temperatura global.
E você? No que acredita?
Estamos realmente aquecendo o planeta de forma irremediável com as nossas emissões de gases de efeito estufa?
Planeta Terra


Acredito que o foco esteja um pouco errado. Não adianta bater no aquecimento global pois esse vai ocorrer com ou sem a nossa presença.
No entanto temos que culpar e punir as empresas, as pessoas, entidades, países e principalmente os políticos que permitem que o ser humano polua o planeta, aos poucos transformando a Terra em uma lixeira.
A poluição do ar, das águas e da terra é um crime contra a humanidade e como tal deve ser tratado.




Ouro e Cobiça

Foi divulgado essa semana o trailer internacional de “Ouro e Cobiça”, novo filme de Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”), dirigido por Stephen Gaghan (“Syriana – A Indústria do Petróleo”), com roteiro de Patrick Massett e John Zinman (“Lara Croft: Tomb Raider”).
Confira o trailer abaixo:

A trama conta a história de Kenny Wells (McConaughey), um homem que decide mudar de vida e acaba sendo convencido pelo geólogo Michael Acosta (Ramirez) a viajar até a Indonésia, na busca de uma grande reserva de ouro, mas eles vão descobrir que manter o ouro com eles e fugir de ferozes inimigos que querem barrar seus negócios em Wall Street vai ser uma tarefa muito mais complicada do que eles previram.
O elenco ainda conta com Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), Edgar Ramirez (“Joy: O Nome do Sucesso”), Timothy Simons (“A Entrevista”), Toby Kebbell (“Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos”) e Rachael Taylor (“Jessica Jones”).
O filme estreia dia 9 de março de 2017 no Brasil.

Italiano descobre 'presépio' mais antigo do mundo no Egito Comente

Italiano descobre 'presépio' mais antigo do mundo no Egito
Comente


      
ROMA, 22 DEZ (ANSA) - Uma criança pequena perto dos pais, uma estrela no horizonte e dois animais: o geólogo italiano Marco Morelli, diretor do Museu de Ciências Planetárias do Prato, na região da Toscana, pode ter descoberto o primeiro presépio da história, feito há cerca de 5 mil anos. O presépio em realidade trata-se de uma pintura rupestre que se encontra em uma pequena gruta na parte egípcia do deserto do Saara rebatizada de "Grotta dei Genitori" ("Gruta dos Pais", em português). A curiosa pintura foi encontrada pelo geólogo italiano durante uma expedição que fazia com o objetivo de explorar alguns locais entre o Vale do Rio Nilo e Gilf el-Kebir, no sudoeste do Egito e no sudeste da Líbia. 


O desenho foi realizado há cerca de 5 mil anos no teto da gruta com uma coloração ocre vermelho-acastanhada provavelmente por tribos nômades de caçadores e "recolhedores" de frutas e plantas do período Neolítico. "Fiquei surpreso com a incrível semelhança com o presépio cristão. É provável que [a pintura] represente uma figura 'clássica' para aquele período, o nascimento de uma criança ou a formação de um núcleo familiar, ou até rituais de presságio para o nascimento de um filho", disse Morelli à ANSA. No desenho rupestre, encontram-se três figuras humanas: um homem à direita, uma mulher à esquerda (que pode ser identificada pelos seios realizados nas partes laterais do corpo e pelas suas formas mais sinuosas) e um bebê no centro, posicionado um pouco acima dos pais talvez para representar o presságio de um nascimento ou de uma gravidez. Um pouco mais distante na imagem são visíveis dois animais de difícil interpretação: um deles um pouco mais acima das outras figuras e o outro à direita do desenho. Além disso, também à direita, pode-se ver uma forma circular que poderia representar um astro no horizonte. A descoberta da pintura foi feita em 2005, mas não foi divulgada por muitos anos já que os pesquisadores queriam estudá-la melhor em seus detalhes. "Nas nossas pesquisas não encontramos vestígios de 'presépios' tão antigos assim", afirmou Morelli. "Há muitas cenas familiares, mas em contextos e posições muito distintas. Elas representam cenas de caça, danças, pessoas caminhando. Aqui, ao contrário, encontramos uma família isolada, próxima a dois animais que parecem participar do evento do nascimento, sob aquele que parece ser um astro. Não encontramos uma cena deste tipo até o final do período Paleolítico Cristão", explicou o geólogo italiano. (ANSA)

Exploração ilegal de diamante se expande em Rondônia

Exploração ilegal de diamante se expande em Rondônia
O garimpo do diamante começou no início dos anos 2000 nas terras dos cinta-larga, onde continua até hoje, também com aliciamento de indígenas
Responsável por mortes e destruição ambiental em território dos índios cinta-larga, o garimpo de diamantes ganhou uma nova frente na vizinha Terra Indígena Sete de Setembro, dos paiter-suruís. A invasão coloca em risco uma das principais referências de gestão territorial da Amazônia.

Nesta quarta-feira (16), agentes do GEF (Grupo Especializado de Fiscalização) do Ibama tentaram desmontar um dos principais focos de garimpo da Sete de Setembro, situada entre os Estados de Rondônia e Mato Grosso, mas foram impedidos por paiter-suruís aliciados por garimpeiros.



Imagens da operação mostram que os indígenas ameaçaram entrar em confronto com os agentes, que só conseguiram queimar uma das pelo menos cinco escavadeiras no local. A um custo de R$ 500 mil por unidade, é o equipamento mais caro do garimpo.

O garimpo do diamante começou no início dos anos 2000 nas terras dos cinta-larga, onde continua até hoje, também com aliciamento de indígenas. A região é considerada uma das maiores jazidas do mundo.

O auge da exploração ocorreu em 2004, quando havia cerca de 5.000 não-índios no local. Naquele ano, os cinta-larga mataram 29 deles, provocando uma interrupção temporária.

Contrário à atividade, o cacique Almir Suruí diz que os primeiros diamantes foram encontrados neste ano, aumentando a invasão na 7 de Setembro –desde 2014, havia começado o garimpo ilegal de ouro dentro da terra indígena.

"Isso traz impactos ambientais e sociais e também cria uma briga interna muito grande. Explorar ilegalmente só traz prejuízo", afirma Almir, 42, uma das lideranças indígenas mais reconhecidas no Brasil.

Sob o comando de Almir, os paiter-suruís, contactados pelo branco em 1969, se tornaram o primeiro povo indígena do mundo a vender créditos de carbono, cujo dinheiro financia projetos como plantações de banana e extração do babaçu.

Almir também negociou um acordo com o Google para monitorar a terra indígena por meio de georreferenciamento –ferramenta usada pelo Ibama no planejamento da operação.

Para ele, a atividade ilegal dentro da terra indígena "tira autonomia e deixa os indígenas reféns dos madeireiros e dos garimpeiros".

Na sexta-feira (18), a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Funai fizeram uma reunião em Cacoal (RO) com lideranças indígenas envolvidas com garimpo para tentar convencê-las a abandonar a atividade.

"Queremos atuar de forma pacífica e coibir o garimpo ilegal sem o risco elevado de confronto dos indígenas", disse o superintendente da PF em Rondônia, Araquém Alencar.

Trump pode ajudar a recuperar venda de diamantes, diz produtora

Trump pode ajudar a recuperar venda de diamantes, diz produtora

Susanne Barton e Danielle Bochove
(Bloomberg) -- Mais uma commodity deverá se beneficiar com as políticas de Donald Trump: os diamantes.
"É provável que sejam positivas, certamente a curto prazo -- impostos menores e mais empregos se traduzem em mais renda disponível e em mais compras de diamantes", disse Bruce Cleaver, CEO da maior produtora do mundo, a De Beers, em entrevista concedida na terça-feira, no escritório da Bloomberg em Nova York.
Se realmente gerarem uma demanda maior por itens de luxo nos EUA, as políticas do presidente eleito dariam novo impulso a uma projeção de recuperação modesta para os diamantes, segundo Cleaver. A De Beers, uma unidade da Anglo American, estima que as vendas permanecerão estáveis ou serão ligeiramente menores neste ano, em parte devido à força do dólar americano, antes de crescerem "um pouco" no ano que vem.
A De Beers reportou um declínio nos preços de cerca de 7 por cento no primeiro semestre e Cleaver afirmou que os preços dos diamantes polidos estão "razoavelmente estáveis" no segundo semestre. A perspectiva de preço para o ano que vem provavelmente não ficará "descontroladamente fora de sintonia" com a projeção de vendas, disse Cleaver.
A longo prazo, o mercado será respaldado pela perspectiva de que o crescimento da demanda superará a expansão da oferta em 2018 ou 2019, disse ele. A exploração é difícil e a De Beers desconhece qualquer descoberta que possa mudar a curva da oferta, hoje plana.
As commodities industriais, como o cobre e o minério de ferro, ampliaram o rali após a eleição dos EUA porque os investidores se concentraram na demanda adicional de até US$ 1 trilhão em investimentos em infraestrutura.
Embora a desregulação geralmente seja boa para os negócios, não está claro quais efeitos as políticas de Trump provocarão no restante do mundo, disse Cleaver, considerando também que o dólar americano mais forte tornará as commodities mais caras em outras moedas.
Ele espera alguma consolidação nos segmentos de corte, polimento e varejo do negócio de diamantes, embora as fusões e aquisições entre produtoras de diamante sejam improváveis.

'Grandes oportunidades'

A China e a Índia oferecem "grandes oportunidades" de aumento da demanda, disse ele. "Com cada vez mais famílias passando à classe média em países em crescimento, há cada vez mais consumidores potenciais de diamantes."
No início do mês, a De Beers anunciou que inundaria sua mina de diamantes deficitária de Snap Lake, nos Territórios do Noroeste, no Canadá, um método mais barato de manter o local em termos de cuidado e manutenção. A companhia acredita que a mina poderá ser reativada no futuro, dependendo das condições de mercado, mas quanto