quarta-feira, 19 de abril de 2017

Vidro pode brilhar como diamante?

Vidro pode brilhar como diamante?

          
    
Vidro pode brilhar como diamante?
Vidro ou diamante?
Olhando o objeto retratado na imagem acima, como você o classifica? Trata-se de diamante ou vidro? Ambos podem até ser aparentemente parecidos, mas possuem propriedades completamente distintas.

A lapidação do diamante lhe confere brilho característico e, consequentemente, uma valorização no mercado. Ele é empregado na fabricação de joias preciosas e é reconhecido mundialmente por sua rara beleza.


Lapidar uma pedra de diamante é algo minucioso e praticado apenas por especialistas. Consiste em cortá-la em inúmeras facetas e assim limitar a superfície da pedra, dando a forma desejada. Um bom corte é aquele que confere o máximo de cintilação e de dispersão da luz.

Então, surge a pergunta: não é possível fazer o mesmo com o vidro? Após passar pela lapidação, o vidro também adquire brilho característico do diamante? Definitivamente não, uma vez que o vidro é desprovido de índice de refração como o do diamante. Ele poderia até ser cortado em inúmeras facetas, mas não passaria de um vidro com maior brilho que os outros.

Entende-se por índice de refração a capacidade que o objeto possui de dispersar a luz.

A Terra já entrou em uma nova era geológica, dizem os cientistas







A Terra já entrou em uma nova era geológica, dizem os cientistas



Não é nenhum segredo que a nossa espécie tem causado um impacto muito grande no planeta. Mas os pesquisadores agora descobriram evidências definitivas de que os seres humanos trouxeram uma nova época geológica, em que nossas ações são a principal força motriz na Terra. Bem-vindo ao Antropoceno.
Os cientistas estão prevendo que estamos vivendo nesta nova época durante anos, no entanto, era geralmente assumido que o Antropoceno começou como um resultado da revolução industrial no final de 1700. Mas depois de estudar o impacto ambiental dos seres humanos ao longo dos últimos 50 mil anos, pesquisadores da University College of London, no Reino Unido, não só confirmaram que a nova época é definitivamente agora, como também apontaram que tudo começou em 1610 – muito provavelmente como resultado dos europeus colonizando as Américas.
“O Antropoceno provavelmente começou quando os povos trocaram de continentes, começando quando o Velho Mundo conheceu o Novo”, disse Simon Lewis, o principal autor do estudo que foi publicado hoje na revista Nature. “Nós, seres humanos, somos hoje uma potência geológica – como a Terra muda após a queda de um meteorito.”
Enquanto isso não pode ser uma grande coisa para o meio ambiente, não há como negar que é um feito impressionante. Todas as épocas anteriores começaram e terminaram devido às grandes mudanças físicas, tais como quedas de meteoritos, erupções vulcânicas ou o deslocamento dos continentes. Uma única espécie trazendo uma nova época geológica por conta própria? Bem, isso é realmente uma grande coisa.
A fim de definir uma nova era, existem dois critérios principais que precisam ser cumpridos. Primeiro, precisa ser documentado mudanças de longa duração na Terra. Em segundo lugar, os cientistas precisam o que é chamado de “pico de ouro” – uma mudança ambiental global encontrada em materiais naturais, como rochas, gelo ou sedimentos do fundo do oceano, que podem ser datados e identificados a um ano específico.
Depois de vasculhar o registro geológico, a equipe encontrou apenas 2 anos nos últimos 50 mil que se encaixam no segundo critério – 1610 e 1964, quando a precipitação a partir de testes de armas nucleares alteraram drasticamente o planeta. Mas os pesquisadores descartaram 1964 como o início de uma nova época, porque, até agora, as armas nucleares não desencadearam duradouras alterações documentadas para o planeta.
Então o que aconteceu em 1610 que deixou uma marca no planeta que foi mais significativa do que a precipitação nuclear? O ponto de ouro de 1610 veio na forma de uma queda dramática nos níveis de CO2 atmosféricos capturados nos registros de gelo na Antártida. Os pesquisadores acreditam que essa queda foi provocada pela chegada dos europeus nas Américas em 1492 – uma mudança que levou à introdução da varíola e da morte de cerca de 50 milhões de americanos indígenas dentro de poucas décadas. Isso colocou um fim abrupto à agricultura em todo o continente, e também permitiu que as florestas da América Latina regredissem e começassem a sugar o carbono novamente, fazendo com que os níveis de CO2 declinassem entre 7 e 10 partes por milhão.
E, ao contrário dos testes com armas nucleares de 1964, a colonização das Américas também causou mudanças de longo prazo na Terra através do comércio global de produtos como o milho e as viagens inter-continentais.
“Muitos historiadores consideram importações de produtos agrícolas para a Europa a partir das vastas novas terras das Américas como precursor essencial da Revolução Industrial, que por sua vez desencadeou novas ondas de mudanças ambientais globais”, disse Lewis.
Mas, apesar de todas as provas necessárias para anunciar uma nova época estarem aí, a mudança não é oficial, por enquanto. Formalmente, a ratificação de um nova era precisa ser feita pela União Internacional de Ciências Geológicas. Mas eles esperam que esta nova pesquisa irá ajudar a fazerem isso. [SciencAlert]
 

Mineração Taboca, empresa pioneira na mineração e metalurgia do estanho no Brasil

Mineração Taboca, empresa pioneira na mineração e metalurgia do estanho no Brasil


Fundada em 1969, a Mineração Taboca foi pioneira na mineração e metalurgia do estanho no Brasil. Nos anos 80, com a descoberta da mina de Pitinga (AM), localizada há 300 km de Manaus, consolidou-se como uma das mais importantes empresas do país no setor mineral. Em plena Região Amazônica, a empresa implantou um complexo urbano-industrial, de habitação, educação, saúde, energia e telecomunicações, fazendo de Pitinga um dos mais importantes projetos industriais do país.
Em Pitinga, é feita a lavra e o beneficiamento dos minérios de cassiterita e columbita e, após anos de pesquisas e investimentos, em 2006 a empresa iniciou o processo de substituição do aluvião pela extração da rocha primária, projeto denominado Rocha-Sã. A cassiterita e columbita, são concentradas em vários equipamentos principalmente jigues, espirais, mesas, separadores eletrostáticos e magnéticos.
A Mineração Taboca realiza a fundição do concentrado de cassiterita em sua filial, no interior do Estado de São Paulo, para onde é enviada toda a produção de concentrado de cassiterita obtida no Complexo de Pitinga. A retirada do Estanho é feita através de fornos elétricos de redução. O concentrado de columbita é processado em Pitinga (AM) mesmo, aonde é insumo na produção da liga metálica de FeNbTa.
A Mineração Taboca trabalha em sintonia com o Meio Ambiente, cuidando de recuperar as áreas degradadas. Em Pitinga, desde 1998, já foram recuperados 2.900 ha com o plantio de cerca de 740 mil mudas de espécies florestais nativas e plantas ornamentais.

Prefeitura de Mariana anuncia demissão de 200 funcionários

Prefeitura de Mariana anuncia demissão de 200 funcionários


A Prefeitura de Mariana, na região Central, vai demitir 200 funcionários em função da crise de arrecadação que a cidade enfrenta desde a tragédia de Bento Rodrigues, em 2015, que matou 19 pessoas, provocou o maior desastre ambiental do Brasil e interrompeu a operação da Samarco, principal fonte de receitas do município.
Essa é uma das medidas anunciadas nesta terça-feira (18) pelo prefeito Duarte Júnior (PPS). Ele reclamou que a cidade perdeu R$ 34 milhões de seu Orçamento e não tem recebido repasses dos governos estadual e federal, prometidos para enfrentar a perda de receitas.
Segundo balanço da prefeitura, a arrecadação caiu de R$ 278 milhões em 2015, ano do rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, para R$ 244 milhões, que é a previsão deste ano, o que representa uma queda 12%. Com a medida, a prefeitura pretende economizar R$ 3,1 milhões. Outros R$ 1,9 milhão de economia serão com o corte de gratificações e de horas extras. A prefeitura espera chegar a R$ 25 milhões em cortes, com revisão dos contratos de transporte e de aluguéis.
Segundo o prefeito, para compensar a perda de receita, seria necessário demitir 400 funcionários, mas só será possível reduzir 200 postos sem afetar os serviços. Serão dispensados trabalhadores em regime de CLT e que ocupam cargos de confiança e aposentados que continuam na ativa. Mariana tem cerca de 4.000
funcionários, sendo 2.300 efetivos. A redução de investimentos no setor de saúde será de R$ 350 mil por mês. O prefeito afirmou que não haverá prejuízos no atendimento à população.
“Estamos cortando em horas extras e em remuneração extra que os médicos ganhavam por especialidade e revertendo os investimentos para a atenção básica de saúde. Fizemos estudos para que isso não afete a prestação dos serviços. A folha salarial é o nosso maior problema. Gastamos R$ 11 milhões por ano e, analisando os recursos que tínhamos antes e a qualidade dos serviços que ofertamos hoje, o nosso gasto não estava adequado com a realidade”, afirmou.

Prefeito quer liberar R$ 30 mi

O prefeito Duarte Júnior afirmou que o corte poderia ter sido evitado se o governo federal já tivesse repassado R$ 30 milhões de dívidas da Samarco que estão travados no Departamento Nacional de Proteção Mineral (DNPM).
A mineradora questiona uma dívida de R$ 400 milhões com a Prefeitura de Mariana. Desse total, a empresa já admitiu que deve R$ 30 milhões e depositou em juízo, mas o DNPM bloqueou esses recursos.
Na época do acidente, tivemos o compromisso do governo federal de que esses recursos seriam liberados, mas até agora o dinheiro não chegou. Com esse recurso, manteríamos os funcionários, o que é importante, porque um número maior de desempregados afeta ainda mais negativamente a economia de nossa cidade”, destacou o prefeito.
Outra reclamação é com relação à multa aplicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente à Samarco, que já estaria sendo paga, mas o valor estaria sendo destinado aos cofres estaduais. A Samarco tem o poder de escolha de destinar 50% do valor da multa, de R$ 130 milhões, ao município afetado.
O prefeito queixa-se também da falta de um repasse do Estado de R$ 3 milhões para a compra de medicamentos. Segundo ele, só chegaram R$ 50 mil. Já as obras de uma Unidade Básica de Saúde foram paralisadas. O Estado só repassou R$ 197 mil de um total de R$ 887 mil.
Projeto. O prefeito defendeu a aprovação de um projeto de lei na Câmara local que autoriza a prefeitura a fazer empréstimo de R$ 15 milhões no BDMG, com carência de um ano e 60 meses para pagar.

Respostas

Semad. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) informou que a Samarco optou por pagar 100% da multa para o Estado. A dívida foi parcelada em 60 meses, e a mineradora já pagou R$ 6 milhões do total de R$ 127 milhões.
Samarco. A Samarco informou que a paralisação das atividades deixará de gerar aproximadamente R$ 138 milhões em tributos ao Estado e R$ 9,5 milhões para Mariana em 2017.
Sem resposta. Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Estado de Saúde, o DNPM e a Fundação Renova não haviam se manifestado sobre o assunto.
Fonte: O TEMPO

Murilo Ferreira e a sua saída da Vale – 60 milhões

Murilo Ferreira e a sua saída da Vale – 60 milhões


O atual presidente da Vale, Murilo Ferreira, esta próxima de deixar a Vale, aproximadamente 30 dias. A sua indenização de saída esta sendo conversada e tem um valor de R$ 60 milhões de acordo.