segunda-feira, 8 de maio de 2017

Wall St fica estável; índice de volatilidade é o mais baixo desde 1993

Wall St fica estável; índice de volatilidade é o mais baixo desde 1993

segunda-feira, 8 de maio de 2017 18:20 BRT
 
 
]

(Reuters) - O S&P 500 fechou estável nesta segunda-feira, depois de alcançar por um período breve um patamar recorde, enquanto o índice de volatilidade de Wall Street recuou para a mínima em mais de duas décadas, após a vitória do candidato de centro Emmanuel Macron na eleição presidencial francesa. O índice Dow Jones subiu 0,03 por cento, a 21.012 pontos, enquanto o S&P 500 fechou estável a 2.399 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,03 por cento, a 6.102 pontos. O Índice de Volatilidade CBOE caiu 7,6 por cento para 9,77 pontos, o menor patamar desde 1993, com os investidores confortáveis com a vitória de Macron, bem como diante dos fortes resultados trimestrais divulgados nas últimas semanas. Uma queda do índice de volatilidade indica tipicamente uma perspectiva de alta para as ações, mas o ponto extremamente baixo que o índice tocou alertou alguns investidores em ações. "Já esteve aqui antes, mas não muito menor do que isso", disse Donald Selkin, estrategista-chefe de mercado da Newbridge Securities em Nova York. "É um sinal de que algo negativo está em andamento." Sete dos 11 principais setores do S&P recuaram, com o índice de materiais caindo 0,91 por cento e o de energia avançando 0,7 por cento por causa da alta do preço do petróleo. O euro atingiu a máxima de seis meses ante o dólar depois que Macron derrotou confortavelmente a nacionalista de extrema-direita Marine Le Pen, que ameaçava tirar a França da União Europeia. Com a temporada do balanços do primeiro trimestre quase completa, os ganhos do S&P 500 cresceram em média 14,4 por cento, e os ganhos para o trimestre de junho são esperados aumentarem em 8,6 por cento em média, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S. (Por Noel Randewich)

Bovespa fecha em baixa de 0,28% com pressão Banco do Brasil e cautela por Previdência

Bovespa fecha em baixa de 0,28% com pressão Banco do Brasil e cautela por Previdência

segunda-feira, 8 de maio de 2017 18:02 BRT
 


]

Por Flavia Bohone SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da Bovespa fechou a sessão volátil e de liquidez reduzida desta segunda-feira em baixa, tendo as ações do Banco do Brasil e as preferenciais da Vale entre as maiores pressões negativas, e com investidores ainda cautelosos com o andamento da reforma da Previdência no Congresso. O Ibovespa recuou 0,28 por cento, a 65.526 pontos, após trocar de sinal algumas vezes ao longo do dia, perdendo 0,63 por cento na mínima da sessão e subindo 0,46 por cento no melhor momento do pregão, no patamar dos 66 mil pontos. A agenda fraca de indicadores e o noticiário político mais tranquilo nesta sessão favoreceram a falta de viés e o baixo volume de negócios, que fechou o dia em 6 bilhões de reais. A média diária para o giro financeiro no mês passado foi de 8,11 bilhões de reais e na primeira semana de maio o volume médio diário foi de 8,43 bilhões de reais. Localmente, os investidores seguem cautelosos e evitando grandes movimentos à espera de novidades sobre o avanço das reformas no Congresso Nacional, principalmente a da Previdência. "O mercado está totalmente de olho na Previdência", resumiu o gestor da mesa de operações de Bovespa da corretora Coinvalores, Marco Tulli Siqueira, acrescentando que até que se tenha mais clareza sobre o rumo da reforma o mercado vai seguir em compasso de espera. No exterior, a vitória de Emmanuel Macron na eleição para a presidência da França reduziu as incertezas políticas na Europa, ajudando a diminuir a pressão sobre os mercados. No entanto, seu impacto foi limitado uma vez que as pesquisas recentes já apontavam sua vitória. DESTAQUES - BANCO DO BRASIL ON teve baixa de 2,51 por cento, exercendo a maior pressão de baixa sobre o índice, após informar que o Tesouro Nacional determinou a venda das ações do BB no fundo soberano, em um programa a ser realizado ao longo de até 24 meses. Analistas do Credit Suisse consideram a notícia marginalmente negativa, mas permanecem otimistas com o papel devido ao valor atrativo e o bom momento para os resultados diante da melhora do retorno sobre patrimônio líquido. - VALE PNA teve baixa de 0,8 por cento e VALE ON recuou 0,08 por cento, em mais uma sessão de perdas para os contratos futuros do minério de ferro na China. - BR MALLS ON caiu 1,89 por cento, após fechar a sexta-feira com ganhos superiores a 5,5 por cento, diante de reportagens informando que a administradora de shopping centers estaria preparando uma oferta de ações. Nesta manhã, a empresa confirmou que contratou bancos para levantar cerca de 1,7 bilhão de reais por meio de oferta pública primária de ações com esforços restritos. - PETROBRAS PN caiu 0,91 por cento e PETROBRAS ON teve baixa de 0,61 por cento, em sessão marcada por volatilidade para os papéis da petroleira, encerrando a sessão na contramão dos preços do petróleo no mercado internacional. A commodity também teve um dia volátil, mas fechou os negócios no azul com impulso de comentários de grandes países produtores de petróleo sugerindo que os cortes de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de países de fora do bloco poderiam ser estendidos para 2018. - BB SEGURIDADE ON subiu 2,37 por cento, entre os destaques positivos do Ibovespa, após divulgar lucro líquido ajustado de 992,8 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 3,7 por cento sobre o mesmo período de 2016. Analistas do BTG Pactual consideraram os resultados uma surpresa "pequena, mas positiva".

Lula encontra Moro em interrogatório que ganha contornos de disputa política em Curitiba

Lula encontra Moro em interrogatório que ganha contornos de disputa política em Curitiba

segunda-feira, 8 de maio de 2017 20:10 BRT
 

]

Lula faz discurso em seminário em Brasília
  24/4/2017     REUTERS/Ueslei Marcelino
1 de 1Versão na íntegra
Por Lisandra Paraguassu BRASÍLIA (Reuters) - Ao depor pela primeira vez em Curitiba, na próxima quarta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se verá frente a frente com o juiz federal Sérgio Moro, no primeiro embate com o homem que é visto hoje por boa parte dos brasileiros como seu principal rival, em uma disputa política que se refletirá nos protestos marcados para as ruas da Capital paranaense. O que deveria ser apenas uma parte do processo legal --o juiz ouve o depoimento do acusado-- transformou-se em uma batalha de força e popularidade. Partidários de Lula prometem tomar as ruas de Curitiba com cerca de 30 mil manifestantes vindos de todo país, em eventos que começam na terça-feira de manhã e só devem terminar na quarta à noite, com a presença do próprio ex-presidente. Do outro lado, defensores da Lava Jato prometem uma vigília em defesa da operação no dia do depoimento de Lula. Desde a semana passada, cartazes com caricaturas do ex-presidente como presidiário foram espalhados pela cidade. No último final de semana, Moro divulgou um vídeo pelas redes sociais pedindo que os apoiadores da Lava Jato não se dirijam a Curitiba. Na fala, o juiz diz que "nada de diferente ou anormal vai acontecer", apenas o interrogatório de Lula, agradece o apoio, mas diz que nessa data ele não é necessário. "Tudo que se quer evitar é qualquer tipo de confusão e conflito e, acima de tudo não quero que ninguém se machuque", disse o juiz. Na guerra pela melhor versão, Cristiano Zanin, advogado de Lula, divulgou em seguida sua resposta, também pelas redes sociais, a Moro. Zanin afirma que o processo é político, que Lula está sendo perseguido por Moro e que o juiz não tem isenção. "O juiz, que deveria ser imparcial, fala diretamente a seus apoiadores, isso não é normal. Em uma democracia, políticos tem apoiadores e adversários. Juízes, não", diz Zanin. Mesmo não sendo, em tese, uma figura política, o crescimento da popularidade de Sergio Moro como um herói anticorrupção o transformou em um adversário direto do ex-presidente. A última pesquisa Datafolha, divulgada no final de abril, mostra que o juiz, caso fosse candidato, seria, junto com Marina Silva, um dos únicos nomes a bater Lula em um eventual segundo turno nas eleições de 2018. MANIFESTAÇÕES Organizadas pela Frente Brasil Popular --uma reunião de partidos de esquerda e movimentos sociais-- as manifestações a favor de Lula em Curitiba começam na manhã de terça-feira com a chega da manifestantes e a inauguração de um acampamento, passa por um ato ecumênico na noite de terça e termina com um "ato político", supostamente com a presença do próprio Lula, na noite de quarta. Diversos representantes de movimentos sociais passaram o dia divulgando vídeos convidando militantes a ir a Curitiba, "Nossa expectativa é que seja uma manifestação calma, mas com um número muito grande de pessoas. Tem tudo para ser tranquila, não tem um objetivo de ter confronto", disse à Reuters o líder do PT na Câmara dos Deputados, Carlos Zarattini (SP). "É uma demonstração de solidariedade de todo país, dos movimentos sociais. Coloca esse processo em outro patamar." Cerca de 30 deputados da bancada federal do PT se preparam para ir a Curitiba acompanhar o depoimento, assim como um grupo de senadores. Apesar das promessas de manifestações pacíficas, o esquema de segurança no entorno do Fórum de Curitiba foi reforçado. Um perímetro de 150 metros será cercado e apenas moradores, comerciantes e jornalistas credenciados pela Polícia Militar poderão ter acesso. O expediente na Justiça Federal foi suspenso, e, a pedido da prefeitura, a Justiça do Paraná proibiu a montagem de barracas e acampamentos de movimentos próximo ao prédio do Fórum. O processo em que o ex-presidente irá depor diz respeito a um apartamento tríplex no Guarujá (SP), que, segundo a acusação, teria sido dado a Lula pela empreiteira OAS em troca da favores. A defesa do ex-presidente afirma que o apartamento não é e nunca foi de Lula, que teria apenas uma opção de compra, nunca exercida. Na tarde desta segunda-feira, a defesa de Lula pediu a suspensão dos prazos do processo ao Tribunal Regional Federal da 4a região, alegando que documentos foram anexados ao processo sem que eles tenham tido tempo de examiná-los. Se a resposta for positiva, o depoimento pode ser adiado mais uma vez. Marcado inicialmente para 3 de maio, foi adiado a pedido da Secretaria de Segurança do Paraná e da Polícia Federal, que pediram mais tempo para as providências de segurança.

Setor de joias aposta em inovação para alavancar novos negócios

Setor de joias aposta em inovação para alavancar novos negócios




Depois de experimentar queda de receita de 5% no ano passado, a primeira vez em oito anos, o setor de joias e bijuterias do estado do Rio de Janeiro têm investido na mistura de pedras preciosas e com material sustentável para recuperar os negócios perdidos com a crise econômica enfrentada pelo país.

É o caso da designer Sílvia Blumberg, que cria suas peças transformando, o que muitos consideram lixo, em luxo. Papel, resíduos de tijolo e de cimento, pó de madeira, bagaço de cana, areia da praia são alguns dos materiais usados. Em entrevista à Agência Brasil, a designer contou que começou a produzir esse tipo de joia em 2009. As peças despertaram o interesse de produtores de moda e de novelas, e no ano passado ganhou impulso com vendas para turistas estrangeiros. A designer também abriu seu atêlie para o trabalho de outros profissionais, inclusive da América Latina, que fazem joias com tecidos reciclados e restos de linha, entre outras matérias-primas.

"Quando você fala em sustentabilidade está falando de consumo consciente, durabilidade, conforto, empregabilidade, empreendedorismo", disse.

Preço
Apesar de usar materiais sustentáveis, as peças não se tornam mais baratas em comparação à produção de uma joia tradicional. Sílvia Blumberg explicou que o uso de alguns produtos pode impactar no preço, reduzindo-o, mas nem sempre isso é possível porque, muitas vezes, a aplicação de materiais, como resíduo de cimento, é muito trabalhosa. "Encarece. Achar que é mais barato é um equívoco", disse.

A coordenadora de moda do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ), Fabiana Melo, destacou que o preço de uma peça está diretamente ligado ao posicionamento da marca no mercado, ao valor agregado. "Vai depender de uma série de questões, da qualidade do produto, do acabamento e de quanto o cliente está disposto a pagar por aquele produto".

Fabiana Melo aponta o investimento em joias autorais como caminho para conquistar clientes "Buscar diferenciais de atendimento, no produto, no design, novas formas para fazer contato com o cliente e canais de venda como e-commerce [comércio eletrônico], até viabilizar o negócio reduzindo custos operacionais, inclusive mudando seu ponto de venda", sugeriu.

Ela cita, como exemplo, as biojoias, que têm algum componente reciclável, como sementes.

Sustentabilidade
Sobre a sustentabilidade, a presidente da Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro (Ajorio), Carla Pinheiro, ressaltou que a joia é um produto 100% sustentável, diferentemente do que muitos consumidores imaginam. "Eu costumo dizer que joia não vira lixo. No máximo, você vai reciclar".

Com intuito de mostrar o trabalho de profissionais que apostam nesse nicho e no uso criativo de novos materiais, a associação lançou o Guia É do Rio!, no final de abril, que apresenta joias e bijuterias feitas a partir de pedras preciosas em estado bruto ou lapidado e com materiais sustentáveis, como prata e titânio, misturados a tecido e borracha, por exemplo.

Números do setor
Em 2015, a arrecadação da cadeia produtiva do setor de joias fluminense foi de R$ 82,8 milhões. A presidente da Ajorio, Carla Pinheiro, estima que o setor só terá crescimento a partir de 2018. Em 2017, "se zerar (a perda do ano passado) já está bom", afirmou. Para alcançar, entretanto, o pico do crescimento registrado em 2011/2012, quando o aumento real do faturamento (isto é, descontada a inflação) foi de 10%, Carla Pinheiro avaliou que vai demorar ainda "uns dois ou três anos".

A crise freou ainda o aumento do consumo da classe C. "Teve uma camada da população que não consumia esse produto que entrou aos poucos, ao longo dos oito anos, e saiu abruptamente de 2015 para cá", disse, acrescentando que o mercado de luxo sofreu ainda em função do deslocamento de consumidores para fora do Brasil.

Perspectiva
O diretor do Instituto Brasileiro de Gemais e Metais Preciosos (IBGM), Écio Moraes, diz que as expectativas são mais favoráveis para este ano. "Com a queda da inflação, se recupera o poder de compra da população e isso acaba impactando o segmento, como todos os outros". O instituto estima crescimento do setor no patamar de 6% até o final do ano.

Écio Moraes explicou que uma das vantagens do setor é o dinamismo, podendo ajustar design, incorporar novos componentes, mobilizar a estrutura de produção em curto período de tempo. (Agência Brasil)

Mini Era Glacial? O que esperar do futuro próximo


Sete cientistas russos da Russian Academy of Science publicaram um trabalho instigante. Segundo eles o efeito estufa, tão alavancado pela mídia, não é tão importante como agente das mudanças climáticas como muitos acreditam.

Para os russos o fluxo de raios cósmicos é o grande agente das mudanças no clima da Terra. Os raios cósmicos , são fótons de alta energia, raios-x e gama e partículas subatômicas que chegam à Terra oriundas de supernovas distantes e de outros eventos violentos da galáxia.

A Terra está, geralmente, protegida destes raios cósmicos pelo Sol. Quando o Sol está em grande atividade (Solar Maximum) ele cria um escudo magnético que protege grande parte do sistema solar incluindo a Terra do bombardeio de raios cósmicos.

No entanto, no momento, estamos em uma fase de baixíssima atividade solar: o ciclo 24.

Somente em 2017 já existiram mais de 15 dias sem nenhuma mancha solar visível. A imagem acima mostra poucas manchas solares visíveis no dia de hoje.

Em 2016 foram
32 dias sem manchas solares.

Esse fenômeno, que iniciou em 1980, tende a aumentar. Já é o terceiro período de forte baixa incidência de manchas solares desde 1755, quando a contagem de manchas solares pelos astrônomos, iniciou.

O resultado disso é o aumento do fluxo de raios cósmicos que atingem a Terra sem a proteção do escudo magnético do Sol. As últimas medições da intensidade dos raios cósmicos, feitas em balões de grande altitude, confirmam o aumento do bombardeio terrestre.

Somente entre março de 2015 e setembro de 2016 houve um incrível aumento de 12,4% na radiação cósmica que atinge a Terra (veja o gráfico abaixo).


Quando o fluxo de raios cósmicos aumenta ocorre, na mesma proporção, um aumento da formação de nuvens a nível global. E é, segundo estes cientistas, essa cobertura de nuvens que bloqueia a radiação solar, resfriando a Terra e os oceanos.

É o início do resfriamento global, que segundo muitos, irá principiar uma nova mini era glacial.

A última mini era glacial ocorreu entre os anos de 1300 e 1850.

Foi um período de fome e miséria que afetou, principalmente, o hemisfério norte causando grandes migrações e desespero.

A mini era glacial foi exacerbada entre 1645 e 1715.

Nestes 70 anos o Sol atravessou o que se convencionou chamar de Mínimo de Maunder quando as manchas solares praticamente desapareceram aumentando a incidência de raios cósmicos, a formação de nuvens e o esfriamento do planeta.

A mini-idade do gelo destruiu economias, arrasou colheitas e até o transporte aquático.

Rios e lagos congelaram onde nunca tinha ocorrido. O mar Báltico congelou e o transporte entre a Finlândia e a Groenlândia com o resto do mundo foi praticamente inviabilizado. Os glaciais dos Alpes invadiram cidades e fazendas matando e destruindo. As plantações foram inviabilizadas. Em decorrência da falta dos alimentos a fome matou milhares e muitos emigraram para regiões mais quentes.

O gráfico acima mostra, com clareza, o efeito do Maunder Minimum quando a ausência de manchas solares coincide com a mini era glacial que assolou o planeta até 1750.

O gráfico da NOAA e do Space Weather Prediction Center, atualizado para março de 2017, acima, mostra o decréscimo das manchas solares e da atividade solar nos últimos anos. Nele fica aparente que o ciclo 24 pode dar lugar a um Maunder Minimum que irá levar, inevitavelmente, à uma mini era do gelo como a de 1.700. Este gráfico correlaciona com o de 400 anos acima e mostra que podemos estar entrando em uma época de resfriamento.

Para os Russos não existem muitas dúvidas. A menor atividade solar vai iniciar um ciclo de resfriamento.

Enquanto isso grandes nevascas, fora de época, assolam o hemisfério norte.
Na foto a Turquia é assolada por forte nevasca em abril.

Na Itália, também em abril de 2017, os agricultores estão aquecendo as colheitas com fogueiras para evitar o prejuízo total: uma anomalia climática que assusta.

Nos Alpes Austríacos a neve superou a dois metros de acúmulo, a maior nevasca da história em abril.

Na Suíça muitos recordes de baixa temperatura foram anotados, também, em abril. O mesmo ocorre em Denver onde estão previstas grandes nevascas para os próximos dias.

Isso tudo é apenas uma anomalia passageira ou um reflexo de um inevitável período de resfriamento que parece estar no início?