sábado, 22 de abril de 2017

Vale’s iron ore output just hit another record

Vale’s iron ore output just hit another record

Brazil’s Vale (NYSE:VALE), the world’s No.1 iron ore miner, said output of the steelmaking material hit a fresh record high in the first quarter as its massive S11D mine in the Amazon continued to ramp up.
Vale's iron ore output hit a fresh record high in Q1 as its massive S11D mine in the Amazon continued to ramp up.The Rio de Janeiro-based company said iron ore production jumped 11% to 86.2 million tonnes in the January-March period, compared to the same quarter a year earlier.
The figure however, was 6.7% lower than total iron ore output of 92.386 million tonnes in the prior three months, and the company said it might restrain supply even further in coming months to support prices if necessary.
For now, however, the mining giant reiterated its output guidance for the year of between 360 million and 380 million tonnes of seaborne.
The commodity has been steadily falling in the last few days, to a near six-month low this week, on the back of fresh signs of a supply glut and ramped-up production in China.
While prices have recovered slightly in the past two days — ore with 62% content in Qingdao added 76 cents overnight to $65.36 a tonne on Thursday according to the Metal Bulletin — analysts expect supply to surpass demand for the foreseeable future.
For some, such as Stan Wholley, president for the Americas at CSA Global, the current downtrend is nothing but a expected correction. “I think people got exuberant about iron ore on the way up and we are seeing a bit of reality check right now,” he told MINING.com.
He noted that at least one of the main factors dragging prices down at the moment — high level of stockpiles in China and the anticipated increases in supply coming from Vale and Roy Hill — may soon reverse its course.
“There is not a great deal that can be done about the new supply — it will happen. However, there are indications that stockpiles in China are decreasing (albeit from record highs) which may slow or even halt the decline,” he said.
“I also think the handover of power that will be occurring in China later in the year will have a stabilizing influence, as the incoming government will not want to see wild swings in the economy and will want to see growth maintained as they assume power,” said the CSA Global consultant, who has more than 25 years of experience in exploration and mining geology, particularly in the iron ore sector.
Longer term, Wholley thinks iron ore fundamentals are sound. Steel production in China increased in 2016 and it’s predicted to do so again this year to support infrastructure projects as Beijing tries to stimulate the economy.
At Macquarie, analysts seem to be on board of a very different boat. In a note Thursday, the bank said it expected to see iron ore find support at around $50 per tonne, suggesting that falls of a further 20% are in store.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Australiano que nasceu sem os quatro membros fala sobre bullying  

Australiano que nasceu sem os quatro membros fala sobre bullying  



O australiano Nick Vujicic, que completa 34 anos neste domingo (4), nasceu com tetra-amelia, uma rara condição em que o bebê nasce sem nenhum dos quatro membros. As dificuldades que vieram com a deficiência, no final das contas, não impediram que ele tivesse uma história de sucesso, a ponto de encher estádios com uma multidão só pra ouvi-lo.
Há 15 anos ele viaja o mundo contando sua história. Foi a quarta vez que o palestrante motivacional veio ao Brasil, dessa vez para falar sobre bullying.
Vítima da prática quando mais jovem e sentindo-se injustiçado por não ter nenhum membro, Nick tentou se suicidar por volta dos dez anos de idade.
"A depressão havia tomado conta de mim. Eu era o único sem braços e pernas. As pessoas me provocavam, me colocavam para baixo. Eu pensava que seria assim minha vida inteira. Achava que eu era um peso para os meus pais, que eu nunca conseguiria um emprego, que eu nunca me casaria, que eu nunca seria feliz", diz Nick à Folha, em conversa por telefone.
Nessas horas, ele diz que o mais importante é procurar alguém: pai, mãe, um amigo, um professor. "As escolas têm que estar preparadas para identificar esses casos."
O bullying muitas vezes começa como brincadeira. A partir de um certo ponto, é ofensa, diz o palestrante. Perceber que a linha foi cruzada pode não ser tão simples para as pessoas, que machucam os outros com palavras descuidadas. "Você não sabe quem na escola está sendo abusado sexualmente em casa. Você não sabe quem tem um pai alcoólatra."
Há ainda uma outra ponta solta nesse arranjo: "A maioria das pessoas vê o bullying acontecer. É 80% da escola que não sofre ou pratica bullying, mas espalha a fofoca."
Por isso mesmo, ele espera que todos possam, de alguma forma, tirar algo de suas palestras, sejam empresários, vítimas de bullying ou os próprios valentões. "Você sairia fofocando se descobrisse que há cinco pessoas em sua escola que já tentaram suicídio por causa de bullying?"
Nick tem um pequeno pé com o qual consegue realizar algumas atividades do dia a dia, como subir no sofá, por exemplo. A boca é outra ferramenta para ações. Ele se locomove com auxílio de uma cadeira de rodas.
POSITIVIDADE E RELIGIÃO
O palestrante motivacional espera difundir "positividade" entre as pessoas para que o cenário do bullying melhore, mas aponta um dos problemas em sua área de atuação: "Sou altamente crítico a palestrantes motivacionais. As pessoas estão ali por dinheiro. Eu já estive em palcos com outros palestrantes que estavam ali só para vender seus produtos e seu blá- blá-blá."
Nick, que também é um pregador evangélico, é casado com Kanae Miyahara e tem dois filhos, Kiyoshi e Dejan. É de igrejas que vem grande parte do público que paga até cerca de R$ 1.000 por ingresso para asssistir à sua palestra.
"Sem Deus, eu não poderia viver uma vida de propósito e pela eternidade. Mas, na minha opinião, minha mensagem se aplica a qualquer um, com ou sem fé."
"Eu sou feliz do jeito que sou. Eu vi que há um propósito maior para a minha deficiência. Fui colocado em um beco para pensar nas grandes perguntas da vida."

Começou entregando colchões com a carroça e hoje comanda fábrica

Começou entregando colchões com a carroça e hoje comanda fábrica
ITU, SP, BRASIL, 13-03-2017: José Carlos (Zito) Christofoletti, que começou como carroceiro e hoje tem uma fábrica de colchões que exporta para vários países do mundo. (Foto: Avener Prado/Folhapress, COTIDIANO) Código do Fotógrafo: 20516 ***EXCLUSIVO FOLHA***
José Carlos (Zito) Christofoletti pedala sua bicicleta


RESUMO Em um barracão com máquinas rudimentares José Carlos Christofoletti, o seu Zito, começou há 50 anos a fabricar colchões, que levava para vender numa carrocinha puxada por seu cavalo Periquito. Sobreviveu a um incêndio, à disparada do dólar em 2002 e à perda súbita do principal cliente. "Uma porta fecha, outra se abre." Sua empresa, a ApoloSpuma, é hoje uma das dez maiores do segmento no Brasil. Aos 74 anos, Zito diz que está tirando o pé do acelerador, mas já faz planos para ampliar a fábrica
*
Parece que estou sentindo o cheiro do tecido do primeiro colchão que coloquei na carroça para fazer entrega.
Era listrado de vermelho e bege, um gorgurinho barato que vinha com muito cheiro de tinta, deixava a gente impregnado. Mas meu coração ia acelerado, aquela emoção de finalmente ter algo por conta própria, se libertar.
Sabia que ali seria o começo de uma longa jornada.
Sou o quinto de oito filhos. Ainda moleque, estudava pela manhã, e à tarde meu pai me colocou num convento de padre para ajudar a lavar pratos, descascar batatinha. Para a gente aprender a se virar.
Quando perdeu o filho mais velho, de tanto sofrimento ficou doente. Então aos 15 anos fui trabalhar no armazém que ele tinha com um irmão. Acho que vem dali essa paixão de querer ter um negócio próprio.
Mas meu tio achou melhor vender o negócio, e era difícil emprego em Itu para quem não tivesse profissão. Na cidade havia uma mecânica e fundição, e eu sabia onde morava o dono. Passei a ir esperá-lo no portão na hora do almoço, para pedir emprego.
Depois de umas três vezes, ele me arrumou uma vaga de fundidor, um trabalho pesado e sujo. Por sorte perceberam que eu era bom de matemática e logo virei fresador.
DE VOLTA À ESCOLA
Tinha parado de estudar no quarto ano, como era a praxe naquele tempo. Só os filhos de pais privilegiados é que continuavam. Aos 20, resolvi voltar à escola.
Na minha classe encontrei um amigo que trabalhava numa fábrica de colchões, e resolvemos montar uma nossa.
Ele entrou com a prática e eu com o capital -um barracão em que meu pai investiu, do lado da nossa casa. Também foi ao Banco do Brasil e abriu um crédito pra gente.
Estava me formando no quarto ano do noturno.
Até então, tinha uma facilidade danada de estudar, porque era empregado. Depois, até passar de ano era duro. Não sobrava tempo, usava a cabeça demais.
Nosso maquinário no começo era bem rudimentar, a gente improvisava muito. Não era sempre que tinha encomenda de colchão de mola, por isso usávamos o tempo fabricando os de capim. De capim, o que fizesse saía.
Os primeiros eu vendi para amigos. Também via no jornal as proclamas de quem ia se casar, passava e oferecia. Levava na carroça, puxada pelo Periquito, um cavalo branco que meu pai tinha desde minha infância.
Em cinco seis meses, já tínhamos dez funcionários. Logo adaptei uma carretinha na Vespa e aposentei o cavalo.
Quando o negócio vai bem, pode haver algum atrito, mas a sorte é que contratamos uma secretária que administrava o dinheiro, e a fábrica andava direitinho. Meu colega é um grande amigo até hoje. Fomos sócios por 36 anos. É uma vida, né?
Sou um cara bem medroso. Sabia que era limitado e que, se quisesse ir para a frente, tinha que buscar. Todo curso que aparecia eu fazia.
Nos anos 1970, a espuma veio com tudo e resolvemos passar a fabricá-la em 1977. O preço dita a norma de tudo. Se continuasse comprando, não tinha preço. No Brasil, indústria tem que produzir o que puder, senão é imposto em cima de imposto.
TESOURA NOS COLCHÕES
Quando viajava, abria os colchões em que dormia para ver como era dentro. Descosturava, mas costurava de novo! Hoje em dia não, porque, se for costurar, não tenho mais paciência [risos].
Sempre tinha coisa para aprender e adaptar, algo que não mexesse na qualidade, mas melhorasse o custo. Hoje, já não precisa, todo mundo fabrica do mesmo jeito.
Espuma era uma novidade no Brasil e deu uma explosão de mercado. A gente fazia a fábrica trabalhar dia e noite. Se uma máquina quebrasse de madrugada, os funcionários tinham ordem para ir bater na janela, e eu ia arrumar.
Era toda semana.
Eu não ligava muito. A esposa reclamava mais [risos].
Como havia poucas indústrias em Itu, a proximidade entre clientes e fornecedores era mais fácil. Fizemos uma parceria com as Lojas CEM, que tinha cinco ou seis lojas. Hoje tem 250 e somos seu maior fornecedor de móveis.
Nesse tempo, atravessei várias crises. Em 77, um incêndio queimou boa parte da fábrica de espuma.
Em 2002, tinha comprado a parte do meu sócio, estava numa situação financeira bem difícil. O Lula tinha apenas entrado, o dólar disparou de tal maneira que todos ficaram com medo. Meu sócio me ofereceu a parte dele por uma prestação baixa. Acho que eu estava mais preparado para assumir o risco.
Nesse momento a gente mudou o departamento comercial, arrumamos compradores fortes e nos recuperamos. De repente, em 2004 perdemos o maior cliente, de uma hora para a outra.
Mas a gente cria tanto envolvimento com o mercado que sabe que uma porta fecha, mas outra abre.
Começamos a focar mais lojas grandes de São Paulo e na CEM. E compramos uma máquina de fazer molas, importada, mas usada, que deu uma arrancada importante.
PULO DO GATO
Nunca pensei "Ah, agora estou bem de vida". Mas hoje eu vejo que estou bem. Graças a Deus, meus filhos e genro vieram aqui e colocaram a empresa num outro patamar.
Avener Prado/Folhapress
ITU, SP, BRASIL, 13-03-2017: José Carlos (Zito) Christofoletti, que começou como carroceiro e hoje tem uma fábrica de colchões que exporta para vários países do mundo. (Foto: Avener Prado/Folhapress, COTIDIANO) Código do Fotógrafo: 20516 ***EXCLUSIVO FOLHA***
José Carlos (Zito) Christofoletti, 74, em frente a máquina de bordar na nova fábrica da ApoloSpuma, empresa que fundou há 50 anos
Para fazer esta fábrica nova, peguei um financiamento do BNDES, a taxa era boa mas parecia uma loucura. Já fazia contando com eles, porque se fosse só por mim... Seria uma loucura. Felizmente o pagamento está quase no fim.
Compramos um equipamento de fazer espuma que é o melhor do país, poucos têm igual. A nova fábrica começou a funcionar há dois anos e meio, sem inauguração. A festa, mesmo, fizemos agora, nos 50 anos da empresa.
Mesmo com tanta variedade de produtos, ainda tenho um favorito, o Standard, um colchão popular feito das aparas. Eu gosto daquilo ali. Era uma coisa praticamente perdida e se transforma em outra, num colchão bom.
Não sei onde vai ser a próxima fábrica. Isso agora é problema deles. Só acho que temos que comprar um terreno para quando precisarmos ampliar a produção. Se não, na hora que precisarmos, o dono põe o preço que quiser.
PAÍS DE PESADELOS
Atualmente durmo bem, mas, quando não tinha como pagar as contas no dia seguinte, acordava de madrugada e ficava remoendo. Nesse país, infelizmente, tem disso. Nesses 50 anos, não me lembro de ter falado "Olha, agora estamos bem".
Uma coisa que me deixa triste é que no meu tempo havia muito jovem com disposição para arriscar e montar empresas. E vi muitos amigos meus pararem no meio do caminho, mesmo com vontade e determinação.
No meu sindicato havia 35 empresas. Hoje ficaram duas, para ver a dificuldade. É um país em que a gente precisa ter muita fé e ser muito perseverante. Há dias em que tem que aproveitar e ter reserva, porque não sabe no mês que vem o que vai vir.
Mas, na vida, se a gente achar que está indo bem e se acomodar, é porque está indo para trás. No mercado também, se não estiver crescendo, está indo para trás. É o que nos ditou chegar até aqui.

Opala australiana muito rara é manchete em todo o mundo

Opala australiana muito rara é manchete em todo o mundo


Uma opala australiana dita como extremamente rara tem atraído a atenção da mídia mundial no período que antecedeu a sua primeira aparição pública.
Embora a pedra preciosa, que foi apelidada de a "Virgem do arco-íris", tenha sido descoberta há mais de uma década, entrou recentemente no centro das atenções após o museu  "South Australian Museum"  anunciar que ela seria a peça central de sua próxima exposição de opalas.
A gema com 6 cm de comprimento e 72 quilates foi encontrada em setembro de 2003 por  John Dunstan na mina Folly de Frank em Coober Pedy, South Australia. Dunstan a segunda geração de mineradores do local.
Segundo ele, a "Virgem do arco-íris"  era a melhor espécime que havia encontrado em seus 28 anos de mineração de opala, acrescentando - "é a pedra mais rara a sair de Coober Pedy".
O diretor do museu Brian Oldman mantém essa crença, afirmando: "Não só é a melhor gema encontrada em Coober Pedy, mas é também a melhor qualidade opalised fóssil desenterrada em qualquer outro lugar até à data."
Dunstan acrescentou que a "Virgem do arco-íris" é composta de um cristal preto de opala extremamente raro - "É, realmente brilha no escuro", explicou. "A menor quantidade de luz mostra o seu blrilho."
O museu adquiriu a "Virgem do arco-íris"  de Dunstan em 2013. Enquanto Oldman não quis revelar o preço pago, comentou que dois avaliadores independentes acreditavam que a gema foi valiada a peça em $ 1 milhão (um milhão de dolares).
Notícias no Reino Unido, Estados Unidos e China referem-se a gema como a melhor opala já descoberta, a mais bela opala do mundo e a melhor opala do mundo.
Comentando sobre a movimentação da mídia, Dunstan disse: "A quantidade de publicidade que essa gema tem gerado é inacreditável. Eu acho que realmente isso está acontecendo para levantar o perfil da opala na Austrália. "
Dunstan dirige uma loja de varejo em Coober Pedy que vende opalas brutas e lapidadas para joias. Ele disse que os preços das opalas tinham mais do que duplicado nos últimos dois anos, observando que a demanda veio principalmente da China e da Índia, mas que o mercado norte-americano também estava começando a mostrar interesse nas pedras preciosas nacionais da Austrália.

Madrepérola

Madrepérola


Madrepérola, também designada por nácar, é uma substância calcária, branca ou escura iridescente, rija, brilhante, produzida por diversos tipos de moluscos, especialmente os bivalves. A Madrepérola é o principal componente das pérolas.
Muitos de nós já observámos o interior de diferentes conchas e verificamos que é revestida de um material iridescente, brilhante, chamada de madrepérola ou nácar.
Alguns moluscos, nomeadamente a Ostra, quando algum corpo estranho entra na sua membrana epitelial, a reacção de defesa do molusco é libertar uma camada de madrepérola ou nácar que irá envolver esse corpo estranho. Este processo de deposito de madrepérola sobre um corpo estranho, é o processo que faz nascer as tão maravilhosas e conhecidas pérolas.
pérolasQuando o corpo estranho penetra na membrana do molusco, causa irritação, e para defesa liberta essa secreção isolada para calcificação similar a parte interna da concha. Este é o processo que dá origem à formação de uma pérola cujo tamanho varia de acordo com o tempo que é exposto o corpo estranho ao deposito de Madrepérola e da resistência do corpo estranho no animal e das condições climáticas do meio ambiente.
A madrepérola e as pérolas são materiais naturais, muito utilizados no fabrico de jóias, os colares de pérolas são as jóias tradicionais usadas nos casamentos, acredita-se que as pérolas tem o poder de trazer felicidade ao casal de noivos e boa sorte no casamento. O procedimento de enfiar pérolas é bastante simples e faz peças de adorno maravilhosos, a madrepérola tem uma beleza muito especial.
Paua Shell
Outras técnicas podem ser utilizadas com a madrepérola, nomeadamente pode-se cortar com serra de ourives e furar com dremel ou motor de suspensão.
Paua Shell