sábado, 22 de julho de 2017

Tanzanita

Tanzanite
A Tanzanita é uma pedra azul arroxeado encontrada na Tanzânia, daí a origem do seu nome quando foi descoberto em 1967. Como é muito popular entre os joalheiros. É classificada entre as pedras anteriormente chamadas de semi-preciosas, faz parte da família zoisite.
Encontrada geralmente em pequenas pedras, sendo as grandes são raras, as suas melhores cores são o azul e o azul ultramarino. A Tanzanita é uma pedra cara se tiver mais de 10 quilates, mas a sua cor azul e brilho a tornarão tão bela como uma safira.
A Tanzanita é uma pedra frágil: a sua dureza é de 6,5 a 7 na escala de Mohs.



Startup paulista aplica tecnologia com bactérias em processo de extração de metais

Startup paulista aplica tecnologia com bactérias em processo de extração de metais


o campo da mineração, os métodos mais tradicionais para extrair metais do solo são a queima do minério ou a aplicação de ácido no terreno. Considerando que este processo é custoso e pode causar danos ambientais, a Itatijuca Biotech pensou desenvolveu uma solução mais barata e sustentável: a utilização de bactérias do tipo Thiobacillus Ferrooxidans e a Thiobacillus Thiooxidans.
Baseada em biotecnologia e química verde, a técnica é conhecida no mundo acadêmico e científico como biolixiviação e é realizada a partir da preparação do minério de onde estão os metais, conta um dos fundadores da startup, Rafael Ferreira. O procedimento, segundo ele, começa com o apetite das bactérias pelo enxofre contido no minério. Após comer a substância, o metabolismo dos microrganismos produzem ácido sulfúrico, fazendo com que os mateis sejam separados na solução dissolvida. A técnica serve para recuperação principalmente de cobre e de seus compostos, mas também pode ser aplicada em minas de ouro.
Este processo pode ser feito em grandes tanques, que são reatores químicos revestidos em aço, ou por meio da aplicação da solução sobre pilhas de minério, envolvidas por uma manta especial com a função de evitar o vazamento do ácido sulfúrico e a contaminação do solo. A duração do procedimento é de sete dias, com a necessidade da presença de oxigênio no ambiente e controle constante de temperatura abaixo dos 60º C, considerando que esta reação é exotérmica, ou seja, libera energia na forma de calor.
Com um faturamento de R$ 300 mil em 2016, a startup espera atingir R$ 1 milhão até o final do ano. “Pretendemos dobrar nossa carteira de clientes”, diz Ferreira, que atualmente presta serviços para duas mineradoras e uma empresa de resíduos eletrônicos.
Ferreira explica que existem duas formas de cobrança pelos serviços da startup. Uma pelo volume de minério processado, que requer ajustes e monitoramento constante. Neste caso, o preço pode variar de acordo com a demanda de cada empresa. A segunda opção é o estabelecimento de um percentual sobre o ganho do cliente no local explorado, no modelo de parceria.
“Esse método deu certo porque evita que os metais se acumulem no ambiente”, afirma o geólogo Ricardo Fraguas, da MMSA Consultoria. De acordo com ele, os processos tradicionais são responsáveis pela emissão de gases poluentes e podem deixar resíduos no solo, ocasionando impactos ambientais na região. A Itatijuca Biotech, que tem uma equipe de seis funcionários, também atua em outras frentes, como agroindústria, na produção de biofertilizantes, e prestação de serviços relacionados à diminuição do impacto ambiental de resíduos industriais.
Fundada na cidade de São Paulo, em 2014, a empresa foi planejada por Ferreira no fim de seu doutorado sobre tecnologia nuclear e atualmente está em processo de incubação promovido pelo Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tencologia (Cietec), localizado no campus da Universidade de São Paulo (USP).
O programa de incubação inclui capacitação, apoio ao acesso a linhas de fomento, relação com potenciais investidores e mentorias. O coordenador de comunicação do Cietec, José Aloísio Guimarães, afirma que a área de biotecnologia é um segmento que vem crescendo no Brasil.
“O ambiente em que a empresa está inserida oferece o contato com outros empreendedores, trocas de experiências e também de serviços”, diz Guimarães, referindo-se ao processo de incubação como enriquecedor.
João Vicente Ribeiro
Fonte: DCI

Vale vê produção de minério em 2017 na faixa inferior da estimativa

Vale vê produção de minério em 2017 na faixa inferior da estimativa


A produção de minério de ferro da Vale em 2017 ficará próxima ao limite inferior da faixa projetada para o ano, de 360 milhões a 380 milhões de toneladas, com a empresa mantendo a estratégia de reduzir a extração do produto de menor qualidade, ainda que tenha anunciado nesta quinta-feira um recorde para um segundo trimestre.
Caso a produção da maior produtora de minério de ferro do mundo fique perto de 360 milhões de toneladas, poderia crescer cerca de 3 por cento ante 2016. A previsão para o ano foi feita conforme a empresa anunciou nesta quinta-feira cortes adicionais da produção de minério com maiores custos, nos sistemas Sul e Sudeste do Brasil, no segundo semestre, enquanto aumenta gradativamente sua produção de alta qualidade.
A mineradora produziu no segundo trimestre 91,849 milhões de toneladas, alta de 5,8 por cento ante o mesmo período do ano passado, principalmente devido à aceleração das atividades na mina S11D, em Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará. O S11D, maior projeto de minério da história da companhia, com alto teor de ferro, entrou em operação comercial neste ano e, segundo a empresa, está avançando conforme o planejado.
Com isso, o Sistema Norte, que compreende as minas de Carajás, Serra Leste e S11D, atingiu recorde de produção de 41,5 milhões de toneladas no segundo trimestre, alta de 13,7 por cento ante o mesmo período de 2016. Em nota a clientes, o analista do Societe Generale Christian Georges afirmou que a produção de minério da Vale no segundo trimestre ficou no topo das expectativas e que foi consistente com à expansão da produção de baixo custo e alta qualidade no Norte do Brasil.
“Grande parte disso é projetada para alimentar maiores graduações de minério de ferro em misturas (com a produção do Sul do Brasil) para maximizar o retorno”, disse o analista, destacando que em sua opinião a produção da Vale não está alimentando o excesso de oferta global. Priorizando a qualidade, a Vale afirmou que a especificação do minério Brazilian Blend Fines (BRBF) está agora padronizada, com um teor de sílica (SiO2) limitado a 5 por cento.
“O produto BRBF está consolidando sua marca como principal componente para carga de alto-forno em diversas usinas siderúrgicas, sendo distribuído a partir de onze portos chineses.” As ações preferenciais da empresa operavam com queda de 3,6 por cento, às 12:47, enquanto o Ibovespa recuava 0,34 por cento.

Em Busca De Maior Qualidade

A Vale explicou que a extração de produtos de alta sílica, com menos qualidade e maiores custos, será reduzida em 19 milhões de toneladas em algumas minas dos sistemas Sul e Sudeste a partir do segundo semestre. Dessa forma, a produção anual deverá ficar próxima dos 360 milhões de toneladas para o ano. Em relatório a clientes, o analista do Citi Alex Hacking destacou que o corte dos produtos de alta sílica são adicionais aos anunciados em 2016, de 30 milhões de toneladas, somando então 50 milhões de cortes totais, aproximadamente 12,5 por cento da capacidade da empresa.
A Vale afirmou ainda, nesta quinta-feira, que reafirma o caso base de sua meta de produção de longo prazo de 400 milhões de toneladas por ano. No entanto, Hacking destacou que, anteriormente, a empresa orientou a produção de 2020 para 400-450 milhões de toneladas por ano. ”Então isso nos parece como um potencial corte de orientação, e não uma reafirmação”, disse Hacking, que classificou as notícias como gradualmente positivas para o mercado de minério de ferro.
O teor de ferro médio foi de 63,8 por cento no segundo trimestre de 2017, permanecendo em linha com o teor de ferro médio do primeiro trimestre.

Embarques E Vendas

A Vale reiterou que está buscando deslocar os estoques ao longo da cadeia para mais perto dos clientes, como forma de trazer maior flexibilidade à cadeia integrada de valor, conforme explicado pela companhia na divulgação dos resultados do primeiro trimestre. Mas o movimento leva temporariamente a menores volumes de venda, quando comparados aos embarques do Brasil.
Ainda assim, os embarques de minério de ferro e pelotas da empresa a partir de Brasil e Argentina cresceram, totalizando 81,6 milhões de toneladas no segundo trimestre, 4,4 milhões de toneladas maiores do que no mesmo período de 2016, devido principalmente à maior produção no Sistema Norte e no Sistema Sudeste.
Os embarques feitos pela Argentina referem-se ao Sistema Centro-Oeste, que compreende a unidade ativa de Urucum. Dessa forma, os volumes “blendados” na Ásia totalizaram 14,8 milhões de toneladas no segundo trimestre, 3,7 milhões de toneladas acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Revisão Da Produção De Níquel

A produção de níquel alcançou 65,9 mil toneladas no segundo trimestre, queda de 16,1 por cento ante o mesmo período do ano passado, principalmente devido à reconstrução do forno 2, como parte da transição para operação com forno único em Sudbury, e à parada programada para manutenção na unidade.
A Vale, que é uma das maiores produtoras de níquel do mundo, explicou que a meta para a produção da commodity no ano foi revista devido a um desempenho abaixo do esperado de suas operações no segmento.
Em sua nova projeção, a Vale prevê produzir 295 mil toneladas em 2017, ante 317 mil toneladas previstas anteriormente, segundo esclareceu a assessoria de imprensa.
A redução, segundo a Vale, reflete uma produção menor que a planejada nas operações de Thompson, Nova Caledônia e Indonésia
Fonte: Reuters

Cobre sobe com queda de estoques e disputas no Chile

Cobre sobe com queda de estoques e disputas no Chile


Os futuros de cobre operam nos maiores níveis em quatro meses nesta manhã, impulsionados por um aperto da oferta global do metal básico e pela perspectiva de novas disputas trabalhistas no Chile. Por volta das 7h35 (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) avançava 1,05%, a US$ 6.038,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para setembro tinha alta de 0,99%, a US$ 2,7430 por libra-peso, às 8h10 (de Brasília). O rali do cobre veio após dados mostrarem que os estoques do metal na Bolsa de Futuros de Xangai tiveram queda semanal de 5% e se aproximaram dos menores patamares no ano, segundo Dee Perera, corretor da Marex Spectron.
Também ajuda a sustentar o cobre o último entrave em negociações entre a Antofagasta e trabalhadores da mina chilena de Zaldívar. Os mineiros, que votaram a favor de uma greve no último dia 10, rejeitaram ontem a última oferta salarial feita pela empresa, de acordo com nota da ING. As negociações, mediadas pelo governo chileno, vão se estender até dia 26. Caso não haja acordo, os trabalhadores deverão começar a paralisação, disse a ING.
Entre outros metais básicos na LME, o viés era positivo: o alumínio subia 0,73% no horário indicado acima, a US$ 1.930,00 por tonelada, enquanto o zinco avançava 1,23%, a US$ 2.761,50 por tonelada, o chumbo aumentava 1,26%, a US$ 2.245,00 por tonelada, o pouco negociado estanho tinha valorização de 0,32%, a US$ 20.170,00 por tonelada, e o níquel aumentava 1,21%, a US$ 9.625,00 por tonelada.
Fonte: Dow Jones Newswires

Vale atinge recorde de produção de 91.8 Mt de minério de ferro no segundo trimestre de 2017

Vale atinge recorde de produção de 91.8 Mt de minério de ferro no segundo trimestre de 2017


Minério de ferro

A produção de minério de ferro da Vale foi de 91,8 Mt no 2T17, alcançando recorde no segundo trimestre do ano. O valor foi superior em 5,6 Mt em comparação com o 1T17. Fatores como a melhor performance operacional no Sistema Norte e a sazonalidade climática explicam os bons resultados. A produção foi 5,0 Mt maior do que no 2T16 devido ao ramp-up de S11D no Sistema Norte e ao ramp-up das novas plantas de beneficiamento e britagem no Sistema Sudeste.
Já a produção de pelotas da Vale atingiu a marca de 12,2 Mt no 2T17, índice 1,7% menor do que no 1T17. O resultado pode ser creditado a paradas programadas para manutenção em uma linha da planta de pelotização de Omã. O valor alcançado foi 21,5% superior quando comparado ao 2T16, devido, principalmente, a paradas para manutenção no 2T16 e à retomada de produção na planta de Fábrica em julho de 2016.

Fonte: Vale