segunda-feira, 10 de abril de 2017

JDL e Luna Gold ofertarão C$ 15 milhões em títulos

JDL e Luna Gold ofertarão C$ 15 milhões em títulos


A JDL Gold e a Luna Gold anunciaram que, em conexão com a combinação de negócios e o financiamento de investimento privado anunciado em 1 de Fevereiro de 2017, a JDL firmaram um contrato com a Haywood Securities Inc. e a National Bank Financial Inc. (em conjunto, os “Co-Lead Underwriters”), em nome de um consórcio de subscritores (coletivamente  com os Co-Lead Underwriters, ), para um acordo de compra e colocação privada de recibos de subscrição no valor de 15 milhões de dólares canadenses.
A Companhia também concedeu aos subscritores uma opção, exercível total ou parcialmente até 48 horas antes do fechamento da oferta, para a compra de até 2,5 milhões de recibos de subscrição adicionais, no valor de 5 milhões de dólares canadenses. Além disso, devido à demanda substancial, a colocação privada de recibos de subscrição anteriormente anunciada anteriormente foi aumentada para 50 milhões de dólares canadenses.
 A JDL emitirá recibos de subscrição a um preço de C$ 2,00 por unidade e cada Recibo dará direito ao titular de receber automaticamente, no momento do fechamento da Operação, sem qualquer ação adicional por parte do detentor e sem pagamento de contraprestação adicional, uma Unidade, compreendendo uma ação ordinária da JDL e uma garantia de compra de ações ordinárias cotada pela JDL.
Cada Bônus dará direito ao titular de adquirir uma Ação Ordinária a um preço de exercício de C$ 3.00 com data de vencimento de 6 de outubro de 2021. As Ações Ordinárias e Bônus emitidos na conversão dos Recibos de Subscrição podem ser negociados pelos detentores através da TSX Venture Exchange (“TSX-V”) e não estarão sujeitas a um período de retenção legal. Uma comissão de 5% será paga aos subscritores em conexão com o negócio de compra da colocação privada.
O fechamento do financiamento está sujeito a condições usuais, incluindo a aprovação pela TSX-V. Após a conclusão da combinação de negócios e do financiamento, os recursos serão usados ​​para pagamento de dívida e para a exploração e desenvolvimento do projeto de ouro Aurizona, bem como para fins gerais de capital corporativo e de capital de giro.
A JDL e a Luna Gold firmaram um contrato de acordo para combinar seus negócios, criando uma empresa de mineração de ativos múltiplos. Nos termos do Acordo, a JDL adquirirá todas as ações em circulação da Luna Gold em troca de 1.105 ações ordinárias da JDL.
A empresa combinada pretende mudar seu nome para Trek Mining Inc. e espera ser negociada na TSX-V sob o símbolo “TREK”. A Trek terá boa posição financeira, sem débito em dinheiro, e estará fortemente posicionada para avançar para a produção em seu projeto de ouro Aurizona. O aumento do financiamento também permitirá que a Trek planeje um programa de exploração mais amplo em Aurizona, com foco em alvos prontos para a perfuração.
Fonte: Brasil Mineral

Setor de mineração se entusiasma com promessas de Trump

Setor de mineração se entusiasma com promessas de Trump


Quando Donald Trump venceu a eleição para presidente dos Estados Unidos, em novembro, foi um momento animador para Ivan Glasenberg. O diretor-presidente da Glencore PLC, uma das maiores mineradoras e trading de commodities do mundo, acredita que o programa de US$ 1 trilhão em investimentos em infraestrutura proposto por Trump poderia impulsionar os preços dos minerais que a empresa suíça extrai e negocia, de acordo com pessoas a par do assunto.
O entusiasmo com a proposta de Trump é amplamente compartilhado no setor mundial de mineração, segundo entrevistas feitas esta semana pelo The Wall Street Journal com mais de uma dezena de executivos e especialistas durante o evento Investindo nas Minas Africanas Indaba, o principal do setor no mundo. O governo Trump foi um tema constante no evento, alimentando discussões políticas em painéis e conversas em geral.
As ações das empresas de mineração subiram bastante desde a eleição de Trump. Tanto o portfólio do BlackRock World Mining Trust, da gestora de fundos BlackRock Inc., um dos maiores detentores de ações do setor, quanto o Índice S&P de Metais e Mineração, acumulam alta superior a 20% desde a eleição. Isso comparado com o ganho de 9,4% da Média Industrial Dow Jones.
As metas de gastos de Trump, assim como seus planos de reduzir as regulações impostas sobre recursos emissores de carbono, como o carvão, podem beneficiar a indústria global, dizem executivos de mineradoras. “Para mim, as políticas [de Trump] soam amigáveis para a mineração”, diz Neal Froneman, diretor-presidente da Sibanye Gold Ltd., mineradora sul-africana. Sibanye fez a sua primeira incursão nos EUA depois da eleição de Trump, anunciando planos para comprar a mineradora americana de platina e paládio Stillwater Mining Co. por US$ 2,2 bilhões. O negócio começou a andar após a eleição de Trump, segundo Froneman.
Os planos de Trump de gastar US$ 1 trilhão em estradas, pontes, aeroportos e outras obras de infraestrutura ainda não se materializaram em uma legislação. Os gastos em infraestrutura têm sido mais apoiados pelos Democratas do que pelos Republicanos no poder e é parte de uma vasta e complicada agenda que inclui uma reforma fiscal e uma possível revogação do “Affordable Care Act”, a lei de saúde criada por Barack Obama que ficou conhecida como “Obamacare”.
“À media que o presidente continua avançando sua agenda de “Comprar nos EUA, contratar nos EUA”, que inclui investimentos significativos em infraestrutura, vamos continuar a ver resultados”, disse a vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Lindsay Walters.
Durante a campanha, Trump disse ser é “a última aposta dos mineradores”. O plano de Trump para o setor define que sua meta é “maximizar o uso dos recursos americanos” e ressuscitar “a indústria de carvão americana, que vem sendo prejudica há muito tempo”.
As perspectivas para os mineradores de carvão dos EUA foram reduzidas drasticamente ao longo dos últimos anos, à medida que o gás natural, abundante e barato, foi substituindo o carvão como principal opção energética no país.
De forma mas ampla, as mineradoras também foram afetadas pela queda nos preços das commodities em 2015, com a desaceleração da China. Os preços subiram no ano passado e executivos presentes no evento na África do Sul disseram esperar que os preços permaneçam estáveis no curto prazo.
Há razões que vão além da vitória de Trump para o atual otimismo no setor de mineração, assim como para a alta das ações dessas empresas. O mais importante é o estímulo do governo chinês, que tem ampliado a demanda no maior mercado consumidor de commodities. Somente o apoio de Trump não basta para colocar a indústria mineradora de volta nos trilhos. Nos EUA, a dificuldade que o setor de carvão tem enfrentado para se manter competitivo vai além das regulações ambientais que o novo governo pretende amenizar.
Mas alguns executivos dizem que Trump pode acabar prejudicando, não ajudando o setor. Eles temem o impulso protecionista de Trump, incluindo as ameaças de elevar os impostos de produtos importados da China e outros lugares. Tais medidas podem desencadear guerras comerciais, reduzindo o crescimento e a demanda por recursos naturais, de acordo com os executivos.
Mark Cutifani, diretor-presidente da mineradora britânica Anglo American PLC, diz que o governo Trump precisa ser mais claro sobre suas políticas e metas comerciais. “Até o momento, a mensagem está confusa”, diz ele. Seu conselho para Trump: “Não pressione o mundo em direção ao protecionismo.” Outra preocupação é com relação ao dólar. Um aumento no crescimento da economia dos EUA poderia valorizar a moeda americana, que é usada para definir o preço da maioria das commodities mundo afora. Um dólar forte geralmente pressiona a demanda dessas commodities para baixo e prejudica as mineradoras.
Um aumento nos impostos de importação nos EUA provavelmente teria implicações fortes nos preços das commodities no mundo todo e poderia fazer que o dólar disparasse mais de 10% em relação a outras moedas, segundo Robert Ryan, vice-presidente da firma canadense de dados financeiros BCA Research.
Algumas mineradoras de ouro, especialmente, estão preocupadas. Quando o dólar sobe, a cotação do ouro geralmente cai. “Toda a sua política parece ser voltada para dentro, direcionada para fortalecer os EUA”, o que poderia pressionar a valorização do dólar, diz Mark Bristow, diretor-presidente da Randgold Resources, mineradora de ouro africana.
Outros dizem que as incertezas com relação às políticas de Trump poderiam ser benéficas para o ouro. “Tudo o que precisamos é um bom tweet todo fim de semana” para manter os preços do ouro em alta, diz Srinivasan Venkatakrishnan, diretor-presidente da AngloGold Ashanti Ltd., da África do Sul, referindo-se ao prolífico uso do Twitter pelo presidente americano para abordar uma ampla gama de tópicos — geralmente adotando uma linguagem contundente.
“A incerteza geralmente ajuda a alimentar o preço do ouro”, acrescenta Venkatakrishnan.
Fonte: WSJ

EUA diz que ataque contra Síria é alerta para outros países, incluindo a Coreia do Norte

EUA diz que ataque contra Síria é alerta para outros países, incluindo a Coreia do Norte

domingo, 9 de abril de 2017 17:17
 


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WASHINGTON (Reuters) - Os ataques militares dos Estados Unidos contra a Síria causados pela alegação de uso de armas químicas são um alerta para outros países, incluindo a Coreia do Norte, de que "uma resposta é provável" se eles representarem um perigo, disse o Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, neste domingo. Com um navio de ataque da marinha dos EUA indo em direção à península da Coreia, Tillerson disse que a China concorda que é necessário agir para acabar com o arsenal nuclear da Coreia do Norte, após a reunião da semana passada entre o presidente dos Estados Unidos e o presidente da China, Xi Jinping. Questionado se os ataques contra a Síria na sexta-feira eram uma mensagem para a Coreia do Norte, Tillerson disse ao programa "This Week", da ABC: "a mensagem que qualquer outro país pode entender é 'se você violar normas internacionais, se você violar acordos internacionais, se você falhar em cumprir compromissos, se você se tornar uma ameaça aos outros, em algum momento é provável que haja uma resposta'". "Em relação à Coreia do Norte", ele acrescentou, "nós fomos muito claros que nosso objetivo é a desnuclearização da península da Coreia". Em outra entrevista, Tillerson disse ao "Face the Nation", da CBS: "o presidente Xi claramente entende e eu acho que concorda que a situação se intensificou e atingiu certo nível de ameaça em que uma ação tem que ser tomada". Trump revisará em breve as opções para remover a ameaça representada por mísseis da Coreia do Norte, disse o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, H.R. McMaster, neste domingo. Autoridades norte-coreanas, incluindo o líder Kim Jong Un, têm indicado repetidamente que testes com mísseis balísticos intercontinentais ou algo similar pode estar a caminho, possivelmente já em 15 de abril, o 105º aniversário do presidente fundador da Coreia do Norte, celebrado anualmente como o "dia do Sol". (Por David Morgan; reportagem adicional de Sarah N. Lynch)

Aliados sírios dizem que ataque dos EUA ultrapassou limites

Aliados sírios dizem que ataque dos EUA ultrapassou limites

domingo, 9 de abril de 2017
 


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AMÃ (Reuters) - Um centro de comando conjunto composto pelas forças da Rússia, Irã e milícias apoiando o presidente da Síria, Bashar al-Assad, disse que o ataque norte-americano numa base aérea síria na sexta-feira ultrapassou limites e que responderia a qualquer nova agressão e aumentaria o seu apoio ao aliado. Os Estados Unidos dispararam dezenas de mísseis contra a base área síria na sexta-feira, local do qual teria partido, segundo os norte-americanos, um ataque com armas químicas no início da semana, intensificando assim o seu papel na Síria e atraindo críticas dos aliados de Assad, incluindo Rússia e Irã. "O que a América fez numa agressão à Síria foi ultrapassar limites. De agora em diante vamos responder com força a qualquer agressor e a qualquer violação dos limites vinda de quem for, e a América sabe da nossa habilidade para responder bem", disse o comunicado publicado pelo grupo no meio de comunicação Ilam al Harbi. Enquanto isso, o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse que a passividade russa contribuiu com o ataque químico, dizendo que Moscou fracassou em relação ao acordo de 2013 para a destruição de armas químicas sírias. Ele disse que os EUA esperavam que a Rússia assumisse uma posição mais dura em relação à Síria e repensasse a sua aliança com Assad, pois "cada vez que um desses ataques horríveis ocorrem, ele traz a Rússia para mais perto de um nível de responsabilidade". O presidente russo, Vladimir Putin, e o do Irã, Hassan Rouhani, disseram durante telefonema que as ações agressivas dos EUA contra a Síria não eram admissíveis e violavam as leis internacionais, disse o Kremlin neste domingo. Os dois líderes também fizeram um chamado por uma investigação objetiva sobre os incidentes envolvendo armas químicas e se disseram prontos para aprofundar a cooperação para combater o terrorismo. (Por Suleiman Al-Khalidi)

domingo, 9 de abril de 2017

Conselhos ao geólogo recém-formado

Conselhos ao geólogo recém-formado



  


Meus caros geólogos recém-formados. Sei que muitos estão assustados e desanimados com o cenário difícil que estamos atravessando no nosso país. Talvez alguns já começam a procurar novos nichos em outras áreas.

Se este é o seu caso leia esta matéria até o fim, pois nem tudo está perdido.

Acredite: existe um futuro promissor a tua espera.

O início da vida profissional é, para todos, um período cheio de incertezas. As perguntas que povoam a cabeça do recém-formado são muitas e incrivelmente importantes, pois quase todas se aplicam a sua vida profissional futura.

As incertezas aumentam exponencialmente agora, quando o nosso país enfrenta uma crise político/financeira sem precedentes.

Por anos a mineração e a geologia foram abandonadas por um governo inepto e cleptocrata.

Neste período de trevas até o Ministro de Minas e Energia, o famigerado Edison Lobão, veio a público ofender e condenar os pequenos e médios mineradores a quem acusou de “aventureiros e especuladores”. Lobão, que na época já tinha o seu nome envolvido em casos de corrupção, não podia estar mais errado: as junior companies, que ele irresponsavelmente denegria, estavam investindo, por ano, quase 1 bilhão de dólares em pesquisa e prospecção no território brasileiro.

Um trabalho que empregava milhares e que descobria dezenas de novas jazidas e riquezas minerais adicionando bilhões de dólares à economia nacional.

Infelizmente as ações deste governo xenófobo e incompetente terminaram por afastar os investidores e a pesquisa mineral brasileira foi reduzida a quase nada. Desde então atravessamos o pior período de toda a história da mineração e prospecção mineral que se tem notícia.

Para piorar, o mesmo governo que pouco tempo atrás, nos chamava de picaretas implodiu afogado em sua própria corrupção.

Quem eram, então, os picaretas?

Dilma quebrou a economia do Brasil e colocou na rua quase doze milhões de desempregados sepultando, por décadas, o sonho da maioria.

É neste cenário de terra arrasada que você geólogo(a) recém-formado(a) vai buscar o seu primeiro emprego.

Será que existem ou existirão oportunidades no curto médio prazo?

A resposta é sim!

Veja o que fazer abaixo:

1. Nunca esmoreça: acredite! Toda a crise tem um fim e a nossa já tem até data marcada para acabar. À medida que o Brasil seja reinserido na economia mundial os investimentos voltarão a fluir. As majors e juniors voltarão com todo o ímpeto, pode apostar. Afinal, não existe por aí terrenos geológicos tão férteis e virtualmente inexplorados, em um país estável com boa infraestrutura como o Brasil. Enquanto a economia mundial crescer, crescerá, também, a busca por matérias primas. A pesquisa mineral é a primeira a sofrer nas crises, mas é, também, a primeira a recuperar.

2. Incremente o seu currículo: aposente aquele CV estático, morno, tradicional. Durante a minha vida profissional avaliei milhares de currículos. Aqueles que mais me atraíram eram CVs objetivos, proativos onde o pretendente, em uma linguagem leve e objetiva dizia como ele poderia contribuir para o crescimento da empresa. Esse tipo de estratégia mostra profissionais objetivos, destemidos que sabem o seu lugar no mundo corporativo. Não caia na mesmice. Envie muitos currículos, mas sempre direcionados à empresa-alvo.

3. O seu status mudou: abandone aquele endereço infantil(LongJohn_25@) por um mais profissional.

4. Antes de enviar o CV estude a empresa, o mercado onde ela opera e seus executivos: conhecer o “inimigo”, o campo de batalha e conhecer a si mesmo é uma fórmula de sucesso já escrita há milhares de anos por Sun Tsu. Deixe este conhecimento transparecer (sem excessos) no seu CV. Se você utilizar essa estratégia o seu CV será visto e lembrado por aqueles que importam. Lembre que esse é o primeiro passo, um passo importante. A mesma estratégia irá lhe servir na entrevista que virá.

5. Practice makes perfect, ou estude sempre: a prática da geologia é como a de um esporte: precisa treinar, treinar e treinar para atingir o topo. Mesmo sem emprego o geólogo deve continuar estudando, se aprimorando sempre, através de cursos complementares e atividades paralelas. Em momentos de crise talvez valha a pena considerar um mestrado ou doutorado que além de adicionar valor ao seu histórico irão lhe proporcionar tempo, conhecimento, networking e algum dinheiro.

6. Networking: é fundamental que amplie os seus contatos, participando de palestras, workshops e mídias sociais criando, desta forma, uma vasta rede de contatos...

7. Você tem que ser conhecido para ser lembrado.

8. Considere um estágio: às vezes é preciso começar por baixo e um estágio é a melhor forma de mostrar as suas qualidades para a empresa e para o mercado, ao mesmo tempo que amplia a sua experiência.

9. Considere um trabalho no exterior: Felizmente a geologia é universal. Se você é fluente em inglês ou outra língua já tem um bom motivo para pesquisar, em outros países, novas oportunidades de trabalho. Existem inúmeras oportunidades no exterior. Pesquise, fale com as empresas, com os consulados e com outros geólogos que possam ajudar e orientar. Vá aos congressos e fale com os representantes das empresas. A cada dia que passa aumenta o número de geólogos brasileiros atuando fora do Brasil, quem sabe não existe uma vaga para você lá fora?

10. Considere uma consultoria : existem milhares de opções para ganhar dinheiro com a geologia, mesmo para recém-formados. Consultorias para garimpeiros e mineradores de minerais industriais nas áreas de processamento, pesquisa mineral e situação legal podem ser muito rentáveis.

11. Já pensou em abrir a sua própria empresa de mineração? a maioria acredita que a abertura de uma empresa de geologia e mineração é um passo ousado demais para geólogos com pouca experiência. Mas o que a maioria esquece é que a empresa vale pela qualidade do seu portfólio e do seu pessoal. Ou seja, se você tem uma boa ideia e requerer aquela jazida de areia especial, próxima de um grande jazimento de gás em folhelhos onde será usado o fracking, é muito provável que você fique milionário antes dos 30. Pense! Existem milhares de oportunidades esperando por você.

Preparado?

Coloque a cabeça a funcionar, arregace as mangas e muito sucesso!!!