Consideradas por alguns como as quatro pedras mais preciosas, o diamante, a esmeralda, o rubi e a safira. Talvez estas quatros belas gemas, ganharam estes títulos de exclusividade por suas raridades, belezas e cores únicas. E também por sua manipulação por grandes joalheiros e comerciantes controladores do comércio destes minerais no mundo. As outras inúmeras gemas passaram a serem reconhecidas como pedras semi-preciosas por comerciante alienígenas no intuito de depreciá-las comercialmente. Nem os franceses usam expressão tão chula de “semi”, preferindo a denominação de gemas “finas”. Para o “limbo” foram centenas de outras pedras preciosas, muitas raríssimas, belas, exclusivas, valorizadas e de cores genuínas. Nesta categoria figura a água-marinha, a albita, a ambligonita, a ametista, a andalusita, a apatita, a axinita, a benitoíta, a brasilianita, a cianita, o citrino, o crisoberilo, a datolita, o diopsídio, o dioptásio, a dravita, o epídoto, o espinélio, o espodumênio, o euclásio, a fenacita, a fluorita, a fosfofilita, a goshenita, a granada, a hauyna, o heliodoro, a hidenita, a indicolita, a iolita, a kunzita, a morganita, o morion, a olivina, o ortoclásio, a petalita, a rubilita, a tanzânita, a titanita, o topázio amarelo, o topázio azul, o topázio imperial, a turmalina, a zoisita, e muitas outras mais. E para outro patamar periférico, mais depreciativo, foram as opacas. Muitas delas são sui-generis, preciosas, belas, raras e também valiosas; o alabastro, a amazonita, a aragonita, a azurita, a barita, a crisocola, o crisoprásio, a dolomita, a dumortierita, a howlita, o jade, o jaspe, o lápis-lazúli, a malaquita, o ônix, a opala, o ortoclásio, a prehnita, a rodocrosita, a rodonita, a sodalita, a turquesa, etc.. Há 50 anos atrás, Hans Stern tornou-se grande joalheiro e comerciante de pedras finíssimas com a criação da “H Stern”, uma rede de joalherias espalhadas pelo mundo. Ele profetizou uma máxima em gemologia, "que não existe pedras semi preciosa, desde que fossem puras e bem lapidadas, são preciosas". Eu penso igual e concordo com ele. Levando-se em conta que as quatro notáveis da preciosidade, a totalidade de cada uma delas não se acham 100% puras, só menos de 10% de cada tipo é que são puras e perfeitas, isso quer dizer que 90% de cada uma destas quatro gemas são impuras, manchadas, com imperfeições, trincas e sem padrão das cores puras, e todas as 90% das mulheres usam diamantes, esmeraldas, rubis e safiras, que deveriam ser ditas de semi preciosas, mais ninguém diz ou comenta sobre isso. Já a grande maioria das pedras desclassificadas como sendo semi preciosas, que deveria ser classificada como "finas", os índices de perfeição é o inverso, ou seja, 90% de todo o especto das variedades é de pureza. Daí se conclui que o termo "semi" foi um embuste em uma época passada, de um grupo de comerciante pedrista internacionais em levar vantagem. Devemos ressaltar que os grandes mestres pintavam seus quadros com minerais moídos, e o lápis-lazuli, custava nessa época mais caro que o ouro, comparada em grama. Por isso é que faltava colorido nas telas, o azul ultramarino feito do lápis-lazuli aparecia pouco, idem o verde o vermelho e o amarelo. Outro brasileiro, grande joalheiro, comerciante e amante apaixonado por pedras preciosas o Jules Sauer, dono também de uma rede mundial de joalherias a "Amsterdam Sauer", lutou pela certificação das esmeraldas brasileiras em Institutos Gemológicos Internacionais. Jules Sauer é tão fascinado por pedras que conhece as minas e jazidas de pedras no mundo todo, e ao completar 80 anos, lançou seu quarto livro de pedras preciosas. Há 5.000 anos, no Egito Antigo, os faraos já usavam jóias com esmeraldas, lápis-lazúli, turquesas, ônix, alabasto e outros minerais. Montezuma, imperador dos astecas, também usavam em suas jóias e indumentárias, turquesas, lápis-lazúlis, esmeraldas ouro, prata, cobre e outros minerais. A coroa do Império Britânico, que supunha ter um grande rubi, foi reanalizado como sendo um belo "espinélio vermelho". O famoso colar de esmeralda de Elizabeth Taylor, confeccionado pela Bvlgari e leiloado pela Christie's, tem todas as pedras desiguais e escuras, não são "primeira linha". Eram as esmeraldas que existiam no mercado. Mas fama é fama. E hoje há no mercado internacional duas gemas brasileiras raras e valorizadíssimas, mais do que estas quatro famosas, que são a alexandrita, verde durante o dia e vermelha à noite, e a elbaíta (turmalina da Paraíba), uma gema que tem um "neon" ou um fugor dentro dela. Hoje nossas mulheres dispõe de mais de 500 gemas variadas para ostentar as suas belezas e as das gemas.
domingo, 25 de junho de 2017
Israelense Frutarom compra 80% de grupo brasileiro SDFLC, de sorvetes e sobremesas, por R$110 mi
Israelense Frutarom compra 80% de grupo brasileiro SDFLC, de sorvetes e sobremesas, por R$110 mi
domingo, 25 de junho de 2017
]
JERUSALÉM/BRASÍLIA (Reuters) - A empresa israelense de sabor e ingredientes finos Frutarom Industries informou neste domingo que adquiriu 80 por cento do grupo brasileiro SDFLC, de preparados para sorvetes e sobremesas, por 110 milhões de reais (33 milhões de dólares). Segundo a Frutarom, a compra teve como objetivo dar sequência à estratégia de penetração no crescente mercado latino-americano, fortificando sua presença no Brasil. Esta é a terceira aquisição do Frutarom no Brasil desde 2012 e sua quarta aquisição neste ano. O grupo SDFLC, um dos principais produtores brasileiros no ramo de sorvetes e sobremesas, teve vendas de cerca de 22 milhões de dólares nos 12 meses encerrados em maio. O crescimento anual das vendas foi, em média, de 17 por cento nos últimos cinco anos, disse a Frutarom. A empresa tem cerca de 90 funcionários e está em processo de construção de um novo complexo que contará com um laboratório de pesquisa e desenvolvimento e uma plataforma de produção que permitirá que duplique sua produção. O grupo SDFLC opera com duas marcas no Brasil de acordo com informações em seu site. A Leagel, de preparados para sorvetes, fornece para indústrias de sorvete, sorveterias artesanais e gelaterias. Já a La Menut é uma linha para sobremeses, com oferta de recheios e coberturas para bolo, tortas e doces. (Por Steven Scheer e Marcela Ayres)
© Thomson Reuters 2017 All rights reserved.
83% da população vê envolvimento de Temer em corrupção revelada por delações da JBS, aponta Datafolha
83% da população vê envolvimento de Temer em corrupção revelada por delações da JBS, aponta Datafolha
domingo, 25 de junho de 2017
]
BRASÍLIA (Reuters) - Para 83 por cento da população o presidente Michel Temer tem envolvimento direto nos escândalos de corrupção revelados nas delações de executivos da JBS, que instauraram intensa crise política no país, apontou pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo. O levantamento, que ouviu 2.771 pessoas entre quarta (21) e sexta-feira (23), também revelou que 81 por cento dos entrevistados acreditam que os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, deveriam ter sido presos pelos crimes confessados. Nesse sentido, 64 por cento desaprovaram o acordo de colaboração premiada que a Procuradoria Geral da República (PGR) fechou com os donos da JBS, que estabeleceu a aplicação de multas, mas afastou a prisão dos empresários. A divulgação em meados de maio de conversa gravada entre Joesley e Temer no palácio do Jaburu desencadeou a mais grave crise política do governo. Com base na delação de Joesley e de outros executivos do grupo, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura de inquérito para investigar Temer por suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa. O acordo de delação firmado com o Ministério Público Federal (MPF) e homologado pelo STF envolveu sete executivos da processadora de carnes e da J&F, controladora da JBS, e o pagamento de uma multa total de 225 milhões de reais. (Por Marcela Ayres)
© Thomson Reuters 2017 All rights reserved.
Conheça a história de Tallis Gomes, criador do Easy Taxi, aplicativo avaliado em R$ 1 bilhão
Conheça a história de Tallis Gomes, criador do Easy Taxi, aplicativo avaliado em R$ 1 bilhão
Ele foi eleito, pela Forbes, como um dos 30 jovens mais inovadores do Brasil
Nascido em Carangola, interior de Minas Gerais, tem 28 anos de idade e um passaporte que registra viagens para mais de 40 países. Esse é Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi, maior aplicativo de táxis do mundo, avaliado em R$ 1 bilhão, segundo fontes do mercado.Tallis, que vai compartilhar tudo o que aprendeu durante o evento online Startup Minds, começou sua história empreendedora ainda jovem, com apenas 14 anos, vendendo celulares em Carangola. “Eu sempre fui bom com vendas”, orgulha-se. Logo em seguida, aos 16 anos, mudou-se para Juiz de Fora e, na sequência, para o Rio de Janeiro, onde foi estudar publicidade.
Antes de fundar sua empresa de maior sucesso até agora (sim, ele acredita que pode ir mais longe), Gomes abriu outros dois negócios de base tecnológica, que não deram certo.
A ideia para o negócio que mudaria sua vida surgiu numa noite chuvosa, depois de passar muito tempo ligando para cooperativas de táxi atrás de um carro. Inconformado com a falta de atendimento, informação e respeito com o usuário, desenhou o projeto do que viria a ser o Easy Taxi e o inscreveu em um concurso de ideias. Ficou apenas em quarto lugar.
Mesmo assim, como todo bom empreendedor, seguiu obstinado no propósito de levar o negócio adiante e, com a ajuda de três sócios, conseguiu chamar a atenção de investidores, especialmente a Rocket Internet, empresa alemã. Resultado: R$ 170 milhões investidos da companhia, até hoje, em parceria com outros três fundos de investimento.
Tallis trabalha muito, sua jornada não tem menos que 14 horas diárias. Além disso, ele fez questão de abrir pessoalmente a maioria dos 34 escritórios internacionais da empresa, incluindo lugares como Guatemala e Coréia.
Apesar dessa história de sucesso, Tallis afirma que o que mais lhe dá prazer não é o dinheiro conquistado ou coisas materiais. Para ele, “encontrar um taxista que ganha 40% mais, trabalhando menos tempo porque passou usar o nosso aplicativo, é a maior recompensa”.
Tallis costuma dizer aos jovens que têm o sonho de construir um grande negócio que “ideias valem 10 centavos a bacia” e que “o que importa é saber executá-las”.
Atualmente Tallis se dedica a sua nova empresa, a eGenius, uma fábrica de startups que pretende lançar 5 novos negócios por ano. “O potencial desse negócio é maior do que do Easy Taxi”, afirma. Alguém duvida?
Fonte: Exame
Paulo Veras, do 99Taxis, entrega os segredos de seu sucesso
Paulo Veras, do 99Taxis, entrega os segredos de seu sucesso
Há apenas 2 anos no mercado, o 99Taxis já possui metade da frota de táxis do país no cadastro e realiza cerca de 1 milhão de corridas em 150 cidades. Ao título de “case de sucesso”, Veras atribui um trabalho de equipe benfeito. “Para construir um grande negócio, você tem que ter gente competente trabalhando junto”, defende. Além disso, é preciso manter contato direto com os consumidores para compreender as demandas do mercado. “Com a facilidade das redes sociais, ficou muito mais fácil se aproximar do consumidor, ouvi-lo. Na 99Taxis, lemos todos os e-mails que recebemos e tentamos responder da forma mais pessoal possível. É como a velha prática do ‘barriga no balcão’.”
Confira as fotos do Encontro de PODER na galeria abaixo.
Fonte: Glamurama- UOL
Assinar:
Postagens (Atom)
-
💎 Espodumênio é uma pedra mineral muito valiosa e importante, principalmente porque é uma das principais fontes de lítio — usado em ba...



