quinta-feira, 22 de junho de 2017

De atendente do McDonald´s a presidência de uma farmacêutica

De atendente do McDonald´s a presidência de uma farmacêutica

Em entrevista exclusiva, Alexandre França, presidente da Aspen Pharma, farmacêutica sul-africana, conta como começou sua carreira como atendente do McDonald´s e chegou à presidência de uma empresa e fala sobre liderança e superação

SÃO PAULO – O presidente da filial brasileira da farmacêutica sul-africana Aspen Pharma, é um publicitário carioca que começou a carreira como milhares de jovens brasileiros: como estagiário não-remunerado e, depois, como atendente da rede de fast food McDonald´s. Alexandre França, publicitário de 45 anos, acredita hoje que, três anos depois de assumir a presidência,  “colocou a casa em ordem” com um plano simples: ele comprou produtos de marcas fortes, mas que estavam “abandonados” nas empresas e passou a investir neles. O Leite de Magnésia Philips, por exemplo, foi adquirido pela Aspen Pharma e hoje rende 18 milhões de reais para a companhia. Ele falou sobre sua forma de liderar e planejar a carre
VOCÊ S/A – O começo na carreira de qualquer pessoa é um período cheio de incertezas e mudanças. Por quais incertezas e mudanças você passou quando começou a trabalhar?
Alexandre França, presidente da Aspen Pharma – Eu fazia faculdade de publicidade e acabei conseguindo um estágio em uma grande editora. Meus amigos achavam muito legal e minha família estava muito orgulhosa. Mas o estágio não pagava nada e eu precisava de dinheiro. Fiquei lá dois anos. Minha primeira decisão de carreira foi deixar de lado, pelo menos por um tempo, o sonho de fazer carreira na minha área, por outro sonho: o de dar o meu grito de independência financeira. Estava com 20 anos e comecei a trabalhar no McDonalds, como atendente. Algumas pessoas me aconselharam a não fazer essa mudança porque eu estava em uma empresa grande, com possibilidade de ser efetivado, mas pesei tudo e conclui que naquela época, quando ainda estava na faculdade, era a hora de experimentar tudo.

Hoje, repensando aquela época, você faria tudo de novo?
Sem dúvidas. Tomei a melhor decisão porque planejei. Minha ideia não era trabalhar para sempre na loja. Eu já sabia que o McDonald´s era uma empresa grande, com escritórios no Brasil, e pensei que havia grandes chances de conseguir me movimentar lá dentro. E foi isso o que aconteceu. Depois de um ano no restaurante, virei assistente de marketing. Mas queria experimentar mais, então depois de formado, me inscrevi em programas de trainee e fui aprovado na L’Óreal. Entrei como vendedor, mas sempre procurei colocar 100% de mim em tudo que eu fazia e acabei sendo promovido várias vezes. Cheguei a ser gerente nacional de vendas.

Como foi a transição para a área farmacêutica?
A mesma diretora de RH que me contratou como trainee na L’Óreal foi para a GSK. Lá, ela se lembrou de mim como uma pessoa que não vê problemas em trocar o terno de gestor pelo macacão de operário, se for preciso. Fiquei muito feliz com o convite porque sempre tive essa ideia de que é importante se conectar com quem trabalha com você e mostrar para elas o que você pode fazer. Esse convite foi a prova de que é assim que aparecem as oportunidades: através das relações que fazemos com as pessoas no nosso trabalho. Por isso é essencial ser dedicado, prestativo e gentil com todos.

Depois dessa mudança você nunca mais saiu da indústria farmacêutica. Quais desafios você enfrentou nessa etapa?
Um dos desafios foi morar em São Paulo durante quatro anos. Mas descobri que sou um carioca que gosta de São Paulo. Acho que comprar São Paulo com Rio de Janeiro é a mesma coisa que comparar o ex-namordo com o atual. Não faz o menor sentido. Aceite a cidade que você mora, uma vez que a mudança é inevitável e tente olhar os pontos positivos. São Paulo me recebeu muito bem e ainda sinto saudade dos restaurantes. Mas depois que voltei para o Rio e entrei na Aspen Pharma tive desafios maiores.

Fonte: Você S/A

Depois da tempestade: a história de fracassos e sucessos de um empreendedor

Depois da tempestade: a história de fracassos e sucessos de um empreendedor

Conheça a história do empreendedor Omar Pucci Netto que tentou e falhou até encontrar o sucesso


SÃO PAULO – Segundo o SEBRAE, uma em cada duas empresas abertas no Brasil fecha em menos de cinco anos. O dado mostra o que muita gente já sabe: muita gente falha.
Apesar disso, ainda é quase um tabu falar sobre isso. “Ninguém gosta de subir num palco e falar dos seus fracassos”, diz Rafael Chanin, que trouxe para o Rio Grande do Sul a FailCon, um congresso para “naturalizar a falha”, criado em San Francisco. Você pode saber mais sobre “como aprender com seus erros’ na edição de fevereiro da VOCÊ S/A, que está nas bancas.



Encontrar outras pessoas que erraram e formas de superar o fracasso foi um problema sério na vida de Omar Pucci Netto, empreendedor de 35 anos. Ele trabalhou durante seis anos na Kimberly-Clark, na área de marketing. Entrou como estagiário e teve uma carreira meteórica. Aos 22 anos já era gerente de produtos. Pegou uma área pequena, que dava um prejuízo de 300 000 reais. Não só reverteu o prejuízo como multiplicou o faturamento superavitário em mil vezes.

Com uma boa ideia na cabeça e muita arrogância juvenil, ele pediu demissão aos 25 anos, durante uma reunião com o presidente, para montar seu próprio negócio: um site que vendia produtos que todo mundo precisa, mas ninguém gosta de comprar, como ração para cachorro ou fraldas. O negócio não deu certo. Omar insistiu por cinco anos até perceber que era impossível e jogar a toalha. Ele errou em muitos momentos, tentou pegar diversos atalhos equivocados mas, enfim, parece ter encontrado o caminho certo para o sucesso, sempre olhando para trás e relembrando onde errou, para não seguir os mesmos passos. Ele aprendeu muito com os próprios erros e é sobre isso que ele dá o seguinte depoimento.

Diferenças culturais
“Nos Estados Unidos, os empreendedores que quebraram três, quatro, cinco vezes são vistos como pessoas com foco, persistentes e isso é uma coisa boa. A pessoa tem uma nova ideia e consegue investidores porque errar é perdoável lá. Aqui no Brasil isso ainda é um tabu. É óbvio que só inova quem tenta e quem tenta erra, mas o mercado não tem tolerância para o erro. O erro é o começo do processo. Você erra e depois? Quem está no fundo do poço, endividado, pensando em suicídio procura de tudo. Eu procurava matérias, documentários sobre o assunto. Não há nada no Brasil sobre isso. Encontrava muito material de fora. Os mega empreendedores não têm medo de falar que erraram.”
Fonte= Você S/A

Advogado processa Elizabeth II por diamante

Advogado processa Elizabeth II por diamante

Advogado paquistanês processou a rainha da Inglaterra para que entregue a joia ao Paquistão

Islamabad – Após enviar no último meio século 786 cartas em vão à rainha Elizabeth II e pedir a ela e à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher o retorno do diamante Koh-i-Noor ao Paquistão, um advogado paquistanês processou a rainha da Inglaterra para que entregue a joia.
“Coloquei a questão do diamante pela primeira vez em 1958. Discuti pessoalmente com a rainha em reunião em 1962. Em 1985 falei disso com a então primeira-ministra Margaret Thatcher. Após fazer todos estes esforços sem resultado apresentei finalmente o processo”, disse nesta sexta-feira à Agência Efe Jawaid Iqbal Jafree.
O Koh-i-Noor, que significa Montanha de Luz em urdu, é um dos maiores diamantes polidos do mundo, e hoje está na coroa da rainha, exposta na Torre de Londres, depois de a Companhia Britânica das Índias Orientais adquirir a joia de 106 quilates em 1850 da então Índia Britânica.
Quando a rainha Victoria foi proclamada Imperatriz da Índia em 1877, o diamante se tornou parte das Joias da Coroa Britânica.
Em seu processo o advogado argumentou que o Koh-i-Noor foi adquirido “sem legitimidade em um ato ilegal, realizado pela força e sem justificativa pela lei ou pela ética”, o que o passar do tempo “não transforma em correto”.
Apesar de só ter obtido uma resposta das 786 cartas enviadas à Elizabeth II, Iqbal não guarda rancor da soberana de 89 anos, a quem considera “a melhor rainha de todos os tempos”.
O advogado paquistanês, também pintor, indicou que não quer que o diamante seja devolvido agora, mas depois da morte ou da abdicação da rainha.
Um porta-voz do Alto Tribunal de Lahore (Paquistão), onde o caso foi apresentado na quarta-feira, disse à Agência Efe que tinham devolvido o pedido ao advogado por “pequenas objeções de forma”.
Ele respondeu que fará as mudanças necessárias e o devolverá à corte, em mais amostra de sua perseverança.
O pedido do advogado e artista pode pegar mal também na vizinha Índia, arquinimiga do Paquistão, que pediu várias vezes a devolução da joia.
Os antigos colonizadores pegaram o diamante na província do Punjab, então parte da Índia Britânica, dividida entre a Índia e o Paquistão em 1947, países que se imiscuíram em três guerras desde sua independência.
O advogado paquistanês afirmou que o diamante – sobre o qual existe uma lenda que diz que é maldito, já que a maioria dos que o possuíram encontraram um final trágico – deve ser devolvido ao Paquistão, já que foi tomado pelos britânicos quando a capital do Punjab não dividido era Lahore, hoje em território paquistanês.
Mas muitas coisas teriam que mudar para que o Reino Unido devolva a joia, já que o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse a uma televisão indiana em 2013 que o diamante permaneceria em Londres, pois se fosse devolvido chegariam outras reivindicações de outros países, o que “esvaziaria o Museu Britânico”.
Fonte: BBC

Israel Diamond Exchange abre centro de inovação tecnológica

Israel Diamond Exchange abre centro de inovação tecnológica

RAMAT GAN, Israel, 22 de junho de 2017 /PRNewswire/ — A Israel Diamond Exchange (IDE) se une ao Start-Up Nation com a abertura de uma incubadora tecnológica para start-ups israelenses e internacionais relacionadas a diamantes. Chamada de Diamond Tech, ela oferecerá suporte financeiro e doméstico para start-ups nas fases iniciais de desenvolvimento.
A Diamond Tech promoverá novas tecnologias para diamantes no sentido mais amplo. Isso inclui plataformas industriais, robótica, semicondutores, tecnologias médicas, tecnologia espacial, software, finanças e plataformas de marketing B2B e B2C.
A IDE fez uma parceria com a Sarine, líder mundial em tecnologias para o setor de diamantes, com sede em Israel, e com o grupo Hennig Diamond, que conta com uma divisão internacional de investimentos em tecnologias para diamantes. O Technion – Instituto de Tecnologia de Israel, participa como parceiro estratégico de pesquisa e desenvolvimento. O projeto tem o apoio de importantes organizações internacionais, como Brinks Global Services, CIBJO – Confederação Internacional de Joalheria e Pantheon Pacific Group.
Yoram Dvash, presidente da IDE, afirmou: “Tomamos a decisão estratégica de criar o centro de inovação Diamond Tech porque estamos convencidos de que o setor de diamantes deve sofrer um avanço tecnológico. Israel é líder mundial em tecnologia, com mais de 1500 novas start-ups a cada ano. Aproveitaremos a energia e a criatividade do Start-Up Nation em prol do setor. A Israel Diamond Exchange tem o compromisso de garantir o sucesso dessas start-ups e sua contribuição para o setor de diamantes”.
David Block, diretor geral da Sarine, afirmou: “Como pioneira mundial em tecnologias para diamantes, a Sarine está muito feliz por fazer parte dessa importante iniciativa, que será essencial para promover soluções tecnológicas israelenses relacionadas a diamantes. Como parceira nesse empreendimento, a Sarine tem orgulho de apoiar e promover a nova geração de inovadores do setor”.
Arik Sela, diretor geral da Hennig Israel, afirmou: “A Hennig ocupa uma posição importante no negócio de diamantes há quase 130 anos e está constantemente em busca de novas oportunidades de negócios; por isso, é natural que ela seja um membro fundador dessa nova iniciativa. Estamos convencidos de que o setor de diamantes se beneficiará com novas tecnologias e aplicações e que esse centro de inovação tem tudo para dar certo”.
Contato:
Sharon Gefen
sharon@gefenltd.com
+972-54-4494494

FONTE The Israel Diamond Exchange

Forte terremoto atinge Guatemala e El Salvador; também é sentido no México

Forte terremoto atinge Guatemala e El Salvador; também é sentido no México

quinta-feira, 22 de junho de 2017 10:09 BRT
 


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CIDADE DA GUATEMALA (Reuters) - Um forte terremoto ocorrido na costa da Guatemala atingiu a América Central nesta quinta-feira, provocando tremores em prédios e derrubando árvores na Guatemala e também sendo sentido em El Salvador e no Estado mexicano de Chiapas. Não houve relatos de imediato sobre vítimas em decorrência do tremor, que teve magnitude registrada pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos de 6,8 e ocorreu a 38 quilômetros a sudoeste de Puerto San Jose, a uma profundidade de 46,8 quilômetros. (Reportagem de Sofia Menchu e Nelson Renteria)