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Sinônimo de elegância e sofisticação, a ex-primeira-dama americana Jacqueline Kennedy Onassis (1929-1994) se tornou uma inspiração para a joalheria brasileira Lisht. O resultado foi um par de brincos feito com duas tanzanitas azuis, gemas encontradas apenas no Monte Kilimanjaro, em alusão ao vestido usado por Jackie na posse presidencial de John F. Kennedy. A peça ainda é adornada por 76 diamantes brancos, cravejados com uma superfície de ouro branco 18 quilates. O valor dos brincos, que receberam o nome de Jackie O., é de R$ 99 milhões.
DINHEIRO traz com exclusividade os melhores analistas de ações do Brasil. Saiba como eles trabalham e o que pensam do mercado
Sequeira, do BTG Pactual: chefiando uma equipe de 25 analistas que acompanha 200 empresas no Brasil e em outros países da América Latina (Crédito: Andre Lessa/Istoé)
Cláudio Gradilone
O trabalho dos analistas de ações tem sido especialmente desafiador nos últimos meses. Além das dificuldades inerentes à tarefa de prever – com precisão – o futuro, foi preciso lidar com uma aparentemente interminável crise política, uma economia que está demorando a deslanchar, e um cenário internacional imprevisível. Mesmo assim, alguns profissionais de mercado conseguiram, consistentemente, escolher boas ações.
Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa de informações financeiras Thomson Reuters escolheu os melhores analistas de ações da América Latina, e DINHEIRO traz essas escolhas com exclusividade. Segundo Raj Shah, diretor da Thomson Reuters responsável pela premiação, foram considerados apenas os analistas que indicam ações para terceiros, o chamado sell side, e não os que avaliam a compra de ações para as próprias instituições em que trabalham, o buy side. Loja da Vivo: ação da companhia telefônica é uma das preferidas entre os analistas premiados (Crédito:Divulgação)Foram consideradas duas categorias: as recomendações de ações emitidas durante 2016, e as estimativas de resultados realizadas entre abril de 2016 e março de 2017. As instituições financeiras com mais analistas escolhidos também foram premiadas. O melhor departamento de análise foi o do banco BTG Pactual, que teve três analistas premiados na estimativa de resultados (veja o quadro ao final da reportagem). O banco emprega 25 analistas, 18 deles brasileiros.
“Uma das principais características do nosso time é a senioridade, todos estão conosco há bastante tempo, e oito deles são sócios do banco”, diz Carlos Sequeira. O economista carioca, no banco desde 2002, chefia a equipe que acompanha cerca de 200 empresas de dezenas de setores, no Brasil e em outros países da América Latina. Em sua maioria, os analistas são engenheiros, economistas e administradores de empresas.
As tarefas gerenciais não afastam Sequeira da avaliação de empresas. Ele é o responsável pela análise de dois setores, o de telecomunicações e o de empresas de tecnologia. Depois de um intenso movimento de consolidação nos últimos anos, as empresas telefônicas estão tendo de enfrentar um cenário mais maduro e adverso. A prestação de serviços de voz, as ligações telefônicas tradicionais, está perdendo espaço para a transmissão de dados.
Sequeira avalia que, apesar da mudança estrutural no negócio, as companhias brasileiras estão bem preparadas para os próximos anos. “Esse é um setor intensivo em capital, mas as companhias fizeram investimentos maciços nos últimos anos e agora vão começar a colher esses frutos”, diz ele. Sua principal aposta no setor é a Vivo, que deverá desfrutar de uma geração de caixa consistente e estável nos próximos anos. Telefonia também é o setor de Lucio Aldworth, do Citi, o melhor dentre os analistas brasileiros na estimativa de resultados. Lucio Aldworth, analista do Citi: “Só vão prosperar as empresas de educação que tiverem força financeira, balanços sólidos e uma gestão excepcional de riscos” (Crédito:Divulgação)Economista pela University of North Carolina, Aldworth é analista desde o ano 2000. Passou cinco anos na Goldman Sachs e está há pouco mais de quatro no Citi. “Quando comecei, o setor de telecom era muito mais dinâmico, e hoje está consolidado, por isso passei a acompanhar também as empresas de educação”, diz ele. Aldworth tem TIM e Vivo entre suas empresas telefônicas preferidas, mas recomenda apenas as ações da primeira. “Vivo é uma excelente empresa, mas isso já foi percebido pelo mercado e suas ações têm pouco potencial de valorização adicional”, diz. No caso das empresas de educação, ele espera tempos duros.
O resultado dessas companhias é muito dependente da disponibilidade de verbas públicas do programa governamental Fies, cuja dotação orçamentária caiu 75% desde seu pico em 2014. “Só vão prosperar as empresas de educação que tiverem força financeira, balanços sólidos e uma gestão excepcional de riscos”, diz ele, que não recomenda nenhuma compra no setor. Paola Mello, sua colega no Citi, a melhor analista brasileira na recomendação de ações pela Thomson Reuters, é mais otimista. A economista com mestrado em Finanças está no Citi há cinco anos e acompanha o setor de varejo no Brasil e em outros países da América Latina. Mello diz estar otimista com ações menos óbvias do setor, como Raia Drogasil, Via Varejo e Hering. “Estamos bem fora do consenso do mercado”, diz ela. “Na nossa avaliação, o mercado exagerou na baixa dessas companhias no fim do ano passado, e há espaço para recuperação.” Seu método de análise vai além dos números do balanço. “Visito as lojas e converso com os gerentes, vejo se as pessoas estão comprando muito ou pouco”, diz ela. “Tudo isso é essencial para uma análise com mais base.”
Pensar e escrever sobre design de joias na atualidade é um exercício bastante complexo. Começar falando em tendências não é o melhor caminho, mesmo que a joia seja mesclada a outros acessórios, compondo diferentes looks e ganhando cada vez mais espaço nos eventos de moda. Sem dúvida, ela será usada em toda ocasião em que estaremos vestindo algo, seja no dia-a-dia ou em eventos especiais. Porém corre-se o risco da perda de identidade, ou seja, de objeto raro e refinado, a joia passa a ser apenas mais um acessório. Muitos dizem que devemos desmistificá-la e tirá-la desse patamar de objeto inalcançável, fomentando assim o consumo, mas é aqui que quero começar o assunto.
Que a joia deixou de ser usada como talismã e passou a ser um objeto de adorno, todos já sabemos. Porém a história nos mostra que ela sempre foi usada como um tipo diferente de adorno, um adorno que “sublima” a condição de talismã e passa a desempenhar um papel de diferenciação de classes, um símbolo de status, de poder e de conquista.
Ao longo do tempo, a joia sempre foi o objeto que melhor absorveu e refletiu os revezes do comportamento social e, principalmente, econômico. Em momentos de crise, ela desempenha um papel de termômetro financeiro da época. Caso se mostre rica em matéria-prima - ocupa mais espaço em dedos, orelhas, pescoços, etc. - assinala momentos de prosperidade. Caso a joia se apresente tímida, pequena no tamanho e feita com economia de materiais, fica explícito: estamos vivendo um período de contenção ou, em alguns casos, de comedimento. Fica aqui registrado um primeiro aspecto.
Além disso, estamos vivendo uma época de transição tecnológica: o final da era analógica se dá no início da era digital e, como não poderia deixar de ser, essa tecnologia chegou ao universo da joalheria e é o assunto do momento.
Percebe-se que com a tecnologia digital, o discurso recorrente é o da possibilidade de se fazer joias com alta tecnologia e produzi-las em larga escala, otimizando e acelerando as etapas de produção, conseguindo resultados impossíveis de serem alcançados pelos métodos da joalheria tradicional. Recursos tecnológicos atuais permitem isso de fato, mas para quem vender tanta tecnologia e todo esse excedente da produção num momento de recessão econômica? Eis o segundo aspecto.
Estes dois fatores podem ser conflitantes com o momento da criação, quando o designer tem que escolher o caminho e valer-se das técnicas e tecnologias mais adequadas para apresentar ao mercado o produto certo para o público certo, no momento certo. Se a situação econômica influi nos custos da matéria-prima, nos obrigando a fazer joias “leves”, a tecnologia, por outro lado, nos impõe soluções formais pré-concebidas que, se não tomarmos cuidado, nos impulsionam a um design óbvio e repetitivo. Tirar o máximo de proveito dessas novas técnicas se torna um desafio para a criatividade.
A tecnologia está aí para estimular a criatividade ou para reduzir custos? Como designer de uma empresa, essa questão é objeto de reflexões diárias em minha rotina e apresentarei a seguir algumas soluções encontradas na tentativa de conciliar esses aspectos.
As joias com perfil de alta joalheria requerem habilidades artesanais e artísticas para atingir o ponto máximo de expressão. Além do domínio da escultura, onde a forma é compreendida e interpretada com virtuosismo, há um enorme cuidado ao empregar os materiais. Estas joias pertencem ao universo dos sonhos, da materialização da perfeição, da aura mítica que a palavra "joia" sugere. Após esse resultado, a joia passa a ter um caráter muito particular e liberta-se de quaisquer tendências ou modismos, enveredando pelos caminhos da arte.
Joias de uso diário já seguem outro caminho: aqui nos valemos da tecnologia digital para agregar conteúdo.
Um pingente pode sim ser mais que um adorno. Ele contém uma mensagem que é reforçada pelo emprego das inscrições e pela precisão do desenho, algo praticamente impossível de se fazer manualmente.
Estas discussões apenas começaram. Atualmente, já convivemos com profissionais da nova geração, designers da era digital. É para eles que nosso discurso deve ser dirigido, lembrando que temos um legado de séculos de tradição joalheira, que é a base sobre a qual devem ser criados novos paradigmas.
Eletrobras prevê vender 6 distribuidoras de energia em novembro e dezembro, diz CEO
sexta-feira, 2 de junho de 2017 18:25 BRT
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Por Daniel FlynnRIO DE JANEIRO (Reuters) - A Eletrobras pretende realizar licitações para vender suas seis distribuidoras de eletricidade que atuam no Norte e Nordeste entre novembro e dezembro deste ano, disse à Reuters o presidente da estatal, Wilson Ferreira Jr.. Atualmente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) trabalha junto com a companhia para fazer uma avaliação financeira dessas distribuidoras e definir o modelo em que elas deverão ser privatizadas."Entre julho e agosto devemos ter o modelo de venda e a avaliação dessas empresas. Nós entendemos que devemos ter esse processo de venda ao final do mês de novembro, começo do mês de dezembro", disse Ferreira. Ainda não há avaliação do valor das distribuidoras.A estatal ainda buscará levantar cerca de 5 bilhões de reais com a venda de participações em ativos de geração e transmissão de energia. O banco BTG Pactual foi contratado para avaliar o valor desses ativos, o que deverá ser concluído em julho.Segundo Ferreira, esses ativos deverão ser negociados no segundo semestre, a princípio em dois pacotes: um que reunirá parques eólicos e um com empreendimentos de transmissão.A Eletrobras também não descarta vender sua participação de quase 50 por cento na enorme hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, uma das maiores do mundo. Nesse caso, no entanto, a estatal aguardará a posição dos demais sócios, que, segundo o executivo, estão avaliando a contratação de bancos para vender suas fatias na usina."A gente pode acompanhá-los no valor que eles venderem... dependendo do preço que for oferecido, nós consideraremos", disse Ferreira. A Cemig, que é uma das sócias da Eletrobras em Belo Monte, colocou sua fatia na usina em seu plano de desinvestimentos anunciado na quinta-feira.Executivos da companhia disseram que os investidores de Belo Monte pretendem resolver algumas pendências do empreendimento, como a venda de uma parte da produção da usina que ainda está descontratada, para então colocar o ativo definitivamente à venda.